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terça-feira, 31 de março de 2026

Tudo sobre a coletiva online de "Juntas e Separadas", a nova série do Globoplay

 O Globoplay promoveu no dia 11 de março a coletiva online de 'Juntas e Separadas', nova série da plataforma de streaming. Participaram a autora Thalita Rebouças, a diretora Mini Kerti e o elenco, que contou com Sheron Menezzes, Debora Lamm, Natália Lage, Luciana Paes, Matheus Costa, Claudia di Moura, Louise Cardoso, Bruno Garcia, Tomtom, Bruno Mazzeo, Thelmo Fernandes, Fábio Ventura e Mateus Solano. Fui um dos convidados e conto sobre o bate-papo. 

Thalita Rebouças comentou como criou a trama: "A ideia da série surgiu quando me separei do primeiro marido e tive uma roda de apoio muito grande das minhas amizades. Não podia estar mais realizada. O elenco todo é incrível. É um abraço em todas as mulheres. Não tem diferença na hora de escrever. A diferença é que na série falo palavrão ao contrário dos meus livros e films, mas nunca pensei 'agora vou escrever para criança e agora para adulto'". Mini Kerti acrescentou: "Aos poucos fomos construindo esse elenco estelar maravilhoso". 

Sheron Menezes falou sobre a sua experiência em relação ao enredo de sua personagem: "Minhas amigas são minha base e são amigas de muitos anos. Ter amigas pra mim é indispensável.

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2020

"Fora de Hora" não é ruim, mas para ficar bom ainda falta bastante

Após seis temporadas bem-sucedidas do "Tá no Ar: a TV na TV", Marcius Melhem e Marcelo Adnet resolveram encerrar o  melhor humorístico do país (sem exagero) no auge. Tudo para evitar um natural desgaste. Com a missão de substituir esse sucesso, praticamente a mesma equipe responsável lançou o "Fora de Hora" e a estreia foi no dia 21 de janeiro, logo depois do "BBB 20". A mesma faixa da atração anterior. Porém, o novo programa não agradou muito.


O humorístico em formato de telejornal, com a supervisão de Marcius e Daniela Ocampo, é uma clara inspiração do impagável "Furo MTV", um dos melhores produtos da extinta emissora da época, comandado por Dani Calabresa e Bento Ribeiro. A nova versão é apresentada por Paulo Vieira e Renata Gaspar, que interpretam dois âncoras irônicos sem papas na língua. Um terço do programa é gravado sem grande antecedência para a exploração das notícias mais frescas, facilitando as piadas.

Caito Mainer, Luciana Paes, Welder Rodrigues, Gustavo Miranda, Júlia Rabello, Késia Estácio, Luana Martau, Luis Lobianco, Marcelo Adnet, Marcio Vito, Pedroca Monteiro e Verônica Debom compõem o restante do elenco e todos representam repórteres do jornal ou fazem participações como entrevistados ou especialistas.

segunda-feira, 12 de maio de 2014

"Artista Completão": um grande erro do "Domingão do Faustão"

Na tentativa de apresentar algo novo para o telespectador, o "Domingão do Faustão" exibiu um quadro chamado "Artista Completão". O objetivo era mostrar uma competição entre atores que soubessem atuar, dançar e cantar, honrando o título da atração. Entretanto, todos os selecionados não tinham capacidade para a 'multifunção'. E segundo Fausto Silva, a ideia era justamente esta: os participantes aprimorarem suas técnicas a cada apresentação, até o vencedor ser declarado um artista completo.


Mas a boa intenção do quadro não surtiu o efeito esperado. Jonatas Faro, Juliana Alves, Aílton Graça, Luciana Paes, Rodrigo Andrade e Suzana Pires foram submetidos a situações constrangedoras e as apresentações no palco do "Domingão" eram fraquíssimas. Cada 'show' exigia do participante que ele cantasse, dançasse e interpretasse, tendo um time de bailarinos como apoio. Só que os atores não conseguiriam fazer um espetáculo digno, simplesmente porque eram inexperientes e não conseguiram aprender em tão pouco tempo.

O resultado foi um show repleto de desafinações, gritos e performances que constrangiam quem assistia. Até os jurados que participaram julgando as apresentações ficaram desconfortáveis e evitavam dizer com sinceridade o que acharam. Jonatas Faro e Juliana Alves tinham alguma experiência em dança,

sexta-feira, 2 de maio de 2014

Com início decepcionante e final empolgante, "Além do Horizonte" era uma história certa no formato errado

Para o alívio da Globo, a novela dos estreantes Carlos Gregório e Marcos Bernstein fechou seu ciclo nesta sexta-feira (02/05). Em mais uma tentativa de sair da mesmice e ousar para apresentar algo diferente ao telespectador, a emissora aprovou a sinopse da dupla de autores que resolveu contar uma história bem diferente das comédias românticas do horário das sete. Mas lamentavelmente a ideia não funcionou e nada saiu como o esperado. O resultado foi um conjunto de erros que prejudicou o desenvolvimento da trama, ainda que tenha sido amenizado após algumas mudanças ao longo dos meses.


A premissa da história era o mistério que envolvia o desaparecimento de várias pessoas, que sumiam após a busca de um suposto caminho para a felicidade. Paralelamente a isso, havia Tapiré, uma cidade interiorana (vizinha da Comunidade onde habitavam todos os 'desaparecidos'), dominada por uma espécie de milícia, liderada por Kleber (Marcello Novaes), que amedrontava o povo espalhando boatos de uma 'besta' que vivia na mata e assassinava todos que iam até a floresta. Mas a tal besta era ele, um sujeito que não tinha pena de eliminar suas vítimas.

Ou seja, o enredo principal da novela não era nada leve e muito menos cômico, como o público do horário estava acostumado. Portanto, para prender a atenção e conquistar novos telespectadores, a história precisava envolver quem assistia através de vários conflitos, bom ritmo e ganchos interessantes. Porém, não foi o que aconteceu.

quarta-feira, 26 de março de 2014

Mariana Xavier e Luciana Paes divertem e Yanna Lavigne emociona em "Além do Horizonte"

A novela das sete apresentou muitos equívocos, mas foi acertando alguns pontos ao longo dos meses. Nem todos ficaram bons, mas entre as mudanças positivas feitas na história, há as três irmãs de Tapiré. Ana Rita (Mariana Xavier), Ana Fátima (Yanna Lavigne) e Ana Selma (Luciana Paes) ganharam um bom destaque em "Além do Horizonte e enquanto uma emociona, as outras duas divertem quem assiste.


Inicialmente, o trio não era valorizado e ficava avulso no núcleo de Tapiré. Apareciam pouco e nas poucas cenas que tinham não conseguiam se destacar devido aos diálogos repetitivos, além das situações desinteressantes. Mas a ida das irmãs para o Rio de Janeiro provocou uma agradável virada na história delas. 

A boa sintonia entre as atrizes pôde ser vista com mais clareza, longe de um núcleo que nunca chegou a empolgar, e as três fizeram boas cenas. Mas Ana Fátima não ficou muito tempo longe de casa e acabou voltando para Tapiré. No entanto, o retorno não atrapalhou Yanna Lavigne, que conseguiu mostrar seu talento