Parecia de fato que a trama engrenaria de vez. Porém, com o tempo, foi possível constatar que a obra seria recheada de altos e baixos, onde o ritmo arrastado seria um dos problemas. Poucas viradas ocorreram na trama e quase sempre o público se via diante de situações que se repetiam ou então não saíam do
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sexta-feira, 26 de fevereiro de 2021
Reprise apenas comprovou que "Flor do Caribe" foi uma novela insossa e esquecível
Parecia de fato que a trama engrenaria de vez. Porém, com o tempo, foi possível constatar que a obra seria recheada de altos e baixos, onde o ritmo arrastado seria um dos problemas. Poucas viradas ocorreram na trama e quase sempre o público se via diante de situações que se repetiam ou então não saíam do
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2021
Sérgio Mamberti e Juca de Oliveira foram os destaques de "Flor do Caribe"
Dionísio participou ativamente do nazismo delatando as famílias dos judeus, as enviando diretamente para o campo de concentração. Entre os traídos pelo vilão, estava Samuel, na época uma criança, e seus pais. O pai de Ester (Grazi Massafera) acabou ficando sozinho no mundo, enquanto que o avô de Alberto
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2021
Bruno Gissoni e Daniela Escobar ofuscaram os mocinhos de "Flor do Caribe"
Aliás, a entrada de Marcos Winter foi enriquecedora para a trama do casal. E também foi inteligente colocá-lo como empresário de Cristal (Moro Anghileri), pois evitou deixar o personagem com a única função de atrapalhar o romance da ex. Romance que se mostrou o mais atraente da novela desde que foi
quarta-feira, 27 de janeiro de 2021
"Flor do Caribe" foi o penúltimo trabalho do grande Elias Gleizer na televisão
Elias ganhou do autor da novela das seis o Manolo, um cigano espirituoso e melhor amigo de Samuel (Juca de Oliveira). O alegre senhor também é um sobrevivente que presenciou as crueldades do nazismo e a frieza de Dionísio (Sérgio Mamberti) na época da guerra. Sua vinda está diretamente ligada à queda do vilão, que será
domingo, 27 de dezembro de 2020
Retrospectiva 2020: os piores do ano
A pandemia do novo coronavírus impediu a produção de muitas atrações. As emissoras precisaram apelar para muitas reprises para preencher suas grades. Ainda assim, alguns formatos permaneceram inéditos e vários deles merecem entrar na lista de piores de 2020. E todos os canais sofreram deste mal, assim como costuma ocorrer nos anos sem pandemia. Vamos a eles.
O programa de fofocas do SBT sempre foi uma bagunça generalizada, mas em 2020 se superou nos próprios erros. Chamado inicialmente de "Fococando", depois mudou para "Fofocalizando", até virar, do nada, "Triturando". Isso porque Silvio Santos adorava o quadro que triturava a foto de figuras criticadas pelos apresentadores. Porém, a mudança de nome gerou uma rejeição maior do público e a audiência, que já era baixa, despencou. Cris Flores foi contratada para o lugar de Leão Lobo, dispensado por conta da pandemia, e a jornalista é ótima. Ana Paula Renault também foi uma boa aquisição, mas elas não fazem milagre diante dos temas debatidos. Já fizeram até uma enquete perguntando como o telespectador preferia morrer (esfaqueado, com um tiro ou envenenado). Vergonha.
O programa criado para ficar no lugar do "Vídeo Show" nunca deu certo. Nem um dia sequer. A Globo criou um formato vazio, cansativo e que misturava tudo e não apresentava nada. Érico Brás, Fabiana Karla e Fernanda Gentil nunca conseguiram um bom entrosamento e a artificialidade na apresentação predominava. A pandemia do novo coronavírus fez a emissora priorizar o jornalismo em sua programação e vários programas saíram do ar momentaneamente. O "Se Joga" entrou na lista. Porém, a emissora aproveitou a "oportunidade" para esquecer do programa. Mesmo com a volta da programação normal, aos poucos, o formato do trio de apresentadores não retornou. E ainda bem. Todavia, segundo vários sites, em 2021 a atração retornará aos sábados e somente com Fernanda no comando. Resta saber como será...
