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sexta-feira, 6 de novembro de 2026

"A Nobreza do Amor" termina com a sensação de que poderia ter sido muito maior do que foi

 Nesta sexta-feira (06/11), chegou ao fim A Nobreza do Amor, após 193 capítulos. A novela de Duca Rachid, Julio Fischer e Elisio Lopes Jr. teve inúmeras qualidades, mas não conseguiu transformar seu potencial em uma história verdadeiramente empolgante. A estrutura narrativa prejudicou bastante o desenvolvimento da obra, que terminou sem provocar o entusiasmo esperado e com repercussão modesta nas redes sociais e no boca a boca.


Curiosamente, a produção apresentou problemas semelhantes aos de Êta Mundo Melhor!, sua antecessora, que também passou em brancas nuvens, sem empolgar e com audiência mediana. Ambas sofreram com uma narrativa que andava em círculos, repetia situações e demorava demais para apresentar acontecimentos realmente relevantes. A última novela das seis a conquistar uma repercussão especialmente expressiva nas redes sociais foi Garota do Momento.

É uma pena, porque A Nobreza do Amor tinha tudo para ser muito maior. Os autores foram corajosos ao apresentar uma história protagonizada por uma realeza africana, com um reino fictício claramente inspirado em Pantera Negra.

terça-feira, 3 de novembro de 2026

"A Nobreza do Amor" entrega seu melhor capítulo com a batalha e a derrocada de Jendal

 O capítulo desta terça-feira (03/11) foi, sem dúvida, o melhor de A Nobreza do Amor até aqui. Finalmente, a novela de Duca Rachid, Júlio Fischer e Elísio Lopes Jr. entregou aquilo que o público esperava assistir desde o início: uma sequência de confrontos de verdade, embates carregados de tensão, cenas catárticas e acontecimentos de impacto, elementos que fizeram falta ao longo de boa parte da trama. Depois de meses de situações repetitivas, pouca movimentação narrativa e uma distância injustificável entre vilão e mocinha, a história finalmente encontrou a grandiosidade que sua proposta sempre prometeu.


A guerra entre a resistência e os soldados de Jendal (Lázaro Ramos) teve todo o impacto necessário, mesmo ocupando apenas um bloco. A direção de Gustavo Fernández e sua equipe foi de encher os olhos, conduzindo uma sequência espetacular, com enfrentamentos muito bem coreografados e interpretados. Mais do que uma batalha, a sequência representou uma espécie de correção dos três maiores problemas da novela: a figuração frequentemente deficitária, o pouco enfrentamento direto entre o vilão e a protagonista e a ausência de momentos verdadeiramente catárticos.

É verdade que os embates foram construídos predominantemente em planos fechados, estratégia que ajuda a disfarçar a limitação da figuração, cuja insuficiência sempre foi perceptível até para o espectador menos familiarizado com os recursos da televisão e do cinema.

sexta-feira, 30 de outubro de 2026

Rayssa Bratillieri merece todos os elogios por seu trabalho como Salma em "A Nobreza do Amor"

 "A Nobreza do Amor" está a pouco mais de uma semana de seu fim, e é impossível não destacar o trabalho de Rayssa Bratillieri como Salma, a jovem libanesa que passou boa parte da novela dividida entre a submissão aos pais e a angústia de estar presa a um noivado que nunca desejou. Mais uma vez, a atriz mostrou sua capacidade de valorizar personagens que, mesmo sem ocupar o posto de protagonistas, conseguem despertar o interesse do público graças à força de sua interpretação.


Rayssa tem um talento especial para imprimir personalidade às figuras que interpreta, e não foi diferente agora. Depois de conquistar o público com o casal formado ao lado do amigo Filipe Bragança no remake de "Elas por Elas", a atriz ganhou uma personagem bastante diferente de tudo o que já havia feito. Com delicadeza, construiu uma Salma doce, tímida e sensível, cuja fragilidade inicial escondia uma vontade de conquistar a própria liberdade. Foi justamente essa combinação que tornou a personagem tão cativante.

Uma pena, entretanto, que Salma tenha ficado presa a um ciclo de situações repetitivas durante boa parte da trama. O conflito envolvendo o noivado com Fuad (João Fernandes) e a pressão dos pais, Fátima (Kika Kalache) e Miguel (Eduardo Mossri), que faziam de tudo para vê-la casada com um libanês, acabou se prolongando além da conta.

terça-feira, 20 de outubro de 2026

Theresa Fonseca brilha como Virgínia e a transforma em um dos destaques de "A Nobreza do Amor"

 À medida que A Nobreza do Amor se aproxima de sua reta final, fica evidente que Theresa Fonseca encontrou em Virgínia uma personagem capaz de testar suas possibilidades como atriz e, ao mesmo tempo, demonstrar a força de seu talento. 


