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terça-feira, 12 de outubro de 2021

Helena Rizzo foi uma escolha certeira para o "Masterchef BR"

 A versão nacional do "Masterchef" estreou na Band em 2014 e desde então virou um dos principais programas da emissora. É verdade que a audiência caiu muito ao longo dos anos e a repercussão já não chega nem perto do que era, mas ainda é um formato consagrado e bem aceito pelo público. Um dos maiores êxitos do formato era o trio de jurados. Mas Paola Carosella, justamente a integrante mais querida, pediu para sair do reality em janeiro deste ano. Uma situação que tinha tudo para afundar a competição de vez. No entanto, a Band conseguiu se sair muito bem da difícil situação com a entrada de Helena Rizzo.

 A substituta de Paola tinha que ser certeira. Não havia possibilidade para qualquer erro. A chef argentina estava no formato desde o início e tinha um entrosamento perfeito com Erick Jacquin e Henrique Fogaça. Era a que mais provocava medo e ao mesmo tempo admiração nos competidores. Como colocar outra pessoa do mesmo 'nível'? Afinal, além de competente e rígida nas análises, havia a necessidade de colocar alguém tão carismática quanto ela. Nem todo profissional se sai bem diante das câmeras, por melhor que seja. Trabalhar na televisão exige uma troca com a câmera que muitas vezes não se aprende. 

E Helena Rizzo se mostrou uma ótima escolha logo no primeiro programa da oitava temporada. Claro que havia o natural nervosismo, mas nada que tenha atrapalhado. Por incrível que pareça nem deu para sentir tanta falta de Paola.

quarta-feira, 22 de julho de 2020

"MasterChef" volta com novo formato e medidas de segurança questionáveis

O principal produto da Band teria mais uma temporada, como de costume, iniciada em março. Mas a pandemia do novo coronavírus adiou os planos da emissora. E, como o reality gastronômico virou uma das principais fontes de renda do canal, cancelar a exibição em 2020 estava fora de questão. Tanto que a produção conseguiu lançar a sétima temporada do "MasterChef Brasil" em julho, no dia 14 (terça-feira passada), com uma nova reformulação para o atual e conturbado momento do país.


O clássico formato com vinte ou dezoito participantes disputando a competição ao longo de quatro meses, com uma eliminação por semana, foi extinto. Agora são apenas oito concorrentes no estúdio e não há time fixo. Portanto, há um vencedor por semana e uma nova leva de pessoas na disputa seguinte. Já os jurados Henrique Fogaça, Paola Carosella e Erick Jacquin não comem mais no mesmo prato. Agora, para experimentar as comidas dos candidatos, cada um tem o seu prato em três bancadas separadas.

O prêmio também mudou. Ao invés de um suntuoso troféu, um carro e uma bolsa de estudos na renomada Le Cordon Bleu, em Paris, o campeão fatura um micro-troféu, R$5 mil oferecidos por um patrocinador, uma bolsa de estudos na Estácio de Sá, um forno e R$ 500 para gastar em compras de outra patrocinadora.

quarta-feira, 18 de dezembro de 2019

"MasterChef - A Revanche" foi uma boa ideia da Band

Não é segredo que a Band fez do "MasterChef" o seu grande trunfo em uma programação bastante deficiente de bons programas. Há um bom tempo que a emissora enfrenta problemas em virtude da crise financeira que provocou inúmeras perdas em sua grade, como os direitos da transmissão do futebol. E o desgaste do formato foi inevitável. Afinal, exibir duas temporadas por ano acaba cansando. Mas ao mesmo tempo é preciso reconhecer a boa ideia do canal com a criação do "MasterChef - A Revanche".


A temporada estreou em outubro e chegou ao fim nesta terça-feira (17/12). A produção fez uma boa seleção de participantes que marcaram a história do programa, tanto positiva quanto negativamente. Ana Luiza (4ª temporada), Aristeu (5ª), Bianca (1ª), Cecília (1ª), Estefano (1ª), Fábio (3ª), Fernando Cavinato (3ª), Fernando Kawasaki (2ª), Haila (6ª), Helton (6ª), Juliana (6ª), Iranete (2ª), Katleen (5ª), Mirian (4ª), Raquel (3ª), Sabrina (2ª), Thiago (5ª), Valter (4ª), Vanessa (3ª) e Vitor (4ª) foram os escolhidos e logo no início vários foram eliminados em duelos emocionantes. Ousaram com um começo mais disputado e funcionou.

