quarta-feira, 19 de junho de 2013

"Louco por Elas" emociona em seu último episódio e sai do ar na hora certa

Chegou ao fim a ótima série que contava a vida de um homem cercado de mulheres complicadas, controversas, mas muito amorosas. "Louco por Elas" se despediu do público na sua terceira temporada apresentando um episódio emocionante e recheado de frases inspiradas, expressando bem todo o conjunto harmonioso que essa produção apresentou desde a estreia.


O último episódio contou com as divertidas tiradas de Violeta (Glória Menezes) e com as trapalhadas de Léo (Eduardo Moscovis). Ou seja, tudo o que a série tinha de melhor. Porém, o desfecho dessa divertida história foi inusitado e muito bonito: Giovanna (Deborah Secco), Dorothy (Luana Martau) e Bárbara (Luisa Arraes) tiveram seus respectivos filhos ao mesmo tempo e a sequência dos três partos foi lindíssima. Para fechar com chave de ouro, houve uma pose da família e dos agregados para uma bela foto, que foi devidamente sucedida por um compilado de imagens das três temporadas e pela tradicional palavra "fim". Era o adeus dessa turma que tanto divertiu e emocionou o público.

"Louco por Elas" estreou com o pé direito. Mesclando humor com situações tocantes, João Falcão presenteou o telespectador com uma história atraente e cheia de inspirados diálogos, que quase sempre fugiam do humor fácil. Com o tempo, foi perceptível o merecido crescimento de Glória Menezes, que passou a ser considerada
a 'protagonista moral' da série. Violeta foi, sem dúvida, a melhor personagem. Mas Eduardo Moscovis, Luisa Arraes e Laura Barreto (Theodora) também merecem elogios, pois cumpriram bem suas funções e fizeram bonito. Já Deborah Secco, apesar da importância de Giovanna, não conseguiu se destacar e muitas vezes se repetiu em cena.

Ao longo do tempo, o seriado passou a contar com novos integrantes, que apenas enriqueceram a história. Caso de Reginaldo Faria, interpretando o pai de Léo, cuja 'característica' era se vestir de mulher e de Luana Martau, interpretando a empregada metida de Giovanna. Silvio Mattos também foi uma excelente aquisição. Seu Gregório era hilário e o ator tinha uma boa química com Glória Menezes. Foram personagens que fizeram a diferença e só melhoraram o que já estava bom.

Entretanto, apesar das inúmeras qualidades, os sinais de desgaste do formato estavam cada vez mais nítidos. A segunda temporada não foi tão boa quanto a primeira e a Globo errou drasticamente ao estrear a terceira sem esperar o telespectador sentir saudades. A emissora se equivocou quando resolveu trazer a série de volta antes dos formatos que ainda estavam fora do ar, como "A Grande Família" e "Tapas & Beijos". Há anos que a grade entra de férias enquanto o "Big Brother Brasil" está no ar, dando um descanso para os atores e para o público, porém, resolveram criar uma exceção com "Louco por Elas".

Esse retorno antecipado foi um tiro no pé. A história estreou sem apresentar nada de novo e pouco empolgou. Infelizmente, alguns episódios cansativos apenas colaboraram para desgastar o formato e piorar a situação. A terceira temporada foi marcada pela irregularidade e por situações bastante desinteressantes. João Falcão não estava mais tão inspirado quanto nas duas temporadas anteriores.

Apesar desse tropeço, o saldo foi positivo. "Louco por Elas" apresentou um ótimo formato e nunca subestimou a inteligência do telespectador, que por sua vez pôde ver atores entrosados, personagens divertidos, história bem construída e lições de vida que fugiram de qualquer tipo de pieguice. A série saiu de cena exibindo um lindo episódio e fechou seu ciclo na hora certa. O risco de uma quarta temporada ser ainda mais fraca que a terceira era grande e a melhor solução foi mesmo colocar um ponto final. Léo e suas mulheres emocionaram, divertiram e conquistaram o público, mas precisavam sair de cena antes que todos esses pontos positivos se perdessem. Conseguiram.

38 comentários:

Kellen Bittencourt disse...

