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quinta-feira, 26 de março de 2026

Tudo sobre a segunda coletiva online de "A Nobreza do Amor", a nova novela das seis

 A Globo promoveu na primeira quinta-feira de março, dia 5, a segunda coletiva virtual de 'A Nobreza do Amor', a nova novela das seis, escrita por Duca Rachid, Elisio Lopes Jr. e Julio Fischer, dirigida por Gustavo Fernandez. Participaram a diretora de conteúdo da Globo, Kellen Julio, e os atores Marco Ricca, Érika Januza Lázaro Ramos, Bukassa Kabengele, Rayssa Bratillieri, Rodrigo Simas,Kika Kalache, Ana Cecilia Costa, Rita Batista, João Fernandes, Nikolly Fernandes, Paulo Lessa, Hilton Cobra, Lucínio Januário, André Luiz Miranda, Welket Bungué, Edu Mosssri, Michel Blois e João Pedro Zappa. Fui um dos convidados e conto sobre o bate-papo a seguir. 


Kellen Julio contou sobre o projeto: "Que honra apresentar esse projeto tão incrível. Sou diretora de inovação, diversidade e conteúdo dos Estúdios Globo. Entrei na empresa em 2018 para desenhar a brasilidade do nosso audiovisual. Entrei na Globosat, que nem existe mais, e com a fusão das empresas saio de um universo menor e desenho a diversidade de toda empresa olhando para o povo negro. 'A Nobreza do Amor' ressignifica a relação do Brasil com a África. A gente resgata um posicionamento e enquadra a África no imaginário, após anos de uma abordagem tão reducionista. O horário das seis é tão precioso porque tem as crianças chegando da escola, os pais chegando do trabalho e trazendo uma estética linda com a novela. É uma revolução. A gente tem um diálogo muito bom para investir na dramaturgia sem estereótipos e com uma proposta de Brasil que a gente acredita. É um orgulho abrir esse debate".

Lázaro Ramos falou sobre seu primeiro vilão: "Nunca foi um sonho da minha vida fazer vilão. Meu sonho era fazer herói. Quando Elisio me convidou pro projeto quis muito fazer. Tá sendo uma descoberta e um prazer falar coisas absurdas e maldades, além de acompanhar esse universo que vem sendo contado.

quarta-feira, 22 de maio de 2024

Elenco é o ponto alto de "Justiça 2"

 A nova série da Globo, escrita por Manuela Dias e baseada no mesmo formato e universo de "Justiça", exibida em 2016, apresenta quatro histórias fortes e com elementos que prendem a atenção do público. No entanto, há várias incongruências no roteiro que prejudicam a narrativa. Ainda assim, o conjunto desperta interesse por conta de um fator decisivo: o elenco escalado. 


Os atores sustentam a história através de interpretações contundentes. A autora e o diretor, Gustavo Fernández, foram muito felizes na escolha do time de "Justiça 2" e em todas as cenas o êxito na escalação aflora. É até injusto citar um grande destaque porque a disputa é acirrada, inclusive entre os coadjuvantes e participações pontuais. 

Entre os protagonistas, Belize Pombal, Alice Wegmann e Juan Paiva acabam sobressaindo por conta da dramaticidade de suas respectivas histórias, todas impregnadas de sofrimento por todos os lados, onde não há um respiro sequer.

quarta-feira, 10 de abril de 2024

Tudo sobre a coletiva online de "Justiça 2", a nova série do Globoplay

 O Globoplay promoveu na primeira quarta-feira de abril, dia 3, a coletiva virtual de "Justiça 2", a nova série da plataforma de streaming. Participaram a autora Manuela Dias, o diretor Gustavo Fernández e os atores Murilo Benício, Leandra Leal, Paolla Oliveira, Nanda Costa, Belize Pombal, Juan Paiva, Leandra Leal, Alice Wegmann, Marco Ricca, Maria Padilha, Julia Lemmertz, Rita Assemany, Giovanni Venturini, Danton Mello, Gi Fernandes, Marcello Novaes, Tereza Seiblitz e Danton Mello. Fui um dos convidados e conto sobre o bate-papo. 


Manuela Dias analisou sua obra: "Não é uma série focada nas questões judiciais, é focada no que a gente acredita o que é a justiça. A gente acredita tanto na justiça que quando a justiça na terra falha a gente acaba acreditando que uma justiça divina vai acontecer. E há crimes que não há reparação. Se você tem um carro roubado, ele pode ser recuperado. Mas, se você foi abusada, qual a reparação? A maior parte da série se passa em Ceilândia e é uma forma da gente abordar questões sociais ali. Foi maravilhoso gravar lá. A série restitui a humanidade a pessoas que são apagadas pela sociedade. São 28 episódios e as quatro histórias se entrelaçam".

