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terça-feira, 9 de setembro de 2025

"História de Amor" faz sucesso em todas as suas reprises

  Exibida entre 3 de julho de 1995 e 2 de março de 1996, "História de Amor" foi uma novela das seis marcante e mais um grande trabalho do autor Manoel Carlos, dirigido pelo competente Ricardo Waddington. Reprisada com êxito no "Vale a Pena Ver de Novo" entre 10 de dezembro de 2001 e 28 de junho de 2002, a novela repetiu o sucesso na reprise do Canal Viva entre 10 de março e 8 de novembro de 2014. Foi reprisada com êxito novamente pelo Viva em 2023 e entrou na faixa especial da Globo em fevereiro deste ano, o que resultou em mais um ótimo retorno do público. A produção chega ao fim nesta semana. 


"História de Amor" traz a terceira Helena criada pelo autor e a primeira vivida por Regina Duarte, que interpretou mais duas, em 'Por Amor' e 'Páginas Vida'. Na trama, Helena é uma mulher batalhadora e enfrenta a gravidez prematura de sua filha Joyce (Carla Marins), abandonada pelo namorado Caio (Angelo Paes Leme). Pai da moça e ex-marido de Helena, Assunção (Nuno Leal Maia), homem conservador e moralista, não se conforma com a situação da filha. Sentindo-se solitária, Helena se apaixona pelo famoso endocrinologista Carlos Alberto Moretti (José Mayer), que também se encanta por ela imediatamente. Carlos, contudo, é casado com a possessiva Paula (Carolina Ferraz) e teve um relacionamento de dez anos com Sheila (Lilia Cabral), sua sócia na clínica. Ela investe, a qualquer custo, em uma reaproximação. Esse quadrilátero amoroso movimenta a história, especialmente quando o médico se envolve com Helena, o que não impede Sheila e Paula de continuarem a disputá-lo.
 
Ambientada no Rio de Janeiro, a novela mostra o cotidiano da Zona Sul da cidade, especialmente do bairro Jardim Botânico, onde teve muitas externas gravadas, e também se passa na Barra da Tijuca, na Zona Oeste. A abordagem de temas sociais, outra marca do trabalho de Manoel Carlos, está bastante presente em 'História de Amor'.

quarta-feira, 24 de março de 2021

Evolução da sociedade expõe o péssimo envelhecimento de Pedro em "Laços de Família"

 A evolução do comportamento do público já deixou bem claro que o galã de uma novela da década de 80 pode se tornar quase um vilão em 2021. Por isso a teledramaturgia é tão estudada e apreciada por vários historiadores, além dos tradicionais noveleiros. Há até ótimas monografias de faculdade sobre o tema. A atual reprise de "Laços de Família", em plena reta final, por exemplo, expõe uma completa mudança do olhar do público diante do personagem Pedro, interpretado por José Mayer. 

O sucesso de Manoel Carlos vem repetindo o êxito no "Vale a Pena Ver de Novo". A audiência está elevada. E com todo mérito. É um dos melhores trabalhos do autor, além de ser um dos mais lembrados com carinho pelo telespectador. Porém, Pedro é o tipo que pior 'envelheceu' no enredo. A expressão 'envelheceu mal' virou uma espécie de 'meme' na internet justamente por mostrar como determinadas situações, antes vistas como naturais, soam problemáticas hoje em dia. E pouco se salva deste perfil criado por Maneco. 

