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quinta-feira, 4 de abril de 2024

Tudo sobre a coletiva online de "No Rancho Fundo", a próxima novela das seis

 A Globo promoveu nesta segunda-feira, dia 1º, a coletiva online de "No Rancho Fundo", a próxima novela das seis escrita por Mário Teixeira e dirigida por Allan Fiterman. Participaram o autor, o diretor e os atores Alexandre Nero, Andrea Beltrão, Mariana Lima, Larissa Bocchino, Túlio Starling, Welder Rodrigues, Titina Medeiros, Igor Jansen, Clara Moneke, Haroldo Guimarães, Rhaisa Batista, Eduardo Moscovis, Valdineia Soriano, Luisa Arraes, José Loreto, Iris Broken, Debora Bloch, Thardelly Lima, Leandro Daniel, entre outros. Fui um dos convidados e conto sobre o bate-papo. 


Mário Teixeira explicou sua nova trama: "Essa novela é um retrato do Brasil e decidi fazer essa história a partir de uma família. Essa família representa muito bem um microcosmo da família brasileira. Os pais tiveram a grandeza de adotar várias crianças, o que é comum no nordeste. Esse elo familiar que a história tem com a realidade tem a ver com nosso sonho de ver as coisas dando certo. O diferencial dessa novela é que é uma produção das seis e a forma de contar. Esses arquétipos representam o nosso imaginário e são símbolos muito fortes. Os romances em si, apesar de serem mergulhos existenciais, todos eles se inserem no nosso imaginário. O que há em comum nas novelas é o amor, o ódio e a vontade de ser feliz. E em uma novela os atores são o diferencial. A ideia de trazer personagens de 'Mar do Sertão' surgiu junto com o Allan. Gosto de Balzac e ele faz isso: cruza perfis de uma história para outra. Essa é a melhor novela que já escrevi. São quase 30 páginas por dia e queria dizer que o processo está passando quase em branco para mim porque tem sido prazeroso demais". 

Allan Fiterman acrescentou: "Fico feliz em fazer essa novela de novo com o Mário. A família principal é a mais simples da novela e a mais rica em valores. Vamos ver essa família seguindo junto e transcendendo da pobreza para a riqueza. Apesar de termos dez personagens de 'Mar do Sertão' é uma história totalmente nova.

sexta-feira, 17 de março de 2023

Personagens secundários salvaram "Mar do Sertão" da falta de história

 A novela das seis, escrita por Mário Teixeira e dirigida por Allan Fiterman, chegou ao fim nesta sexta-feira (17/03). A produção teve uma audiência satisfatória e o carisma dos personagens, somado ao bem escalado elenco, foi o maior acerto da história. Foi um folhetim leve e com muitas cenas divertidas, protagonizadas principalmente nos núcleos secundários. No entanto, houve uma falha grave no desenvolvimento do enredo, que andou em círculos durante quase todo o período de exibição. 

Mário Teixeira não é um autor iniciante. Já trabalhou como colaborador de vários escritores na Globo, mas "Mar do Sertão" foi sua quarta novela como autor solo. E seu saldo não é positivo. "Liberdade Liberdade" (2016) foi a única que teve melhores desdobramentos, mas o roteiro era de Márcia Prattes, que foi retirada do projeto pela Globo e Mário foi escolhido para assumir. Já "I Love Paraisópolis" (2015) ---- escrita com Alcides Nogueira ---- e "O Tempo não Para" (2018) foram dois folhetins das sete que 'morreram' com um mês de exibição. Ou seja, o autor resolveu tudo em duas semanas e depois ficou sem história para contar, se aproveitando de situações pontuais nos núcleos secundários. Ironicamente, o erro foi repetido pela terceira vez porque foi exatamente o que aconteceu com "Mar do Sertão".