Oiii amigo, ai que pena assisti até o meio do episódio e acabei dormindo, vou ver hoje o vídeo, sempre me diverti muito com a série, mas concordo com vc que desta ultima vez não tinha dado p sentir saudades ainda, mas enfim me diverti muito, e não sabia que seria o fim p sempre! Agora mudando de assunto ontem tbém assisti Tapas e Beijos que tbém adoro e p mim foi o episódio mais divertido da série até agora, ri muito ontem, adorei! Abraçosss

A viajante disse...

Isso aí, Sérgio! Ótima análise. Assisti ontem e me emocionei. Equipe afinhada, diálogos inteligentes, humor ácido, mas o AMOR,ai, o AMOR... presente, em todos os gestos, sorrisos e olhares. Muito legal! Vai fazer falta! Beijão.

Felisberto Junior disse...

Olá!Bom dia
Sérgio
Bela análise, eu penso que
apesar dos "erros iniciais" do terceiro episódio,João Falcão conseguiu uma boa guinada,e terminou bem.Além, da Glória Menezes,inquestionável, a alma do programa, com sua Violeta, uma personagem inesquecível. Gostei muito do Eduardo Moscovis,como vc destacou no post, merecedor de elogios mesmo, se "mostrou" muito bem fazendo comédia. Deborah Secco, Luísa Arraes e Luana, foram ótimas, e curti demais a cena do "parto tríplice".
Bela quarta feira
Obrigado!
Abraços

Vera Lúcia disse...


Olá Sérgio,

Não vi este último episódio, embora planejasse assisti-lo. Talvez o veja pela internet. Como sempre, seus olhos atentos não perdem nenhum detalhe e sua análise sobre a série está excelente.
Gostava muito da atuação da Glória Menezes, como Violeta.

Ótimo dia.

Beijo.

Rosa Branca disse...

Ola Sergio, eu não gostava do formato desse programa, roteiros sem graça e sem emoção (na minha opinião). Um abraço carinhoso

Paty Alves
Ágape Amor Verdadeiro
Patyiva
Vou Conseguir

Letícia disse...

Boa tarde Sérgio, como vai?

Gostei muito de "Louco por Elas", primeiramente uma coisa que sempre me chamou atenção na série foi a profissão do personagem Léo do Eduardo Moscovi, um treinador de futebol de praia e ainda de um time feminino, é claro que não é alguém ambicioso, alguém preocupado com o sucesso profissional, talvez isso fosse proposital já que temos um homem cercado de mulheres, alguém preocupado em realização pessoal e não financeira (basta olhar para seu antigo Passat). Gostei muito do Leonardo Henrique, um personagem sensível, meigo, adorável e mesmo assim sem perder a masculinidade. A maneira como lidar com todas aquelas mulheres, ter dúvidas, ter esperança, ter interesse em lidar com todas aquelas situações. Era muito bom.

Já a dona Violeta da diva Glória Menezes era maravilhosa, a primeira vista poderia parecer uma velhinha gagá, mas tinha uma sabedoria de vida invejável, era um lição de vida mesmo, mesmo com a licença poética que a dramaturgia coloca, era uma personagem também adorável, provavelmente, era a personagem mais interessante do seriado. Seria ótimo encontrar alguém com uma visão de vida igual da doce Violeta. Parabéns a usa interprete, mais um trabalho bem feito.

Sabe que gostei mais agora da Débora Secco com a sua Giovana, a jovem mãe que divorciada, mas que não consegue se separar de seu ex, vive bem com as filhas, mesmo não convivendo com elas na mesma casa. Acredito que sua personagem representa, em parte, a mulher de hoje que busca conciliar tudo, mas nem sempre consegue, as inseguranças, as dúvidas, os desejos, enfim, gostei muito da maneira a atriz conduziu sua personagem.

As meninas, Bárbara e Teodora,
uma adolescente e outra saindo da infância. A primeira típica adolescente cheias de dúvidas e inseguranças, mas sempre de mau humor, mas com bom coração. Já Teodora tenta ser mais madura que realmente precisa ser, afinal de contas é uma criança e como tal precisa viver como uma criança. Provavelmente seja um contraponto aos que vivem em sua volta, mas a personagem também era uma graça.

