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domingo, 29 de dezembro de 2024

Retrospectiva 2024: as melhores cenas do ano

 A teledramaturgia em 2024 enfrentou visíveis problemas. Foram muitas novelas fracas e que não conquistaram os telespectadores. Tanto que a maior média de audiência do horário nobre da Globo foi alcançada na reta final de "Terra e Paixão", em janeiro. Nem mesmo a faixa das seis e das sete apresentaram produções que caíram nas graças do grande público. Não por acaso, o folhetim de maior repercussão do ano foi a reprise de "Alma Gêmea", no "Vale a Pena Ver de Novo", produção de quase vinte anos atrás. Mas "Volta por Cima", às 19h, e "Garota do Momento", às 18h, estrearam no meio do segundo semestre e vieram salvar a safra atual. E mesmo diante de tantos problemas, várias cenas merecem menção. Vamos a elas.





Kelvin vê Ramiro espancado em "Terra e Paixão": 

A melhor cena de Diego Martins na novela das nove. A grata revelação emocionou o público diante da reação desesperada de Kelvin assim que viu o seu amor agonizando no chão de uma estrada de terra. Uma sequência forte e muito bem interpretada. 


Angelina joga suco em Irene em "Terra e Paixão": 

Após inúmeras humilhações, a empregada finalmente reagiu e jogou um copo de suco na cara da vilã, que se indignou. Uma cena maravilhosa protagonizada por Inez Viana e Gloria Pires, que foram valorizadas ao longo da novela de Walcyr Carrasco e Thelma Guedes.


sábado, 28 de dezembro de 2024

Retrospectiva 2024: os melhores casais do ano

 Após a lista das tristes perdas de 2024 e a retrospectiva de tudo o que teve de pior na televisão, chegou a hora de uma retrô mais alegre. A do amor. Vários casais da ficção caíram nas graças do público ao longo do ano e ressaltaram a química entre os atores em cena. Vamos a eles. 



Santinha e Zé Inocêncio ("Renascer"):

A primeira fase do remake da obra de Benedito Ruy Barbosa, adaptada por Bruno Luperi, foi irretocável. E um dos acertos foi o casal arrebatador formado por Duda Santos e Humberto Carrão. A química se deu imediatamente e os dois conquistaram o público. As cenas de amor entre Maria Santa e Inocêncio eram todas belíssimas e defendidas por dois atores ótimos. 



João Pedro e Sandra ("Renascer"):

Já a segunda fase do remake apresentou problemas visíveis na narrativa e no desenvolvimento. Porém, Juan Paiva e Giullia Buscacio formaram um lindo casal que movimentou as redes sociais. Mesmo diante do equívoco na condução do casal por conta do foco forçado que Luperi manteve da obra original, a respeito da obsessão que João Pedro tinha por Mariana, os atores passaram ilesos por conta do talento de ambos. 

sexta-feira, 12 de abril de 2024

"Elas por Elas" teve problemas visíveis, mas foi prejudicada pelo horário

 Ao contrário do que a atual cúpula da Globo pensa, remake não é garantia de sucesso. Até porque a emissora já teve muitas provas disso ao longo de seus quase 60 anos de existência. E "Elas por Elas", que chegou ao fim nesta sexta-feira (12/04), entra para a lista de adaptações que não deram certo na teledramaturgia. No entanto, a releitura da obra de Cassiano Gabus Mendes, exibida em 1982, não merece ser classificada como uma novela ruim. Muitos pontos precisam ser analisados a respeito da rejeição do público ao enredo que contou a saga de sete amigas. 


A sinopse era simples. Lara (Deborah Secco), Taís (Késia), Helena (Isabel Teixeira), Adriana (Thalita Carauta), Renée (Maria Clara Spinelli), Natália (Mariana Santos) e Carol (Karine Teles) se conheceram em um curso de inglês e, inseparáveis, compartilharam as alegrias e desafios típicos da juventude. Porém, em uma viagem de fim de semana, um trágico acontecimento quebra esse laço e provoca um hiato nessa amizade. Duas décadas e meia depois, Lara encontra uma foto antiga e tem a ideia de juntar o grupo novamente em sua casa, sem desconfiar que o momento do reencontro, que deveria ser de apenas alegria, iria trazer também grandes revelações e desenterrar mágoas que tinham ficado guardadas no passado. 