Ao longo da edição também houve êxito na escolha de ótimas provas, entre elas algumas das mais difíceis e marcantes das temporadas passadas que aterrorizaram os participantes. E, claro, Henrique Fogaça, Paola Carosella e Erick Jacquin continuaram entrosados e afiados como de costume.

quinta-feira, 20 de junho de 2019

"MasterChef" beneficiou o telespectador aos domingos

A sexta temporada do "MasterChef" estreou no dia 24 de março na Band. O reality culinário segue como o único trunfo da emissora que há um bom tempo amarga péssimos índices de audiências com quase todos os seus programas e recém-lançamentos, como o conhecido "O Aprendiz" e o novo matinal "Aqui na Band". Porém, o desgaste do formato foi inevitável em virtude da exibição de duas temporadas por ano (uma com amadores e outra com profissionais).


Por isso mesmo a Band resolveu exibir a temporada de 2019 com amadores aos domingos, às 20h. O intuito era ''oxigenar" um pouco o programa em um dia cuja concorrência já está estabelecida e em um horário mais "familiar". Afinal, o antigo horário, às terças, sempre foi motivo de controvérsia, pois nunca tinha um padrão ---- às vezes começava às 22h30 e em outras às 22h50 ---- e terminava por volta da uma da manhã. Embora tivesse índices de audiência satisfatórios (em alguns dias chegava a ficar em segundo lugar por alguns minutos), era péssimo para o público que trabalha no dia seguinte.

E, infelizmente, o desgaste do formato já impedia que momentos gloriosos de vice-liderança ocorressem nas últimas temporadas. Agora, pelo menos, o reality sempre começa às 20h e chega ao fim às 22h. Parece estranho, mas as longas duas horas de duração passam bem mais rápido no novo horário.

quinta-feira, 6 de junho de 2019

Band não deve se intimidar com a baixa audiência de "O Aprendiz"

O reality de negócios estreou no Brasil em 2004, na Record, baseado no formato original norte-americano ("The Apprentice"). Comandado por Roberto Justus, a atração fez um grande sucesso e ficou no ar até 2009. Foram seis edições ---- "O Aprendiz" 1, 2 e 3; "O Aprendiz 4 - O Sócio"; "O Aprendiz 5 - O Sócio"; "O Aprendiz 6 - Universitário". Já em 2010 começou a ser apresentado por João Dória e teve apenas duas edições: "Aprendiz Universitário" e "Aprendiz Empreendedor", sem o mesmo êxito. Com a volta de Justus, em 2013, mais duas temporadas foram ao ar: "Aprendiz - O Retorno" e "Aprendiz Celebridades".


Infelizmente, a produção acabou cancelada porque Roberto foi se aventurar em outros realities. Virou apresentador do "Power Couple" e "A Fazenda", ambos também na Record. Porém, seu desempenho foi um fiasco. Robótico e muitas vezes perdido no comando, Justus acabou massacrado pela crítica e nunca teve o respeito dos participantes. Parecia um peixe fora d`água. Depois que se desligou em definitivo da emissora do bispo Edir Macedo, resolveu levar o formato que o consagrou para a Band e estreou mais uma edição de "O Aprendiz", em março. 

A temporada está ótima e conta com a presença de influenciadores digitais. Todas as qualidades do formato seguem presentes e fica evidente que Roberto Justus nunca deveria ter saído da apresentação desse programa. É a sua área e onde tem segurança de sobra.

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019

Brilhante, Ricardo Boechat era um dos maiores jornalistas do país

O ano de 2019 não está começando nada bem. Após o descaso da mineradora Vale, provocando uma desgraça em Brumadinho (Minas Gerais), o acidente de carro que vitimou o ator Caio Junqueira, o temporal que implicou na morte de seis pessoas no Rio de Janeiro e o incêndio que matou dez jogadores juniores do Flamengo, o Brasil perdeu Ricardo Boechat em uma queda de helicóptero, hoje, em São Paulo.


