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terça-feira, 19 de maio de 2026

Tudo sobre a segunda coletiva online de "Quem Ama Cuida", a nova novela das nove da Globo

 A Globo promoveu na primeira quarta-feira de maio, dia 6, a segunda coletiva virtual de 'Quem Ama Cuida', a nova novela das nove, escrita por Walcyr Carrasco e Claudia Souto, dirigida por Amora Mautner. Participaram o autor e os atores Letícia Colin, Isabela Garcia, Tatá Werneck, Rainer Cadete, Tatiana Tibúrcio, Maria Ribeiro, Rodrigo Fagundes, Nanda Marques, Debora Evelyn, Allan Souza Lima, Mariana Sena, Agatha Moreira, Luana Martau, Guilherme Piva, Pedro Alves, Haonê Thinar, Jeniffer Nascimento, Ricardo Theodoro, Pri Helena, Duda Almeida, Igor Rickli, Pietro Antonelli, Henrique Barreira e Cecília Beraba. Fui um dos convidados e conto sobre o bate-papo a seguir. 


Walcyr Carrasco contou a história central de seu enredo: "A novela começa com uma enchente porque faz parte da história do povo brasileiro. É muito comum famílias perderem tudo. Perdem as próprias vidas. Isso marca a vida da Adriana, uma fisioterapeuta desempregada que está a procura de trabalho e é quando conhece nosso protagonista, o Pedro (Chay Suede), e passa a lutar pela famílias. O avô dela, Otoniel, vende flores e passam a lutar para sobreviver a essa enchente, mas tem uma enchente contínua na vida deles que é a falta de emprego e oportunidades. Ela passa a trabalhar com o Brandão, vivido pelo Fagundes. Me inspirei em mim mesmo pra esse personagem porque precisei de fisioterapeuta para me recuperar e me vi no Fagundes. E essa história, como todas minhas novelas, tem romance, luta e superação. Escrevo por intuição a ponto que os personagens passam a ser pessoas que eu conheço e vão me contando a histórias delas, algo quase espírita. Estou feliz com o elenco, a Letícia é uma atriz muito firme e precisava de uma atriz que fosse firme, mas não antipática. Estou com o elenco dos sonhos e todo mundo que convidei aceitou.

O produtor Thiago Furtado falou do desafio da cena do temporal: "Foi uma das maiores sequências que a gente já fez por aqui.

segunda-feira, 25 de outubro de 2021

"Desalma" é uma produção caprichada, mas peca no ritmo

 A série "Desalma" estreou na Globoplay em outubro de 2020. Foi um dos lançamentos mais divulgados do serviço de streaming da Globo. Escrita por Ana Paula Maia --- premiada escritora de livros e vencedora do Prêmio São Paulo de Literatura ---, a produção é dirigida por Carlos Manga Jr. e protagonizada por Cláudia Abreu, Cássia Kiss e Maria Ribeiro. Um ano depois, a emissora resolveu exibir a trama na faixa do "Corujão", a partir desta segunda, em episódios duplos, quase sempre perto das três da madrugada, para 'homenagear' a semana do Dia das Bruxas. 

Em "Desalma", os moradores de Brígida, fictícia cidade do interior do Sul do país, pagam pelas escolhas feitas no passado e são atormentados por eventos sobrenaturais. Cássia é a feiticeira Haia; Cláudia a instável Ignes e Maria a cética Giovana. Na história que tem como pano de fundo a mitologia eslava, a floresta de árvores altas e as enormes cachoeiras têm protagonismo. Fenômenos sobrenaturais assombram a população ao longo de décadas, enquanto rituais de bruxaria prometem trazer de volta ao mundo dos vivos almas de pessoas que já se foram. 

Nos anos 80, a população de Brígida se reúne para comemorar a Ivana Kupala, considerada a noite mais escura do ano. Mas a jovem Halyna (Anna Melo), filha da feiticeira Haia (Cassia Kis), some em meio à floresta e seu corpo aparecer dias depois. Com a cidade traumatizadapela tragédia, a celebração é banida do calendário festivo do município.

quarta-feira, 21 de outubro de 2020

Tudo sobre a coletiva online de "Desalma", nova série da Globoplay

 A Globo promoveu nesta segunda-feira, dia 19, a coletiva online de "Desalma", nova série da Globoplay que estreia dia 22, quinta-feira, somente para os assinantes do streaming. Escrita por Ana Paula Maia --- premiada escritora de livros e vencedora do Prêmio São Paulo de Literatura ---, a produção é dirigida por Carlos Manga Jr. e protagonizada por Cláudia Abreu, Cássia Kiss e Maria Ribeiro. A autora estreia no audiovisual com uma série baseada no sobrenatural. Fui um dos convidados do evento virtual e conto mais sobre o ótimo bate-papo com as três atrizes, a escritora e o diretor do projeto. 