A trama original era marcada pelo marasmo, onde a ausência de grandes conflitos era uma constante. Até porque era outra época. Não havia internet, celular, redes sociais, enfim, uma avalanche de distrações para o telespectador. Nem mesmo a concorrência nos demais canais de televisão provocava uma disputa. Mas já naquela época o quesito comicidade fazia a diferença nos folhetins das sete.

segunda-feira, 8 de abril de 2024

Ótimo como Sérgio, Marcos Caruso foi valorizado em "Elas por Elas"

 O telespectador mais atento já está cansado de saber que todas as novelas depois da pandemia praticamente aboliram a presença de atores mais velhos em cena. Dá para contar nos dedos de uma mão quantos estão no elenco dos três folhetins atuais da Globo. O etarismo está a cada dia mais descarado. Ator ou atriz com mais de 65 anos na televisão virou raridade. Por isso é tão gratificante ver Marcos Caruso em "Elas por Elas". 


O veterano, aos 72 anos, ganhou um dos melhores personagens do remake de Alessandro Marson e Thereza Falcão. O personagem foi interpretado brilhantemente pelo saudoso Mário Lago na obra original de Cassiano Cabus Mendes, exibida em 1982. Mas há 42 anos o pai de Helena (Aracy Balabanian) não tinha o mesmo destaque que tem agora. Até porque a releitura dos autores passou a contar uma história inédita depois do centésimo capítulo, que marcou o encerramento da obra na época. A descoberta da troca dos bebês ocorreu apenas no penúltimo capítulo e nem deu tempo para aproveitar os bons desdobramentos que aquele crime causaria. A dupla soube aproveitá-los na adaptação. 

E o aproveitamento dos conflitos em torno do principal núcleo de "Elas por Elas" vem proporcionando para Caruso uma sucessão de ótimas cenas. Até porque na versão original Sérgio era o responsável pela troca das crianças, mas não pelo assassinato de Bruno.

terça-feira, 2 de abril de 2024

Isabel Teixeira domina a cena como Helena em "Elas por Elas"

 O elenco principal de "Elas por Elas" tem sete protagonistas, o que é um desafio para qualquer autor. É uma missão difícil desenvolver bem o enredo de todas, ainda mais em um folhetim das seis, onde a duração dos capítulos é menor que de uma produção das nove. Cassiano Gabus Mendes não conseguiu explorar todas as suas personagens em 1982, assim como Alessandro Marson e Theresa Falcão não conseguiram no remake. Mas os autores souberam valorizar a força cênica de Helena. 

Interpretada com destreza por Isabel Teixeira, a personagem teve uma importância infinitamente maior na releitura de 2024. Helena foi interpretada pela saudosa Aracy Balabanian há 42 anos e teve um tom mais sóbrio. A novela original utilizava o exagero apenas na figura do Mário Fofoca (Luis Gustavo) e focava em uma narrativa mais naturalista no conjunto. Agora tudo foi diferente, o que provocou até uma rejeição do público, ainda mais por se tratar de uma obra das seis e não das sete. Mas o excesso nunca prejudicou o desenvolvimento de Helena. 

O comportamento de uma vilã de novela mexicana proporcionou para a atriz um trabalho totalmente diferente do realizado em "Amor de Mãe" e "Pantanal". Apesar da longa carreira no teatro, a veterana ainda é considerada uma 'novata' em novelas.

quinta-feira, 22 de fevereiro de 2024

Núcleo de Helena é o que sustenta "Elas por Elas"

 O remake de "Elas por Elas" está a cerca de dois meses de seu fim. A produção baseada na obra original de Cassiano Gabus Mendes, exibida em 1982, e adaptada por Alessandro Marson e Thereza Falcão, tem sete protagonistas, mas ao longo dos meses foi ficando evidente que a novela era sustentada pelos dramas do núcleo de Helena, interpretada com brilhantismo por Isabel Teixeira. 


As outras seis protagonistas até têm conflitos e dramas, mas poucos se mostram realmente convidativos. Já todos os conflitos em cima da família Aranha são dignos de um dramalhão e vêm rendendo bons desdobramentos. Todos os personagens do núcleo enfrentam atualmente um momento caótico, fruto de reviravoltas que explodiram no centésimo capítulo. Vale lembrar que agora o público está acompanhando uma obra inédita porque a trama de 1982 chegou ao fim logo depois que o mistério envolvendo a troca de bebês foi revelado, o que causou uma solução rasa para os dramas na época. 