Gustavo Fernández acrescentou: "A primeira ideia era gravar em uma cidade da Bahia, localizada no oeste, próximo da divisa com Maranhão, Piauí e Tocantins.

sexta-feira, 13 de outubro de 2023

Elenco é o maior acerto de "As Aventuras de José & Durval"

 Lançada no dia 18 de agosto no Globoplay, "As Aventuras de José e Durval" é uma série produzida pela plataforma de streaming da Globo em parceria com a O2 Filmes. Com direção de Hugo Prata e roteiro de Duda de Almeida, Dan Rossetto e Rafael Lessa, a trama faz um resumo da trajetória de Chitãozinho e Xororó ao longo de oito episódios de 45 minutos. 


Os paranaenses de Astorga fazem muito parte da vida dos brasileiros. Seja nas cantorias em karaokês, nas festas de família, embalando novelas e séries, entre amigos ou nas rádios e programas de TV, os irmãos são presença garantida com suas canções, embalando e transformando momentos de diferentes gerações. Donos de uma carreira com mais de 50 anos de sucesso, cheia de hits icônicos que unem o país, Chitãozinho & Xororó são a trilha sonora de muitas histórias. O grande público, porém, não imagina que a vida da dupla teve momentos bem difíceis.  

A produção dramatúrgica percorre a trajetória da dupla desde a infância, quando as vidas de José e Durval já se entrelaçavam com a música, até a consagração nos palcos. Lotada de singles e referências dos artistas que foram fundamentais para levar a música sertaneja para o Brasil e o mundo, contribuindo para revolucioná-la e popularizá-la. Os três primeiros episódios chegaram à plataforma no dia 18 de agosto e os outros cinco foram disponibilizados um a cada semana até o dia 22 de setembro.

sexta-feira, 22 de dezembro de 2017

Está na hora da nova geração da "Escolinha do Professor Raimundo" chegar ao fim

O remake da "Escolinha do Professor Raimundo" foi uma ideia genial de Bruno Mazzeo, estreando com o pé direito no Viva e na Globo em 2015. O sucesso, tanto no canal a cabo quanto no aberto, foi imediato. O público matou as saudades de tanto perfis marcantes através de composições quase perfeitas de novos atores escolhidos a dedo, homenageando os veteranos que fizeram parte desse humorístico consagrado por tantos anos. A segunda temporada, exibida em 2016, se mostrou tão acertada quanto a primeira, funcionando novamente. Porém, a terceira, já desperta dúvidas em torno do desgaste do programa.


Com direção de Cininha de Paula e redação final de Péricles Barros e Marcelo Saback, a terceira temporada estreou no Viva em setembro e na Globo no final de novembro. O elenco segue o mesmo, mas com duas ausências: Fernanda Souza não conseguiu conciliar sua agenda para viver pela terceira vez a adolescente Tati (perfil original de Heloísa Périssé) e Otaviano Costa precisou sair por causa do seu trabalho na rádio Globo. Ela não foi substituída, mas o Ptolomeu (nerd interpretado originalmente por Nizo Netto) acabou ficando com Bruno Garcia. A outra novidade foi a entrada de Marco Luque vivendo o Nerso da Capitinga, personagem clássico de Pedro Bismarck.

Essas três situações já despertam atenção. Afinal, os atores da 'nova escolinha' são sempre muito requisitado em novelas, ou seja, acabam tendo a imagem superexposta. E a saída de dois deles prova que está ficando complicado conciliar trabalhos.

sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

Retrospectiva 2016: as melhores atrizes e os melhores atores do ano

Foram muitas grandes cenas ao longo de 2016. Portanto, isso implica em ótimas atuações, sendo mais do que necessário listar as melhores atrizes e atores do ano que está perto do seu fim. Vários se destacaram, emocionaram e protagonizaram grandes momentos em novelas, minisséries e séries. Vamos a eles.


Melhores Atrizes:



1- Patrícia Pillar.
Um nome que engrandece qualquer produção. E não foi diferente em "Ligações Perigosas", primeira grande produção da Globo em 2016. A atriz se destacou na pele da ardilosa Isabel, figura que representava a manipulação e a sedução na minissérie de Manuela Dias. Sua parceria com Selton Mello foi maravilhosa e as cenas da personagem exigiam um toque de sarcasmo que Patrícia soube imprimir com maestria.





2- Selma Egrei.
O grande nome feminino de "Velho Chico". A atriz, veterana no teatro, mas com poucas participações na televisão, ganhou seu melhor papel na carreira na novela de Benedito Ruy Barbosa e Bruno Luperi. A amargurada Encarnação participou das suas fases da trama e chegou aos 100 anos, graças ao trabalho primoroso da equipe de caracterização. Selma brilhou em todos os momentos e mostrou o seu imenso talento ao longo dos meses. Foi um prazer vê-la em cena. Ela, por sinal, já ganhou dois prêmios merecidos: "Prêmio Extra" e "APCA".


segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Entre honrosos vencedores, "APCA" reconhece o êxito de "Justiça"

Os vencedores da "APCA" (Associação Paulista de Críticos de Artes) foram anunciados na noite da última quarta-feira (30/11), na Sede do Sindicato dos Jornalistas de São Paulo. Como sempre ocorre em todos os anos, foram vários segmentos, incluindo teatro, Literatura, Dança,Artes Visuais, Moda, Rádio, cinema e televisão. Foram sete categorias para eleger os melhores da TV e a justiça mais uma vez prevaleceu, pois os vitoriosos fizeram jus aos troféus através de grandes trabalhos ao longo de 2016, ainda que muitos dos derrotados também merecessem.