Âncora da Band News FM, colunista da revista "Istoé" e apresentador do "Jornal da Band", Boechat era uma dos mais prestigiados jornalistas do país. Sua dupla com José Simão na rádio era genial, seus textos sempre repercutiam e sua firmeza no comando do principal jornalístico da Band era o retrato da credibilidade. Ganhou três vezes o Prêmio Esso, um dos mais importantes do jornalismo nacional. Já o Prêmio Comunique-se, dado pelo voto individual de jornalistas, o agraciou 18 vezes, o que comprova o imenso respeito e admiração de seus colegas.

Ao longo de uma carreira iniciada na década de 70, escreveu em jornais como "Diário de Notícias", onde começou, "O Globo", "Jornal do Brasil", "O Estado de S. Paulo" e "O Dia". Na década de 90, teve uma coluna diária no "Bom Dia Brasil", na Globo, e também trabalhou no "Jornal da Globo". Foi diretor de jornalismo da Band e ainda teve uma breve passagem pelo SBT.

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

"MasterChef" é o melhor reality culinário do país

O "MasterChef" estreou no Brasil no dia 2 de setembro de 2014 e desde então já apresentou quatro temporadas com participantes amadores, uma com crianças e outra com profissionais (tendo uma segunda já prestes a estrear). O programa não demorou para se tornar um imenso sucesso e o maior êxito da Band dos últimos anos. Se firmou como o melhor reality culinário do país com larga vantagem, tendo ainda atingido a marca de 100 edições na atual temporada, no último dia 11 de julho.


O primeiro programa marcou 3,6 pontos de audiência, ficando em quarto lugar. Para o padrão da Band não é ruim. Mas, aos poucos, o formato foi conquistando cada vez mais admiradores até atingir picos de 9 pontos, brigando pela vice-liderança com Record e SBT, conseguindo algumas vezes ultrapassar até a Globo, se mantendo no topo por até meia hora. É um resultado extraordinário que nem os mais otimistas esperavam. Tanto que a emissora transformou a atração em sua galinha dos ovos de ouro.

A Bandeirantes não para de emendar temporadas desde que estreou o formato ---- baseado no original de mesmo nome da BBC, no Reino Unido ---- em 2014. Essa atitude costuma arruinar qualquer produção, por mais vitoriosa que seja. Afinal há um natural desgaste e a melhor estratégia é sempre deixar um gostinho de quero mais para o ano seguinte.

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

"Pesadelo na Cozinha": mais um acerto gastronômico da Band

Ainda ancorada no sucesso do "MasterChef", a Band, além de emendar temporadas e ainda criar a versão "Júnior" (já extinta) e "Profissionais", resolveu aproveitar os carismáticos jurados do reality culinário em outras atrações. O primeiro contemplado foi Erick Jacquin, que ganhou um programa para chamar de seu: o "Pesadelo na Cozinha", que estreou na última quinta-feira de janeiro (dia 26).


Adaptação de "Kitchen Nightmares", formato comandado por Gordon Ramsay nos Estados Unidos, o programa consiste na salvação de restaurantes em sérias dificuldades financeiras. O chef se transforma em uma espécie de consultor, verificando primeiramente o que não está funcionando (incluindo cardápio, método de trabalho e higiene) e depois atuando junto da equipe, orientando e virando quase o dono temporário do estabelecimento.

Vale lembrar que o "Caldeirão do Huck", na Globo, já teve um quadro parecido chamado "Negócio Fechado", exibido em 2008. Luciano Huck recebia cartas de donos de restaurantes quase falidos e fazia uma grande reforma nos estabelecimentos, tendo a ajuda de um chef de cozinha, que orientava no funcionamento do local.

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

"MasterChef Profissionais" expõe a longevidade do formato tão explorado pela Band

No dia 4 de outubro estreou o "MasterChef Profissionais", menos de dois meses depois do término da terceira temporada do "MasterChef", que durou quase seis meses. A nova versão do reality culinário, como o próprio nome diz, é composto somente por cozinheiros experientes, onde o nível da disputa é bem maior. Mas, apesar da leve mudança, não deixa de ser mais do mesmo. E a grande questão era uma só: a Band estaria desgastando o formato? Pois o imenso sucesso da atual fase apenas expõe que esse programa tem uma longevidade invejável, por mais que a emissora esteja mesmo abusando de sua exibição.


