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terça-feira, 11 de março de 2025

"Falas Femininas" inaugurou um novo e interessante formato para o especial da Globo

 Com leveza, bom-humor e direito a palco de stand up comedy, plateia e esquetes em cenários variados, o ‘Falas Femininas’ inaugurou o projeto ‘Falas’ de 2025 nesta segunda-feira, dia 10 de março, em celebração ao Dia Internacional da Mulher, comemorado em 8 de março. Marisa Orth, Deborah Secco e Cacau Protásio comandaram a edição como apresentadoras e interpretaram diversas personagens no especial, que contou ainda com a participação de atrizes como Lilia Cabral, Arlete Salles, Elisa Lucinda, Heslaine Vieira, Evelyn Castro, Stella Miranda, Ademara, Marianna Armellini, Angela Dip e Betina Camara. 


Desde sua estreia, em 2020, o ‘Falas’ já experimentou diversos formatos: documentário, dramaturgia, experimento social foram alguns deles. Em 2025, o humor, que é um poderoso instrumento de comunicação, vai permear todos os especiais, mantendo sua função crítica, de gerar conversa, informar e conscientizar o público, convidando a todos para conhecer e discutir de forma criativa as mais importantes temáticas identitárias que temos no Brasil, de uma forma leve, por meio de formatos já conhecidos do público, que são o stand up comedy e esquetes. 

 Além de apresentadoras do ‘Falas Femininas’, Deborah Secco, Cacau Protásio e Marisa Orth apareceram ao lado de Gabriela Loran como paquitas.

sexta-feira, 8 de março de 2024

"Falas Femininas" muda de formato em 2024 e se mantém assertivo

 Ano passado, a Globo lançou uma antologia do projeto "Falas" através de histórias ficcionais exibidas em episódios únicos ao longo do ano. "Falas Femininas" (em homenagem ao Dia Internacional da Mulher), "Falas da Terra" (em homenagem ao Dia dos Povos Indígenas), "Falas de Orgulho" (em homenagem ao Dia do Orgulho LGBTQIAP+), "Falas da Vida" (em homenagem ao Dia Internacional das Pessoas Idosas) e o "Falas Negras" (em homenagem ao Dia da Consciência Negra) tiveram tramas que impactaram de diferentes formas. 


A emissora, agora, mudou o método. Sai de cena a dramaturgia e entra um programa que aborda várias questões pertinentes sobre cada tema na sociedade. E o primeiro foi o "Falas Femininas", exibido nesta sexta-feira, no Dia Internacional da Mulher. O formato nunca foi tão literal quanto em 2024. Intitulado "Louca", o programa foi inteiro sobre a voz das silenciadas, abandonadas, descredibilizadas, manipuladas, e a urgência de serem ouvidas. 

Com apresentação de Taís Araújo e Paolla Oliveira, direção de Antonia Prado e autoria de Veronica Debom e Isabela Aquino, o episódio debateu a exaustão e os diversos fatores que impactam e corroem a saúde mental feminina, abordando temas como assédio, gaslighting e abandono.