quarta-feira, 1 de julho de 2026
"Por Amor", "Laços de Família" e "Mulheres Apaixonadas" formaram uma trilogia memorável de Manoel Carlos
quarta-feira, 24 de março de 2021
Evolução da sociedade expõe o péssimo envelhecimento de Pedro em "Laços de Família"
A evolução do comportamento do público já deixou bem claro que o galã de uma novela da década de 80 pode se tornar quase um vilão em 2021. Por isso a teledramaturgia é tão estudada e apreciada por vários historiadores, além dos tradicionais noveleiros. Há até ótimas monografias de faculdade sobre o tema. A atual reprise de "Laços de Família", em plena reta final, por exemplo, expõe uma completa mudança do olhar do público diante do personagem Pedro, interpretado por José Mayer.
O sucesso de Manoel Carlos vem repetindo o êxito no "Vale a Pena Ver de Novo". A audiência está elevada. E com todo mérito. É um dos melhores trabalhos do autor, além de ser um dos mais lembrados com carinho pelo telespectador. Porém, Pedro é o tipo que pior 'envelheceu' no enredo. A expressão 'envelheceu mal' virou uma espécie de 'meme' na internet justamente por mostrar como determinadas situações, antes vistas como naturais, soam problemáticas hoje em dia. E pouco se salva deste perfil criado por Maneco.
O administrador do Haras de Alma (Marieta Severo) é um sujeito solitário e rabugento. Transborda grosseria com todos ao seu redor, principalmente com as mulheres. Chegou a ter um casamento relativamente duradouro, mas acabou se divorciando. Os cavalos são sua única paixão.
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2021
Sempre vale a pena rever a cena mais emblemática de "Laços de Família"
A Globo reprisou a cena mais emblemática de "Laços de Família" nesta segunda-feira (08/02), no "Vale a Pena Ver de Novo": a raspagem dos cabelos de Camila (Carolina Dieckmann). Um dos maiores sucessos de Manoel Carlos que vem repetindo o êxito nas tardes da emissora. A média fica em torno de 18/19 pontos, índices excelentes para a faixa. É a prova do carinho do público pelo novelão que marcou tantas gerações.
sexta-feira, 29 de janeiro de 2021
Reprises de "Laços de Família" e "Mulheres Apaixonadas" mostram o melhor de Regiane Alves
As melhores reprises atuais são as duas novelas de sucesso de Manoel Carlos. "Laços de Família", no "Vale a Pena Ver de Novo", e "Mulheres Apaixonadas", no canal a cabo Viva. Ambas fazem sucesso em suas respectivas exibições e possibilitam ao público acompanhar o trabalho primoroso de grande parte do elenco. Não por acaso, o time de atores é quase o mesmo. Todo autor tem sua 'panelinha' e a do Maneco fica evidente com as reexibições. Entre os destaques, há Regiane Alves em dois papéis odiosos.
Em "Laços de Família", a atriz interpreta a mimada Clara. Amargurada e arrogante, a personagem não sente a menor vergonha em ser desagradável com todos os familiares de seu marido, o passivo Fred (Luigi Baricelli). Está constantemente de cara amarrada e com péssimo humor. Quando seu casamento entra em crise, não pensa duas vezes antes de usar a filha como elemento de chantagem emocional e mostra de vez o ser humano deprimente que é. Não deixa de ser uma vilã secundária do enredo.
Já em "Mulheres Apaixonadas", Regiane vive a interesseira Dóris. Outra víbora em sua carreira e com características semelhantes a Clara. Não se preocupa em destratar os familiares, principalmente seus avós Flora (Carmem Silva) e Leopoldo (Osvaldo Louzada).
sexta-feira, 8 de janeiro de 2021
Reprises de "Laços de Família" e "Mulheres Apaixonadas" expõem a evolução da sociedade ao longo dos anos
No ano de 2020, a televisão brasileira completou 70 anos. E a teledramaturgia tem suma importância. Ao contrário do que muitos pensam, não se trata apenas de um mero entretenimento ou produtos de qualidade questionável. As novelas brasileiras viraram referência no mundo e um símbolo de produção de alto nível. Mas não é só. As tramas também servem para observar a evolução do comportamento da sociedade e as histórias de Manoel Carlos são as que mais evidenciam isso. Vide as duas reprises atuais: "Laços de Família", no "Vale a Pena Ver de Novo", na Globo, e "Mulheres Apaixonadas", no Canal Viva.
