Mostrando postagens com marcador Vivian de Oliveira. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Vivian de Oliveira. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 23 de novembro de 2017

Interrompendo sequência de tramas de época, "Apocalipse" tem início bastante ousado

Em virtude do claro esgotamento das tramas bíblicas, a Record resolveu apostar em uma trama contemporânea para substituir "O Rico e Lázaro", folhetim de repercussão nula e baixa audiência da emissora. Vivian de Oliveira, autora de "Os Dez Mandamentos" (2015), o maior sucesso do canal, foi escolhida para assumir essa nova empreitada. Assim, nesta terça-feira (21/11), estreou "Apocalipse", trama que falará sobre o fim do mundo, explorando as vilanias de um 'anticristo' e tento três fases (1980, 1996 e 2017), divididas em 170 capítulos, caso não haja um esticamento no percurso (o que costuma ocorrer em produções da emissora) .


Dirigida por Edson Spinello, a novela abusará dos efeitos especiais e vai misturar amor, fé, catástrofes e redenção. O clipe do folhetim deixou claro que o enredo é sombrio e bastante pesado, repleto de momentos de tensão, incluindo assassinatos macabros e tiroteios. Uma ousadia e tanto, levando em consideração parte das críticas em torno da história pesada de "O Outro Lado do Paraíso", escrita por Walcyr Carrasco e exibida atualmente na Globo. Também ficou evidente o elenco numeroso. Há mais de cem atores escalados, ocorrendo algumas entradas e saídas a cada mudança de fase. 

A trama se passa em quatro países: Brasil, Itália, Estados Unidos e Israel. Os sinais do fim dos tempos estarão presentes em todos os locais. A primeira fase narra a trajetória de quatro jovens ---- o americano Alan (Maurício Pitanga), a brasileira Susana (Carolina Oliveira), o italiano Adriano (Felipe Cunha) e israelense Débora (Manuela do Monte) ----, nos anos 80, que escolhem Nova York como destino universitário.

segunda-feira, 4 de julho de 2016

Segunda temporada de "Os Dez Mandamentos" foi um erro e provou que a Record não sabe lidar com o sucesso

A segunda temporada de "Os Dez Mandamentos" estreou no início de abril, após um intervalo de quatro meses ---- a 'primeira fase' chegou ao fim em 23 de novembro de 2015. A autora Vivian de Oliveira tinha o desafio de contar a continuação da saga dos hebreus, mas sem o atrativo das dez pragas do Egito e dos embates entre os egípcios e o povo liderado por Moisés (Guilherme Winter). Para culminar, ainda tinha que inserir novos conflitos para os personagens que seguiram na história e interligá-los aos novos perfis que entraram. Não era uma tarefa fácil e a dificuldade pôde ser sentida ao longo dos três meses de exibição.


A Record, ao criar a continuação da trama, prejudicou todo o conjunto da obra. Primeiramente porque retalhou o último capítulo da novela, deixando em aberto todo o aguardado acontecimento envolvendo a entrega da tábua dos dez mandamentos para Moisés e tudo que isso implicaria posteriormente. O mínimo que o público merecia era a conclusão daquele instante tão esperado, o que não aconteceu, decepcionando e muito. O desfecho da 'primeira temporada' foi frustrante e não deixou de ser uma propaganda enganosa, pois só viu o final quem pagou (ou ganhou dos pastores) o ingresso do filme de mesmo título que a emissora lançou em todo país ---- na verdade um compacto dos capítulos do folhetim.

E, além de ter perdido a oportunidade de encerrar o vitorioso ciclo da novela em grande estilo ---- até porque a mesma foi o maior sucesso da história do canal ----, a Record ainda deixou a autora limitada na 'segunda temporada', que não conseguiu fazer milagres no roteiro. Afinal, não tinha muito o que ser contado ao longo dos três meses de exibição.

quinta-feira, 28 de abril de 2016

Segunda temporada de "Os Dez Mandamentos" é bem menos atrativa que a primeira

Entre março e novembro de 2015, a Record exibiu a sua novela de maior sucesso: "Os Dez Mandamentos". O primeiro folhetim bíblico da emissora superou as expectativas até dos mais otimistas e chegou a vencer a Globo algumas vezes, algo impensável. Claro que o imenso êxito fez o canal esticar a trama. Porém, não foi só isso. Antes da produção de "A Terra Prometida", que inicialmente seria a segunda novela bíblica e seguiria a cronologia da passagem da Bíblia, fizeram uma segunda temporada de "Os Dez Mandamentos", que estreou na primeira segunda-feira de abril (04/04).