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quinta-feira, 17 de dezembro de 2020
Cláudia Netto foi uma boa surpresa de "Flor do Caribe"
A personagem só entrou na história após algumas semanas da novela já iniciada, porém, assim que chegou, já mostrou que seria uma das figuras mais divertidas e interessantes de "Flor do Caribe". Sempre dotada de um humor fino e ácido, Guiomar tem Dionísio (Sérgio Mamberti) e Alberto (Igor Rickli) como principais alvos de sua artilharia de frases inspiradas. O sogro e o filho foram obrigados a aceitá-la na mansão e, desde então, 'sofrem' (merecidamente) com sua língua ferina.
Entretanto, essa mulher não se resume somente ao deboche. A perua também faz questão de demonstrar o amor que sente por Alberto, mesmo sabendo que o filho é um poço de maldade e ressentimento. A atriz protagonizou cenas emocionantes e quase todas envolvendo o grande vilão da trama. A sequência mais
sexta-feira, 10 de janeiro de 2014
"Amor à Vida" e os inadequados títulos de novelas
No caso da trama de Walcyr Carrasco, o nome mais apropriado seria "Em nome do pai", que chegou a ser cogitado inicialmente, mas preterido pouco depois. O título tinha consistência, afinal, Félix (Mateus Solano) foi capaz de praticar inúmeras monstruosidades por causa da rejeição de sofria de César (Antônio Fagundes). Porém, optaram por "Amor à Vida", que faz sentido apenas em relação ao momento em que Bruno (Malvino Salvador) acha Paulinha (Klara Castanho) na caçamba e salva sua vida.
E várias novelas têm optado por essa estratégia, onde o título da obra só serve para explicar uma rápida situação, ignorando todo o contexto da história. Entre alguns exemplos mais recentes, há o fenômeno "Avenida Brasil", de João Emanuel Carneiro. O título nada tinha a ver com a história de vingança de Nina (Débora Falabella)
domingo, 29 de dezembro de 2013
Retrospectiva 2013: os melhores casais do ano
Laura e Edgar ("Lado a Lado"): Marjorie Estiano e Thiago Fragoso esbanjaram química e formaram o melhor casal da ótima novela, escrita por João Ximenes Braga e Cláudia Lage, que merecidamente ganhou o Emmy Internacional no final desse ano. Ao som de Nando Reis, cantando "Sei", o telespectador se encantou com o par que lutou por justiça e protagonizou tórridas cenas de amor. Na internet, o nome "LaurEd" representava os fãs da dupla. Deixou saudade.
Nando e Juliana ("Guerra dos Sexos"): Reynaldo Gianecchini e Mariana Ximenes repetiram a boa parceria de "Passione", onde interpretavam vilões, nesse remake de Silvio de Abreu. Um motorista apaixonado por uma ricaça é um clichê, mas sempre agrada. O casal despertou torcidas apaixonadas nas redes sociais e o autor acabou mudando o final da trama original, optando por deixá-los juntos e felizes no último capítulo. Porém, vale citar também a boa química que Gianecchini teve com Glória Pires (Roberta Leone).
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sábado, 14 de setembro de 2013
"Flor do Caribe" fica marcada pelo ritmo arrastado e chega ao fim sem empolgar
A história de Walther Negrão começou fraca e sem qualquer atrativo. A obsessão do vilão em roubar a mocinha do mocinho era óbvia e os demais núcleos não empolgaram. A boa primeira impressão ficou por conta das lindíssimas imagens, bem usadas pelo diretor Jayme Monjardim. Entretanto, com o passar das semanas, a novela foi ganhando bons elementos. A temática do nazismo começou a ser melhor aprofundada (de uma forma bem didática, é bom dizer), a fuga de Cassiano (Henri Castelli) transmitiu a impressão de que uma grande vingança seria iniciada e a entrada de Daniela Escobar deixou claro que Natália e Juliano (Bruno Gissoni) formariam um lindo casal.