Na obra original, Helena nem pode ser considerada uma vilã de fato. Havia muito mais sutileza em tudo. Agora as tintas são bem mais carregadas e em todos os personagens integrantes da família. Cassiano criou uma troca de bebês na maternidade promovida por Sérgio (antes Mário Lago e agora Marcos Caruso), já que o dono da empresa queria um sucessor e não uma sucessora.

sexta-feira, 19 de janeiro de 2024

Capítulo 100 de "Elas por Elas" apresenta sequência de tirar o fôlego

 A atual novela das seis, baseada na obra original de Cassiano Gabus Mendes, escrita em 1982, segue com baixos índices de audiência. E dificilmente o cenário irá mudar. A Globo cometeu um erro crasso colocando o remake de uma novela que foi exibida às sete e tem todas as características do horário em plena faixa das 18h e agora tem que enfrentar as consequências. Mas a releitura de Alessandro Marson e Thereza Falcão vem se mostrando uma obra agradável e agora uma nova fase acaba de ser iniciada. 


A produção original não teve nem um terço dos acontecimentos da atual. Era muito mais lenta e Helena, vivida na época por Aracy Balabanian, passava longe de ser uma vilã, de fato. Os grandes conflitos do enredo só foram resolvidos no último capítulo, o que impediu a exibição dos desdobramentos das situações. A identidade real da Patinha, a revelação do mistério da morte de Bruno e a verdade sobre a troca dos bebês só foram expostos no último dia, o que deixou tudo raso. 

No remake, os autores tiveram a preocupação de aproveitar bem os 'plots'. Tanto que Taís (Kesia) já revelou a Lara (Deborah Secco) que era a amante de Átila (Sergio Guizé) na semana passada e agora a farsa sobre a troca dos bebês foi revelada no gancho do capítulo exibido nesta quinta-feira (18) e desmembrado hoje, dia do centésimo capítulo. Vale lembrar que na versão original Ísis (Rayssa Bratillieri) era filha de Helena (Isabel Teixeira) e, não irmã, como é na nova versão.

quinta-feira, 28 de dezembro de 2023

Retrospectiva 2023: os melhores casais do ano

 Após a lista das tristes perdas de 2023 e a retrospectiva de tudo o que teve de pior na televisão, chegou a hora de uma retrô mais alegre. A do amor. Vários casais da ficção caíram nas graças do público ao longo do ano e ressaltaram a química entre os atores em cena. Vamos a eles. 






Sol e Ben ("Vai na Fé"): 

O primeiro casal de mocinhos negros da teledramaturgia. É importante citar isso porque na primorosa "Lado a Lado", de 2013, o par formado por Camila Pitanga e Lázaro Ramos dividia o protagonismo com o par formado por Marjorie Estiano e Thiago Fragoso. Voltando ao folhetim das sete de sucesso de Rosane Svartman, os protagonistas conquistaram o público logo de cara através da ótima construção através de cenas de flashback, protagonizadas pelo novatos Jê Soares e Isacque Lopes. A demora em juntá-los ainda proporcionou uma expectativa cada vez maior na audiência, que refletiu na comemoração nas redes sociais quando o beijo finalmente aconteceu. Sheron Menezzes e Samuel de Assis foram perfeitos juntos. A música tema, "Garota Nota 100" (do saudoso MC Marcinho), só ajudou a melhorar o que já era ótimo. 



Rafa e Kate ("Vai na Fé"): 

O fenômeno das sete teve muitos casais apaixonantes e esse foi mais um deles. Inicialmente bastante improvável, o romance dos personagens foi acontecendo como nas comédias românticas do cinema, quando um rapaz tímido se envolve com uma garota bastante extrovertida. Os opostos se atraindo. Caio Manhente e Clara Moneke roubaram a cena juntos e viraram um dos trunfos da novela. 


quinta-feira, 2 de novembro de 2023

Isabel Teixeira e Rayssa Bratillieri brilham no primeiro grande embate de Helena e Ísis em "Elas por Elas"

 O final do capítulo desta quarta-feira (01/11) surpreendeu pela intensidade dramática da cena que representou o início oficial da guerra entre Helena (Isabel Teixeira) e Ísis (Rayssa Bratillieri) em "Elas por Elas", releitura da obra original de Cassiano Gabus Mendes, exibida em 1982 e agora adaptada por Thereza Falcão e Alessandro Marson, dirigida por Amora Mautner. 

As personagens se odiaram à primeira vista logo no segundo capítulo da novela e ali já tinha ficado claro que a rivalidade seria um dos maiores trunfos do remake. Na obra original, Helena nem pode ser considerada uma vilã de fato. Há muito mais sutileza em tudo. Agora as tintas são bem mais carregadas, o que provoca uma maior tensão no enredo, principalmente por conta do ar de superioridade da ricaça e pela forma como trata todos ao seu redor. 

