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quinta-feira, 29 de fevereiro de 2024

Tudo sobre a coletiva online da terceira temporada de "As Five"

 O Globoplay promoveu nesta terça-feira (27/02) a coletiva online da terceira temporada de "As Five", que marca o fim da série originada do sucesso "Malhação - Viva a Diferença". Participaram as atrizes Heslaine Vieira, Gabriela Medvedovski, Manoela Aliperti, Daphne Bozaski e Ana Hikari. Fui um dos convidados e conto sobre o bate-papo. 


Gabriela Medvedovski falou sobre a sensação de fechamento de ciclo: "Ao mesmo tempo que a gente está muito feliz em entregar esse trabalho, estamos tristes em nos despedir delas. Quando acabamos 'Malhação' sentimos que ainda tínhamos muita história para contar. A Keyla terá uma relação com o personagem do Edu, vivido pelo Samuel de Assis, e existe um processo grande de amadurecimento nela. A vida cobrava isso dela há muito tempo e agora consegue dar uma estabilizada e vai poder aproveitar um pouco os benefícios de ter alguém que cuide de você. Era sempre o filho, o outro, ela nunca era prioridade. Agora terá uma retomada da autoestima", observou.

Ana Hikari fez um balanço da série e de sua personagem: "A gente está muito feliz porque a temporada está muito bonita e profunda. Conseguimos aprofundar bastante a questão de cada uma nessa temporada. Fica a sensação de felicidade e dever cumprido, mas um luto também. Uma das minhas cenas mais emocionantes foi quando a Tina entrou no restaurante dos pais na segunda temporada.

quinta-feira, 5 de janeiro de 2023

O que a televisão e o streaming reservam para o telespectador em 2023?

 Após um 2022 que marcou a volta da rotina com o avanço da vacinação contra a covid-19, o ano de 2023 promete bastante investimentos na área da cultura, incluindo várias produções no streaming. Duas novas novelas das seis e das sete se aproximam na Globo, assim como uma grande novela das nove. Muitas séries no Globoplay e uma nova produção para o público infantil no SBT. enfim, há várias novidades e outras continuações de temporadas . Vamos a elas. 




"Vai na Fé": 

É a primeira novela que Rosanne Svartman escreve sozinha. Seus dois folhetins anteriores de imenso sucesso ("Totalmente Demais" e "Bom Sucesso") foram desenvolvidos em parceria com Paulo Halm. Agora a autora contará a história de Sol, interpretada por Sheron Menezzes, mulher batalhadora que já foi dançarina de funk e vende quentinhas para sobreviver. Ela acaba voltando para seu passado quando começa a trabalhar como dançarina do cantor decadente Lui Lorenzo (José Loreto). A trama terá muita música, além de um elenco repleto de atores negros, incluindo os protagonistas. As chamadas já despertam interesse e a estreia é dia 16 de janeiro. A faixa das sete da Globo está precisando de um bom folhetim após a fraca "Cara e Coragem".



"BBB 23": 

Após a completa decepção do "BBB 22", as expectativas para a vigésima terceira edição do reality mais famoso do país não são muito altas. Até mesmo por conta de alguns nomes já divulgados pela imprensa do time 'camarote'. Mas é até melhor não ter muita ansiedade e se surpreender positivamente do que exagerar na animação e logo se frustrar, como foi o caso da temporada passada. Tadeu Schmidt segue no comando, o que é um boa notícia. 


quinta-feira, 28 de outubro de 2021

"As Five" entra na grade da Globo em péssimo horário e com censura

 A Globoplay estreou "As Five", série oriunda de "Malhação - Viva a Diferença" (2017/2018), ano passado, no dia 12 de novembro. A estratégia, na época, foi exibir um episódio por semana, atraindo mais engajamento e audiência em uma determinada hora. Funcionou. Tanto que um esquema parecido vem sendo feito com "Verdades Secretas 2", que tem dez capítulos disponibilizados na plataforma a cada 15 dias. Agora a emissora resolveu lançar a produção em sua grade duas vezes por semana: toda terça e quinta, após a reprise de "Verdades Secretas". 

Todavia, não precisa ser um especialista em televisão para constatar que o horário escolhido foi o pior possível. A trama está indo ao ar depois da meia noite, após a nova temporada do "The Voice Brasil" e a já citada reexibição de "Verdades Secretas". Parece até que a Globo está querendo esconder o produto. Aliás, vem sendo de difícil entendimento as novas estratégias da líder. A nova novela das 21h, escrita por Lícia Manzo, que irá ao ar toda gravada e será a primeira trama totalmente inédita da faixa durante a pandemia do novo coronavírus, teve uma péssima campanha de divulgação. Somente nas últimas semanas houve uma maior atenção. Mas pareciam mais preocupados em falar do remake de "Pantanal", que só estreia em 2022. 