A nova 'temporada' terá cerca de 60 capítulos e a autora Vivian de Oliveira começou apresentando a história do ponto que havia parado no último capítulo, exibido em novembro do ano passado. Aliás, o grande final da novela foi uma decepção, pois não mostraram a conclusão em torno da saga de Moisés (Guilherme Winter) com os tão falados mandamentos de Deus e era o mínimo que se esperava, após tanta espera --- até mesmo para honrar o título do folhetim. Entretanto, problemas à parte, os desdobramentos foram expostos logo na estreia e já haviam sido mostrados no filme lançado pela Record com o intuito de aproveitar ainda mais o sucesso da novela.

O enredo, agora, mostra a união dos hebreus em busca do objetivo de chegar a Canaã. Não há mais o chamariz das pragas e dos efeitos especiais para atrair o público. Será apenas a história mesmo a responsável pelo interesse do telespectador, que já está acompanhando a saga pelo deserto. E os vilões Ramsés (Sérgio Marone) e Nefertari (Camila Rodrigues) também não fazem mais parte da trama, que continua com a maioria do elenco.

terça-feira, 24 de novembro de 2015

"Os Dez Mandamentos" foi o maior sucesso da teledramaturgia da Record

Nem o mais otimista executivo da Record chegou a cogitar o sucesso que "Os Dez Mandamentos" faria. A primeira novela bíblica da emissora (que estreou no dia 23 de março) foi o seu maior êxito da teledramaturgia e dificilmente o canal conseguirá repetir os números alcançados com esta produção --- médias muitas vezes acima dos 20 pontos, ficando na liderança, vencendo o "Jornal Nacional" e "A Regra do Jogo". Escrita por Vivian de Oliveira e dirigida por Alexandre Avancini, a trama chegou ao fim, após ter ficado quase um ano no ar (praticamente 9 meses).


A novela contou a história de Moisés, desde o seu nascimento até a sua morte, sendo uma adaptação de quatro dos livros que compõem a Bíblia --- "Êxodo", "Levítico", "Números" e "Deuterônomio". A saga do protagonista, incluindo a sua rivalidade com Ramsés e a chegada das pragas ao Egito, culminando na travessia que levou os hebreus até a Terra Prometida, é uma das histórias bíblicas mais conhecidas e atrativas. Tinha tudo para render um bom folhetim e de fato rendeu. A autora foi muito inteligente ao transformar o rico enredo em um produto de 170 capítulos.

O filme "Êxodo - Deuses e Reis", exibido em 2014, também retratou essa saga, mas já foi iniciada com Moisés adulto e integrante da família de Ramsés. Já a novela começou no ano de 1.300 A.C. e com o faraó Seti I (Zécarlos Machado) mandando matar todos os bebês hebreus do sexo masculino, filhos dos escravizados.

quinta-feira, 12 de novembro de 2015

Abertura do Mar Vermelho honra a expectativa gerada em "Os Dez Mandamentos"

A cena mais aguardada de "Os Dez Mandamentos" começou a ir ao ar nesta terça-feira (10/11) e teve a sua continuação exibida na quarta. A abertura do Mar Vermelho finalmente foi exibida e toda a superprodução da sequência pôde ser vista através de ótimos efeitos especiais em imagens que arrepiaram. Todo o conjunto fez valer a espera pelo momento mais aclamado da Bíblia e que custou mais de um milhão de reais para a Record.