Em "Desalma", os moradores de Brígida pagam pelas escolhas feitas no passado e são atormentados por eventos sobrenaturais. Cássia é a feiticeira Haia; Cláudia a instável Ignes e Maria a cética Giovana. "A série tem camadas. É a não aceitação da morte, uma relação com transmigração de almas", conta Ana Paula que complementa sobre a importância da cultura ucraniana no enredo ficcional: falamos da migração do povo de um país que existe hoje no Brasil, mas pouca gente conhece. A maior comunidade ucraniana fora da Ucrânia é no Brasil. Eles mantêm vivas as festas, as tradições, e ninguém sabe nada sobre isso", explicou a autora. 

Na história que tem como pano de fundo a mitologia eslava, a floresta de árvores altas e as enormes cachoeiras têm protagonismo. Para Carlos Manga Jr., que assina a direção artística, a floresta é o cerne de toda a trama e a cidade fictícia, um personagem.

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

"Saia Justa" acerta com sua nova formação

O "Saia Justa" estreou em 2002 no GNT e desde então é uma das maiores audiências do canal a cabo. O programa sempre teve como base o debate a respeito dos assuntos do momento e já contou com várias integrantes. Embora tenha sido um grande acerto desde a estreia, a atração não passou por bons momentos nos últimos anos. A seleção dos assuntos e a escolha das participantes não estava sendo nada feliz. No entanto, após esse período desinteressante, o formato parece ter voltado às origens em 2013 com sua nova formação ----- Barbara Gancia, Astrid Fontenelle, Mônica Martelli e Maria Ribeiro.


O primeiro time foi formado por Mônica Waldvoguel, Rita Lee, Marisa Orth e Fernanda Young, em 2002, e até hoje segue sendo o melhor grupo. Aquele quarteto conseguia debater todos os temas com maestria, humor e inteligência. Depois Marina Lima, em 2004, substituiu Rita Lee e a saída da roqueira sem papas na língua acabou sendo uma grande perda para o programa. Em 2005, Betty Lago, Márcia Tiburi e Luana Piovani entraram para compor a nova formação, que continuou tendo Mônica de âncora. E foi justamente a partir daí que a atração se perdeu.

Esse novo grupo não rendeu o esperado e todas as substituições que vieram depois também não funcionaram. Maitê Proença entrou no lugar de Luana e tempos depois houve uma outra grande reformulação,

terça-feira, 7 de maio de 2013

Copa Hotel: elenco e enredo compensam os pontos negativos da nova série do GNT

Após o bem-sucedido projeto que levou a excelente "Sessão de Terapia" ao ar (que, devido ao sucesso, terá uma segunda temporada ainda esse ano) e também por causa da nova lei que obriga os canais fechados a terem em sua programação uma "cota" de produtos nacionais, o GNT resolveu apostar na produção de várias séries. Assim sendo, estreou no dia 22 abril, às 22h30, mais um seriado da emissora: "Copa Hotel".


A série conta a história de Fred (Miguel Thiré), um fotojornalista que, após passar mais de uma década em Londres, volta ao Rio de Janeiro para a missa de sétimo dia do pai. Assim que chega de viagem ---- além de se assustar com o atual momento, onde a cidade se prepara para a Copa do Mundo e Olimpíadas ----,  conhece o "Copa Hotel", um estabelecimento 'caindo aos pedaços' e inundado em dívidas que foi herdado por ele. Apesar de não entender nada do assunto, decide administrar o local mesmo contrariando os familiares, que querem a venda do imóvel devido à valorização do terreno de Copacabana. Em meio a esse conflito, o jornalista ainda acaba se envolvendo com duas mulheres: Maria (Maria Ribeiro), médica que ele conheceu na missa do pai, e Antônia (Fernanda Nobre), uma hóspede de seu hotel.

Com três episódios já exibidos, pode-se dizer que a fotografia da produção deixa bastante a desejar. As imagens são de péssima qualidade e o telespectador tem a sensação de estar vendo algo da década de 80. E se o intuito foi justamente dar o ar de envelhecimento nas imagens por causa do principal cenário onde