"Justiça" ganhou como Melhor Série/Minissérie e a vencedora não poderia ser outra. O enredo ousado de Manuela Dias, que interligava quatro histórias independentes ao longo de quatro capítulos por semana, foi primoroso e arrebatou o público. O sucesso foi merecido e o trabalho do elenco merece inúmeros aplausos, sendo necessário destacar Adriana Esteves, Jesuíta Barbosa, Débora Bloch, Antônio Calloni, Leandra Leal, Marjorie Estiano, Enrique Diaz, Drica Moraes, entre outros. Das concorrentes, só uma também fez jus ao troféu: "Ligações Perigosas", da mesma Manuela Dias, exibida em janeiro. Já "Supermax", "A Garota da Moto" e "Me Chama de Bruna" (da Fox), embora boas, não chegaram a merecer premiações.

Ainda em cima da excelente minissérie vencedora, José Luiz Villamarim ganhou como Melhor Diretor e com total mérito. Seu trabalho em "Justiça" confirmou mais uma vez a sua extrema competência, já vista em obras excepcionais como "O Canto da Sereia", "Amores Roubados" e "O Rebu".

sexta-feira, 5 de agosto de 2016

"Liberdade Liberdade" foi uma boa novela, mas poderia ter sido muito melhor

Apresentando uma estreia caprichada e um desenvolvimento morno, "Liberdade, Liberdade" ficou praticamente quatro meses no ar (67 capítulos) e fechou seu ciclo com uma reta final empolgante, presenteando o telespectador com cenas muito bem realizadas. O último capítulo, exibido excepcionalmente nesta quinta-feira (04) ---- por causa do início das Olimpíadas (a Globo fará uma transmissão intensiva do evento) ----, encerrou o folhetim com dignidade, após momentos finais de tirar o fôlego, principalmente em virtude do início da revolução comandada pela protagonista e o enforcamento de seu irmão.


A novela das onze viveu uma novela própria antes de entrar em produção. Márcia Prates estrearia como autora, mas Silvio de Abreu e sua equipe observaram vários erros históricos no texto da escritora, fazendo muitas modificações. Glória Perez e Alcides Nogueira chegaram a trabalhar como supervisores, mas abandonaram a função. Outros problemas foram detectados, até a responsável pela história ser desligada do projeto, sendo utilizado apenas o seu 'argumento' para o enredo. Mário Teixeira foi chamado às pressas para assumir o controle de um trem que parecia desgovernado e a partir de então finalizaram a escalação do elenco, iniciando de vez a elaboração do folhetim.

Portanto, em virtude de todas as questões mencionadas, a expectativa em torno da novela ---- baseada no livro "Joaquina, filha de Tiradentes", de Maria José de Queiroz ---- não era animadora. Afinal, tudo se encaminhava para um produto retalhado e equivocado. A estreia serviu para diminuir essa 'preocupação', pois a trama promissora, o contexto histórico atrativo, o figurino caprichado e o grande elenco agradaram bastante. Entretanto, as constantes mudanças nos bastidores acabaram refletindo na condução do enredo.

terça-feira, 14 de junho de 2016

Bem conduzida, "Liberdade Liberdade" vem se mostrando uma boa novela das onze

Após vários problemas de bastidores e trocas de autor, a atual novela das onze estreou no início de abril (dia 11) e desde então vem contando a saga de Joaquina (Andreia Horta) ----- claramente inspirada no livro "Joaquina, filha de Tiradentes", de Maria José de Queiroz ----- de uma forma competente. A trama teve uma rápida primeira fase (com menos de dois capítulos) e logo começou a ser ambientada em 1808, época da chegada da Família Real Portuguesa ao Brasil. Ao menos até o momento, pode-se afirmar que Mário Teixeira conseguiu assumir muito bem os rumos da produção de Márcia Prattes (retirada do projeto).


Dirigida pelo talentoso Vinícius Coimbra, a novela tem conseguido despertar atenção através de bons personagens, ótimo elenco e uma história que tem sido costurada para atingir o clímax do embate entre revolucionários e os representantes da Corte Portuguesa. Tendo Vila Rica (atual Ouro Preto, em Minas Gerais) como pano de fundo, o enredo é dividido em poucos núcleos e quase todos os personagens têm uma ligação, direta ou indiretamente. As tramas não apresentam uma sucessão de acontecimentos, mas são bem estruturadas e contêm bons conflitos pontuais.