Racista, invejosa, possessiva e obcecada em destruir Alika (Duda Santos), a vilã passou boa parte da trama consumida pelo ciúme doentio de Mirinho (Nicolas Prattes) e pela necessidade de afastar a rival de seu caminho. Embora tenha ficado refém de situações repetitivas, com motivações que frequentemente giravam em torno dos mesmos conflitos, Theresa conseguiu imprimir personalidade à personagem e evitar que sua atuação se tornasse tão previsível quanto algumas das histórias que a envolviam.

O principal mérito da atriz está justamente em conseguir extrair nuances de uma figura tão desprezível. Virgínia é daquelas personagens que despertam pouca simpatia, sobretudo por seu comportamento racista e pela maneira como transforma suas frustrações em ataques contra Alika.

quinta-feira, 8 de outubro de 2026

Reencontro de Alika e Jendal escancara o grande erro de "A Nobreza do Amor"

 A Nobreza do Amor finalmente entregou, nesta semana, aquilo que poderia ter sido um dos grandes motores de sua narrativa desde o início. No capítulo 166, Jendal (Lázaro Ramos) chegou a Barro Preto e reencontrou Alika (Duda Santos), em uma sequência que era aguardada há meses pelo público. A cena funcionou muito bem. A direção de Gustavo Fernandes encontrou a tensão necessária para o momento, e Lázaro e Duda mostraram, mais uma vez, a força que têm quando dividem o mesmo espaço.

O problema é justamente esse: a novela demorou demais para proporcionar esse encontro. Escrita por Duca Rachid, Julio Fischer e Elísio Lopes Jr., a atual novela das seis está a cerca de um mês de seu fim e só agora colocou frente a frente sua mocinha e seu grande vilão depois de mantê-los separados desde a segunda semana da trama. É uma escolha difícil de compreender em um folhetim, gênero que depende justamente do confronto constante entre protagonistas e antagonistas.

Jendal deu um golpe de Estado em Batanga logo na primeira semana, obrigou Alika a se casar com ele e, na segunda semana, viu a princesa fugir para o Brasil. Desde então, os dois praticamente viveram em novelas diferentes.

terça-feira, 8 de setembro de 2026

Nicolas Prattes encontra sua melhor versão como Mirinho em "A Nobreza do Amor"

 Nicolas Prattes finalmente ganhou a oportunidade que sua carreira pedia há tempos: interpretar um personagem que fugisse do lugar-comum dos mocinhos que marcaram boa parte de sua trajetória na televisão. Em A Nobreza do Amor, novela das seis de Duca Rachid, Júlio Fischer e Elísio Lopes Jr., o ator vive Mirinho, um vilão que lhe permite explorar duas facetas até então pouco experimentadas em sua carreira: a vilania e a comédia. E ele tem aproveitado muito bem a oportunidade.


Nicolas estreou na televisão ainda criança, em uma breve participação na reta final de Terra Nostra, em 2000, quando interpretou o filho de Giuliana, personagem de Ana Paula Arósio. Mas sua estreia efetiva veio mesmo em Malhação – Seu Lugar no Mundo, em 2015, quando viveu Rodrigo, o mocinho da temporada. A partir dali, criou-se uma constante em sua trajetória: os heróis, os rapazes corretos e os chamados "bons moços".

Em 2016, brilhou como o querido Zac em Rock Story. Dois anos depois, ganhou mais um mocinho, Samuca, de O Tempo Não Para. Foi somente em Éramos Seis, em 2019, que surgiu uma oportunidade mais consistente de mostrar uma faceta diferente, com Alfredo, um dos filhos de Dona Lola, vivida por Gloria Pires.

terça-feira, 1 de setembro de 2026

Lázaro Ramos e Nikolly Fernandes formam a melhor dupla de "A Nobreza do Amor"

 O elenco de A Nobreza do Amor, atual novela das seis, é repleto de talentos. A trama escrita por Duca Rachid, Julio Fischer e Elísio Lopes Jr. tem apresentado vários nomes que vêm se destacando ao longo dos capítulos. Mas há uma dupla que chama atenção desde o primeiro capítulo: Lázaro Ramos e Nikolly Fernandes.


Interpretando o rei Jendal e a princesa Kênia, os dois começaram a novela em uma relação quase de gato e rato, responsável por revelar um lado mais humano --- e até divertido --- do vilão. Jendal chegou ao poder depois de um golpe de Estado que culminou na morte do rei de Batanga. Depois, ainda obrigou a princesa Alika (Duda Santos) a se casar com ele, e só não aconteceu o pior porque a mocinha conseguiu fugir antes.