Agora a empresa resolveu colocar "As Five", um produto inédito na grade aberta, em um horário complicado para todos que trabalham no dia seguinte. Tudo bem que a história é mais "pesada" que a vista em "Malhação" e não poderia ser colocada no ar muito cedo. Mas não seria melhor esperar o fim da reprise de "Verdades Secretas"?

quinta-feira, 14 de janeiro de 2021

"As Five" tem boas qualidades, mas não foi feita para quem acompanhou "Viva a Diferença"

 O título do texto parece contraditório. Afinal, todo spin-off que se preza é oriundo de um produto de imenso sucesso com o intuito de agradar aos fãs 'órfãos', após o fim de uma determinada série, novela ou filme. Porém, "As Five" foge da regra. A série, escrita por Cao Hamburger e dirigida por José Eduardo Belmonte, é repleta de qualidades e merece o sucesso que vem fazendo na Globoplay (a primeira temporada, exibida semanalmente pelo serviço de streaming da Globo, chegou ao fim nesta semana). A questão é que os problemas do roteiro ficam evidentes para o telespectador de "Malhação - Viva a Diferença". 

O primeiro e mais perceptível é o arco temporal. A série é exibida seis anos após o encerramento de "Malhação". E a história foi exibida pela Globo (reprisada atualmente, já na reta final) em 2017. Mas a trama de "As Five" é de 2019 (ano em que foi gravada) e as personagens se referem ao passado como se fosse por volta de 2012 ou até na década de 90. Vide uma fala de Keyla (Gabi Medvedovski) dizendo que a última vez que saiu para dançar a banda Jota Quest estava no auge. Parece bobagem, mas é justamente através dos pequenos diálogos que a confusão do período do enredo sobressai. 

Outro fato impossível de não ser questionado é a premissa da série. As cinco protagonistas se reencontram no enterro da mãe de uma delas (Tina - Ana Hikari), após seis anos de afastamento e três sem mensagens enviadas no grupo de WhatsApp. A ideia é ótima, pois retrata o oposto do primeiro encontro do quinteto em "Malhação": o nascimento de uma criança.

quinta-feira, 31 de dezembro de 2020

Retrospectiva 2020: os destaques do ano

 Em um ano tão problemático como 2020, foi possível elaborar uma lista de destaques da televisão?  A resposta é sim. Várias reprises tomaram conta da grade de todas as emissoras, mas ainda no primeiro semestre produções iniciadas em 2019 foram concluídas brilhantemente. Séries até então exclusivas da Globoplay migraram para a tevê aberta para ocupar espaços vazios. E algumas reexibições foram muito bem escolhidas. Vamos a elas na última retrospectiva do ano. 




"Éramos Seis":  O quinto remake do romance de Maria José Dupré, baseado na novela exibida pelo SBT em 1994, manteve as qualidades vistas nas produções anteriores, além de algumas diferenças. Angela Chaves conduziu brilhantemente essa versão exibida pela Globo e o folhetim primou pelo capricho da direção de Carlos Araújo. O elenco também foi escalado com precisão e Glória Pires deu um show como Dona Lola, assim como vários outros intérpretes, vide Cássio Gabus Mendes, Nicolas Prattes, Kelzy Ecard, Carol Macedo, Simone Spoladore e Ricardo Pereira. Foram muitas cenas emocionantes e lindamente interpretadas. Pela primeira vez a protagonista teve um final feliz, mas o título continuou fazendo sentido. Antes representava a tristeza. A quinta adaptação expôs o crescimento de uma família, que de seis passou a ter quinze integrantes. A novela foi a última que conseguiu ser finalizada antes da pandemia do novo coronavírus. 



"Bom Sucesso":
A novela das sete de Rosane Svartman e Paulo Halm, dirigida com maestria por Luiz Henrique Rios, foi um fenômeno de audiência e mereceu todo o sucesso. A trama se encerrou em janeiro, época em que a pandemia ainda não existia no Brasil. Quase um outro mundo. Os autores, responsáveis pelas também ótimas "Malhação - Intensa" (2012), "Malhação Sonhos" (2014) e "Totalmente Demais" (2016), emplacaram outro produto de qualidade e conquistaram o público com uma história deliciosa que abordou a literatura com delicadeza, apresentou personagens bem construídos, formou casais apaixonantes e ainda explorou viradas que emocionaram e tiraram o fôlego com boas doses de tensão. Impossível não ter se envolvido com Paloma (Grazi Massafera), Marcos (Romulo Estrela), Alberto (Antônio Fagundes), Nana (Fabiula Nascimento), entre tantos outros bons e bem interpretados perfis. É o melhor folhetim das 19h desde "Totalmente Demais", ironicamente, também escrito por eles e reprisado em 2020.