O maior destaque é a herdeira do homem que iniciou uma revolução silenciosa, vivida impecavelmente por Andreia Horta. A atriz estava merecendo há tempos uma protagonista e ganhou uma destemida Joaquina, que está à frente do seu tempo e não teme nada e nem ninguém. A filha de Tiradentes tem o objetivo de vingar a morte do pai e ainda libertar o Brasil, honrando a missão do inconfidente morto enforcado.

sexta-feira, 22 de abril de 2016

Marco Ricca se mostra como um dos grandes acertos de "Liberdade Liberdade"

"Liberdade, Liberdade" ainda está em seu início. Há vários capítulos pela frente e muita história para ser contada. Porém, mesmo antes de sequer completar um mês no ar, já é possível observar o acerto da escalação do elenco. São muitos atores se destacando, incluindo a protagonista Andreia Horta, na pele da revolucionária Joaquina. E, entre os muitos nomes merecedores de elogios desse ótimo time selecionado, é preciso aplaudir um profissional que sempre brilha em seus trabalhos e não tem feito diferente agora: Marco Ricca.


O ator tem sido um dos grandes destaques da novela escrita por Mário Teixeira, baseada no argumento de Márcia Prates, e dirigida por Vinícius Coimbra. Na pele do perigoso Mão de Luva, Marco mostra o quão é talentoso e sua composição do bandido é primorosa. Ele adotou um sotaque mineirês bem acentuado, o que ajudou a expor ainda mais o jeito malandro do trambiqueiro. Aliás, é um dos poucos atores do elenco que tem mostrado o jeito de falar do povo de Minas Gerais, ainda que de forma mais caricata. E foi uma ideia de gênio, pois coube perfeitamente no papel.

Mão de Luva foi o responsável por um dos momentos mais tensos da rápida primeira fase, quando sequestrou Joaquina (Mel Maia) e quase matou Raposo (Dalton Vigh), após uma emboscada preparada junto com sua gangue. Ironicamente, após a passagem de tempo, a mesma situação ocorreu mais duas vezes. O bandido tentou saquear a carruagem que trazia Joaquina, Raposo, André (Caio Blat) e Bertolezza (Shreon Menezzes), mas não obteve êxito.

terça-feira, 12 de abril de 2016

"Liberdade, Liberdade" estreia com capricho, dados históricos e trama forte

"Liberdade. Liberdade que todos desejam, mas que pelo tão poucos lutam. Amor à liberdade que nos faz cruzar limites e pagar todos os preços por ela. Uns têm a liberdade no sonho, outros têm a liberdade no sangue." Baseada nessa premissa, divulgada no primeiro teaser da nova produção, estreou, nesta segunda (11/ 04), "Liberdade, Liberdade", nova novela das onze, escrita por Mário Teixeira e dirigida por Vinícius Coimbra, mesmo diretor da primorosa minissérie "Ligações Perigosas", exibida em janeiro deste ano.


O folhetim foi ideia da autora Márcia Prates --- antes era colaboradora de várias produções e estrearia seu primeiro trabalho solo ---, que começou a desenvolver seu projeto com aprovação da emissora, até o surgimento de vários problemas em torno do texto e das situações históricas. Houve até a entrada de Euclydes Marinho como supervisor, que logo foi desligado, 'cedendo' lugar para Glória Perez, que também não durou muito na função. Após esse conjunto de contratempos, uma atitude mais drástica foi tomada: a responsável pelo enredo, então, acabou retirada do projeto, que passou para as mãos de Mário Teixeira. Ou seja, a elaboração desse folhetim foi bastante complicada.

Mas, após a exibição do caprichado primeiro capítulo, ficou evidente que os problemas ficaram apenas por trás das câmeras e já estão no passado. Baseada no livro "Joaquina, Filha do Tiradentes", da autora Maria José de Queiroz (lançado em 1987), a novela retrata inicialmente um Brasil do século XVIII e a saga de uma personagem bem desconhecida dos historiadores, mas que foi herdeira do mártir da Inconfidência Mineira, uma das figuras mais conhecidas e representativas do país.

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Revelação da troca de bebês destaca elenco e movimenta "Boogie Oogie"

A atual novela das seis está há dois meses no ar e seu bom ritmo tem sido uma de suas principais qualidades. Repleta de bons ganchos, a trama de Rui Vilhena consegue prender o telespectador através dos encontros e desencontros dos personagens, ainda que muitas vezes as situações soem absurdas. E nesta última semana, "Boogie Oogie" teve o principal segredo de sua história revelado: a troca de bebês.


Desde que a novela estreou, no dia 4 de agosto, não se fala de outro assunto na trama. Suzana (Alessandra Negrini) trocou Sandra (Isis Valverde) e Vitória (Bianca Bin) na maternidade para se vingar de Fernando (Marco Ricca), seu amante, que preferiu ficar com a esposa Carlota (Giulia Gam). Através de constantes diálogos, a situação foi e é repetida inúmeras vezes e, aos poucos, praticamente todos os personagens do núcleo central foram sabendo desta confusão. E na quarta-feira (01/10), o crime chegou aos ouvidos das duas 'trocadas'.