Parecia de fato que a trama engrenaria de vez. Porém, com o tempo, foi possível constatar que a obra seria recheada de altos e baixos, onde o ritmo arrastado seria um dos problemas. Poucas viradas ocorreram na trama e quase sempre o público se via diante de situações que se repetiam ou então não saíam do
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terça-feira, 10 de setembro de 2013
Marasmo marca reta final de "Flor do Caribe"
Só mesmo quem vê a trama diariamente sabe que a obra está chegando ao fim. Mas não por causa do excesso de acontecimentos, afinal, há falta deles. Desde o início de "Flor do Caribe" ficou claro para o telespectador que as tramas paralelas não tinham muitos conflitos para serem desenvolvidos e que o núcleo central ficaria baseado exclusivamente na obsessão do vilão em 'roubar' a mocinha do mocinho. A única situação que despertou curiosidade foi a história do nazismo envolvendo os atores veteranos, ainda que a licença poética em cima da idade deles tenha causado estranheza.
E é justamente o fim de Dionísio (Sérgio Mamberti), fiel discípulo de Hitler, o único responsável pela pouca movimentação da novela nessa reta final. Ainda assim, não há muito o que mostrar, afinal, o vilão já está sendo acusado de ser o mandante da tentativa de assassinato de Samuel (Juca de Oliveira). Só falta mesmo
quarta-feira, 21 de agosto de 2013
Elias Gleizer volta em "Flor do Caribe" e mata as saudades do público com seu talento
Afastado das novelas desde "Passione" (2010), onde viveu um hilário triângulo amoroso com Cleyde Yáconis e Leonardo Villar ---- como esquecer das brigas entre Diógenes, Brígida e Lutero? -----, o ator de 79 anos estava fazendo muita falta na televisão. E após ter se recuperado de um problema de saúde, ele próprio chegou a dizer que já estava entrando em depressão após ficar tanto tempo na ociosidade e que ter voltado à tv era como ter voltado à vida. .
Elias ganhou do autor da novela das seis o Manolo, um cigano espirituoso e melhor amigo de Samuel (Juca de Oliveira). O alegre senhor também é um sobrevivente que presenciou as crueldades do nazismo e a frieza de Dionísio na época da guerra. Sua vinda está diretamente ligada à queda do vilão, que será
quarta-feira, 14 de agosto de 2013
A evolução de Igor Rickli em "Flor do Caribe"
Alberto é um tipo de vilão extremamente tradicional na teledramaturgia. Quase um clichê. O homem obcecado por uma mulher, que faz de tudo para tê-la ao seu lado, inclusive trair e tentar matar seu suposto melhor amigo. Em suma: o malvado invejoso que quer tirar a mocinha do mocinho. Sem dúvida, apesar de comum, é um personagem que exige um profissional de mais experiência. Portanto, foi até previsível o início turbulento de Igor na trama, afinal, "Flor do Caribe" era a sua estreia em novelas.
A inexperiência falou mais alto e a insegurança do ator ficou visível. Ele estava apático e o máximo que conseguia fazer era uma cara de malvado. Aliás, cara que permanecia 'congelada' em todas as cenas. Mas nada como o tempo para amadurecer um profissional que tem competência para as artes dramáticas.
quinta-feira, 25 de julho de 2013
Sérgio Mamberti e Juca de Oliveira: os grandes destaques de "Flor do Caribe"
Desde o primeiro capítulo, ficou evidente que esses dois grandes atores haviam recebido ótimos papéis. Em uma novela onde o 'mais do mesmo' se fez presente em quase todos os núcleos, foi um grande acerto do autor abordar a questão do nazismo, ainda que tenha precisado usar da licença-poética para justificar a diferença de idade entre os personagens.