segunda-feira, 23 de novembro de 2020

"Talk Five" é uma boa ideia da Globoplay para o engajamento de "As Five"

 A Globoplay não esconde a aposta em "As Five". A série original do serviço de streaming da Globo, derivada de "Malhação - Viva a Diferença", uma das temporadas mais bem-sucedidas do seriado adolescente, sempre esteve cercada de expectativas. Antes da estreia, no dia 12 de novembro, houve uma espécie de 'introdução' através do especial "Making Five", uma leva de episódios especiais sobre os bastidores e todos os processos de escalação, produção e elaboração do formato. Funcionou. Agora, após a elogiada estreia, um novo projeto foi lançado: o "Talk Five". 


Na segunda-feira passada, dia 16, foi a exibição do primeiro programa exclusivo da plataforma. Hoje, dia 23, o segundo. As cinco atrizes que protagonizam "As Five" se reúnem todas as segundas-feiras, às 17h, no "Talk Five". É uma espécie de bate-papo sobre tudo o que aconteceu no episódio da série exibido na semana anterior --- como já mencionado, a temporada não será disponibilizada na íntegra e, sim, semanalmente. Ao vivo, a conversa é aberta para o público assinante da Globoplay e os melhores momentos da atração podem ser conferidos em um podcast no Gshow na terça-feira seguinte. 

Apresentado pela rapper, historiadora e escritora Preta Rara, o formato é quase uma extensão da série. O próprio diretor, Fabrício Mamberti, admite: "É possível discutir o episódio e aprofundar as camadas de cada personagem e seus conflitos, onde temos a chance de ver as atrizes defendendo não só o ponto de vista das personagens, mas o ponto de vista pessoal delas", explicou.

terça-feira, 17 de novembro de 2020

"As Five" mantém a qualidade de "Malhação - Viva a Diferença"

 A Globoplay disponibilizou o primeiro episódio de "As Five", série exclusiva do serviço de streaming e derivada de "Malhação - Viva a Diferença" (2017/2018), no dia 12 de novembro, meia noite em ponto. Isso após um protesto dos fãs da trama contra o horário estipulado anteriormente (às 17h), mesmo sendo uma produção para assistir a hora que quiser. E a estratégia é exibir um episódio por semana, atraindo mais engajamento e audiência em uma determinada hora. 

A Globo também exibiu o primeiro capítulo nesta segunda-feira (16/11); mas neste caso, sim, valeria um protesto dos fãs. O episódio foi ao ar depois da meia noite, em um horário ingrato para a audiência. A faixa logo depois da reprise de "A Força do Querer" seria bem mais adequada. Porém, a série é exclusiva da Globoplay e a exibição foi apenas um chamariz para mais assinantes. O que é possível observar da nova saga das protagonistas de "Malhação", escrita por Cao Hamburger, é a permanência de todas as características já observadas no seriado adolescente vespertino. Tanto na essência das personagens quanto na elaboração de seus dramas. E, como a temporada foi primorosa, não é um demérito.

É no momento mais conturbado da vida de Tina (Ana Hikari) que as cinco jovens se reencontram após seis anos sem se verem e cerca de três desde a última mensagem no grupo "As Five". As amigas se mobilizam para estarem presentes no velório da mãe de Tina. Morando nos Estados Unidos, Ellen (Heslaine Vieira) volta ao Brasil especialmente para acompanhar a cerimônia.

quarta-feira, 11 de novembro de 2020

Tudo sobre a coletiva de lançamento de "As Five", nova série da Globoplay

 A Globo promoveu nesta terça-feira, dia 10, mais uma coletiva para o lançamento de "As Five", série exclusiva da Globoplay, que estreia no dia 12, oriunda da temporada de sucesso de "Malhação - Viva a Diferença", exibida entre 2017 e 2018. Também escrita por Cao Hamburger, a série será exibida semanalmente no serviço de streaming da Globo. É a primeira vez que algo do tipo acontece. Normalmente, em qualquer plataforma do gênero, a temporada é disponibilizada completa. O objetivo, claro, é segurar a audiência. Fui um dos convidados do bate-papo e conto um pouco tudo o que foi falado. 

