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sexta-feira, 19 de abril de 2024

Série "Tributo" presta merecidas homenagens, mas expõe a hipocrisia da Globo

 Uma reverência ao legado de artistas apaixonados por seu ofício. Com essa perspectiva, "Tributo" reúne um grupo de pessoas cujas trajetórias profissionais se confundem intensamente com a própria história da televisão brasileira e deixam marcas profundas na cultura da nossa sociedade. A série documental, que já conta com seis episódios no Globoplay, terá uma leva de quatro deles exibida na Globo e o primeiro foi ao ar nesta sexta-feira, dia 19, após o "Globo Repórter", em homenagem a Lima Duarte.


O projeto "Tributo" ---- com redação de Isadora Wilkinson e Lalo Homrich, direção artística de Antônia Prado, direção de Matheus Malafaia e direção de gênero de Mariano Boni ---- foi iniciado no Globoplay em 23 de agosto de 2023 com uma bonita homenagem a Léa Garcia em virtude de sua morte no mesmo dia. Ainda irão ao ar na tevê aberta as homenagens a Laura Cardoso, Manoel Carlos (que estreou recentemente no Globoplay), Zezé Motta, Fernanda Montenegro, Ary Fontoura e Boni. Além de um processo de pesquisa em diversas fontes ---- acervo da TV Globo, jornais, revistas e películas ----, foram captadas cerca de dez horas de gravações inéditas para cada um dos convidados. 

O programa sobre Lima Duarte valorizou a grandiosidade de um dos maiores atores do país, que aos 20 anos estava presente na cerimônia de inauguração da TV Tupi --- a emissora pioneira no país ---, em 18 de setembro de 1950.

segunda-feira, 2 de outubro de 2023

"Falas da Vida" destaca o talento de Andrea Beltrão e Zezé Motta

 O especial "Falas da Vida", exibido nesta segunda-feira, dia 2, é mais uma parte do Projeto Falas, que em 2023 preenche a grade da Globo com o subtítulo 'História Impossíveis' através de episódios temáticos em homenagem a datas importantes, como o Dia Internacional da Mulher ("Falas Femininas"), Dia dos Povos Indígenas ("Falas da Terra"), Dia do Orgulho LGBTQIA+ ("Falas de Orgulho"). O especial protagonizado por Zezé Motta e Andre Beltrão foi em virtude do Dia Nacional do Idoso e o Dia Internacional da Terceira Idade, comemorado em 1º de outubro. 


"Como será amanhã? Responda quem puder. O que irá acontecer? O meu destino será como Deus quiser". Na letra da música, uma lista de perguntas que ganham mais e mais significados à medida que o tempo passa. Especialmente às vésperas do aniversário. E não é um aniversário qualquer: são sessenta anos. Assim se sente Meire (Andrea Beltrão), uma motorista de aplicativo, em uma noite de trabalho que reserva surpresas e muitas reflexões a partir do encontro com outras mulheres, principalmente Bex (Zezé Motta), uma passageira misteriosa, que guia Meire por caminhos desconhecidos, questiionando sua forma de enxergar o agora e o seu futuro. 

São as angústias de Meira, mas poderiam ser de tantas outras brasileiras. Tendência presente no Brasil  em diversos países, o envelhecimento é abordado no especial em uma narrativa de ficção a partir de questões atuais.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Elenco brilhou em "Escrava Mãe"

Após oito meses no ar, "Escrava Mãe" chegou ao fim honrando a boa impressão inicial. A produção foi ao ar toda gravada e o risco era alto, afinal, não poderia ser mexida caso houvesse rejeição. Mas não houve e nem poderia. É possível constatar, inclusive, que foi uma das melhores novelas da Record. A trama escrita por Gustavo Reis e dirigida por Ivan Zettel reuniu todos os elementos clássicos folhetinescos, sem se preocupar em fugir dos clichês. E funcionou. Entre os êxitos da produção esteve o elenco bem selecionado, principalmente levando em consideração a dificuldade da escalação, uma vez que a maioria dos nomes conhecidos segue na Globo e uma parte ainda estava trabalhando nas histórias bíblicas.


Ao contrário do que se esperava, o time não ficou frágil em virtude das dificuldades. Pelo contrário, se mostrou bem mais forte que o fraco elenco de "Os Dez Mandamentos", por exemplo. Foram vários os atores que se destacaram desde a estreia, entre eles a grande Zezé Motta. Intérprete da Tia Joaquina, a atriz engrandece qualquer produção e esteve irretocável na pele da escrava mais sábia e experiente da história. Fiel conselheira da mocinha Juliana (Gabriela Moreyra), a personagem foi a responsável pela narração do primeiro capítulo, sendo a representante da luta dos negros.

Apesar da curta participação, Antônio Petrin é outro que merece menção, pois seu Coronel Custódio foi brilhantemente defendido por ele. O fazendeiro era um homem íntegro e tratava seus escravos com respeito. Seu trágico desfecho, assassinado pela própria filha, encerrou o ciclo em grande estilo. Aliás, a assassina foi a arrogante Maria Isabel, vivida pela ótima Thais Fersoza.