A atual edição não demorou para apresentar índices expressivos de audiência, ao contrário das temporadas anteriores, que começaram de forma mais 'tímida' nos números. A atração chegou até a liderar, deixando a série "Supermax" e o "Jornal da Globo" para trás. Ou seja, o público aprovou o reality e não se cansou nem um pouco dele, pelo contrário. Mesmo com um intervalo muito curto entre uma temporada e outra, a competição mantém o interesse do telespectador, se firmando como a galinha dos ovos de ouro da Band.

A emissora, inclusive, agora só tem esse programa para se apoiar. Afinal, abriu mão dos direitos do Campeonato Brasileiro e dos jogos estaduais, deixando toda a equipe de jornalismo esportivo apreensiva. A estreia do "X Factor", que seria um novo produto para atrair público, ainda decepcionou, apresentando jurados equivocados e candidatos fracos.

quinta-feira, 27 de outubro de 2016

Jurados equivocados e candidatos fracos fazem do "X Factor" uma decepção

O "X Factor" é um vitorioso formato que faz sucesso no mundo todo. Criado em 2004 por Simon Cowell, a atração não é muito diferente dos inúmeros outros programas do gênero. Consiste em achar talentos musicais e transformá-los em estrelas. Quatro jurados são os responsáveis em julgar os concorrentes até a grande final. A versão nacional até que demorou bastante para surgir, mas finalmente veio e na Band, que adquiriu o produto em coprodução com a TNT e a Freemantle, estreando a primeira temporada no dia 29 de agosto.


Apresentado por Fernanda Paes Leme (que está em seu primeiro trabalho fora da Globo), o programa tem o produtor musical Rick Bonadio e os cantores Paulo Miklos, Di Ferrero e Alinne Rosa integrando o juri. A emissora, com o intuito de resolver um pouco os buracos que surgiram na sua grade após a desistência dos direitos de transmissão do Campeonato Brasileiro, colocou a atração em dois dias da semana: segundas e quartas, às 22h30. Em virtude do sucesso do formato, havia um otimismo grande em relação ao retorno do público. Porém, já há quase dois meses no ar, o resultado não poderia ser mais desanimador.

Infelizmente, quase nada tem funcionado na versão nacional. O nível dos candidatos é fraquíssimo; os jurados estão cada vez mais equivocados e muitas vezes forçados; não houve explicação em cima da seleção dos escolhidos para as primeiras audições; e a duração do programa (mais de duas horas, ou seja, praticamente quatro horas e meia por semana) se mostra acima do necessário em função do que vem sendo apresentado.

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Terceira temporada do "MasterChef" mantém o fôlego do formato e repete o sucesso

O ano de 2016 está sendo bem difícil para a Band. Após um longo tempo transmitindo o Campeonato Brasileiro junto com a Globo, a emissora desistiu dos direitos para cortar custos, despertando um clima de preocupação em vários profissionais, uma vez que o canal sempre teve o esporte como identidade. Para culminar, ainda cancelou o "CQC" no início do ano, humorístico que já estava em crise e sem audiência. Porém, apesar das várias dificuldades enfrentadas, a Bandeirantes só tem motivos para sorrir com a versão nacional do "MasterChef".


O reality estreou sua terceira temporada em março (dia 15) e contou com 21 participantes, três a mais que a edição anterior. O número maior de candidatos teve justamente o intuito do programa durar mais tempo no ar, se beneficiando da ótima audiência das duas temporadas anteriores. A emissora chegou até a inserir a atração em dois dias da semana (terça e quarta), na metade de julho, com a intenção de encerrá-lo antes das Olimpíadas. No entanto, a medida (bastante amadora) foi logo cancelada, voltando a ser uma vez por semana como sempre foi.