Enfim, os ciclos se abrem e se fecham, Loucos por Elas cumpriu com a sua missão, gostei bastante e sentirei falta, mas fica a lembrança. Afinal de contas e disso que é feita a vida, de ciclos.

Um abraço.

MARILENE disse...

Sergio, não vi nenhum episódio dessa série, apesar das chamadas mostrarem ser ela divertida. E gostei demais de sua postagem, sempre bem escrita, fazendo uma análise que me possibilitou ter uma ideia do que ela abordou e de como terminou. Bjs.

Thallys Bruno Almeida disse...

Sérgio, eu só vou discordar em relação à Deborah Secco. Mesmo na primeira temporada achei que ela melhorou bastante em relação ao começo e se desvencilhou bem dos eternos tipos de mulher gostosa que a eternizaram. O par rendeu boas sacadas românticas graças a algumas recaídas de Giovanna e Leo.

Bárbara, com as inseguranças típicas de muitas adolescentes, e Teodora e sua vontade de ser mais madura pra uma criança, também renderam ótimos momentos. Leonardo Henrique foi um protagonista masculino como poucos têm sido vistos: mesmo em meio a esse monte de confusões em relação às mulheres, um cara espirituoso e que não deixava margem pra chatice.

A mistura de sabedoria de vida, juventude eterna e experiência adquirida de Violeta, aliadas a seu senso de humor excelente, fizeram de fato dela o maior destaque da série. Fiquei feliz pelo João Falcão ter valorizado a Luana Martau depois de ela ter aparecido pouco em Avenida. Outro ponto positivo foi que ele aproveitou em participações curtas parte do elenco de Clandestinos: a Luana, o Emiliano d'Ávia, a Chandelly Braz, as gêmeas (Giselle e Michelle Batista). Entre os outros que participaram, destaco Reginaldo Faria, Sílvio Mattos e Tarcísio Meira (no episódio final da segunda temporada).

Na terceira temporada o erro maior foi justamente estrear muito cedo em vez de esperar Abril, que é quando o "ano da Globo" começa. Não prestei atenção em mtos episódios, em apenas alguns que gostei. E nesses mesmos, se destacaram alguns momentos românticos de Leo e Giovanna. O último episódio foi lindo e encerrou com chave de ouro.

A série sai na hora certa justamente pra poder deixar saudades e evitar que a fórmula se desgaste mais. Abç!

Filha do Rei disse...

Oi, Sérgio. Realmente, Louco por elas foi uma grande surpresa para nós: ri, emocionei-me,parecia que os personagens brincavam com as palavras e tudo soava bem. Mas, como tudo: é sábio saber a hora de entrar e sair de cena.
Tenha uma grande quarta. Bjs

Clau disse...

Oi Sérgio,td bem?!
Eu gostava...
Às vezes perdia os episódios,mas via depois no YouTube.
Fai fazer falta,entretanto,nada como sair de cena no auge né?!
Adorei sua análise atenta,(como sempre!).
Bjs :)

Barbie Californiana disse...

Aaaaah! Sérgio, eu perdi o último capítulo. beijos

Lulu on the Sky disse...

Amei esse último episódio.
Big Beijos

André disse...

Eu acho tao engraçado quando voce diz nao subistima a intelegencia do espectador...voce acha que o povo brasileiro tem essa inteligencia pura?se acha que o povo da Favela,as donas de casa,as senhoras de idade percebiam os erros de Fina Estampa e Salve Jorge? Claro que nao né kkk

Henrique disse...

A série foi graciosa do começo ao fim. A veterana Gloria Menezes foi maravilhosa no papel da louca Violeta. O casal Leo e Giovana tinham uma química deliciosa, mérito dos atores, que são ótimos. E as meninas Luísa e Laura também arrasaram. Também discordo em relação a Deborah Secco. A atriz esteve muito bem na série, tem um timing excelente! Não acho que tenha se repetido. O Du Moscovis falava muito pausadamente, quase declamando, mas isso combinava com o texto do João e da Adriana.

Bruno Marques disse...