É no momento mais conturbado da vida de Tina (Ana Hikari) que as cinco jovens se reencontram após seis anos sem se verem e cerca de três desde a última mensagem no grupo "As Five". As amigas se mobilizam para estarem presentes no velório da mãe de Tina. Morando nos Estados Unidos, Ellen (Heslaine Vieira) volta ao Brasil especialmente para acompanhar a cerimônia. Keyla (Gabriela Medvedoski) leva Tonico (Matheus Dias), agora com sete anos, para rever as madrinhas, mas o garoto prefere fazer bagunça a interagir com elas, de quem mal consegue lembrar. Lica (Manoela Aliperti) chega sozinha ao local e fica constrangida quando seu olhar cruza com o de Samantha (Giovanna Grigio). Já Benê (Daphne Bozaski) conta com a companhia de Guto (Bruno Gadiol) e nem imagina que seu casamento está com os dias contados. 

Perguntei a todas o que não imaginavam estar na sinopse de "As Five". "Difícil responder sem dar spoiler, mas foi a autoestima da Keyla. Era algo que não esperava. Mas o resto só vendo a série porque é spoiler", contou Gabi. "Me surpreendeu a Lica continuar tendo uma atitude de adolescente à flor da pele. O pouco que posso dizer é isso", disse uma envergonhada Manu.

quinta-feira, 24 de setembro de 2020

Globoplay aposta em "Making Five" para a divulgação de "As Five"

 Uma das maiores apostas da Globoplay, serviço de streaming da Globo, é "As Five", série derivada da bem-sucedida temporada "Malhação - Viva a Diferença", reprisada atualmente por conta da pandemia do novo coronavírus. Tanto que o mistério em torno da estreia foi mantido por muito tempo. Só em julho revelaram a data: 12 de novembro. Mas antes fizeram muitos enigmas sobre o famigerado dia para render engajamento com os fãs. Agora outra estratégia de marketing foi criada através de uma espécie de spin-off chamado "Making Five". 


Os fãs das cinco amigas terão a oportunidade de mergulhar no universo de Keyla (Gabriela Medvedovski), Lica (Manoela Aliperti), Ellen (Heslaiene Vieira), Benê (Daphne Bozaski) e Tina (Ana Hikari) e de suas intérpretes através de "Making Five". O making of faz uma viagem ao passado mostrando a formação do grupo, a escolha das protagonistas e o sucesso por trás da série que ganhou o Emmy Kids Internacional em 2018. 

Dividido em quatro episódios ---- cada um com 25 minutos ----, "Making Five" tem direção artística de Fabrício Mamberti, que também é criador do projeto, ao lado de Marcel Souto Maior. A estreia na Globoplay é hoje, quinta-feira, dia 24.

segunda-feira, 6 de janeiro de 2020

O que a televisão reserva para o telespectador em 2020?

Embora todo mundo espere e torça, o ano de 2020 não será muito diferente de 2019 em relação ao momento que o país vive. Portanto, a televisão terá que manter cautela e não abusar muito dos gastos excessivos. Porém, apesar das dificuldades, todas as emissoras conseguiram apresentar produtos de qualidade no ano que passou. E, por tudo o que vem sendo anunciado e noticiado, a Globo seguirá como a maior investidora, por razões óbvias, e as demais economizarão bastante nos próximos doze meses. Ou seja, é provável que a líder domine ainda mais em 2020, principalmente por estar ousando em produções exclusivas da Globo Play. Vejamos o que o público pode esperar.







"Salve-se Quem Puder":
A missão de Daniel Ortiz será complicada, pois substituir o fenômeno "Bom Sucesso" no horário das sete da Globo é um desafio e tanto. Porém, o autor apostará na comédia farsesca para agradar o público. Embora a premissa da história, dirigida por Fred Mayrink, pareça séria ---- as três protagonistas (vividas por Juliana Paiva, Vitória Strada e Deborah Secco) se conhecem e logo precisam mudar de identidade ao presenciarem o assassinato de um juiz ----, o conjunto será baseado em elementos clássicos de folhetim das 19h. O carisma do trio central, pelo menos, o escritor já garantiu. 






"Big Brother Brasil":
A vigésima edição do BBB terá uma comemoração pelas vinte temporadas. Por isso mesmo, Boninho promete um reality "histórico". Resta saber se a promessa será cumprida de fato, afinal, o "BBB 19" foi o pior da história do programa, tanto no quesito participantes quanto no de audiência. Houve até uma especulação a respeito da entrada de pessoas "famosas" em 2020, como alguns Youtubers. Mas o diretor negou. Resta torcer ao menos para ser uma temporada minimamente aceitável e sem comentários desnecessários de Thiago Leifert.