A revelação promoveu uma reviravolta na novela e proporcionou ótimas cenas. Suzana contou para Carlota parte da verdade e a vilã não pensou duas vezes antes de jogar a notícia no ventilador para prejudicar sua até então filha e inimiga declarada, que está investigando um segredo de seu passado ---- até agora não descoberto.

sexta-feira, 9 de maio de 2014

"Doce de Mãe": chegou ao fim uma das melhores séries da Globo

A melhor série que estava no ar na Globo (e uma das melhores já feitas na emissora) chegou ao fim. Produzida pela Casa de Cinema de Porto Alegre e escrita e dirigida por Jorge Furtado e Ana Luiza Azevedo, "Doce de Mãe" teve seu último episódio apresentado nesta quinta-feira (08/05) e já está fazendo falta. A história de Dona Picucha (Fernanda Montenegro) e sua família foi contada de uma forma encantadora, onde o humor, a melancolia e o drama se misturavam com maestria. Semanalmente, o telespectador foi presenteado com um produto de imensa qualidade e que não apresentava um defeito sequer.


A produção ganhou um seriado depois dos inúmeros elogios ao tele-filme exibido em 2012, que ganhou --- através do prêmio de Melhor Atriz para Fernandona --- até um Emmy Internacional, o Oscar da televisão. A estreia da série só ocorreu em 2013, mas a espera valeu a pena. Todas as qualidades vistas no longa foram mantidas e a história ainda apresentou ótimas novidades no elenco fixo, além de participações especialíssimas que engrandeceram alguns episódios.

A trama também não exibiu nenhuma grande mudança e nem precisava. O interessante era justamente a simplicidade da história da carismática Dona Picucha e da forma como ela encarava a vida e a família. Cada conflito, cada drama familiar, cada situação engraçada, cada ironia, cada reflexão, cada emoção, cada discussão,

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Elenco primoroso: uma das muitas qualidades de "Doce de Mãe"

Como já era de se esperar, "Doce de Mãe" entrou na grade da Globo honrando todas as qualidades do tele-filme exibido em 2012. O texto levemente cômico e melancólico na boca dos cativantes personagens entretém o telespectador, que não sente o tempo passar enquanto o episódio está no ar. E entre tantos pontos positivos, incluindo a deliciosa história, há o elenco escalado.


Todos os atores estão impecáveis, sem exceção. Não é fácil escalar um time onde todos estão à vontade em cena e totalmente entregues. Normalmente, há sempre alguns que destoam do restante. Mas a série tem uma turma de peso e o público é presenteado todas as quintas-feiras com grandes atuações e inspiradas cenas. A escalação feita para o tele-filme já havia sido primorosa, mas conseguiram melhorar ainda mais o elenco da série com a entrada de novos personagens.

Drica Moraes, Camila Amado e Emiliano Queiroz engrandeceram a série com suas participações. Após superar um câncer e retornar às novelas em "Guerra dos Sexos", na pele da divertida Nieta, Drica ganhou a Rosalinda, filha que o marido de Dona Picucha (Fernando Montenegro) teve fora do casamento.

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

"Doce de Mãe" presenteia público com grande elenco e deliciosa história

O especial de fim de ano da Globo, exibido em 2012, surpreendeu até mesmo os mais otimistas com o projeto. O telefilme "Doce de Mãe" fez um enorme sucesso ---- inclusive quando foi reprisado na "Sessão da Tarde" em 2013 ---- e ainda foi o responsável pela consagração de Fernanda Montenegro, a protagonista da história, que ganhou um Emmy Internacional graças ao seu impecável trabalho. Portanto, após tantos êxitos, é perfeitamente compreensível a transformação da vida de Dona Picucha em série, cuja estreia foi nessa quinta-feira (30/01).


A senhorinha de 85 anos, viúva, de classe média e com 4 filhos, continua com seu jeito peculiar de lidar com os problemas e mantém a alegria de viver mesmo diante das dificuldades. A personagem, vivida pela extraordinária Fernanda Montenegro, que divertiu e encantou o público em 2012, mantém todas as suas amáveis características para a sorte do telespectador. E nada mudou em relação aos seus filhos, vividos por Marco Ricca (Silvio), Matheus Nachtergaele (Fernando), Mariana Lima (Suzana) e Louise Cardoso (Elaine). A preocupação com a mãe persiste, o que garante ótimos momentos.

O primeiro episódio foi em torno do destino de Picucha, que não tinha mais condições de morar sozinha. Enquanto os filhos decidiam a melhor solução, a protagonista propôs ir para uma casa de repouso e usou o acaso em benefício próprio. Ela descobriu que seu 'falecido' marido (Fortunato - Francisco Cuoco)

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Érico e Verônica e Wilson e Charlene: os casais coadjuvantes que emocionaram em "Sangue Bom"

"Sangue Bom" apresentou um sexteto central que formou três casais, havendo algumas trocas ao longo da novela. E o relacionamento dos seis resultou em ótimas cenas, todas tendo Amora (Sophie Charlotte) como foco principal. Entretanto, dois casais coadjuvantes também ocasionaram bons conflitos e contaram lindas histórias. Vide Érico (Armando Babaioff) e Verônica (Letícia Sabatella), e Wilson (Marco Ricca) e Charlene (Mayana Neiva).


