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quinta-feira, 14 de julho de 2016

Delicada e ousada na medida certa, cena de sexo gay fez jus ao título de "Liberdade Liberdade"

Uma das cenas mais aguardadas de "Liberdade, Liberdade" foi exibida nesta terça (12/07). O autor Mário Teixeira já havia dito que escreveria a cena em que Tolentino (Ricardo Pereira) e André (Caio Blat) transam, após um longo período tentando resistir ao desejo que os unia. Obviamente, a declaração gerou curiosidade e especulação na imprensa especializada, sendo até benéfico para a repercussão da novela, que é bastante baixa. O objetivo, inclusive, foi mesmo atrair atenção. E o momento esperado fez valer a espera, quebrando mais um tabu na teledramaturgia brasileira.


A cena teve quase seis minutos e a direção competente de Vinicius Coimbra se evidenciou, havendo uma preocupação em explorar o ambiente e os corpos daqueles homens assustados com a situação que se encontravam. Inicialmente, a aproximação se deu como nas outras vezes, com André apoiando Tolentino, após o coronel ter sido mais uma vez humilhado por Rubião (Mateus Solano). No entanto, o instante de afeto resultou em um intenso beijo, representando claramente a explosão daquela gama de sentimentos reprimidos por tanto tempo.

Depois do beijo, André se afastou e se despiu, enquanto Tolentino tomava coragem e fazia o mesmo. Os dois ficaram nus e se aproximaram, cedendo ao desejo e ao amor que sempre nutriram um pelo outro. A sequência foi muito delicada e nada ficou explícito. O texto que antecedeu esse momento merece menção, pois fez uma complementação perfeita.

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Globo erra ao transformar "Xingu" em microssérie

A Globo transformou "Chico Xavier" e "O Bem Amado", filmes que foram um sucesso de bilheteria, em microsséries de quatro episódios. Os exibiu em 2011 e o público percebeu que foi apenas uma divisão do filme em capítulos. As cenas foram quase as mesmas, com alterações praticamente imperceptíveis. A emissora resolveu fazer a mesma coisa com "Xingu", um longa-metragem que não fez o mesmo sucesso que as duas produções anteriores --- apesar de ter alcançado 500 mil telespectadores, esperava-se muito mais ---, e estreou a série em plena terça-feira natalina, após o especial do Roberto Carlos.


Em 1944, os irmãos Orlando (Felipe Camargo), Cláudio (João Miguel) e Leonardo (Caio Blat) Villas Bôas se alistaram na expedição Roncador-Xingu para facilitar o processo de interiorização do Brasil. Embora a intenção inicial fosse viver apenas uma aventura, acabaram se envolvendo em várias experiências marcantes e viraram os maiores defensores dos costumes indígenas do país. A história desses lutadores, e que posteriormente foram os criadores do Parque Nacional do Xingu, foi contada nos cinemas pelo diretor Cao Hamburguer. Agora, ao estrear o formato de microssérie na televisão, contou com a ajuda do experiente Guel Arraes, diretor de núcleo da Globo.

Quem ainda não viu o filme, pôde acompanhar as belas imagens e as grandes atuações do trio protagonista no primeiro capítulo. Felipe Camargo, João Miguel e Caio Blat são ótimos atores e a escalação não poderia ter sido melhor. Porém, é bom o telespectador não esperar