A história apresentou um dos mais conhecidos clichês da teledramaturgia: o mocinho que protagoniza um triângulo amoroso, sofre um acidente, é dado como morto e volta para se vingar. Mas o escritor resolveu tudo em menos de um mês. Zé Paulino (Sérgio Guizé) sofreu um acidente enquanto estava com Tertulinho (Renato Góes) e desapareceu nas águas. Pouco tempo depois, o vilão descobriu que o rival não tinha morrido e foi até o hospital para matá-lo.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2023

Welder Rodrigues e Titina Medeiros formam uma dupla impagável em "Mar do Sertão"

 A atual novela das seis tem vários personagens secundários que roubam a cena. "Mar do Sertão" é uma produção repleta de talentos e muitos não são figuras frequentes na televisão. Entre os muitos atores que vêm brilhando na novela de Mário Teixeira, dirigida por Allan Fiterman, estão Welder Rodrigues e Titina Medeiros. 

Sabá Bodó e Nivalda formam o típico casal de vigaristas. Ambos passam por cima de qualquer um por vantagens. Só que na história os dois são figuras importantes em Canta Pedra, cidade fictícia que ambienta a novela: ex-prefeito e ex-primeira dama. Ou seja, são os políticos corruptos inspirados em tantos casos reais que o Brasil conhece bem. No entanto, na ficção a dupla provoca risos e não raiva ou indignação. 

Os personagens se destacaram logo que apareceram e viraram um dos trunfos de "Mar do Sertão". É verdade que não há um arco a ser desenvolvido para o casal, mas é um problema do conjunto da novela. Mário Teixeira sustenta seu folhetim através de esquetes porque o enredo central anda em círculos em cima dos eternos planos dos vilões matarem Zé Paulino (Sérgio Guizé), enquanto as paralelas entretêm o público com situações de início, meio e fim que costumam durar de uma semana a duas.

quinta-feira, 18 de agosto de 2022

Tudo sobre a coletiva online de "Mar do Sertão", a nova novela das seis

 A Globo promoveu no dia 11 de agosto a coletiva virtual de "Mar do Sertão", a nova produção das 18h, escrita por Mário Teixeira e dirigida por Allan Fiterman, que entra no lugar de "Além da Ilusão". Participaram do encontro online o autor, o diretor e os atores Sérgio Guizé, Isadora Cruz, Debora Bloch, José de Abreu, Renato Góes, Enrique Diaz, Welder Rodrigues, Érico Brás, Mariana Sena, Theresa Fonseca e Giovana Cordeiro. Fui um dos convidados e conto tudo sobre o bate-papo.


Mário Teixeira comentou sobre a ambientação de sua história: "Passei parte da minha infância no Ceará e sempre tive vontade contar uma história de lá. Canta Pedra é uma cidade fictícia com paisagens que nós inventamos, mas o regionalismo é vital. É uma história que está dentro de todos nós. Fico orgulhoso de ter escrito essa novela. Já tive a chance de ver o primeiro bloco da novela e está incrível. É um sopro de esperança no Brasil de hoje. Como o Brasil poderia ser. A realização do sonho das pessoas e do meu também". 

O diretor Allan Fiterman contou um pouco sobre a ideia da essência do folhetim: "Conseguimos lugares incríveis para fazer Canta Pedra existir. Fomos para Piranhas, Vale do Catimbau, enfim. Conseguimos fazer várias cenas até o capítulo 60. Tentamos trazer uma geografia que não existe e a cultura nordestina de uma forma linda.

segunda-feira, 24 de dezembro de 2018

Tudo sobre a coletiva da última temporada do "Tá no Ar: a TV na TV"

A Globo promoveu, na quarta-feira retrasada (12/12), uma coletiva da sexta e última temporada do "Tá no Ar: a TV na TV" nos Estúdios Globo, em Curicica, Rio de Janeiro. Fui um dos convidados e todos os presentes aguardavam em uma sala reservada para a imprensa os atores, que apareciam a cada intervalo de gravações. Não foi uma reunião com o elenco, pois todos estavam gravando vários quadros. Então, foi adotado um esquema de revezamento. Um ator era entrevistado por vez, durante uns 30 minutos. Foi assim ao longo do dia.


