Mostrando postagens com marcador óbvia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador óbvia. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 11 de março de 2013

Flor do Caribe estreia com lindas imagens mas peca ao optar por uma história óbvia e pouco atraente

A nova trama das seis estreou com clima de verão. Walther Negrão resolveu repetir a fórmula usada em "Tropicaliente" e "Como uma Onda", além de ter utilizado também algumas características de "Araguaia; todas novelas escritas pelo autor. "Flor do Caribe" apresentou ao telespectador imagens lindíssimas e uma fotografia impecável. Isso, claro, somado a homens sem camisa e mulheres de biquíni em meio a um elenco dominado por atores jovens. Entretanto, em se tratando de história, a obra deixou muito a desejar e decepcionou pela obviedade.


Ao apresentar um enredo onde o vilão tem como objetivo roubar a mocinha de seu melhor amigo, o autor mostra que não está nem um pouco interessado em apresentar algo novo ao público, muito pelo contrário, prefere seguir o caminho já amplamente utilizado nas novelas da década de 80 e 90. Infelizmente esse equívoco no roteiro foi apenas piorado com a atuação do triângulo amoroso. Grazi Massafera está longe de ser a péssima atriz que muitos acham mas não foi feliz (por enquanto) na composição de Ester, que se apresentou melosa demais. Henri Castelli não comprometeu na pele do mocinho Cassiano mas também não se destacou. Já Igor Rickli precisa melhorar muito como o mimado Alberto. O principal vilão da história, além de inexpressivo, está caricato e parece vindo de uma trama mexicana.

Se a obviedade do núcleo principal desanimou, o mesmo não se pode dizer dos personagens de Sérgio Mamberti e Juca de Oliveira. Dionísio e Samuel são rivais mesmo sem saber. O primeiro é um rico empresário e foi um dos ajudantes dos nazistas na época da Segunda Guerra Mundial. O outro é um judeu traumatizado pelas