A saga de Moisés (Guilherme Winter) e dos hebreus foi sendo mostrada, enquanto Ramsés (Sérgio Marone) ---- junto de todo o seu exército ---- ia em direção aos seus 'ex-escravos' com o intuito de matar o rival e trazer todos de volta. Aliás, vale elogiar a boa sacada da autora Vivian de Oliveira ao colocar Nefertari (Camila Rodrigues) como a responsável por mudar a opinião do marido, o instigando a ir atrás do povo hebreu e assassinar o 'inimigo'. A situação destacou a atriz e deu mais importância à personagem.

A sequência em câmera lenta do exército de Ramsés, marchando a toda velocidade em direção ao local onde estavam os hebreus, foi bem realizada e conseguiu imprimir toda a adrenalina necessária para aquela situação.

quinta-feira, 15 de outubro de 2015

Sétima praga proporciona as melhores cenas de "Os Dez Mandamentos"

A atual novela bíblica da Record segue fazendo sucesso, conseguindo ótimos números de audiência. A emissora, aliás, desistiu de esticar a produção até janeiro e irá mesmo encerrá-la em novembro; o que é a atitude mais acertada, pois estendê-la em três meses destruiria todo o conjunto até agora bem-sucedido, apesar das claras enrolações. E a chegada da sétima praga proporcionou ótimas cenas, uma boa virada e efeitos especiais caprichados.


Desafiando novamente os poderes de Deus, Ramsés (Sérgio Marone) não cedeu aos apelos de libertar os hebreus e ainda resolveu se vingar, promovendo o enforcamento de alguns deles, um para cada praga lançada até então. E entre as vítimas estava Joquebede (Denise Del Vechio), mãe de Moisés (Guilherme Winter). A autora Vivian de Oliveira esticou a situação até onde pôde e o esforço foi facilmente percebido em virtude da demora do desenrolar desta 'vingança' e da chegada da nova praga ---- a barriga da trama está cada dia mais evidente.

E, após mais esta atitude cruel do todo poderoso do Egito, Moisés invocou, ao lado de Arão (Petrônio Gontijo), a sétima praga, dando início a uma tempestade de raios, que anunciava a chuva de granizo e fogo. A chegada dessa nova desgraça também foi bem estendida pela autora, despertando um incômodo em relação ao ritmo do capítulo (exibido na última quinta-feira, dia 08).

terça-feira, 22 de setembro de 2015

"A Regra do Jogo", "Os Dez Mandamentos" e a guerra por audiência

A 'guerra' pela audiência entre Globo e Record está mais ferrenha do que nunca, graças ao 'duelo' entre "A Regra do Jogo" e "Os Dez Mandamentos". As emissoras têm feito de tudo para valorizar seus principais produtos e o sucesso da trama bíblica tem atrapalhado muito este início da novela da líder, que herdou índices péssimos de "Babilônia". Entretanto, disputas à parte, é perceptível que as duas produções apresentam qualidades e defeitos, assim como os canais que as transmitem têm utilizado estratégias nada benéficas para o telespectador.


A novela de Vivian de Oliveira, dirigida por Alexandre Avancini, está em seu melhor momento em virtude das pragas que vêm chegando ao Egito. Essa passagem clássica é uma das mais conhecidas do Velho Testamento e, não por acaso, rendeu várias adaptações, incluindo a recente "Êxodo: Deuses e Reis" no cinema. O folhetim já apresentou a transformação da água do rio Nilo em sangue, o ataque de rãs, a nuvem de pulgas e a infestação de moscas.

A próxima praga é a morte dos animais, provando para Ramsés (Sérgio Marone) que tudo tem ocorrido por causa da fúria de Deus e não em virtude do cajado de Moisés (Guilherme Winter), irmão de Arão (Petrônio Gontijo), que foi roubado a mando do faraó. A história tem despertado mesmo atenção e os capítulos estão muito atrativos. Portanto, os elevados números de audiência são plenamente justificáveis.

quinta-feira, 10 de setembro de 2015

Chegada das pragas ao Egito movimenta "Os Dez Mandamentos" e mostra a força da trama bíblica

A primeira novela bíblica da Record tem feito um incontestável sucesso. "Os Dez Mandamentos" já é um dos o maiores êxitos da emissora, que não alcançava índices tão altos (nas últimas semanas tem chegado a picos de 20 pontos) desde a trilogia de "Os Mutantes: caminhos do coração." E a trama ganhou um novo fôlego, após mais de 100 capítulos exibidos, com a chegada das pragas ao Egito ---- uma das partes mais conhecidas do Velho Testamento.