Os folhetins são os melhores trabalhos do autor, praticamente empatados com "Por Amor", outro clássico. "Laços" foi exibida no ano 2000 e "Mulheres" em 2003. Há 20 anos e 17 anos, respectivamente. Parece pouco tempo, ainda mais levando em consideração a análise da mudança no comportamento das pessoas. Mas não é. E fica evidente ao longo dos capítulos das duas tramas. Tem sido muito interessante acompanhar as produções ao mesmo tempo, até para observar a semelhança do time escalado. Em um intervalo de três anos, o autor selecionou praticamente o mesmo elenco.
Começando por "Laços de Família", é impossível não estranhar a forma como era tratado o assédio de Danilo (Alexandre Borges) em Ritinha (Juliana Paes), empregada doméstica que trabalhava na mansão de Alma (Marieta Severo), sua esposa. Tudo era exibido com um tom de "leveza" e "comicidade". Algo impensável hoje em dia.
terça-feira, 8 de dezembro de 2020
Interpretada brilhantemente por Deborah Secco, Íris representa a voz do público em "Laços de Família"
A reprise de "Laços de Família" vem fazendo sucesso no "Vale a Pena Ver de Novo". O clássico de Manoel Carlos completou 20 anos em 2020. A reexibição veio em boa hora. E uma das personagens mais marcantes da história foi a Íris, o primeiro papel de grande destaque de Deborah Secco na televisão. Na verdade, foi seu melhor momento da carreira. A menina era o perfil mais complexo do enredo, alternando traços claros de vilania com momentos de bastante sofrimento.
quarta-feira, 2 de dezembro de 2020
Capitu representa a mocinha sofredora de "Laços de Família"
As novelas de Manoel Carlos têm algumas peculiaridades e uma delas é a ausência da figura da mocinha. O autor ficou marcado pela criação de suas protagonistas, todas chamadas de Helena. E os enredos sempre são movidos por elas, com raras exceções. Mas nunca foram as clássicas heroínas românticas. São perfis mais maduros e repleto de controvérsias. A atual reprise do "Vale a Pena Ver de Novo" apresenta a melhor Helena, interpretada magistralmente por Vera Fisher. O irônico é que na história há, sim, uma mocinha: a Capitu (Giovanna Antonelli).
quarta-feira, 30 de setembro de 2020
"Laços de Família", "Totalmente Demais" e "A Força do Querer" expõem o amadurecimento cênico de Juliana Paes
Após o imenso sucesso na pele de Maria da Paz, protagonista de "A Dona do Pedaço", em 2019, Juliana Paes planejou descansar a imagem em 2020. Recebeu até o apoio da Globo. Afinal, a boleira criada por Walcyr Carrasco foi um perfil muito marcante. Só que nem precisava o planejamento porque ninguém esperava a chegada de uma pandemia mundial. A atriz ficaria longe do trabalho querendo ou não. Mas a interrupção das gravações por conta do coronavírus implicou em várias reprises e, ironicamente, Juliana está no ar em três delas.
"Laços de Família" (recém iniciada no "Vale a Pena Ver de Novo"), "Totalmente Demais" (em plena reta final) e "A Força do Querer" (estreia da semana passada) representam três fases distintas da carreira de Juliana. A trama de Manoel Carlos, exibida em 2000, contou com uma atriz insegura e crua: era o seu primeiro papel na televisão. No folhetim das 19h escrito por Rosane Svartman e Paulo Halm, exibido entre 2015 e 2016, a intérprete ganhou sua primeira vilã. E vilã com conflitos de mocinha, repleta de boas camadas. Já em "A Força do Querer", de 2017, viveu sua personagem mais emblemática.
