O anúncio da saída de Tiago Leifert do comando do "Big Brother Brasil" provocou uma grande repercussão. Afinal, após um início problemático e muito criticado em três edições ("BBB 17, 18 e 19"), o apresentador teve um bom desempenho no "BBB 20" e conseguiu sair consagrado do "BBB 21". Todos davam certa a presença de Marcos Mion no "BBB 22" por conta da contratação da Globo. Mas ele ficou com o "Caldeirão" e vem brilhando no comando. Tadeu Schmidt foi o escolhido para a nova missão.
E a escolha se mostrou muito acertada. É verdade que Tadeu tem um jeito 'fofo' demais com os participantes, o que impede que haja um respeito do elenco. Os participantes sempre falam ao mesmo tempo e muitas vezes em cima das falas do apresentador, o que causa a impressão de uma sala de aula com alunos que não têm qualquer interesse nas aulas do professor. Mas é preciso ressaltar que o mesmo ocorreu com Leifert em seu primeiro ano na apresentação.
Aliás, Pedro Bial, que virou a principal referência em se tratando de "BBB" por ter ficado no comando do "BBB 1" até o "BBB 16", também sofreu do mesmo mal. E quem não se lembrava das primeiras edições pôde ver no Canal Viva a reprise da primeira e segunda temporadas. Bial estava claramente inseguro no primeiro ano e o elenco também não o respeitava.