O administrador do Haras de Alma (Marieta Severo) é um sujeito solitário e rabugento. Transborda grosseria com todos ao seu redor, principalmente com as mulheres. Chegou a ter um casamento relativamente duradouro, mas acabou se divorciando. Os cavalos são sua única paixão.

quarta-feira, 5 de abril de 2017

A postura correta da Globo e o machismo de José Mayer

A última semana de "A Lei do Amor" foi marcada não pelo final de uma novela problemática e desfigurada, mas sim pela repercussão da denúncia de que José Mayer teria assediado uma figurinista da produção ---- segundo consta, ela vinha sendo assediada há 8 meses e só recentemente teve coragem de denunciar. O ator demorou para se pronunciar e nem esteve presente na tradicional confraternização do elenco no último capítulo. Sua única resposta, dias depois, havia sido "Não confundam ficção com realidade", tentando colocar a vítima como idiota, a responsabilizando por confundi-lo com o asqueroso Tião Bezerra, vilão do folhetim de Maria Adelaide Amaral e Vincent Villari.


Mas, ontem, terça-feira, dia 4 de abril, José Mayer escreveu uma carta aberta assumindo sua culpa e se desculpando. O 'documento' foi lido no "Jornal Hoje", "Vídeo Show" e "Jornal Nacional", com direito ainda ao pronunciamento da Globo a respeito do caso, prestando total apoio a Su Tonani, figurinista assediada que fez a denúncia. A emissora ainda fez questão de anunciar a suspensão do ator por tempo indeterminado ---- antes do escândalo, ele já estava escalado para um dos principais papéis de "O Sétimo Guardião", novela de Aguinaldo Silva prevista para 2018.

A carta aberta diz o seguinte: "Eu errei. Errei no que fiz, no que falei, e no que pensava. A atitude correta é pedir desculpas. Mas isso só não basta. É preciso um reconhecimento público que faço agora. Mesmo não tendo tido a intenção de ofender, agredir ou desrespeitar, admito que minhas brincadeiras de cunho machista ultrapassaram os limites do respeito com quem devo tratar minhas colegas.

sexta-feira, 31 de março de 2017

Descaracterizada e problemática, "A Lei do Amor" começou promissora e terminou decepcionante

"A Lei do Amor" foi uma novela 'problemática' antes mesmo de estrear. Isso porque a história teve a sua estreia subitamente adiada, cedendo lugar para"Velho Chico", que inicialmente seria uma trama das seis. As explicações dadas ---- por causa do teor político do enredo em época de eleições municipais ---- nunca foram convincentes e naufragaram de vez quando o folhetim de Benedito Ruy Barbosa acabou explorando a política muito mais que a sua substituta. A mudança ainda implicou em uma tragédia involuntária, pois Domingos Montagner faria o Tião Bezerra, mas preferiu interpretar o Santo dos Anjos, falecendo em uma tragédia na reta final das gravações. Entretanto, deixando todas essas questões de lado, havia uma boa expectativa em cima da primeira produção de Maria Adelaide Amaral e Vincent Villari no horário nobre.


Os autores vinham de um elogiado trabalho: "Sangue Bom", deliciosa trama das sete exibida em 2013 que agradou público e crítica. Além, claro, do respeitável currículo de Maria Adelaide, responsável pelas primorosas minisséries ""A Muralha", "Os Maias", "A Casa das Sete Mulheres", "JK", "Queridos Amigos", "Dercy de Verdade", entre tantas outras, incluindo o inesquecível remake da novela "Anjo Mau". E, para culminar, o elenco grandioso despertou ainda mais atenção, como Vera Holtz vivendo sua primeira grande vilã, Grazi Massafera de volta após o sucesso da Larissa em "Verdades Secretas", José Mayer na pele de um sujeito desprezível, Cláudia Raia interpretando uma devoradora de homens, Tarcísio Meira retornando aos folhetins, e Reynaldo Gianecchini e Cláudia Abreu vivendo os mocinhos, além de vários outros ótimos nomes.