Wilson virou um sujeito amargurado e infeliz desde que sua esposa faleceu e costumava tratar todas as pessoas com extrema frieza. O início de sua relação com Charlene, como já era de se supor, foi recheada de conflitos e brigas. Sobrava até para o filho adotivo dela, que era destratado pelo empresário. Mas com o tempo e entre idas e vindas, o casal foi ficando cada vez mais próximo. Até o momento em que ela virou a grande 'salvação' do dono do Kim Park.

Charlene acabou sendo a grande responsável pela retomada da vida de Wilson, que passou a sorrir e voltou a sentir vontade de viver, como na época em que estava apaixonado pela filha de Glória (Yoná Magalhães).

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Doce de Mãe: o maior acerto do fim de ano da Globo

A primeira impressão foi a melhor possível, desde que começaram a ir ao ar as chamadas de "Doce de Mãe", especial de fim de ano da Globo. Afinal, era Fernanda Montenegro vivendo uma vovó que parecia ser bem divertida. Pois as perspectivas se confirmaram assim que o especial estreou, nessa quinta-feira (27/12). O telefilme produzido pela Globo em parceria com a Casa de Cinema de Porto Alegre foi maravilhoso do início ao fim e fez rir com muita facilidade.


Dirigido por Jorge Furtado e Ana Luiza Azevedo, o filme produzido especialmente para a televisão, contou a história de Dona Picucha, uma senhora de 85 anos totalmente sem noção e hilária, que reúne os quatro filhos para anunciar que a sua empregada (Zaida -Mirna Spritzer), com quem mora há 27 anos, vai se casar e se mudar. Claro, os filhos ficam em pânico, porque não sabem como lidar com essa situação inesperada e nem como decidir com quem a mãe irá ficar. Mas Picucha não quer ficar com ninguém. Quer apenas viver e ser feliz.

Os filhos primeiramente decidem contratar uma nova empregada, mas quando a mesma leva a matriarca para um pagode, eles acabam mudando de ideia e todos concordam em se revezar para cuidar da mãe. Todas essas cenas foram engraçadíssimas e os atores protagonizaram grandes momentos. O elenco, aliás, é digno de

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Retrospectiva 2011 - Os destaques do ano

Vários sites, revistas, jornais, blog e afins, fizeram votações para eleger os melhores do ano. Este blog tem pouco mais de um ano de vida, e eu nunca cogitei fazer nada parecido. Com o passar do tempo, os leitores foram aumentando e fui postando mais textos. O blog continua humilde, mas é limpinho. Agradeço a vocês pelo carinho e pelos acessos. No Twitter, os leitores costumam ser mais opinativos. E foi lá que começaram a aparecer sugestões para que eu fizesse a minha retrospectiva. Resolvi seguir o conselho. Mas não teremos votação popular, ok? Farei a minha seleção dos melhores do ano. Democracia fajuta essa, não? Talvez, mas estejam à vontade para discordar de qualquer escolha minha. Então vamos deixar de papo e ir direto ao assunto? Vamos!



Melhor novela: Cordel Encantado
Não teve pra ninguém. A trama de Duca Rachi e Thelma Guedes foi um sucesso de público e crítica. A ousada e criativa história da princesa, que se apaixona pelo filho de um cangaceiro agradou a todos. A realeza e o cangaço se misturaram e o resultado foi o melhor possível. As autoras ganharam diversos prêmios até então, e muito merecidamente.



Melhor ator: Marco Ricca
Gabriel Braga Nunes foi o ator que mais ganhou prêmios pela sua atuação em "Insensato Coração", dando vida ao vilão Léo. Acho justo, mas Marco Ricca merece o reconhecimento pelo show que deu no remake de "O Astro", vivendo o terrível Samir Hayalla. Após inúmeros papéis sem a menor importância, o ator finalmente ganhou um personagem de peso e mostrou o grande profissional que é. Portanto, pelo menos nesse blog, o vencedor dessa categoria foi o Marco.





Melhor atriz: Cássia Kiss Magro
Atriz de grande talento que é, Cassia emocionou os telespectadores vivendo uma senhora humilde e que dava duro para sustentar seu filho, que tinha sérios desvios de caráter. Resultado: Dulce foi ganhando cada vez mais destaque e acabou se transformando em protagonista de "Morde & Assopra". E a cena mais marcante da novela foi o momento em que Júlia não se segura, e cai aos prantos ao contar para sua amiga que ela não tinha mais chances de vida. Adriana Esteves e Cássia mostraram o significado da palavra atriz. Cássia merece todos os prêmios possíveis. Pena que até agora só ganhou um. - Observação: Glória Pires e Regina Duarte também merecem ser lembradas pelas grandes atuações que tiveram. Norma, de "Insensato Coração e Clô Hayalla, de "O Astro", foram muito bem interpretadas pelas duas grandes atrizes.