Como Ramsés (Sérgio Marone) se nega a aceitar a libertação dos hebreus, Deus começa a mostrar toda sua fúria e utiliza Moisés (Guilherme Winter) como seu porta-voz. Já Arão (Petrônio Gontijo) segue as ordens do irmão e através de seu cajado 'promove' o início das pragas. O início dessa conhecida virada na história conseguiu aumentar ainda mais os índices de audiência da novela e os efeitos especiais fizeram jus ao aguardado momento.

A cena em que Arão toca o rio Nilo com seu cajado, transformando toda a água em sangue, foi merecedora de elogios e a primeira praga conseguiu provocar todo o impacto necessário. A trilha sonora também fez toda a diferença e a sequência foi de encher os olhos.

quinta-feira, 11 de junho de 2015

O êxito de "Os Dez Mandamentos"

Se "Babilônia" tem sido motivo de tristeza para a Globo, pode-se dizer que "Os Dez Mandamentos tem proporcionado muitas alegrias para a Record. A primeira novela bíblica da emissora estreou no dia 23 de março e desde então vem atingindo índices excelentes de audiência, até mesmo acima das expectativas mais otimistas dos responsáveis. O alto custo da trama (cerca de R$ 700 mil por capítulo) tem valido muito a pena, fazendo desta produção um grande êxito do canal.


Escrita por Vivian de Oliveira e dirigida por Alexandre Avancini, o folhetim conta a história de Moisés desde o seu nascimento até a sua morte e é uma adaptação dos quatro livros que compõem a Bíblia. A autora foi inteligente ao escolher retratar a travessia que levou os hebreus do Egito até a Terra prometida em 40 anos. Este enredo é bem rico e a saga longa, o que proporciona um bom material para ser explorado por 150 capítulos.

O périplo de Moisés no Êxodo já está com o protagonista em sua fase adulta e o primeiro capítulo iniciou a história antes mesmo dele nascer (1.300 A.C.), com o faraó Seti I (ZéCarlos Machado) ordenando a matança de todos os bebês hebreus do sexo masculino, filhos dos escravizados, que trabalhavam em condições degradantes na construção de templos e belíssimos monumentos.

quinta-feira, 26 de março de 2015

"Os Dez Mandamentos" tem um bom início e Record acerta ao investir em sua primeira novela bíblica

Para substituir "Vitória", folhetim de Cristianne Fridmann (com 208 capítulos) que não teve boa audiência e apresentou uma repercussão nula, a Record montou duas estratégias: mudar o horário de exibição da nova trama ---- para fugir da concorrência com a novela das nove da Globo ---- e apostar em uma obra bíblica, temática que a emissora costuma dominar com competência. Assim sendo, estreou nesta segunda (23/03), às 20h30, "Os Dez Mandamentos".


Dirigida por Alexandre Avancini e escrita por Vivian de Oliveira (autora que também foi responsável por "A História de Ester", "Rei Davi", "José do Egito" e foi uma das roteiristas de "Milagres de Jesus"), a novela conta a saga de Moisés, desde o seu nascimento, até a chegada de seu povo à Terra Prometida, passando pela fuga do Egito através do Mar Vermelho e o encontro com o Deus do Monte Sinai. Ou seja, parte da trama será semelhante (guardada as devidas proporções, obviamente) ao filme "Êxodo - Deuses e Reis", exibido recentemente nos cinemas. A equipe, inclusive, orientou o elenco a assistir ao longa.

A Record está apostando alto nesta nova produção. Cada capítulo custará R$ 700 mil e, ao todo, serão 150 capítulos exibidos. O alto investimento pôde ser observado no capricho dos cenários, figurinos e também nas locações escolhidas para algumas externas ----- vide as cenas gravadas no deserto do Atacama, no Chile, para retratar o famoso rio Nilo.