A competição de aspirantes a chefs se encerrou nesta terça-feira (23/08) e ficou praticamente seis meses no ar. Uma duração digna de novela e não de reality. Entretanto, mesmo tendo uma longa jornada, com direito a mais de duas horas de programa semanal (começando sempre por volta de 22h30 e terminando quase uma da manhã), a atração não se desgastou, mantendo um impressionante fôlego.

terça-feira, 17 de novembro de 2015

Com boas provas e ótimos participantes, "MasterChef Júnior" se mostra tão atrativo quanto a versão adulta

Apostando no sucesso da primeira e da segunda temporada do "MasterChef", a Band resolveu lançar a versão infantil do reality culinário, que também já é produzido em vários países, assim como a versão original. O "MasterChef Júnior" estreou no dia 20 de outubro, mantendo os mesmos jurados, a mesma apresentadora e o esquema de sempre: uma prova de imunidade (que pode ser em equipe ou não) e uma de eliminação.


Mas ao contrário do que ocorre na versão com adultos, não houve a etapa de seleção ---- onde vários candidatos apresentam seus pratos para o juri, sendo aprovados ou reprovados para a próxima fase. O programa já começou com vinte participantes selecionados e logo na estreia quatro foram eliminados. Outra diferença na edição com as crianças é a forma da eliminação. Isso porque são sempre duas por vez e não uma. O intuito é evitar que o eliminado (a) se sinta sozinho (a) na despedida.

A edição vem se mostrando tão atrativa quanto a adulta e as crianças impressionam pela capacidade que têm de cozinhar. Elas fazem todas as provas com dedicação e mostram um domínio que muita 'gente grande' não tem.

terça-feira, 15 de setembro de 2015

Com mais uma ótima temporada, "MasterChef" se firma como o maior sucesso da Band

A segunda temporada do "MasterChef" conseguiu fazer mais sucesso que a primeira. A edição estreou em maio e chegou ao fim em setembro (15/09), sendo o programa de maior popularidade e êxito comercial da Band em 2015. O reality culinário, exibido durante todas as noites de terça, chegou a ficar na vice-liderança várias vezes, conseguindo até o primeiro lugar, por poucos minutos, em algumas ocasiões.


E o principal motivo para o êxito dessa atração continuou sendo o time de jurados. Erick Jacquin, Henrique Fogaça e Paola Carosella são carismáticos, sabem como se comportar diante da câmera, são rígidos ao mesmo tempo que simpáticos, têm personalidade forte e conseguem impor respeito, além de, claro, entenderem de gastronomia. Tanto que é impensável uma temporada sem o trio. Com certeza o reality perderia e muito.

Já Ana Paula Padrão continuou tendo como principal função medir o tempo das provas e explicar a dinâmica das mesmas para os concorrentes. Nesta edição, ela ainda fez rápidas entrevistas com os eliminados, logo após cada eliminação.

quinta-feira, 21 de maio de 2015

Após sucesso em 2014, "MasterChef" estreia segunda temporada promissora

Após a bem sucedida primeira temporada, exibida no ano passado, a Band fez questão de manter o "MasterChef" em sua grade. Afinal, foi a segunda maior audiência da emissora em 2014, perdendo apenas para os jogos da Copa do Mundo. O formato originalmente britânico, que faz sucesso em vários países, emplacou também no Brasil graças ao atrativo formato e ao investimento da Bandeirantes, que se preocupou em apresentar um produto de qualidade para o telespectador.


A segunda temporada estreou nesta terça (19/05), às 22h35 --- na verdade houve uma espera pelo término do capítulo de "Babilônia", na Globo ---, mesmo dia e horário que o ano passado. Ana Paula Padrão segue apresentando as provas e interagindo com alguns candidatos, enquanto Henrique Fogaça, Paola Carosella e Erick Jacquin continuam afiadíssimos analisando os pratos de cada um. Obviamente, o tempo que estão juntos facilitou e muito o entrosamento do trio, que está ainda mais à vontade em 2015.

Os chefs conseguiram mesclar dureza com ironias e, como ocorreu em 2014, monopolizaram a atenção do programa. E este protagonismo da argentina, do brasileiro e do francês não deverá ser muito diferente até o último episódio da competição, o que é ótimo para os fãs do formato. Ter jurados de personalidade forte e que dão identidade a um reality de culinária é sempre vital para o êxito da atração.

quinta-feira, 2 de abril de 2015

A crise e o amadorismo da Band

O ano de 2015 parecia promissor para a Band. A segunda temporada do bem-sucedido "MasterChef" devidamente encaminhada, o "CQC" reformulado, a aquisição de uma novela turca que tem feito sucesso em vários países ("Mil e uma noites"), "Agora é tarde" finalmente coma uma identidade própria; enfim, tudo parecia caminhar para bons resultados neste novo ano. Porém, o que se observa atualmente é uma crise de enorme proporções.