Outra mudança na trama de 1982 é a respeito do principal plot envolvendo a duas. Isso porque Cassiano criou uma troca de bebês na maternidade promovida por Sérgio (antes Mário Lago e agora Marcos Caruso), já que o dono da empresa queria um sucessor e não uma sucessora. Mas há 41 anos não existia ultrassom, portanto, a situação era cabível diante da troca de Ísis e Giovani (Filipe Bragança).

segunda-feira, 23 de outubro de 2023

Filipe Bragança e Rayssa Bratillieri transbordam química em "Elas por Elas"

 A nova novela das seis da Globo está há pouco mais de um mês no ar e, apesar da baixa audiência, está divertida e gostosa de acompanhar. O remake de "Elas por Elas", baseada na obra original de Cassiano Gabus Mendes e adaptada por Thereza Falcão e Alessandro Marson, vem se mostrando um folhetim com bastante acertos, sendo um dos principais o casal formado por Giovani e Ísis, interpretados por Filipe Bragança e Rayssa Bratillieri. 


Os personagens são os protagonistas do melhor 'plot' da produção original, mas o roteiro precisou ser alterado em virtude da tecnologia. Em 1982, não existia o ultrassom, o que facilitou a condução do enredo. Ísis e Giovani foram trocados na maternidade por conta do desejo de Sérgio (Marcos Caruso) em ter um herdeiro para seus negócios. Como Helena (Isabel Teixeira) estava grávida de uma menina, o empresário subornou a enfermeira para realizar a troca. E o crime foi feito justamente com o filho de Adriana (Thalita Carauta), que estava na mesma maternidade. Porém, essa trama de 41 anos atrás foi mexida pelos autores, afinal, agora há uma legião de equipamentos para descobrir o sexo do bebê antes do parto. 

A solução de Thereza e Alessandro foi manter a troca, mas, ao menos pelo que tudo indica até agora, não envolver Ísis. Giovani foi trocado porque o bebê de Helena, do sexo masculino, nasceu morto e a personagem não poderia mais engravidar porque teve complicações no parto. Sim, os autores reciclaram o enredo central de "Por Amor", clássico de Manoel Carlos de 1997. Ísis deve ser filha de Jonas (Mateus Solano) com Adriana, enquanto o rapaz deve ser filho de algum outro personagem desconhecido.

sexta-feira, 29 de setembro de 2023

"Elas por Elas" tem início repleto de acertos

 Nesse eterno passar de estações que é a vida, em que tudo está sempre se modificando, inclusive nós mesmos, quantas vezes já olhamos para o passado e nos deparamos com algo - ou alguém - de quem sentimos falta? A amizade supera tudo? Essa basicamente é a premissa de "Elas por Elas", folhetim de sucesso escrito por Cassiano Gabus Mendes, exibido em 1982, que agora ganha uma releitura adaptada por Alessandro Marson e Thereza Falcão, dirigida por Amora Mautner. 


A história reúne sete amigas após 25 anos. Com um enredo que tem como ponto central a amizade, a trama reúne drama, comédia e uma pitada de suspense. Por meio da trajetória destas sete mulheres e de suas reconciliações com o passado, o público é convidado a embarcar com elas nas dores e nas delícias da juventude. O conjunto é típico de uma novela das sete, tanto que a original foi exibida nesta faixa, mas agora o setor de teledramaturgia da Globo resolveu colocá-la às 18h, o que não deixa de ser um risco desnecessário. Mas é um produto de tantas qualidades que dificilmente terá rejeição, mesmo indo ao ar mais cedo. 

Lara (Deborah Secco), Taís (Késia), Helena (Isabel Teixeira), Adriana (Thalita Carauta), Renée (Maria Clara Spinelli), Natália (Mariana Santos) e Carol (Karine Teles) se conheceram em um curso de inglês e, inseparáveis, compartilharam as alegrias e desafios típicos da juventude. Porém, em uma viagem de fim de semana, um triste acontecimento quebra esse laço e provoca um hiato nessa amizade.

segunda-feira, 25 de setembro de 2023

"Elas por Elas": o que esperar da nova novela das seis?

 A primeira versão de "Elas por Elas", escrita por Cassiano Gabus Mendes, foi exibida em 1982 no horário das sete, na Globo, e teve 173 capítulos. A novela deixou sua marca na teledramaturgia e agora ganhou um remake, adaptado por Alessandro Marson e Thereza Falcão, mas deslocado pela emissora para a faixa das 18h, substituindo "Amor Perfeito". A missão é manter os bons índices do horário e a trama, dirigida por Amora Mautner, vem despertando atenção desde as primeiras chamadas. 