Ator revelação: Domingos Montagner
Após uma marcante participação na série "Divã", Domingos foi um dos destaques de "Cordel Encantado". Ao interpretar Herculano, o cangaceiro, pai de Jesuíno (Cauã Reymond), caiu nas graças do público. Teve uma ótima atuação, o que lhe rendeu convites para outras produções da Globo. Estará na minissérie "O Brado Retumbante", que estreia em janeiro de 2012.







Atriz revelação: Vera Mancini
Uma atriz até então desconhecida do grande público, protagonizou cenas hilárias ao lado da talentosa Jandira Martini em "Morde & Assopra". E a empregada Cleonice foi ganhando mais e mais cenas na novela de sucesso do Walcyr Carrasco, até terminar rica e casada com o amor de sua vida. Sem dúvida, a personagem foi um dos pontos altos da trama. A atriz agradou tanto, que já foi escalada para a nova novela de Elizabeth Jhin, "Amor, Estranho Amor".




Melhor atriz coadjuvante: Ana Lucia Torre
"Insensato Coração" foi uma decepção, mas teve seus pontos positivos. Um deles foi a impagável Tia Neném. A personagem era um pinguça fofoqueira e não duraria até a metade da novela. Mas Ana Lucia foi tão magistral e fez tanto sucesso, que os autores resolveram deixá-la até o fim da trama. Tia Neném tinha tiradas ótimas e recheadas de veneno. Ana Lucia Torre a interpretou divinamente. É um prazer vê-la atuar.



Melhor ator coadjuvante: André Gonçalves
Após uma série de personagens que não aconteceram, André recebeu de Walcyr Carrasco um homossexual que fazia da caricatura a sua marca principal. O que poderia ficar irritante ou forçado, acabou transformando Áureo em um dos personagens mais queridos de "Morde & Assopra". Ele e Vanessa Giácomo formaram uma dupla e tanto. O personagem ainda teve um desfecho criativo, fugindo da igreja e terminando com Josué (Joaquim Lopes), ao lado de Elaine (Otaviano Costa) e Sargento Xavier (Anderson Di Rizzi), fazendo shows pelo país.  - Observação: Também destaco os coadjuvantes Herson Capri e Marcos Caruso, que intepretaram com o talento de sempre, o vilão Cortez de "Insensato Coração" e o engraçado prefeito Patácio de "Cordel Encantado", respectivamente.


Melhor série: Divã
Todos sabem que a série de maior sucesso, que estreou esse ano, foi "Tapas & Beijos". As premiações que a mesma tem recebido também são justas. As histórias mostrando a vida de Suely (Andrea Beltrão) e Fátima (Fernanda Torres) são muito divertidas. Mas, na minha concepção, a série que merece mais é "Divã", protagonizada por uma impecável Lilia Cabral. Após ter feito sucesso no teatro e no cinema, as dúvidas e os dilemas de Mercedez também fizeram bonito na televisão. A história conseguia misturar o drama e a comédia com uma naturalidade incrível. - Observação: A terceira temporada de "Força-Tarefa" também merece o destaque. As investigações de Wilson (Murilo Benício) e sua "trupe", prendiam o telespectador e a série tinha uma qualidade ímpar. É de se lamentar seu encerramento.


Melhor programa humorístico: nenhum
O ano de 2011 não foi nada bom para o humor. Piadas de extremo mau gosto, apelações, repetições, e criatividade escassa. Foi duro o telespectador conseguir se divertir diante da tevê. "Pânico na Tv", "CQC", "Legendários", "Zorra Total", enfim, nenhuma dessas atrações merece elogios. É verdade que o "Zorra" conseguiu muita repercussão esse ano. Janete (Thalita Carauta) e Valéria (Rodrigo Sant`Anna) fizeram, e ainda fazem muito sucesso. Mas como tudo no programa, os bordões já se esgotaram e daqui a pouco o quadro será extinto ou remodelado, como já ocorreu com Lady Kate (Katiuscia Canoro) e afins.


Melhor humorista: Márvio Lúcio
Se por um lado todos os programas de humor andam precisando urgentemente se renovar, por outro, vimos mais uma vez um humorista se destacar. Márvio é um dos pouquíssimos pontos positivos do "Pânico na Tv". Suas imitações de Jô Soares, Amaury Jr., Raul Gil, Dilma, Amim Khader, e de tantos outros que ele faz, são perfeitas. Poucos imitadores no país conseguem fazer caricaturas tão impecáveis quanto ele.


Boa surpresa (1): Amor em 4 Atos
A série divida em quatro capítulos e baseada nas canções de Chico Buarque, que estreou em janeiro, na Globo, foi muito boa. Destaque maior para os dois últimos episódios, protagonizados por Alinne Moraes e Vladimir Brichta, onde Ary se interessa por uma prostituta chamada Vera. Foi a história mais interessante e dividida em dois capítulos.