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

"Milagres de Jesus": um bom produto da Record

Após "A História de Ester" (2010), "Sansão e Dalila" (2011), "Rei Davi" (2012) e "José do Egito" (2013), a Record estreou mais uma série bíblica: "Milagres de Jesus". A produção ---- iniciada no dia 22/01 (quarta-feira, às 21h45) ---- apresenta um formato um pouco diferente das anteriores, uma vez que não apresenta uma trama contada em capítulos e sim histórias independentes, com início, meio e fim.


A série  ----- escrita por Vivian de Oliveira e dirigida por João Camargo ---- comprova o amadurecimento da Record em se tratando de produtos bíblicos. Embora seja repetitivo todo ano a emissora apresentar um mesmo contexto dramatúrgico (que obviamente ocorre devido à influência dos bispos que comandam a empresa), não há como negar que os anos de experiência estão sendo úteis para a evolução desse formato.

"A História de Ester" e "Rei Davi" foram projetos bem-sucedidos, mas "Sansão e Dalila" deixou muito a desejar, enquanto que "José do Egito" foi desenvolvida de forma completamente equivocada, começando

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

"José do Egito": a interminável minissérie que abusou da paciência do telespectador

A Record estreou mais uma de suas minisséries bíblicas no dia 30 de janeiro de 2013. E a produção só chegou ao fim no dia 9 de outubro, ou seja, nada menos do que 8 meses depois da estreia. Uma duração maior do que a de muita novela. Portanto, a emissora pode usar várias denominações para classificar "José do Egito", menos a de minissérie. E esse equívoco, apesar de ter sido o mais grave, foi apenas um dos muitos apresentados nessa produção.


A minissérie, ou melhor, a série, foi produzida na época em que a emissora dos bispos esbanjava dinheiro. Cada capítulo custou em torno de R$ 850 mil, foram construídas duas cidades cenográficas e o total investido beirou os R$ 23 milhões, números que causam um impacto no orçamento de qualquer empresa. Porém, apesar de ter estreado com um bom índice de 12 pontos, aos poucos a trama foi perdendo audiência, chegando a marcar 6 pontos. E essa variável se manteve presente durante toda a exibição: uns capítulos conseguiam números razoáveis e outros números insatisfatórios.

Ou seja, o elevado investimento acabou não valendo a pena. Até porque, a crise enfrentada pela Record pouco tempo depois de produzir a série, afetou diretamente outras produções, como "Dona Xepa", por exemplo, que teve investimentos bem limitados. Portanto, ao invés de haver uma base parecida nos custos

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Record acerta na fotografia de José do Egito, mas repete erros de minisséries bíblicas anteriores

A Record estreou nessa quarta-feira (30/01) mais uma de suas séries bíblicas. Com cada capítulo custando R$ 850 mil em média, com um investimento de R$ 7 milhões em cenografia e R$ 23 milhões investidos no total, "José do Egito" apresentou lindas imagens e um bom figurino, mas deixou a desejar no restante pelo que se pôde ver no primeiro dia de exibição.


Com roteiro de Vivian de Oliveira e direção geral de Alexandre Avancini, a trama conta a história de José, que é vendido como escravo pelos irmãos, após despertar muita inveja de ambos por o ser filho preferido de Jacó (Celso Frateschi). Apesar de ser protagonizada por Ricky Tavares (primeira fase) e Angelo Paes Leme (segunda fase), o primeiro capítulo deixou José em segundo plano e deu mais destaque para Diná  ---- personagem de Marcela Barroso que foi estuprada por Siquem, vivido pessimamente por Paulo Nigro.

O alto investimento da minissérie ficou claro na fotografia e nas locações. Foi um acerto gravar no Chile e no Egito. O elenco se sacrificou muito, mas valeu a pena. E as imagens ficaram lindas, parecendo de cinema. As tomadas aéreas foram o ponto alto da estreia. A produção mostrou preocupação também com