As reprises simultâneas têm exposto a versatilidade e o amadurecimento cênico de Juliana Paes. A coincidência vem servindo para o telespectador comprovar o talento de uma profissional que foi aprendendo na televisão, que completou 70 anos no dia 18 de setembro.
quarta-feira, 23 de setembro de 2020
No ar em três reprises, Lavínia Vlasak merece mais espaço na Globo
A pandemia do novo coronavírus implicou em um festival de reprises na programação de todos os canais. E o amontoado de reexibições acabou "beneficiando" uma profissional pouco valorizada: Lavínia Vlasak. A atriz está no ar em "Totalmente Demais", "Laços de Família" (em uma participação nos primeiros capítulos) e "Mulheres Apaixonadas". Duas reprises na Globo e uma no canal a cabo Viva.
Lavínia estreou na televisão em "O Rei do Gado" (1996), onde viveu Lia Mezenga. Ainda muito crua, não teve um grande desempenho, mas também não chegou a comprometer. Aos poucos, foi sendo escalada para outras produções e sempre se mostrou esforçada. Fez participações no remake de "Anjo Mau" (1997), "Malhação" (1998), "Chiquinha Gonzaga" (1999) e "Força de um Desejo" (1999).
Já em "Laços de Família" (2000) fez uma breve participação como Luiza, uma patricinha fútil e arrogante, namorada de Edu (Reynaldo Gianecchini). Logo na estreia protagoniza um barraco no meio da festa de formatura do rapaz.
quarta-feira, 16 de setembro de 2020
Tudo sobre a coletiva online de "Laços de Família" - Parte 2
Juliana me contou que no primeiro momento ficou muito triste com a morte da Rita, empregada constantemente assediada pelo patrão Danilo (Alexandre Borges). Mas depois percebeu que a repercussão foi alta e gostou. "Morrer numa novela do Maneco é uma experiência inesquecível. Porque parando para pensar, se Rita tivesse os bebês e tocasse sua vidinha não haveria grandes acontecimentos.
segunda-feira, 7 de setembro de 2020
Tudo sobre a coletiva online de "Laços de Família" - Parte 1
Após o sucesso de "Por Amor" (1997), Manoel Carlos precisava encarar dois difíceis desafios: emplacar uma outra grande novela no horário nobre e ainda substituir o fenômeno "Terra Nostra" (1999), de Benedito Ruy Barbosa, que estava no ar até o final de maio. Apesar da nada simples nova empreitada, a missão foi cumprida com louvor através da envolvente e bem escrita "Laços de Família", folhetim que completou 20 anos no dia 5 de junho, data de sua estreia no ano 2000. Foram 209 capítulos de um dramalhão de qualidade.
Dirigida por Ricardo Waddington, a novela conta a história do amor incondicional que uma mãe tem por sua filha. A mãe foi mais uma Helena do autor e interpretada muito bem por Vera Fisher. Já a filha, a mimada Camila, foi vivida por Carolina Dieckmann. A trama, ambientada no bairro do Leblon, começa às vésperas do Réveillon de 2000, com um pequeno acidente de trânsito envolvendo a protagonista e Edu (Reynaldo Gianecchini estreando na televisão), um médico recém-formado.
quinta-feira, 16 de julho de 2020
Vários motivos para "A Vida da Gente", "Sangue Bom" e "Laços de Família" serem as próximas reprises da Globo
A emissora tem cogitado, segundo alguns sites, a fraca e sonolenta "Flor do Caribe" (2013), de Walther Negrão, para substituir "Novo Mundo" (2017). Protagonizada por Henri Castelli e Grazi Massafera, com Igor Rockli de grande vilão, a trama teve um bom começo, mas se perdeu pelo caminho em capítulos arrastados e dramas que não marcaram. Tanto que muitos nem se lembram do enredo. A audiência ficou dentro da média, mas nada de números muito elevados. Então, como os altos índices não vêm sendo considerados pela emissora para a próxima reprise das seis, o enredo de Lícia Manzo merece ser escolhida.