A emissora tem demitido vários funcionários e, por contensão de despesas, vários programas foram extintos sem explicações para o publico. A primeira atração eliminada da grade foi o "Tá na Tela", ainda em 2014. Após ter contratado a peso de ouro Luiz Bacci, a Band deu a ele um formato onde o sensacionalismo e a apelação eram os maiores ingredientes. Mas de nada adiantou o festival de baixaria, pois a audiência não correspondeu. Ou seja, não demorou muito para uma medida ser tomada: o produto foi simplesmente tirado do ar e o jornalista ficou sem função na nova casa.

A grande contratação virou uma dor de cabeça. O final desta infeliz história foi a volta de Bacci para a Record. Ele ficou apenas dez meses na Band e retornou para sua antiga emissora nesta semana, ganhando a metade do que recebia mensalmente. Sua mudança em 2014, definitivamente, não foi um bom negócio, nem para o apresentador, nem para a Bandeirantes e nem para o público.

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

O que a televisão reserva para o telespectador em 2015

O ano de 2014 ficou para trás e 2015 chegou com boas perspectivas para a televisão. A Globo comemora os seus 50 anos e está com produções que parecem promissoras, incluindo novelas e séries. A Band terá um "CQC" reformulado pela frente e investirá novamente no bem-sucedido "MasterChef". Já a Record prepara "Os Dez Mandamentos", primeira novela bíblica da emissora, e o SBT, ao que tudo indica, se preocupará com a estreia de "Cúmplices de um Resgate", substituta do sucesso "Chiquititas". Vamos aos principais produtos que estrearão no ano que se inicia:





"Felizes para sempre?": Microssérie escrita por Euclydes Marinho e dirigida por Fernando Meirelles, produzida pela O2 Filmes, que será exibida entre 26 de janeiro e 6 de fevereiro. A produção é uma releitura da minissérie "Quem ama não mata", que teve 20 capítulos, escrita pelo mesmo autor em 1982. A trama falará sobre política e relacionamentos, cujos dramas serão vivenciados por personagens interpretados por um grande elenco: Adriana Esteves, Maria Fernanda Cândido, João Miguel, Cássia Kiss, Carol Abras, Selma Egrei, Paolla Oliveira, Enrique Diaz, entre tantos outros. Promete.




"Luz, câmera 50 anos": Para comemorar seu cinquentenário, a Globo resolveu transformar em filmes várias minisséries e séries da emissora. Serão 12 produções adaptadas: "As Noivas de Copacabana", "Anos Dourados", "Presença de Anita", "A Teia", "Dercy de Verdade", "Ó Paí, ó", "Maysa - quando fala o coração", "O Pagador de Promessas", "Dalva & Herivelto - uma canção de amor", "Lampião e Maria Bonita", "Força-Tarefa" e "O Canto da Sereia", esta última que marca o início do especial. É uma ideia muito interessante em cima de tramas de sucesso, mas não será fácil condensá-las em forma de longa-metragem e algumas escolhas foram equivocadas, vide as recentes "Força-Tarefa" e "A Teia", além da fraca "Ó Paí, ó". 

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

"MasterChef": o maior êxito da Band em 2014

A Band comprou um formato que faz sucesso em muitos países e estreou a versão nacional do "MasterChef" (formato originalmente britânico) no dia 3 de setembro. O alto investimento da emissora na produção ficou claro logo no primeiro programa e o começo da competição agradou. Ao longo das semanas, a disputa foi ficando mais interessante e atrativa. Agora, após 17 episódios e pouco mais de três meses no ar, pode-se dizer que este programa foi o maior êxito de 2014 do canal.