Todos participaram do encontro e a primeira entrevistada foi Luana Martau, que não escondeu a tristeza pelo fim do programa. Ela ainda falou do bom momento que viveu ao lado dos colegas e até comentou sobre a reprise de "Cordel Encantado" (2011) no "Vale a Pena Ver de Novo", sua segunda novela na Globo. Na pele da mimada Lady Carlota, aprendeu muito com Débora Bloch e Luis Fernando Guimarães, seus maiores companheiros de cena. E os dois eram figuras importantes do inesquecível "TV Pirata"(1988/1992), formato que já tinha muito do "Tá no Ar".

Márcio Vito foi o segundo entrevistado e também comentou sobre o sucesso da atração. Ainda fez uma observação sobre o atual momento político do país, respondendo a uma pergunta sobre o futuro do humor durante o novo governo. Welder Rodrigues chegou depois e esbanjou simpatia. Sua gargalhada deliciosa contagiou a todos e o clima de descontração foi a marca de sua entrevista.

terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

Melhor humorístico do país, "Tá no Ar: a TV na TV" mantém o fôlego na quarta temporada

Manter o frescor de um produto não é uma tarefa nada fácil, ainda mais tratando de humor na televisão. O risco da repetição, culminando em um desgaste, muitas vezes é inevitável. Exemplos não faltam, afinal, basta lembrar do antigo "Zorra Total" (antes da benéfica renovação), que já tinha perdido a graça há tempos, ou então do "Pânico na Band", que vem pecando na mesmice ano após ano. Mas, ao contrário das atrações citadas e de tantas outras, o "Tá no Ar": a TV na TV" é uma honrada exceção nesse meio.


O programa já está em sua quarta temporada e com o mesmo fôlego da primeira, exibida em 2014. O formato vem colecionando elogios desde a bem-sucedida estreia, abusando das piadas certeiras e muitas vezes bastante corajosas em todos os episódios. São quatro anos não poupando ninguém, sobrando para a própria Globo, além de políticos, comerciais, desenhos, artistas, filmes, séries, novelas, enfim. As tiradas bem-humoradas têm um ritmo frenético, fazendo o tempo (pouco mais de 30 minutos da atração) passar voando.

É impressionante como o roteiro de Marcelo Adnet, Marcius Melhem, Maurício Farias e equipe é inspirado, conseguindo brincar e atingir em cheio todos os alvos. E a liberdade que a emissora dá a eles fica evidente em todos os programas, pois não há qualquer limite imposto.

sexta-feira, 8 de abril de 2016

"Tá no Ar: a TV na TV" se supera ao homenagear Carlos Alberto de Nóbrega

A terceira temporada do "Tá no Ar: a TV na TV" chegou ao fim na última terça (05/04), mesmo dia da final do "Big Brother Brasil 16". E o melhor humorístico do país mais uma vez apresentou uma sucessão de esquetes geniais, conseguindo fechar o terceiro ano com bastante fôlego para várias outras temporadas. O programa roteirizado por Marcius Melhem, Maurício Farias, Marcelo Adnet e equipe ainda se superou ao homenagear Carlos Alberto de Nóbrega, em uma esquete relembrando o sucesso da Velha Surda.


A atração fez história homenageando um dos formatos mais antigos do SBT ---- está no ar há 29 anos na emissora, desde que Silvio Santos comprou a produção em 1987 (antes já havia passado pela TV Paulista, TV Rio, Record, Band e Globo) ---- e celebrando a importância de uma figura tão querida pelos brasileiros. Foi uma das muitas ótimas ideias da produção do humorístico, que tem liberdade total para fazer o que quiser. Tanto que a Globo liberou o convite e o SBT concordou, expondo ainda um gesto de amizade e respeito entre os canais.

