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terça-feira, 16 de setembro de 2025

"Dias Perfeitos" prende a atenção do início ao fim

 O livro "Dias Perfeitos" foi lançado por Raphael Montes no dia 18 de março de 2014 e se tornou um best-seller. O autor declarou em várias entrevistas que sua profissão de escritor foi consolidada graças ao êxito desta história, que foi vendida para 14 países. Agora, a série homônima está disponibilizada no Globoplay com oito episódios e o lançamento foi no dia 14 de agosto. 


Uma perspectiva inédita marca a narrativa da série da plataforma de streaming da Globo, adaptação da autora Claudia Jouvin com direção geral de Joana Jabace para o livro de Raphael. Além do ponto de vista de Téo (Jaffar Bambirra), como já apresentado na versão literária, a obra audiovisual também mergulha na mente de Clarice (Julia Dalavia), construindo uma dualidade intrigante entre a percepção e realidade dos dois protagonistas. 

Em termos estéticos, a fotografia e os enquadramentos ajudam a compor essa dualidade entre os personagens. Os movimentos de câmera foram escolhidos de acordo com a personalidade de cada um, baseado em suas intenções, sensações e ações.

segunda-feira, 18 de agosto de 2025

Tudo sobre a coletiva online de "Dias Perfeitos", nova série do Globoplay

 O Globoplay promoveu na sexta-feira retrasada, dia 8, a coletiva virtual de 'Dias Perfeitos', nova série da plataforma de streaming, escrita por Raphael Montes e baseada no livro homônimo do autor. Participaram o escritor, a diretora Joana Jabace, a redatora Claudia Jouvin e os atores Jaffar Bambirra, Julia Dalavia, Felipe Camargo, Debora Bloch, Fabíula Nascimento, Julianna Gerais, Clarissa Pinheiro, Joana Castro, Giovanni Venturini, Lee Taylor e Heloísa Honein. Fui um dos convidados e conto sobre o bate-papo a seguir. 


Claudia Jouvin falou sobre a sua adaptação: "Pra mim foi muito simbólico porque conheci o Raphael por causa de 'Dias Perfeitos'. Eu li o livro e chamei ele pra fazer uma série. Anos depois, o Rodrigo Teixeira nos chama para adaptar o livro. Tive ideia de fazer pontos de vista e entrar mais a Clarice na história. O livro é muito focado no Teo. Todos os eventos estão lá, mas agora temos outras camadas. Vemos uma cena do ponto de vista do Teo e o da Clarisse vendo aquela cena. Usamos esse recurso tanto para dar voz a Clarice quanto para expandir os pontos de vista. É um livro que eu já gostava, mas hoje em dia a gente precisa de alguma esperança de que ela pode ser salva. Porque são oito episódios e não daria para ver tudo sem essa esperança. Por isso sugeri ao Raphael para mudar o final. É um livro icônico que tem fãs e o Rapha tem um universo específico. Então o novo final tinha que estar dentro no tom dele. Contei sobre esse meu novo final, ele gostou e aprovou. Tudo do livro está lá até o episódio 7. Já no 8 é uma extensão e o final que eu criei. Não conseguiria adaptar esse livro se eu não pudesse estar trocando com o Rapha".

Joana Jabace acrescentou: "Eu li o livro assim que estreou e conheci o Rapha fazendo outro projeto. Nossa troca foi muito franca. E quando o Globoplay me chamou para dirigir 'Dias Perfeitos' me senti em casa porque trabalhei na Globo por muito tempo. O Rapha é um supermercado de gancho e fazer uma história que é um thriller psicológico popular.

sexta-feira, 15 de agosto de 2025

Tudo sobre a festa de lançamento de "Dias Perfeitos", nova série do Globoplay

 Toda dualidade presente na série Original Globoplay ‘Dias Perfeitos’, representada pelas perspectivas intercaladas dos protagonistas Téo (Jaffar Bambirra) e Clarice (Julia Dalavia), conduziu o evento de lançamento da obra, que aconteceu na noite desta quinta-feira, dia 14, no Teatro do Copacabana Palace, no Rio de Janeiro. Assim que chegavam ao espaço, os convidados eram recepcionados por um quarteto de violinistas rumo ao segundo andar, onde aconteceram coquetel e ativações interativas. Objetos simbólicos que compõem a personalidade de cada um, como jaleco de Téo, a mala rosa e o vestido vermelho de Clarice, ficaram expostos pelo salão.

 

Em tempo real, uma tela de LED de sete metros exibindo trechos da série também projetava as silhuetas dos convidados, formando uma sombra preenchida pelo roteiro da história, por meio de captura de movimento. Uma ativação com foto lenticular levava o público a fazer duas poses com expressões faciais diferentes, remetendo a essa duplicidade de cada um dos protagonistas. A caminho do teatro para a exibição do primeiro episódio, efeitos de luzes e cortinas formavam o tom de suspense do thriller psicológico. Ao fim da exibição, com a iluminação do espaço ainda apagada, o público se surpreendeu com um efeito sonoro mesclando a voz de Téo e ruídos ambientes, transportando todo o mistério da obra para a noite de lançamento.

A adaptação expande o universo dos personagens e suas relações ao acompanhar a perspectiva de cada um dos protagonistas, de forma intercalada. Mãe da personagem Clarice, Helena é interpretada por Fabiula Nascimento. Helena sempre sonhou em subir na vida.

sábado, 22 de março de 2025

"Beleza Fatal" foi um novelão de 40 capítulos

 A primeira novela da Max, plataforma de streaming da HBO, estreou no dia 27 de janeiro, após muitos adiamentos e incertezas. As gravações dos 40 capítulos duraram por volta de sete meses e mesmo depois da finalização dos trabalhos não havia uma data certa para sua exibição. Chegou a ser anunciada para 2024, mas a produtora decidiu deixar para 2025. Nesta sexta-feira (21/03), foi exibido o último capítulo, após o esquema de 5 capítulos semanais disponibilizados toda segunda-feira --- estratégia quase igual a do Globoplay (a crítica seguir tem spoilers). 


Com criação e roteiro de Raphael Montes e direção geral de Maria de Médicis, a produção marca a aposta da Warner Bros.Discovery no gênero, sendo a primeira novela original nacional da plataforma na América Latina. "Beleza Fatal" traz no enredo uma história clássica de busca por justiça que se passa no agitado mundo da beleza e dos tratamentos estéticos. 

Sofia (Camila Queiroz) viu sua mãe ser presa injustamente por causa de sua tia Lola (Camila Pitanga). Acolhida pela amorosa família Paixão, liderada por Elvira (Giovanna Antonelli), que está sofrendo porque a filha Rebeca (Fernanda Marques) foi parar em um hospital e morreu, após uma cirurgia plástica mal sucedida, se unem na dor e indignação contra os culpados pelas suas tragédias.