O início do enredo, ao menos, despertou interesse e fez jus ao que vinha sendo apresentado nas chamadas. A primeira fase foi linda, voltada para o romance de Pedro e Helô, valorizando a química entre Chay Suede e Isabelle Drummond, destacando ainda os grandiosos Tarcísio Meira e Vera Holtz.

terça-feira, 11 de outubro de 2016

Segunda fase de "A Lei do Amor" começa movimentada e com ótimas cenas

A nova novela das nove entrou em sua segunda semana, após a segunda fase do enredo escrito por Maria Adelaide Amaral e Vincent Villari ter sido iniciada no final do capítulo de sexta-feira (07/10). A trama, contada inicialmente em 1995, teve uma passagem de 20 anos e praticamente apresentou um novo começo, tendo como base o amor interrompido de Pedro (Reynaldo Gianecchini) e Helô (Cláudia Abreu). E esse início não poupou acontecimentos, se mostrando ainda melhor que a primeira fase.


O capítulo desta segunda-feira (10/10) foi digno de uma reta final ou então de uma metade de novela, quando costuma acontecer alguma grande virada para movimentar o enredo. Mas foi apenas o sétimo capítulo, mostrando a coragem dos autores em resolver o motivo da separação do casal de mocinhos logo no começo, não poupando história e comprovando que há ainda muitas cartas na manga. Foram muitas cenas dignas de elogios, destacando não só o elenco como também a direção de Denise Saraceni, principalmente no forte momento do atentado sofrido por Fausto (Tarcísio Meira) e Suzana (Regina Duarte).

O remorso do poderoso empresário acabou sendo o responsável por todos os grandes acontecimentos do início da agitada segunda fase. Ele contou para o filho sobre a armação que provocou a sua separação de Helô, despertando a ira de Pedro e uma quase imediata reconciliação dele com a agora esposa de Tião Bezerra (José Mayer).

quarta-feira, 20 de maio de 2015

"Fera Radical": um grande sucesso de Walther Negrão

Exibida entre 28 de março e 18 de novembro de 1988, "Fera Radical" foi um grande sucesso de Walter Negrão. A novela das seis caiu no gosto popular com uma clássica história de vingança, tema muito usado em folhetins, filmes e livros. A trama foi reprisada no "Vale a Pena Ver de Novo" entre 16 de dezembro de 1991 e 8 de maio de 1992, além de ter ido ao ar duas vezes no quadro "Novelão da Semana", do "Vídeo Show".


Protagonizada por Malu Mader, a novela conta a história de Cláudia, uma mulher que jura vingar o massacre sofrido por sua família. Uma casa incendiada, gritos, pavor e correria: esta mescla de momentos aterrorizantes vivem atormentando a mocinha (belíssima jovem moradora de Ipanema, Rio de Janeiro), que volta à pequena Rio Novo, fictícia cidade onde sua família foi dizimada, para descobrir os culpados e destruir a vida dos responsáveis pelo trauma que sofreu há 15 anos.

Uma trama clássica que prendeu a atenção do telespectador; afinal, é sempre atrativo acompanhar a saga de uma pessoa em busca de justiça. Quase todas as produções que se utilizam deste recurso são bem-sucedidas, caso desenvolvam o enredo com competência, obviamente. E foi o caso de "Fera Radical".

segunda-feira, 9 de março de 2015

"Império": uma novela onde os núcleos paralelos não funcionaram

A trama central de "Império" sempre foi o ponto alto da novela. Porém, há alguns meses, a estagnação, com o perdão do trocadilho, 'imperava' na obra de Aguinaldo Silva. A situação envolvendo a falsa morte de José Alfredo (Alexandre Nero) foi prolongada demais e cansou. Mas com o retorno do comendador ao 'mundo dos vivos', o núcleo principal voltou a despertar interesse e apresentar qualidades. Entretanto, em plena reta final (esta é a última semana), pode-se constatar que os núcleos paralelos não funcionaram.


Desde que a trama entrou em sua segunda fase, a família do protagonista se mostrou como o grande trunfo do autor. Os conflitos envolvendo o dono do império, Maria Marta (Lília Cabral), Maria Clara (Andreia Horta), João Lucas (Daniel Rocha), Du (Josie Pessoa), Zé Pedro (Caio Blat), Cristina (Leandra Leal) e Cora (Drica Moraes/Marjorie Estiano) são atrativos e promovem uma boa movimentação na história. Mas os enredos paralelos são desinteressantes e muitos se perderam ao longo da história.