O quadro foi impagável. Marcius Melhem interpretou a Velha Surda com uma perfeição impressionante e por vários momentos houve a impressão de volta no tempo. A icônica personagem foi vivida com maestria pelo saudoso Roni Rios (falecido em 2001) e era uma das figuras mais conhecidas da praça. Ele com certeza ficaria orgulhoso do colega.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Debochado, "Tá no Ar: a TV na TV" mantém todas as qualidades na terceira temporada

Após duas temporadas muito bem-sucedidas, o "Tá no Ar: a TV na TV" estreou a sua terceira na última terça-feira (19/01), logo depois do "Big Brother Brasil 16". O programa, roteirizado por Marcius Melhem, Marcelo Adnet e equipe, dirigido por Maurício Farias, se mostrou mais uma vez um excelente humorístico, onde ninguém escapa das piadas certeiras. A programação das emissoras e os comerciais continuam sendo alvos da atração, que debocha de tudo e todos; mas o espaço para paródias e esquetes, nem sempre ligadas ao mundo televisivo, segue existindo.


Os pouco mais de trinta minutos de programa passam muito rápido em virtude da quantidade de sátiras, quase todas com menos de um minuto no ar. Fica claro o quanto que o formato é trabalhoso, mas toda a dificuldade se mostra válida com o ótimo resultado alcançado. A estreia contou com vários momentos impagáveis e o de maior destaque foi a imitação do apelativo e constrangedor "Você na TV", apresentado por João Klebber na Rede TV!. Marcelo Adnet não imitou o apresentador, mas copiou todos os 'hábitos' que o mesmo tem de fazer o telespectador de bobo, aguçando a curiosidade em torno de algo inútil ou tosco.

O "Te Prendi na TV" foi hilário e todo o suspense feito em cima do que tinha dentro de uma caixa resultou em outra caixa, que só seria aberta semana que vem. O mais curioso é que a sátira nada mais fez do que mostrar a atração como ela realmente é. Ou seja, nem houve exagero ou tons acima, o que só comprova que a televisão muitas vezes produz formatos que já são uma piada pronta.

quinta-feira, 14 de maio de 2015

Novo "Zorra" agrada, extingue o formato desgastado e reformulação devolve graça ao programa

O "Zorra Total" estreou em março de 1999 e inicialmente era apresentado às quintas-feiras, até ser substituído pelo já extinto jornalístico "Linha Direta", migrando para os sábados, onde se estabeleceu. A fórmula do humor popularesco e repleto de bordões sempre foi a grande identidade deste programa, permanecendo assim por quase 16 anos e recebendo um ótimo retorno da audiência. Várias expressões e personagens emplacaram e caíram no gosto popular ao longo deste tempo. Porém, no dia 9 de maio de 2015 uma nova fase foi iniciada em um dos humorísticos mais longevos da Globo.


Saiu Maurício Sherman, que dirigiu a atração por 15 anos, e entraram Maurício Farias e Marcius Melhem, dois dos responsáveis pelo excelente "Tá no Ar: a TV na TV" ---- este que conta também com a colaboração de Marcelo Adnet. E o DNA do elogiado humorístico, que estreou em 2014, já pôde ser visto no novo "Zorra", que agora conta com esquetes bem mais rápidas (que também se assemelham a programas como o "Viva o Gordo", por exemplo) e quadros sem personagens fixos. Os bordões foram abolidos, assim como as gostosas presentes em vários momentos. As claques (risos e aplausos programados), outra característica do antigo formato, também acabaram.

Mas apesar destas alterações drásticas, vários atores do "Zorra Total" foram mantidos no elenco. Nomes como Antônio Pedro, Tony Tornado, Fabiana Karla, Rodrigo Sant`anna, Thalita Carauta, Mariana Santos, Nelson Freitas, Paulo Silvino, Agildo Ribeiro, Nizo Neto, Sebastião Vasconcellos, Tadeu Mello, entre outros, seguem na atração, que também ganhou novos integrantes:

sexta-feira, 17 de abril de 2015

Melhor programa de humor da atualidade, "Tá no Ar: a TV na TV" novamente divertiu através do deboche e da crítica inteligente

Após uma bem-sucedida temporada em 2014, o "Tá no Ar: a TV na TV" voltou a marcar presença na grade da Globo em 2015 e conseguiu repetir todas as qualidades vistas no ano passado. A segunda temporada, que estreou em fevereiro, foi encerrada nesta quinta (16/04) com mais um impagável episódio, repleto de esquetes inspiradas e politicamente incorretas. A atração realmente se firmou como um respiro no tão desgastado humor nacional.