Com a filha, porém, o comportamento era diferente. Jendal demonstrava preocupação genuína com o futuro de Kênia, e essa relação rendia uma dinâmica curiosa entre os personagens.

quinta-feira, 30 de julho de 2026

"A Nobreza do Amor" ultrapassa os 100 capítulos sem fazer a história andar

 A atual novela das seis, "A Nobreza do Amor", escrita por Duca Rachid, Júlio Fischer e Elísio Lopes Jr., merece todos os elogios pelo elenco talentoso escalado, pela ótima construção dos personagens e pelo figurino de encher os olhos. No quesito desenvolvimento da história, porém, a trama vem deixando muito a desejar.


A novela chegou ao centésimo capítulo na semana passada e pouca coisa de realmente relevante aconteceu até agora. Tudo anda em círculos, e os poucos conflitos apresentados estão presos a repetições. Afinal, o que de importante aconteceu na história até o momento? Se você precisou parar para pensar, é porque quase nada.

O único acontecimento realmente marcante ocorreu no início da trama, quando Alika (Duda Santos) e sua mãe, a rainha Niara (Erika Januza), fugiram de Batanga após o golpe de Estado liderado por Jendal (Lázaro Ramos) e se instalaram no Brasil.

sexta-feira, 24 de julho de 2026

Duda Santos e Theresa Fonseca brilham no primeiro embate real entre vilã e mocinha de "A Nobreza do Amor"

 Em A Nobreza do Amor, atual novela das seis escrita por Duca Rachid, Júlio Fischer e Elísio Lopes Jr., aconteceu nesta quinta-feira (23) o primeiro embate de fato entre a vilã e a mocinha. A trama chegou ao capítulo 100 nesta semana e só agora as personagens tiveram um confronto direto, ainda que breve, mas suficiente para marcar uma mudança na dinâmica entre as duas. Pela primeira vez, Virginia (Theresa Fonseca) deixou de lado o comportamento dissimulado e o discurso cuidadosamente calculado para expor, sem qualquer máscara, o preconceito que sempre carregou.


A vilã se colocou completamente às claras diante de Alika (Duda Santos), ao confrontá-la em plena rua e na frente de diversas pessoas. Revoltada após ficar de castigo por decisão dos pais, consequência de ter sido desmascarada pela mocinha, Virginia responsabilizou a rival pelo pior momento de sua vida. Afinal, foi Alika quem revelou que ela havia trazido os cangaceiros para a cidade com o objetivo de destruir seu ateliê e acabar com seu trabalho.

Tomada pelo ódio, Virginia abandonou qualquer tentativa de manipular a situação e partiu para ataques racistas explícitos.

quarta-feira, 6 de maio de 2026

"A Nobreza do Amor" tem início bem estruturado e sem pressa, mas escassez de figurantes é um problema

 Há um contraste curioso e bastante positivo no trabalho de Duca Rachid, Elisio Lopes Jr. e Julio Fischer em "A Nobreza do Amor". Depois de uma experiência anterior marcada por atropelos narrativos em "Amor Perfeito", o trio demonstra, agora, um domínio muito mais consciente do tempo dramático e isso faz toda a diferença.


Há quase dois meses no ar, a novela das seis se revela um folhetim agradável de acompanhar justamente por aquilo que antes faltou: paciência. A construção das tramas é cuidadosa, sem a pressa que compromete o envolvimento do público. O romance entre a princesa Alika, vivida por Duda Santos, e o plebeu Tonho, de Ronald Sotto, é o melhor exemplo disso. Desde o primeiro encontro atravessado, com direito a esbarrão e troca de farpas, até o início do namoro, houve um percurso gradual, convincente e saboroso de acompanhar. Nada soa apressado, ao contrário, cada avanço do casal parece merecido.

A própria chegada da protagonista a Barro Preto, fugindo do golpe de estado liderado por Jendal (Lázaro Ramos), estabelece bem o tom da narrativa. A perda do pai, a adaptação a uma nova realidade e a construção de novas relações ---- inclusive sob a identidade de Lúcia ---- são desenvolvidas com equilíbrio.

sexta-feira, 27 de março de 2026

"A Nobreza do Amor": o que esperar da nova novela das seis?