Em "A Vida da Gente", dirigida por Jayme Monjardim, a escritora arrebatou o público com a envolvente história de Ana (Fernanda Vasconcellos), Manu (Marjorie Estiano) e Rodrigo (Rafael Cardoso). A novela não foi um imenso sucesso, mas teve grande repercussão. As duas eram irmãs e cúmplices, enquanto o rapaz era praticamente um irmão de criação, pois cresceu com as meninas.
sexta-feira, 5 de junho de 2020
Os 20 anos de "Laços de Família"
Dirigida por Ricardo Waddington, a novela conta a história do amor incondicional que uma mãe tem por sua filha. A mãe foi mais uma Helena do autor e interpretada muito bem por Vera Fisher. Já a filha, a mimada Camila, foi vivida por Carolina Dieckmann. A trama, ambientada no bairro do Leblon, começa às vésperas do Réveillon de 2000, com um pequeno acidente de trânsito envolvendo a protagonista e Edu (Reynaldo Gianecchini estreando na televisão), um médico recém-formado. Os dois têm uma discussão, mas depois vivem um intenso romance, que sofreu forte rejeição da tia do rapaz (Alma - Marieta Severo) por causa da diferença de idade ---- ele era vinte anos mais novo que ela.
Helena é uma empresária bem-sucedida, de 45 anos --- que tem outro filho além de Camila (um rapaz íntegro chamado Fred - Luigi Barricelli) ---, sócia de uma clínica de estética, e tem a fiel escudeira Yvete (Soraya Ravenle) como melhor amiga e confidente.
terça-feira, 13 de setembro de 2016
Viva e Globo acertaram em cheio com as reprises de "Laços de Família", "Mulheres de Areia" e "Anjo Mau"
As três novelas foram grandes sucessos quando exibidas pela primeira vez e todas já haviam sido reprisadas. "Laços de Família" foi exibida no horário nobre, entre junho de 2000 e fevereiro de 2001, e reprisada em 2005 no "Vale a Pena Ver de Novo". O remake de "Mulheres de Areia" estreou em 1993 na faixa das seis e foi reprisada duas vezes pela Globo (entre 1996 e 1997 e entre 2011 e 2012). Já "Anjo Mau" ficou no ar entre setembro de 1997 e março de 1998, sendo reexibida em 2003 no mesmo "Vale a Pena Ver de Novo". Ou seja, todas as produções de sucesso são velhas conhecidas do público, tando pela imensa repercussão que tiveram na época quanto pelas várias reprises, que também alcançaram bons índices de audiência, deixando clara a atemporalidade das tramas.
Agora, portanto, não é diferente. A única 'novidade' é a reexibição das três no mesmo período (uma na Globo e duas no Viva). "Laços de Família" começou a ser exibida pelo Canal Viva em janeiro, às 23h45, e desde então vem fazendo um imenso sucesso. O canal pago iniciou a reprise de "Mulheres de Areia" em fevereiro, conseguindo também um excelente resultado, criando uma boa dupla, pois uma entra no ar logo depois da outra.
sábado, 20 de agosto de 2016
Reprise de "Laços de Família" no Viva comprova que o sucesso da novela é atemporal
Neste sábado (20/08), foi exibida justamente a emblemática sequência da Camila raspando a cabeça (passou originalmente, inclusive, em 9 de dezembro de 2000, atingindo 53 pontos de audiência). A cena, como já mencionado, é até hoje lembrada e emocionou mais uma vez, despertando uma comoção nas redes sociais. O momento foi um divisor de águas para Carolina Dieckmann e a longa cena não tem sequer uma frase. É totalmente voltada para o sofrimento da filha de Helena (Vera Fisher), que começa aparentemente conformada, até chorar copiosamente à medida que a máquina zero vai avançando em cima de seus cabelos. Ali, inclusive, ficou claro que o choro da atriz se misturou com da personagem.
