Mostrando postagens com marcador Os Melhores Anos das Nossas Vidas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Os Melhores Anos das Nossas Vidas. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 21 de dezembro de 2018

Globo foi a culpada pelo fracasso de "Os Melhores Anos das Nossas Vidas"

O programa comandado por Lázaro Ramos, que se baseia em uma nostálgica "batalha" de gerações, estreou em outubro e chegou ao fim nesta quinta (20/12), após dez episódios. A atração foi um fracasso. Lutou para manter a liderança várias vezes e em outras tantas perdia para "A Fazenda", da Record", e "A Praça é Nossa", do SBT. Em alguns momentos ficava até em terceiro lugar. Mas a culpa do fiasco é exclusivamente da própria Globo.


Apesar da apresentação engessada de Lázaro e de algumas escolhas equivocadas para a defesa de décadas ---- Marcos Veras e Marco Luque nem eram nascidos nos anos 60 e 70 ----, a atração era gostosa de se acompanhar. É sempre agradável lembrar das modas, dos brinquedos, dos desenhos, das músicas, dos fatos importantes e dos costumes de cada período. Tanto para quem viveu quanto para quem apenas ouviu falar. E o formato é interessante.

Todavia, a emissora jamais poderia colocar um programa tão leve como esse às 23h30, muitas vezes indo ao ar depois da meia noite. Para culminar, depois de "Carcereiros", uma série pesada sobre o caótico sistema prisional brasileiro.

sexta-feira, 12 de outubro de 2018

"Os Melhores Anos das Nossas Vidas" faz ótima mistura de nostalgia e diversão

A Globo estreou uma nova atração nesta quinta-feira (11/10), logo após a retomada da temporada de "Carcereiros", interrompida pela Copa do Mundo. "Os Melhores Anos das Nossas Vidas" teve uma divulgação discreta e pouco se sabia sobre o formato e os apresentadores. A única informação noticiada pela imprensa foi a desistência de Juliana Paes em virtude de um problema nas cordas vocais. Lázaro Ramos, até então, era o único confirmado no comando. As chamadas só foram ao ar na última semana e aí sim foi possível entender a essência da produção: a memória afetiva.


Claro que o longo título já dava a dica, mas, ainda assim, havia uma curiosidade a respeito da forma como a nostalgia seria explorada. E a surpresa foi positiva. Apresentado por Lázaro, o formato é classificado como um game-show em cima da disputa entre décadas, mas se enquadra bem mais no clássico programa de auditório. Isso porque pouco importa quem ganha ou não no final de cada programa, o que vale é a sucessão de boas lembranças através de imagens antigas, musicais e depoimentos.

As décadas de 60, 70, 80, 90 e 2000 são as protagonistas da atração. Lúcio Mauro Filho é o representante dos anos 80, enquanto Ingrid Guimarães defende os anos 90. Eles se enfrentaram no primeiro programa e ela saiu ganhando. Marcos Veras representa os anos 60, Marco Luque os 70 e Rafa Brittes os anos 2000.