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quarta-feira, 4 de novembro de 2026

Tudo sobre a segunda coletiva online de "Lá na Minha Terra", a próxima novela das seis

 A Globo promoveu no dia 22 de outubro a segunda coletiva virtual de 'Lá na Minha Terra', a próxima novela das seis, escrita por Mário Teixeira e dirigida por Allan Fiterman. Participaram os atores Dira Paes, Mateus Solano, Danilo Mesquita, Lucy Alves, Thardell Lima, Rhaisa Batista, Cris Larin, Mariana Lima, Arianne Botelho, Vicenthe Delgado, Miguel Rômulo, Jéssica Marques, Luis Miranda, Clarissa Pinheiro, Welder Rodrigues e Max Petterson. Fui um dos convidados e conto sobre o bate-papo a seguir. 


Dira Paes comentou sobre sua protagonista: "As mulheres são o alicerce da família e o arquétipo da mãe coragem a gente vê na literatura. A Rosenda fica esquecida e todo mundo conhece uma Rosenda. Entendo a Rosenda como uma mãe que sacrificou suas próprias individualidades em nome da família. A ausência do marido se torna presente. O Severino provoca uma certa instabilidade nela porque ela sabe que tem algo de errado. O nordeste é muito rico, não é um drama corriqueiro. A gente consegue projetar essa riqueza dessas histórias que projetaram tantas riquezas literárias no Brasil. São os nossos sertões. Não é só o sertão do nordeste, é o sertão do Brasil".

Mateus Solano falou sobre seu personagem: "Almerindo é um personagem muito diferente de todos esses que eu já fiz. Estou muito orgulhoso dele, eu trago uma barba agora, tem o sotaque, o lugar épico do sertão, esse arquétipo. Nunca pretendo surpreender, mas o Almerindo tem me surpreendido.

quarta-feira, 17 de agosto de 2022

Bárbara Paz e Danilo Mesquita formaram uma ótima dupla de vilões em "Além da Ilusão"

 A dois dias de seu desfecho, "Além da Ilusão" vem apresentando uma última semana movimentada por ótimos acontecimentos e viradas aguardadas. Mas não do núcleo central. São os núcleos paralelos que estão dominando a narrativa final da história de Alessandra Poggi. O fato comprova que foram mesmo o maior êxito da novela das seis. E as cenas recentes mostraram o quanto Bárbara Paz e Danilo Mesquita honraram o posto de vilões do folhetim. 


A dupla formada por mãe e filho movimentou a história ao longo dos meses, mas não apenas em cima da equivocada saga de Davi (Rafael Vitti), que tem sido a parte menos interessante da reta final da trama. A vilã tinha em Violeta (Malu Galli) a principal rival por conta de um interesse em comum: o amor de Eugênio (Marcello Novaes). Um triângulo amoroso secundário que rendeu bem mais atrativos que as repetições em torno da cansativa santificação do mocinho.

 Úrsula nunca mediu esforços para atingir seus objetivos e tinha no filho uma arma contra seus opositores. O rapaz era um parceiro e cúmplice perfeito. Enquanto Joaquim transbordava passionalidade, a mãe expunha uma frieza em todos os planos. E os personagens foram bem construídos pela autora.

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2020

Morte de Carlos promove aguardada virada e comove em "Éramos Seis"

"Éramos Seis" é a melhor novela no ar atualmente. O quinto remake do romance de Maria José Dupré vem proporcionando uma avalanche de emoções no público, honrando esse drama tão triste e envolvente que marcou tantas gerações. Angela Chaves fez algumas mudanças bem evidentes na história, mas a essência segue a mesma e bem ligada ao enredo exibido pelo SBT em 1994. E uma das viradas mais aguardadas era a morte de Carlos (Danilo Mesquita), exibida nesta sexta-feira (07/02) em um capítulo dilacerante.


O filho mais velho e querido de Dona Lola (Glória Pires) tem uma morte mais dolorosa no livro da escritora. Infeliz em seu trabalho e vivendo uma vida que jamais desejou, o rapaz acaba desenvolvendo a mesma úlcera que vitimou seu pai, Júlio (Antônio Calloni). Mas Silvio de Abreu e o saudoso Rubens Edwald Filho criaram uma morte bem mais impactante no remake do SBT e colocaram o jovem para morrer durante o primeiro grande movimento que culminou da Revolução Constitucionalista de 1932. Um final heroico e forte.

Angela quis manter a ótima ideia dos autores e valeu a pena. Toda a sequência da manifestação dos paulistas contra a ditadura do governo de Getúlio Vargas arrepiou e a direção precisa de Carlos Araújo mais uma vez sobressaiu. O trabalho do diretor está impecável na novela.