 Uma superprodução que conecta um reino africano a uma pacata cidade do interior do Nordeste do Brasil e propõe uma união intercontinental através do amor, do desejo de justiça e do encontro com a ancestralidade. Em ‘A Nobreza do Amor’, uma fábula afro-brasileira dos anos de 1920 que chegou ao horário das seis da TV Globo no dia 16 de março, a distância de um oceano não é empecilho para um encontro de almas: Alika (Duda Santos) e Tonho (Ronald Sotto), uma princesa da África e um trabalhador do Brasil, protagonistas dessa história que reúne aventura, romance, humor e grandes emoções.


Criada e escrita por Duca Rachid, Júlio Fischer e Elisio Lopes Jr., com direção artística de Gustavo Fernández e produção de Andrea Kelly, a novela se passa em dois universos fictícios, distantes geograficamente, mas com fortes entrelaçamentos que ajudam a revelar a face de um país que tem na África a fonte de uma das suas mais nobres raízes ancestrais. De um lado do oceano, Batanga, ex-colônia portuguesa, reino da costa ocidental da África, marcada por uma disputa de poder central na trama. Do outro, Barro Preto, interior do Rio Grande do Norte, cidade onde litoral e sertão se cruzam, produzindo paisagens singulares de um microcosmo de Brasil, em seus conflitos e diversidade.

 

Um golpe de estado em Batanga dá início a essa trama envolvente, que reúne grande elenco e conta com cenas de tirar o fôlego. O ambicioso Jendal, vilão interpretado por Lázaro Ramos, é o responsável por trair e derrubar o rei Cayman II (Welket Bungué), usurpando seu trono,

quinta-feira, 26 de março de 2026

Tudo sobre a segunda coletiva online de "A Nobreza do Amor", a nova novela das seis

 A Globo promoveu na primeira quinta-feira de março, dia 5, a segunda coletiva virtual de 'A Nobreza do Amor', a nova novela das seis, escrita por Duca Rachid, Elisio Lopes Jr. e Julio Fischer, dirigida por Gustavo Fernandez. Participaram a diretora de conteúdo da Globo, Kellen Julio, e os atores Marco Ricca, Érika Januza Lázaro Ramos, Bukassa Kabengele, Rayssa Bratillieri, Rodrigo Simas,Kika Kalache, Ana Cecilia Costa, Rita Batista, João Fernandes, Nikolly Fernandes, Paulo Lessa, Hilton Cobra, Lucínio Januário, André Luiz Miranda, Welket Bungué, Edu Mosssri, Michel Blois e João Pedro Zappa. Fui um dos convidados e conto sobre o bate-papo a seguir. 


Kellen Julio contou sobre o projeto: "Que honra apresentar esse projeto tão incrível. Sou diretora de inovação, diversidade e conteúdo dos Estúdios Globo. Entrei na empresa em 2018 para desenhar a brasilidade do nosso audiovisual. Entrei na Globosat, que nem existe mais, e com a fusão das empresas saio de um universo menor e desenho a diversidade de toda empresa olhando para o povo negro. 'A Nobreza do Amor' ressignifica a relação do Brasil com a África. A gente resgata um posicionamento e enquadra a África no imaginário, após anos de uma abordagem tão reducionista. O horário das seis é tão precioso porque tem as crianças chegando da escola, os pais chegando do trabalho e trazendo uma estética linda com a novela. É uma revolução. A gente tem um diálogo muito bom para investir na dramaturgia sem estereótipos e com uma proposta de Brasil que a gente acredita. É um orgulho abrir esse debate".

Lázaro Ramos falou sobre seu primeiro vilão: "Nunca foi um sonho da minha vida fazer vilão. Meu sonho era fazer herói. Quando Elisio me convidou pro projeto quis muito fazer. Tá sendo uma descoberta e um prazer falar coisas absurdas e maldades, além de acompanhar esse universo que vem sendo contado.

segunda-feira, 16 de março de 2026

Tudo sobre a primeira coletiva online de "A Nobreza do Amor", a nova novela das seis

 A Globo promoveu na primeira quarta-feira de março, dia 4, a primeira coletiva virtual de 'A Nobreza do Amor', a nova novela das seis, escrita por Duda Rachid, Elisio Lopes Jr. e Júlio Fisher e dirigida por Gustavo Fernandez. Estiveram presentes os autores, o diretor e os atores Ronald Sotto, Duda Santos, Danton Mello, Cesar Ferrario, Nicolas Prattes, Theresa Fonseca, Fabiana Karla, Cássio Gabus Mendes, Vitória Rodrigues, Quitéria Kelly, Daniel Rangel, Fábio Lago, Raíssa Xavier, Marcelo Médici, Samantha Jones, Júlia Lemos, Emanuelle Araújo, João Fontenele, Carol Badra, Ítalo Martins e Lukete. Fui um dos convidados e conto sobre o bate-papo a seguir.