Inicialmente, o núcleo envolvendo a bissexualidade de Cláudio Bolgari (José Mayer), a incrível benevolência de Beatriz (Suzy Rêgo) e a homofobia de Enrico (Joaquim Lopes), era responsável por boas cenas e dramas convincentes. No entanto, o romance do ricaço com Leo (Klebber Toledo) não caiu nas graças do público e, aos poucos, toda a trama daquela família foi se diluindo depois que o filho homofóbico abandonou Maria Clara no altar e viajou.

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

"Laços de Família": a envolvente e dramática novela de Manoel Carlos

Após o sucesso de "Por Amor", Manoel Carlos precisava encarar dois difíceis desafios: emplacar uma outra grande novela no horário nobre e ainda substituir o fenômeno "Terra Nostra", de Benedito Ruy Barbosa, que estava no ar até o final de maio. Mas a missão foi cumprida com louvor através da envolvente e bem escrita "Laços de Família", folhetim que estreou no dia 5 de junho e ficou no ar até dia 2 de fevereiro de 2001, tendo 209 capítulos.


Dirigida por Ricardo Waddington, a novela conta a história do amor incondicional que uma mãe tem por sua filha. Esta mãe é, claro, mais uma Helena do autor e foi interpretada muito bem por Vera Fisher. Já a filha, a mimada Camila, foi vivida por Carolina Dieckmann. A trama, ambientada no bairro do Leblon, começa às vésperas do Réveillon de 2000, com um pequeno acidente de trânsito envolvendo a protagonista e Edu (Reynaldo Gianecchini estreando na televisão), um médico recém-formado. Os dois têm uma discussão, mas depois acabam vivendo um intenso romance, que sofreu forte rejeição da tia do rapaz (Alma - Marieta Severo) por causa da diferença de idade ---- ele era vinte anos mais novo que ela.

Helena é uma empresária bem-sucedida, de 45 anos --- que tem outro filho além de Camila (um rapaz íntegro chamado Fred - Luigi Barricelli) ---, sócia de uma clínica de estética, e tem a fiel escudeira Yvete (Soraya Ravenle) como melhor amiga e confidente.

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Surto de Enrico e coragem de Maria Clara proporcionam ótimas cenas em "Império"

Após um longo período de estagnação, "Império" apresentou boas cenas nos capítulos recentes. O surto de Enrico (Joaquim Lopes) na sua despedida de solteiro, após atacar um travesti que foi colocado em sua festa, movimentou o núcleo principal da novela, implicando em bem escritas sequências em cima do 'não casamento' de Maria Clara (Andreia Horta), que despertaram a atenção do telespectador. A trama, inclusive, obteve um recorde de audiência nesta semana ----- média de 36 pontos na segunda-feira ----, chegando a picos de 40 pontos no capítulo de terça.


Joaquim Lopes pôde mostrar uma faceta ainda desconhecida do grande público com o destempero do seu personagem homofóbico, que perdeu o controle e surtou depois que se deparou com um travesti em sua despedida de solteiro. O ator convenceu nas cenas difíceis escritas por Aguinaldo Silva e mostrou que também tem talento para interpretar tipos mais densos, após ter interpretado dois papéis cômicos em sequência ----- Josué em "Morde & Assopra" e Lucindo em "Sangue Bom".

O desespero de Enrico fez com que o rapaz desistisse do casamento com Maria Clara, por vergonha dos julgamentos alheios, e toda esta situação provocou uma sucessão de boas cenas, principalmente para Andreia Horta e Alexandre Nero.