Olá Sérgio!!Concordo com parte da sua crítica,mas acho que a terceira temporada foi melhor que a segunda.Portanto não considero um erro a Globo tê-la trazido de volta tão rapidamente.Afinal era a última temporada!!!
De resto concordo com tudo!!!
O último episódio foi emocionante e Glória realmente foi a protagonista moral da série!!!
Enfim,sentirei saudades dessa família totalmente louca!!!

Anônimo disse...

Eu gostei da Deborah, não estava ótima como o outros atores mas convenceu, e foi válido pra ela ter uma personagem diferente, pois ele já estava ficando rotulada.
Eduardo Moscovis ótimo, assim como a Luísa e a Laura, dois talentos jovens.
E Glória Menezes sendo maravilhosa, como sempre.
Vou sentir falta da série, do texto inspirado, elenco afiado e da direção como não se vê por aqui, mas fica a sensação de que parou na hora certa mesmo, antes que ficasse chata como ''Tapas e Beijos''

VERINHA TIBURSKI disse...

Olá Sérgio.
Nunca assisti a este programa, nem sei te dizer o porque,ultimamente esta tudo tão corrido que não estou conseguindo assistir nada. Mas posso dizer que Eduardo Moscovis e Glória Menezes são maravilhosos em todos os papeis que fazem, já Débora seco nunca me convenceu como atriz, não gosto mesmo.
Não tenho o que falar do episodio, mas sempre ouço por aqui falaram muito bem.
Boa quinta feira.
Beijos.

Sérgio Santos disse...

Pois é, Kellen, dessa vez colocaram um ponto final. E acertadamente. Mais uma temporada não daria certo. Mas tente ver o resto do episódio porque vale a pena. bjs

Sérgio Santos disse...

Obrigado, Ju! Foi um bonito episódio, né? Terminou em grande estilo. Bjssss

Sérgio Santos disse...

Também gostei do parto triplo, Felis. A terceira temporada foi irregular mas o final foi bonito e encerrou a fase com chave de ouro. Também gosto da Glória e do Eduardo. abçsss

Sérgio Santos disse...

Tente ver, Vera! Foi um belo episódio. Obrigado pelo carinho de sempre. Glória foi a melhor coisa da série! bjsss

Sérgio Santos disse...

Paty, sem problemas. Respeito sua opinião. bjssssss

Sérgio Santos disse...

Letícia, adorei seu comentário! Vc detalhou muito bem toda a trama da série e as características dos personagens. O Passat do Léo era ótimo e meu pai tinha um desses.
A ideia de colocá-lo como treinador de um time feminino foi muito boa.

Violeta era a melhor da série e Theodora divertia pela sua maturidade. Aliás, outra personagem que eu gostava muito era aquela amiguinha dela. Até cometi uma injustiça ao não citá-la. Era uma personagem muito boa.

Achei a Deborah repetitiva várias vezes, embora não tenha achado péssima. Alterou altos e baixos na minha opinião.

A série deixará uma boa lembrança, mesmo tendo decaído com o tempo. Beijão.

Sérgio Santos disse...

Marilene, foi uma boa série. Obrigado pelo seu carinho. bj

adailton77 disse...

Olá Sérgio, tudo bem? Eu gostava muito dessa série, não só pelas histórias apresentadas em si mas principalmente porque era a única produção inédita na área de entretenimento na Globo, que era produzida com imagens de tv, enquanto que as outras produções como os seriados e também as novelas desde 2011, com a estréia de Cordel Encantado, que resolveram enveredar pelo caminho das novelas produzidas com imagem de cinema, que pra mim agora não são mais simplesmente novelas, agora são "novela-filme", dá até impressão que na semana, de segunda a sexta, os filmes vão além da Sessão da Tarde, continuando com Malhação e finalizando com Amor à Vida, isso se não for uma terça, quando entra Tapas & Beijos nesse mesmo formato ou A Grande Família na quinta e Louco por Elas nos dava um refresco de ver tanta produção global de entretenimento com imagem de filme. Agora se a gente quiser ver novela com cara de novela mesmo, teremos que nos contentar com cenas de novelas passadas, feitas com imagens de tv ou com a atual reprise de O Profeta dentro do Vale a Pena Ver de Novo. Gostaria que a Globo voltasse a produzir suas novelas com imagens de tv, com linguagem de tv, como sempre fez, aliás as novelas com imagem de tv são mais bonitas, mais digeríveis, tiro isso pela reprise de O Profeta, com suas imagens belissímas, ótima iluminação. Já as novelas feitas nesse novo formato me soam estranho, um exemplo muito forte disso aconteceu em Avenida Brasil numa cena onde a personagem Tessália estava sentada na rua com suas bagagens e pronta pra ir embora, me pareceu que eu estava vendo uma fotografia colorida antiga e que foi tirada há pelo menos uns 40 anos, não sei porque a Globo resolveu seguir esse outro caminho. Torço para que aquela emissora volte atrás nessa decisão. Abraços!!!