Boa surpresa (2): Oscar Freire 279
A série exibida no canal pago Multishow, é uma história óbvia, mas que prende o telespectador pela qualidade e boas atuações, de um elenco com nomes conhecidos e outros nem tanto. A trama da jovem que vira prostituta na cidade grande é atraente, e foi, merecidamente, muito elogiada pelos críticos.




Boa surpresa (3): Festival SBT 30 anos
Para comemorar seus 30 anos de vida, o SBT resolveu relembrar dos aúreos tempos em que a emissora era a vice-líder absoluta de audiência e a segunda maior do país. O resultado foi positivo. O telespectador pôde rever os clássicos programas infantis da casa, o fenômeno "Casa dos Artistas", o sucesso das novelas mexicanas ("A Usurpadora", "Marimar" e "Maria do Bairro" são algumas delas) e as boas tramas produzidas pela emissora, como "Éramos Seis", "Fascinação" e "Ossos do Barão", por exemplo.


Boa surpresa (4): A Vida da Gente
Em sua primeira novela, a autora, Lícia Manzo, substituiu a bem-sucedida "Cordel Encantado"  nos apresentando uma trama tão boa quando a anterior, embora com um estilo totalmente diferente. Considerada a nova discípula do Manoel Carlos, Lícia conseguiu um feito e tanto: envolver todos os telespectadores através de uma história bem escrita e com uma sensibilidade rara. O núcleo principal arrebatou torcidas fervorosas. Manuela, Ana e Rodrigo despertaram paixões e fanatismo. Embora a audiência ainda não esteja a todo vapor, uma coisa é certa: a autora tem um futuro promissor na Globo.


Melhor apresentador: Silvio Santos
Silvio continua sendo uma referência para os demais apresentadores do país. Com uma desenvoltura que poucos conseguem ter, o apresentador mais uma vez se destacou. Com ótimas tiradas --- que algumas vezes beiraram a grosseria, diga-se ---, Silvio faz do "Programa Silvio Santos" uma ótima opção para as noites de domingo. Não foi por acaso, que a atração conseguiu atingir várias vezes a liderança no horário.



Melhor programa: Profissão Repórter
O programa, comandado pelo jornalista Caco Barcellos, continua sendo uma das melhores atrações jornalísticas da Globo. Apesar de curto e do horário ingrato, a atração sempre nos apresenta ótimas reportagens e os repórteres "estagiários" são, quase sempre, seguros e competentes. O "Profissão Repórter" é tudo o que o "Globo Repórter" deveria ser, mas não é, infelizmente. Se há tempos atrás o jornalístico comandado por Sérgio Chapelin era voltado mais para o lado investigativo, hoje prefere só falar de animais e saúde, com raras exceções.


Bem, tentei fazer um resumo do que de melhor eu vi esse ano na televisão brasileira. Sem dúvida, vários atores e atrizes talentosos acabaram ficando de fora. Novamente eu repito: estejam à vontade para discordar e apontar o que ficou faltando ou o que não foi mencionado. Nos vemos em 2012.

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quarta-feira, 26 de outubro de 2011

O Astro: missão cumprida

Na próxima sexta-feira se encerrará o remake de "O Astro", que marcou a estreia do novo horário de novelas da Rede Globo. No início sendo chamada de macrossérie, a obra de Janete Clair, adaptada por Geraldo Carneiro e Alcides Nogueira, acabou se transformando na nova novela das onze. Com os bons resultados obtidos, ano que vem a emissora já decidiu que fará uma nova versão de "Gabriela" adaptada pelo autor Walcyr Carrasco, responsável pelo recente sucesso de "Morde & Assopra".

A nova versão desse clássico de Janete Clair ficará marcada pelo excelente elenco que,em sua maioria, deu conta do recado com maestria. Tato Gabus Mendes, José Rubens Chachá e Marco Ricca fizeram um grande trabalho dando vida a três irmãos nada confiáveis e que sempre invejavam o mais velho, Salomão Hayalla, vivido por Daniel Filho. Marco, aliás, estava precisando de um bom papel há anos. Após tantos personagens submissos e apagados, ele deu um show como o frio Samir Hayalla (cuja crítica sobre sua atuação você pode ver aqui).

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

O Show de Marco Ricca

Desde que "O Astro" estreou como a nova novela das onze, que os telespectadores têm sido presenteados com uma verdadeira constelação de grandes atores. Praticamente o elenco inteiro está ótimo e muito entrosado. Mas tem um ator que está se destacando. Seu nome é Marco Ricca.

Esse excelente ator,que já fez diversos filmes,novelas e peças teatrais,começou na Globo na novela "Renascer", teve pas sagens pelo SBT (onde participou da inesquecível "Éramos Seis") e Band, até voltar em definitivo para a maior emissora do país.