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sábado, 31 de maio de 2025

Tudo sobre a apresentação de "Guerreiros do Sol" na Rio 2C

 No final da tarde de quarta-feira, 28 de maio, a Globo ocupou o auditório principal do Rio2C com o painel “100 anos de Globo: o nosso roteiro é o Brasil” e, durante a apresentação, os atores Thomás Aquino, Larissa Goes, Theresa Fonseca e Nathalia Dill apresentaram um trailer de ‘Guerreiros do Sol’. A novela Original Globoplay é um épico de amor, vingança e resistência, no sertão brasileiro, escrita por George Moura e Sergio Goldenberg, com direção artística de Rogério Gomes, e estreia no próximo dia 11 de junho no Globoplay e no Globoplay Novelas. Logo após o painel, os quatro atores se juntaram aos dois autores para um primeiro bate-papo.


O autor George Moura abriu a conversa apresentando o projeto: “'Guerreiros do Sol' é um épico, uma saga, uma história de amor em tempos de guerra. Essa guerra é a formação do Brasil moderno. Também é uma história de irmãos e uma história de mulheres fortes. É uma história livremente inspirada no universo do cangaço e a gente diz que não é exatamente como o cangaço foi, mas como o cangaço poderia ter sido, embora seja uma novela realista, naturalista, inspirada na história de vários casais de cangaceiros que existiram. Ela foi rodada no sertão e nos Estúdios Globo por oito meses, com mais um ano de escrita e seis meses de edição. A gente mergulhou nesse trabalho e estamos muito orgulhosos de dividir com vocês”.
 
Antes de começarem as filmagens de ‘Guerreiros do Sol’, parte do elenco foi para o Sertão, para uma imersão e alguns laboratórios, contando com a presença da direção e da preparadora de elenco, Andrea Cavalcanti. Esse momento foi lembrado como fundamental para a construção dos personagens.

sexta-feira, 6 de setembro de 2024

Fracasso de remake expôs que "Renascer" nunca foi uma obra prima

 A Globo anunciou com pompa e circunstância o remake de "Renascer". Em todas as chamadas, a novela era classificada como 'a obra prima de Benedito Ruy Barbosa'. Tamanha pretensão tinha um objetivo: chamar atenção para repetir o sucesso do remake de "Pantanal", copiado a colado por Bruno Luperi em 2022 e que caiu na boca do povo. Mas a adaptação da trama de 1993 diminuiu em um ponto a média geral de "Terra e Paixão", que tinha elevado em três pontos a média do fiasco "Travessia". Só se falou em outra coisa enquanto a trama estava no ar. Ou seja, a emissora queria um novo êxito e conseguiu um novo fracasso. 


As razões são muitas para explicar a baixa audiência da produção e a repercussão praticamente nula. "Renascer" apresentou diversos problemas quando foi exibida e nenhum deles foi corrigido pelo neto do autor na nova leitura. A ausência de carisma de vários personagens, a falta de enredo para 213 capítulos, o ritmo modorrento, a total falta de acontecimentos relevantes ao longo dos meses e os raros e pouco atrativos conflitos já eram percebidos em 1993. Mas, como o folhetim foi um fenômeno há 31 anos, apenas os acertos foram aclamados, enquanto os erros acabaram convenientemente ignorados.

A história original está longe de ser muito significativa na teledramaturgia em comparação a outros sucessos de Benedito, como a já citada "Pantanal", além de "O Rei do Gado" e "Terra Nostra". A própria concepção dela se mostra controversa porque a criação se deu a um pedido da Globo, após o fenômeno de "Pantanal" na extinta Rede Manchete. A emissora queria uma "Pantanal" para chamar de sua e pediu ao autor para criá-la. A trama marcou o retorno de Benedito à líder, após o êxito na concorrência.

quarta-feira, 31 de julho de 2024

Mariana não tem história em "Renascer"

 A segunda fase de "Renascer" é marcada pelo marasmo, onde os conflitos se arrastam ao longo dos meses sem qualquer acontecimento relevante. O telespectador pode se dar ao luxo de não assistir por umas cinco semanas que não perde nada de importante. O remake mantém tudo o que foi constatado em 1993. As pequenas mudanças de Bruno Luperi em nada alteram o ritmo da narrativa e um dos maiores equívocos da versão original foi a trama de Mariana, antes vivida por Adriana Esteves e hoje por Theresa Fonseca. 