Sérgio Santos disse...

Thallys, não achei a Deborah péssima, gostei dela em alguns momentos, mas vi muitas repetições. Por isso não a inclui na lista dos melhores, até porque a Giovanna era bem apagada.

Vi poucos episódios da terceira temporada justamente porque não tive interesse de acompanhar. Aliás, não vi todos da segunda pelo msm motivo.

Luana Martau divertiu muito e também gostei da valorização do elenco de Clandestinos. Nem sabia que o Emiliano tinha participado.

A série voltou cedo demais e poderiam ao menos ter esperado o segundo semestre, ou então abril msm. Mas o último episódio foi bonito. Abraços.

Sérgio Santos disse...

É verdade, Cléu. É preciso saber a hora de parar. Ainda bem que souberam. bjssss

Sérgio Santos disse...

Oi Clau, obrigado. Também gostava, embora menos nessa temporada. Achei o desfecho muito acertado. Melhor sair enquanto ainda estamos gostando. bjssss

Sérgio Santos disse...

Barbie, se tiver um tempinho, vale uma conferida. bjs

Sérgio Santos disse...

Foi bacana mesmo, Lulu. bjsss

Sérgio Santos disse...

André, o fato de ter pessoas que não entendem não significa nada no fato do programa em questão não subestimar o público. Tanto que há programa que subestimam e muito a inteligência. Mas há públicos e públicos.

Sérgio Santos disse...

Henrique, a série era muito agradável. Respeito sua opinião sobre a Deborah, mas achei a mais fraca da turma. O Eduardo declamava mesmo mas combinava com o texto e com o estilo da série. abçs

Sérgio Santos disse...

Oi Bruno. Mesmo sendo a última temporada, eu acho que deveria ter voltado junto com a programação de abril e não antes, até porque não trouxe nada de novo. Mas a série deixará uma boa lembrança! Abraços!!!

Sérgio Santos disse...

Anônimo, também achei válido darem esse papel para a Deborah justamente por causa dessa estigmatização de gostosona dela. Não a achei péssima, mas como vc mesmo disse, não foi ótima como os demais.

O restante da turma esteve impecável. Fizeram bem em acabar agora porque A Grande Família e Tapas & Beijos estão aí pra provar que longa duração nem sempre é bom. abçssss

Sérgio Santos disse...

Oi Verinha, não tem problema! Também gosto do Eduardo e da Glória. Gostei da Deborah em Laços de Família e em O Beijo do Vampiro, mas depois começou a se repetir. bjssss

Sérgio Santos disse...

Oi Adailton. Tudo indo. Acho difícil a Globo rever essa decisão. Eu não tinha nada contra a imagem de tv e se voltasse eu não me importaria. Mas com essa imagem de cinema acho difícil voltarem atrás. Muitos reclama que Amor á Vida é cinzenta demais, assim como Avenida Brasil era alaranjada demais, enfim... Abraços e obrigado pelo comentário!

Elvira Akchourin do Nascimento disse...

Concordo, Sérgio. Foi mesmo uma sábia decisão de parar com a série, para deixar um saldo positivo. Insistir na temática acabaria por cansar o público. Glória Menezes foi ótima.

Sérgio Santos disse...

Fizeram bem, Elvira, porque já tava começando a ficar chato. Melhor assim. bjssss