 Lara (Deborah Secco), Taís (Késia), Helena (Isabel Teixeira), Adriana (Thalita Carauta), Renée (Maria Clara Spinelli), Natália (Mariana Santos) e Carol (Karine Teles) se conheceram em um curso de inglês e, inseparáveis, compartilharam as alegrias e desafios típicos da juventude. Porém, em uma viagem de fim de semana, um triste acontecimento quebra esse laço e provoca um hiato nessa amizade. Duas décadas e meia depois, Lara encontra uma foto antiga e tem a ideia de juntar o grupo novamente em sua casa, sem desconfiar que o momento do reencontro, que deveria ser de apenas alegria, iria trazer também grandes revelações e desenterrar mágoas que tinham ficado guardadas no passado. E fica a pergunta: será que a amizade das sete é capaz de superar o que virá à tona? 

Já neste primeiro encontro uma grande revelação cai como uma bomba na cabeça de Taís: ela descobre que aquele que acreditava ser o homem da sua vida, que se apresentou a ela como Herbert e dizia trabalhar como coach, é na verdade Átila (Sérgio Guizé), marido de Lara.

sexta-feira, 15 de setembro de 2023

Tudo sobre a festa de lançamento de "Elas por Elas", a próxima novela das seis

 A Globo promoveu nesta quinta-feira, dia 14, a festa de lançamento de "Elas por Elas", remake de Cassiano Gabus Mendes, adaptado por Alessandro Marson e Thereza Falcão. A coletiva foi realizada nos Estúdios Globo e um dos cenários da novela serviu de palco para a apresentação dos sete personagens principais da trama. Fui um dos convidados e conto tudo o que aconteceu no evento. 


O imenso estúdio funcionou em três vertentes: uma parte para os comes e bebes, outra para os jornalistas conversarem com os atores e a última o cenário da sala de Lara (Deborah Secco) que serviu como palco para uma encenação surpreendente. Isso porque a diretora Amora Mautner, antes da tradicional exibição do clipe da novela, fez questão de agradecer aos integrantes de sua equipe e comunicou aos presentes que teve a ideia de colocar as protagonistas em uma situação especial na coletiva. Todos se sentaram em várias cadeiras posicionadas de frente para o cenário e as luzes se apagaram.

Após o anúncio da diretora, o sinal sonoro clássico de toda peça teatral tocou três vezes e as luzes no cenário acenderam para a entrada de Deborah Secco interpretando Lara. Aquele estúdio virou uma peça dentro de uma deliciosa mistura de teatro com folhetim.

quinta-feira, 7 de setembro de 2023

Tudo sobre a coletiva online de "Elas por Elas", a próxima novela das seis

 A Globo promoveu na primeira segunda-feira de setembro, dia 4, a coletiva online do remake de "Elas por Elas", adaptado por Thereza Falcão e Alessandro Marson, dirigido por Amora Mautner. Participaram os autores, a diretora e os atores Deborah Secco, Isabel Teixeira, Kesia, Mariana Santos, Karine Teles, Maria Clara Spinelli, Thalita Carauta, Lázaro Ramos, Rayssa Bratillieri, Valentina Herszage, Mateus Solano, Alexandre Borges, Marcos Caruso, Cássio Gabus Mendes e Filipe Bragança. Fui um dos convidados e a animação dominou o bate-papo.


Amora Mautner fez a introdução: "Essa é uma novela para atores. Estou muito feliz como se assistisse a uma peça de teatro. Demos uma sorte imensa com esse elenco. Tenho aprendido diariamente com eles. A comédia é um gênero de muito tempo e é quase impossível não gostar. Ao mesmo tempo que comédia é muito difícil, já o drama é mais fácil. E não tem trama paralela nessa novela. São sete tramas importantes. A minha filha assistiu ao primeiro capítulo comigo e disse que está mais parecido com o que ela vê no streaming do que com novela. É um 'multiplot'. E a abertura com o terma original será cantada por Preta Gil, Ivete Sangalo e Duda Beat." 

O autor Alessandro Marson analisou a obra como um todo: "A novela dá certo quando trabalha com a emoção e acho que nessa novela temos elementos muito fortes que podem pegar o público pela emoção. Falamos da relação de pessoas que se gostam. Temos uma gama de personagens que é impossível que as pessoas não se identifiquem com pelo menos um deles. Estou muito feliz com tudo o que estou vendo até agora. Estamos com um produto de muita qualidade.