Sem se preocupar com os moralistas de plantão, a equipe mais uma vez surpreendeu com sátiras que primavam pela crítica e pelo deboche desenfreado, onde ninguém escapava. Nem mesmo os anunciantes e muito menos a Globo. Sobrou até para o próprio programa, quando foi feita uma imitação da clássica Velha Surda em uma rápida esquete, fazendo uma homenagem ao saudoso Roni Rios e rindo deles mesmos, uma vez que o "Tá no Ar" perdeu algumas vezes na disputa de audiência para "A Praça é Nossa", do SBT.

Outra sacada de mestre da atração foi a piada feita em cima das entrevistas sensacionalistas do Gugu, na Record. Jorge Beviláqua (Welder Rodrigues hilário), apresentador do "Jardim Urgente", fez uma entrevista exclusiva com uma menina (interpretada por Giovanna Rispoli) que tinha matado aula.

sexta-feira, 6 de junho de 2014

"Tá no Ar: a TV na TV" debochou da televisão, esbanjou ousadia e divertiu do início ao fim

O programa de Marcelo Adnet, Marcius Melhem e Maurício Farias pode ser considerado uma das melhores estreias da Globo de 2014. O "Tá no Ar: a TV na TV" chegou para dar um sopro de ousadia em meio ao insuportável politicamente correto que impera no país e conseguiu atingir este objetivo com louvor. O humorístico encerrou sua primeira temporada nesta quinta-feira (05/06), deixando saudades e comprovando o acerto de sua produção.


A atração que conta com Welder Rodrigues, Marcelo Adnet, Marcius Melhem, Verônica Debom, Luana Martau, Danton Mello, Maurício Rizzo, Márcio Vito, Renata Gaspar, Carol Portes e Georgiana Góes no elenco, surpreendeu na estreia ao apresentar várias esquetes que brincavam com religião, com programas da concorrência e ainda sacaneavam a própria Rede Globo. E a equipe surpreendeu, a cada semana, com novas ideias e piadas. Não teve um só programa que tenha deixado a desejar e isso é algo raro na televisão, principalmente se tratando de um produto de humor.

Embora não tenha sido algo inovador, afinal, formatos como "TV Pirata" e "Comédia MTV" já apresentavam algo semelhante na época de cada um, o "Tá no Ar" conseguiu surpreender o telespectador com situações engraçadíssimas e ainda quebrar paradigmas da própria Globo. A líder nunca permitiu que seus humorísticos fizessem qualquer tipo de referência aos programas da concorrência,

quinta-feira, 29 de maio de 2014

"Jardim Urgente" destaca Welder Rodrigues e se firma como melhor quadro do "Tá no Ar: a TV na TV"

Entre as muitas qualidades do "Tá no Ar: a TV na TV", a criatividade dos quadros é a principal delas. O programa tem se revelado uma grata surpresa e as noites de quinta-feira ficaram muito mais divertidas. Um outro ponto alto é, sem dúvida, a versatilidade do elenco. Os atores interpretam vários personagens e sempre se saem bem nas inúmeras cenas exibidas. Mas, em meio a tantos pontos positivos, é preciso destacar um quadro que virou o grande trunfo da atração: o "Jardim Urgente".


Welder Rodrigues interpreta Jorge, apresentador de um programa que fala sobre delitos e crimes cometidos por crianças. A paródia, é claro, faz um hilário deboche em cima dos formatos policialescos que estão presentes na programação de várias emissoras. Os mais assistidos pelo público são o "Brasil Urgente", na Band, e o "Cidade Alerta", na Record. O próprio ator diz que se inspira no José Luís Datena e no Marcelo Rezende para dar vida ao indignado âncora.

O quadro faz uma crítica bem-humorada a esses programas que transformam crimes e notícias desastrosas em um espetáculo, onde o apresentador sempre profere xingamentos e um discurso de indignação, com tom exaltado, em relação aos crimes cometidos.