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

"História de Amor": uma das marcantes novelas de Manoel Carlos

Exibida entre 3 de julho de 1995 e 2 de março de 1996, "História de Amor" foi uma novela das seis marcante e mais uma grande trabalho do autor Manoel Carlos, dirigido com maestria pelo competente Ricardo Waddington. Reprisada com êxito no "Vale a Pena Ver de Novo" entre 10 de dezembro de 2001 e 28 de junho de 2002, a novela vem fazendo novamente sucesso na reprise do Canal Viva, de segunda a sábado, às 15h30.


A trama, como não poderia deixar de ser, gira em torno de Helena (Regina Duarte), uma mulher batalhadora que enfrenta a gravidez prematura de sua filha Joyce (Carla Marins), uma garota mimada, prepotente e voluntariosa, que engravida de um playboy de caráter duvidoso (Caio - Angelo Paes Leme), que a abandona sem sentir remorso. Helena é separada do pai da garota, o machista Assunção (Nuno Leal Maia), que não consegue aceitar a situação da filha.

Em meio a todos estes problemas familiares, a protagonista muito bem escrita por Maneco acaba se apaixonando e sendo correspondida pelo endocrinologista Carlos Alberto (José Mayer), homem que está prestes a se casar com Paula (Carolina Feraz),

sábado, 28 de setembro de 2013

Apesar dos tropeços, "Saramandaia" encanta e sai de cena com sensação de dever cumprido

Depois de "O Astro" e "Gabriela", mais uma remake das onze chegou ao fim: "Saramandaia", adaptação da clássica obra de Dias Gomes exibida em 1976. A trama reescrita por Ricardo Linhares apresentou um primeiro capítulo promissor e extremamente apropriado para o atual momento do país, afinal, era a época em que o Brasil era dominado pelas manifestações populares e a novela apresentou na sua estreia justamente a revolta do grupo saramandista contra os mandos e desmandos de Zico Rosado (José Mayer).


Entretanto, a boa impressão não conseguiu se sustentar nos demais capítulos. O realismo fantástico, um dos grandes atrativos do remake, ficou deixado de lado e o autor parecia que estava 'poupando' as esquisitices dos personagens para somente explorá-las mais para o final do folhetim. Ricardo preferiu focar primeiramente no romance proibido de Zico com Vitória (Lília Cabral) e na guerra das famílias Rosado e Vilar. Porém, o resultado foi entediante.

José Mayer e Lilia Cabral tiveram muita química mas o par não empolgava e não demorou muito para as idas e vindas caírem na repetição. Já a briga das famílias soava ultrapassada e cansativa em uma novela contemporânea, além de ter deixado a história estagnada durante várias semanas. O telespectador

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Primorosas atuações e realismo fantástico marcam o melhor capítulo de "Saramandaia"

Apesar do remake ter deixado a desejar em vários aspectos, "Saramandaia" tem apresentado uma reta final muito atrativa. O ritmo está bom, os desdobramentos interessantes e as cenas bem produzidas. Porém, ainda que esteja exibindo bons momentos nas últimas semanas, Ricardo Linhares conseguiu surpreender o público com um capítulo acima da média, exibido nessa terça-feira (17/09).


Todas as cenas apresentadas foram de uma grandiosidade ímpar. O momento em que Candinha (Fernanda Montenegro) se despede de suas galinhas imaginárias foi bonito de se ver, enquanto que o acerto de contas entre Risoleta e Zico Rosado foi recheado de tensão. Nessa cena, aliás, o telespectador foi presenteado com uma constelação de estrelas do primeiro time da Globo. Além de Deborah Bloch e José Mayer, Lilia Cabral e Fernanda Montenegro brilharam e mostraram o quão são talentosos. Vale destacar também os bons desempenhos de Sérgio Guizé e Angela Figueiredo.

Todos se entregaram na sequência onde João Gibão revelava sua visão e contava para todos que quem matou o filho de Zico foi Firmino (Val Perra), seu próprio capanga, e não Tibério (Tarcísio Meira), como muitos pensavam. O político se descontrolou e acabou confessando que mandou matar Risoleta, mas o plano