Ou melhor, o maior problema está na falta de trama de Mariana. A personagem surge logo no início da segunda fase e pouco se sabe sobre ela. Mas não demora até Jacutinga (Juliana Paes) revelar que a menina é neta de Belarmino (Antônio Calloni). João Pedro (Juan Paiva) se apaixona imediatamente e a leva para sua casa no dia seguinte. Mas a garota se encanta por Zé Inocêncio (Marcos Palmeira) assim que o conhece e é correspondida. Tudo acontece em menos de uma semana. E, pouco tempo depois, os dois já se casam. 

A construção de todo o imbróglio amoroso acontece da forma mais rasa possível, o que impede qualquer envolvimento do telespectador com aquela história. Até porque Mariana diz que veio para se vingar, já que seu avô foi misteriosamente assassinado e sua avó precisou vender todas as terras para Inocêncio a um preço ridículo.

quinta-feira, 14 de março de 2024

Segunda fase de "Renascer" apresenta histórias principais cansativas e sem construção

 A primeira fase de "Renascer" foi um primor. E Bruno Luperi acertou em cheio ao deixá-la com 13 capítulos, nove a mais que a da versão original que teve apenas quatro por ordens de Boni, que tinha medo do público se apegar demais aos personagens e rejeitar a segunda. O todo poderoso da Globo, no entanto, tinha sua razão. A segunda fase da trama de Benedito Ruy Barbosa apresenta uma queda brusca de qualidade em 1993 e o mesmo acontece agora com o remake. 


Um dos grandes problemas da história é o triângulo central formado por Zé Inocêncio (Marcos Palmeira), Mariana (Theresa Fonseca) e João Pedro (Juan Paiva). Há 31 anos, o enredo sofreu uma forte rejeição do público e quem mais sofreu foi Adriana Esteves, que teve sua atuação massacrada pela crítica especializada e entrou em depressão no fim da novela. No entanto, a atriz não teve culpa e a imprensa preferiu criticá-la ao invés de apontar o equívoco na condução do autor. Tudo o que envolve o trio principal é ruim. 

O fator decisivo para o estranhamento dos telespectadores na época, além do incômodo contexto envolvendo pai e filho se apaixonando pela mesma mulher, foi a rapidez com que tudo aconteceu. Não houve uma mínima construção para deixar aquelas relações críveis. Tudo foi simplesmente jogado e o público que engolisse. Pois não engoliu.

sexta-feira, 12 de janeiro de 2024

Tudo sobre a coletiva online da segunda fase de "Renascer", a próxima novela das nove

 A Globo promoveu nesta terça-feira, dia 9, a coletiva virtual da segunda fase do remake de "Renascer". Participaram o autor Bruno Luperi e os atores Marcos Palmeira, Matheus Nachtergaele, Camila Morgado, Juan Paiva, Vladimir Brichta, Pedro Neschling, Alice Carvalho, Marcello Melo Jr, Rodrigo Simas, Sophie Charlotte, Ana Cecília Costa, Chico Diaz, Renan Monteiro, Juliane Araújo, Theresa Fonseca, Samantha Jones, Gabriela Medeiros, Jackson Antunes, Mell Muzillo, Livia Silva e Juan Queiroz. Fui um dos convidados e conto sobre o que rolou no bate-papo.

Bruno Luperi falou sobre as críticas que recebeu sobre não fazer alterações em 'Pantanal' e se faria a mesma coisa em 'Renascer': "Mexer em um clássico da teledramaturgia brasileira é como escalar um time para a seleção brasileira e todos reclamam do técnico da seleção. Se isso acontece, é porque o trabalho está bem feito. Pantanal e Renascer foram as duas obras primas do meu avô e me resumo ao meu lugar. Minha proposta não é recriar. Sou um cara que respeita o trabalho que me precede. Não estou aqui para reinventar a roda. Minha função em 'Pantanal' foi muito bem aceita. Fui xingado no Twitter por ter matado a Madeleine e considero isso um elogio porque as pessoas queriam ver mais a personagem. Renascer foi transformado em 30 anos, mas minha função é parecer que nada foi feito. Então se parecer isso é porque foi algo bem feito. E trazer a Buba como uma mulher trans e não como uma intersexo, como na original, traz agora uma matriz de discussões que era impossíveis lá atrás. E espero que a nova versão instigue as pessoas a verem a original no Globoplay. E se quiserem me xingar no Twitter, me xinguem", declarou. 

Sophie Charlotte comentou sobre a nova composição de seu papel: "Não falei com a Patrícia Pillar ainda, mas assisti trechos no Globoplay da primeira versão e a expectativa é muito diferente das outras que eu tive com remake porque eu já fiz o remake de 'O Rebu' e 'Ti Ti Ti'. Fiquei emocionada e surpresa com esse projeto e a homenagem ao Benedito Ruy Barbosa.