Comandado por Ana Paula Padrão, a competição de culinária apresentou várias provas muito bem elaboradas e os participantes selecionados foram ganhando torcida, graças aos diferentes tipos de temperamento, o que é vital em qualquer bom reality. Houve brigas, amizades bacanas, momentos de emoção, eliminações dolorosas, classificações sofridas, enfim, todos os ingredientes de uma boa disputa estiveram presentes do início ao fim da atração.

A argentina Paola Carosella, o brasileiro Henrique Fogaça e o francês Erick Jacquin começaram pecando pelo exagero nas broncas, mas ao longo do programa, os três foram se enturmando e os jurados se transformaram em um dos muitos pontos altos do "MasterChef" nacional.

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Band acerta ao produzir a versão nacional do "MasterChef"

Apostando em um formato consagrado e exibido em inúmeros países, a Band estreou no dia 3 de setembro, uma terça-feira, o "MasterChef", versão brasileira de um reality que se propõe a achar um novo chef entre cozinheiros amadores e anônimos, que participam de várias provas ao longo de 17 episódios. O vencedor vai ganhar um carro, R$ 150 mil e uma bolsa de estudos de três meses na Le Cordon Bleu, respeitada escola de gastronomia de Paris.


Apresentado por Ana Paula Padrão, o programa conta com os experientes chefs Henrique Fogaça (brasileiro que atua no 'Sal Gastronomia'), Erick Jacquin (francês que atua no 'Tarta&Co') e Paolla Carosella (argentina que atua no 'Arturito') na equipe de jurados, responsáveis pela experimentação dos pratos e orientadores das provas.

Inicialmente foram 300 candidatos, onde foram aprovados 50, para iniciar de fato a competição. A primeira fase consistia em cada candidato montar um prato, já previamente feito, em apenas alguns minutos e explicar o que era.

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Apelação, baixaria e sensacionalismo compõem o "Tá na Tela"

Após uma saída tumultuada da Record (saiu da emissora alguns meses depois de ter renovado seu contrato), Luiz Bacci estreou na Band, no dia 4 de agosto, seu mais novo programa: o "Tá na Tela". O sonho do repórter, que já teve uma passagem pelo SBT, em ter um programa de auditório foi realizado pela Bandeirantes, que exibe a atração de segunda a sexta. Porém, o que se viu foi um 'mais do mesmo' no pior sentido da expressão.


O primeiro programa explorou o tom policialesco, exibindo matérias de violência, além de abordar também uma cirurgia espiritual, cujas imagens provocaram nojo em quem assistia. Mas, aos poucos, a abordagem em cima de crimes foi diminuída, devido ao mal-estar causado entre o "Tá na Tela" e o "Brasil Urgente", comandado por José Luiz Datena, que vai ao ar logo depois. As duas atrações estavam muito parecidas.

Mas ao contrário do que se supunha, a mudança não ajudou a melhorar o programa em nada. Se antes o formato lembrava uma mistura de violência e apelação, agora acabou se transformando em uma espécie de 'Suspense Show', situação muito usada pelo João Kleber há anos na televisão.

terça-feira, 18 de março de 2014

Presença de Dani Calabresa na bancada foi o ponto alto da volta de um "CQC" sem grandes mudanças

A sétima temporada do "CQC" estreou nessa segunda-feira (17/03). Após o tradicional período de férias, a equipe voltou com algumas reformulações e novos quadros. Mas a grande surpresa desse novo ano foi a presença de Dani Calabresa na bancada, no lugar de Oscar Filho, que era o substituto de Rafinha Bastos. A hegemonia masculina foi quebrada e a humorista, apesar de inicialmente tensa, se saiu muito bem comentando as matérias da atração.


Dani foi o grande destaque, assim como aconteceu na estreia da sexta temporada, em 2013. Porém, na época, colocaram a humorista em um quadro muito aquém do seu talento. A verdade é que ela deveria ter sido inserida na bancada desde que entrou no "CQC". Mas antes tarde do que nunca. E a parceria com Marcelo Tas e Marco Luque funcionou perfeitamente.

Sem a talentosa Mônica Iozzi, agora no "BBB" da Globo", a Band contratou uma nova repórter para fazer parte da turma. E a equipe acertou na escolha. Naty Graciano começou sem aparentar nervosismo e ficou à vontade. Suas matérias (sobre futebol e política) foram ótimas e ela promete. Vale lembrar que