Julio Fischer comentou sobre a essência do enredo: "É um universo fabular e temos elementos ficcionais, mas não são totalmente fantasiosos. Essa nossa ficção é muito calcada da pesquisa histórica. O protagonismo negro está desde a nossa primeira ideia, que foi contar a história de uma princesa negra. Foi uma preocupação nossa e a semente da novela foi a partir desse propósito. Vai existir um confronto para alcançar uma justiça e existe um confronto, mas visando um bem maior".

Duca Rachid complementou: "África não é uma só e trouxemos várias Áfricas. Trouxemos várias referências da literatura, assim como fizemos em 'Cordel Encantado', e podemos trazer uma riqueza de linguagem, mas calcada em pesquisa histórica. A gente tá fazendo uma novela dois em um e considero essa a mais difícil para mim.

terça-feira, 6 de janeiro de 2026

O que a televisão e o streaming reservam para o telespectador em 2026?

 O novo ano acabou de começar e o mundo do entretenimento está prometendo várias produções ao longo dos meses, tanto na televisão quanto no streaming. A HBO Max lançará sua segunda novela no mercado, após vários adiamentos, enquanto o Globoplay não anunciou qualquer folhetim nacional inédito, após a irretocável "Guerreiros do Sol" ano passado. A Globo já anunciou suas duas novelas das seis, apenas uma trama das sete (a segunda ainda é incerta) e a produção das nove. Enfim, vamos logo para a lista do que virá em 2026. 



"Coração Acelerado": 

A novela das sete da Globo substituirá "Dona de Mim" a partir do dia 12 de janeiro e é escrita por Mariana Helena Nascimento (autora de "Rock Story") e Izabel de Oliveira (autora de "Cheias de Charme", "Geração Brasil" e "Verão 90"). Por conta do sucesso da série "Rensga Hits", a trama tem o universo sertanejo com pano de fundo Ambientada em Goiânia através da cidade fictícia de Bom Retorno, a história é protagonizada por Isadora Cruz e Filipe Bragança, que vivem os mocinhos Agrado e João Raul, e a produção ainda tem Gabz interpretando a destemida Eduarda, a co-protagonista que fará futuramente uma dupla sertaneja de sucesso com Agrado. A produção ainda marca a volta de Isabelle Drummond aos folhetins e a atriz será a vilã Naiane, uma espécie de Virginia Fonseca. O elenco ainda tem nomes como Letícia Spiller, Antônio Calloni, Leandra Leal, Marcos Caruso, Elisa Lucinda, entre outros.



"BBB 26": 

Após o completo fiasco da edição comemorativa das 25 temporadas de reality, cujo elenco teve em sua grande maioria participantes apáticos e com uma vencedora que ninguém mais lembra, o novo ano do reality está cheio de vinhetas prometendo grandes novidades, incluindo cinco casas de vidro espalhadas pelo país para o público selecionar todo o time Pipoca e com isso ter a responsabilidade de um possível time ruim ou bom. Também haverá o time dos Camarotes, mas desta vez terá o 'bônus' de ex-BBBs em um grupo chamado de Veterano. Vários nomes já foram vazados e muitos devem estar na lista, como Henri Castelli e Ana Paula Renault, mas outros beiram o inacreditável, como Christiane Torloni. Resta aguardar.

terça-feira, 14 de outubro de 2025

"Upfront Globo 2026" anuncia nova programação e debocha da concorrência

 Na noite desta segunda-feira, 13 de outubro, o auditório do Ibirapuera, em São Paulo, foi palco de um dos eventos mais aguardados do calendário da indústria criativa brasileira: o Upfront Globo 2026. Reunindo estrelas do audiovisual e do mercado publicitário, a Globo apresentou as principais novidades para o próximo ano, reforçando sua posição como grande produtora e contadora de histórias que conectam conversa e consumo no Brasil. Mas tambem ironizou a concorrência.


O destaque do evento foi a evolução contínua da entrega multiplataforma da Globo, com uma estratégia de distribuição que permite que suas histórias circulem com fluidez entre a TV aberta, o streaming, as redes sociais e outras plataformas digitais – próprias ou não, incluindo agora também o inventário OOH. Um movimento que amplia o alcance e o impacto dos conteúdos da Globo, criando fenômenos culturais que atravessam gerações, telas e formatos.
 
“Este ano tem nos mostrado do que somos capazes: desde trazer o primeiro Oscar para o Brasil à inauguração do maior estúdio de produção virtual da América Latina, da aquisição da Eletromídia à expansão da distribuição do nosso conteúdo, seguimos construindo um ambiente onde talentos florescem e onde as marcas e a indústria se fortalecem.