O "The Voice +" estreou em janeiro de 2021 como uma tentativa da Globo em aproveitar ainda mais o formato do "The Voice" que domina sua grade ao longo do ano, vide o "Brasil" e o "Kids". O programa anda cada vez mais desgastado por conta desse excesso. Porém, a versão que mais agradou foi a com participantes com mais de 60 anos. E a segunda temporada, que chega ao fim neste domingo (03/04), foi muito melhor por conta de uma pessoa: Fafá de Belém.
Um dos vários motivos do desgaste do "The Voice" é a repetição dos técnicos. Foram raras as vezes que Boninho, diretor da atração, resolveu realmente mudar alguns nomes. O formato sempre tem uma rotatividade no júri ao redor do mundo, mas aqui eram sempre os mesmos. Quando alguém saía do "The Voice Brasil" ia pro "Kids" e acabava não fazendo diferença nenhuma a alteração.
Agora finalmente houve uma grata mudança com a chegada de Fafá de Belém. Até porque foi ridículo a primeira temporada não ter contado com nenhum técnico acima dos 60 anos. Ludmilla, Mumuzinho, Cláudia Leite e Daniel eram o quarteto.