Dionísio participou ativamente do nazismo delatando as famílias dos judeus, as enviando diretamente para o campo de concentração. Entre os traídos pelo vilão, estava Samuel, na época uma criança, e seus pais. O pai de Ester (Grazi Massafera) acabou ficando sozinho no mundo, enquanto que o avô de Alberto
terça-feira, 2 de julho de 2013
"Flor do Caribe" apresenta claros sinais de esgotamento e não consegue sair do lugar
"Flor do Caribe" vive um momento de pura enrolação, que só vem aumentando com o passar dos capítulos. A sensação é de que a história se esgotou muito antes do tempo estipulado e que tudo anda em círculos. Normalmente, para evitar a impressão de marasmo no núcleo principal, o autor opta pelo desenvolvimento dos núcleos paralelos. Porém, no caso da atual novela das seis, os núcleos paralelos não têm muita história pra contar, o que apenas ressalta as fragilidades da trama.
Ester (Grazi Massafera) está brigada com Cassiano (Henri Castelli) por causa de um motivo totalmente bobo (ciúme de Cristal - Moro Anghileri) e, mesmo após ter denunciado o esconderijo onde Dionísio (Sérgio Mamberti) guardava as relíquias roubadas na época do Nazismo, continuou morando na mansão alegando para Guiomar (Cláudia Netto) que não tinha para onde ir (?). Resultado, a mocinha foi presa por
sexta-feira, 14 de junho de 2013
A hora e a vez dos vilões
Em "Malhação", por exemplo, é Sal o responsável pelas vilanias da novelinha. O rapaz atormentou a vida de Lia (Alice Wegmann), uma das mocinhas da atual temporada, até ser finalmente preso pela polícia. Pedro Cassiano tem se mostrado uma boa surpresa e convence na pele do irresponsável sujeito que acabou se perdendo ao se meter com traficantes.
Já em "Flor do Caribe", o vilão da vez é Alberto. O homem é um psicopata obcecado por Ester (Grazi Massafera) e está ficando cada vez mais surtado. Não tem medido esforços para destruir a vida de sua ex e acabar com Cassiano (Henri Castelli). Igor Rickli é um ator muito inexperiente e infelizmente começou muito mal na pele do antagonista, transbordando inexpressividade; no entanto, tem sido visível a sua
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quinta-feira, 6 de junho de 2013
Cláudia Netto se destaca na pele da espirituosa Guiomar em "Flor do Caribe"
A personagem só entrou na história após algumas semanas da novela já iniciada, porém, assim que chegou, já mostrou que seria uma das figuras mais divertidas e interessantes de "Flor do Caribe". Sempre dotada de um humor fino e extremamente ácido, Guiomar tem Dionísio (Sérgio Mamberti) e Alberto (Igor Rickli) como principais alvos de sua artilharia de frases inspiradas. O sogro e o filho foram obrigados a aceitá-la na mansão e, desde então, 'sofrem' (merecidamente) com sua língua ferina.
Entretanto, essa mulher não se resume somente ao deboche. A perua também faz questão de demonstrar o amor que sente por Alberto, mesmo sabendo que o filho é um poço de maldade e ressentimento. A atriz já protagonizou cenas emocionantes e quase todas envolvendo o grande vilão da trama. A sequência mais
terça-feira, 28 de maio de 2013
Juliano e Natália formam o melhor casal de "Flor do Caribe"
Na fase inicial da novela, Bruno Gissoni estava sem função, porém, foi perceptível o aumento da participação do ator desde que o núcleo formado por Daniela Escobar, Tainá Muller (Ludmila) e Maria Joana (Carol) entrou na trama. Juliano logo se interessou pela matriarca da família e o envolvimento entre os dois não demorou muito para acontecer. O pescador se apaixonou pela bióloga e foi correspondido. De início havia um divertido jogo de 'gato e rato', onde Natália evitava o rapaz por se considerar muito velha e temer a reação das filhas. Após alguns conflitos, beijos, brigas, o casal acabou 'oficializando' o namoro. Mas graças ao retorno de Reinaldo, o ex-marido da bióloga, a relação ficou estremecida.