Toda a construção de Manoel Carlos ficou primorosa, conseguindo algo raro: provocar ódio e compaixão por Camila ao longo da história. A filha da protagonista foi logo odiada assim que começou a demonstrar interesse pelo namorado da mãe, principalmente por causa das inúmeras grosserias lançadas em cima de Helena, além do cinismo em negar seu interesse o quanto podia.
sexta-feira, 29 de abril de 2016
"Velho Chico" e o mundo das artes cênicas perdem muito com a morte de Umberto Magnani
O intérprete (que ficou dois dias em coma) era um dos grandes destaques de "Velho Chico" e seu personagem transbordava emoção. Sempre tentando apaziguar os ânimos daquelas pessoas que protagonizavam vários embates, motivados pela rivalidade familiar e disputa por terras, o padre --- um costume nas obras de Benedito --- era uma espécie de 'coringa', pois estava presente em todos os núcleos. Ele fez ótimas cenas ao lado de Selma Egrei, Cyria Coentro, Rodrigo Santoro, entre tantos outros. Recentemente, emocionou ao lado de Domingos Montagner em uma sequência na igreja, onde Santo é acalmado pelo padre. Agora, após essa inesperada e triste morte, Carlos Vereza foi chamado para substituí-lo à altura.
"Velho Chico" perdeu um grande ator, mas não só a novela. O universo das artes cênicas ficou mais vazio sem uma figura dedicada ao ofício, que sempre esteve trabalhando, tanto no teatro, quanto no cinema ou na televisão. Também ficou marcado como produtor de espetáculos consagrados e sua última peça, onde atuou ao lado de Suely Franco, foi "Elza & Fred" em 2015.
terça-feira, 23 de fevereiro de 2016
Reprise de "Laços de Família" foi uma escolha muito feliz do Canal Viva
Exibida originalmente entre junho de 2000 e fevereiro de 2001, o folhetim honrou todas as características das histórias de Maneco, com direito a muitos dramas familiares, passeios no Leblon e embates com intensa carga emocional. A produção chegou a ser reprisada no "Vale a Pena Ver de Novo" em 2005, obtendo uma ótima repercussão, comprovando que novela boa é atemporal. E agora, sendo transmitido pelo Viva, o enredo envolvendo um triângulo amoroso protagonizado por mãe e filha, cercado de situações paralelas tão atraentes quanto, vem provocando mais uma vez um bom retorno do público.
Desde que (re)estreou, a novela vem obtendo uma excelente audiência e o seu primeiro capítulo levou o Viva a liderar o ranking dos canais por assinatura entre o público feminino adulto, segundo a jornalista Patrícia Kogut. A trama ---- que já tem 16 anos, embora não pareça ---- teve o melhor Ibope dos folhetins exibidos na faixa do canal pago e faz por merecer todo esse feito.
quarta-feira, 10 de dezembro de 2014
"Laços de Família": a envolvente e dramática novela de Manoel Carlos
Dirigida por Ricardo Waddington, a novela conta a história do amor incondicional que uma mãe tem por sua filha. Esta mãe é, claro, mais uma Helena do autor e foi interpretada muito bem por Vera Fisher. Já a filha, a mimada Camila, foi vivida por Carolina Dieckmann. A trama, ambientada no bairro do Leblon, começa às vésperas do Réveillon de 2000, com um pequeno acidente de trânsito envolvendo a protagonista e Edu (Reynaldo Gianecchini estreando na televisão), um médico recém-formado. Os dois têm uma discussão, mas depois acabam vivendo um intenso romance, que sofreu forte rejeição da tia do rapaz (Alma - Marieta Severo) por causa da diferença de idade ---- ele era vinte anos mais novo que ela.
Helena é uma empresária bem-sucedida, de 45 anos --- que tem outro filho além de Camila (um rapaz íntegro chamado Fred - Luigi Barricelli) ---, sócia de uma clínica de estética, e tem a fiel escudeira Yvete (Soraya Ravenle) como melhor amiga e confidente.


