Aliás, a entrada de Marcos Winter foi enriquecedora para a trama do casal. E também foi inteligente colocá-lo como empresário de Cristal (Moro Anghileri), pois evitou deixar o personagem com a única função de atrapalhar o romance da ex. Romance esse que se mostrou o mais atraente da novela desde que foi
sexta-feira, 10 de maio de 2013
Capítulos movimentados e ótimas cenas marcam a semana de Flor do Caribe
Em menos de duas semanas, o telespectador presenciou Hélio (Raphael Vianna) ser desmascarado por sua mãe (Cyria Coentro), que descobriu que o filho foi o verdadeiro responsável pelo atropelamento que acabou levando Donato (Luiz Carlos Vasconcelos) para a cadeia. Aliás, a cena foi lindíssima e os dois veteranos deram uma aula de atuação. Raphael também convenceu e merece elogios. Mas, pouco tempo depois dessa importante revelação, Ester (Grazi Massafera) descobriu que Alberto (Igor Ricki) foi o verdadeiro culpado pelo sumiço de Cassiano anos atrás graças ao golpe dos falsos diamantes. A mocinha imediatamente fez questão de confrontar o vilão e mostrou que já sabia de tudo.
Após tantos segredos sendo revelados, ainda houve tempo para, no capítulo seguinte, Alberto mandar sequestrar o mocinho novamente, para o desespero da esposa. Uma cena muito bem produzida de perseguição foi exibida, onde os sequestradores levaram Cassiano preso em um avião, enquanto os amigos
quarta-feira, 1 de maio de 2013
Walther Negrão mostra em Flor do Caribe que conseguiu aprender com seus erros
Após se equivocar completamente com "Araguaia", em 2011, o autor parece ter corrigido quase todos seus erros na atual novela das seis. Na sua trama anterior, Walther optou por uma história pouco atraente, cujo tema principal era baseado em feitiços indígenas, que evoluía lentamente. Além de não se sentir atraído pela trama, o telespectador ainda via diversos personagens desnecessários e que pouco acrescentavam. E para piorar, os papéis centrais também sofriam pela falta de uma bom enredo. O resultado foi um vilão (Max - Lima Duarte) que não funcionou e um casal protagonista (Manuela/Milena Toscano e Solano/Murilo Rosa) que deu errado. A novela terminou sem empolgar e com um clima de monotonia que reinou do início ao fim. Porém, agora, com seu novo trabalho, Walther Negrão mostra que aprendeu com seus deslizes.
"Flor do Caribe" estreou transmitindo a falsa impressão de que nada havia mudado na cabeça do criador da fraca "Araguaia". Capítulo lento, história batida, vilão caricato e casal protagonista meloso. É bem verdade que todo esse conjunto se manteve até a fuga de Cassiano (Henri Castelli), porém, depois do
terça-feira, 9 de abril de 2013
Volta de Cassiano movimenta Flor do Caribe e proporciona grandes cenas ao público
Antes de enfrentar Alberto (Igor Rickli), Cassiano reencontrou seu pai Chico, que sempre acreditou na volta do filho. O encontro foi emocionante e os atores fizeram uma cena linda. Henri Castelli e Cacá Amaral transmitiram o sentimento dos personagens através da ternura na troca de olhares e de um forte abraço. Nem precisava de texto.
Depois de presentear o telespectador com essa bela sequência, Walther Negrão logo emendou para o aguardado momento do embate do mocinho com o vilão. A sequência foi muito bem dirigida e Henri Castelli novamente se destacou. Conseguiu transmitir a fúria de Cassiano ao se deparar com seu ex-melhor
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