Mostrando postagens com marcador Luciano Huck. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Luciano Huck. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 27 de abril de 2026

As justiças e as injustiças do "Troféu Imprensa" de 2025/2026

 O "Troféu Imprensa, exibido pelo SBT neste domingo, dia 26 de abril, começou de forma especialmente simbólica. A abertura acertou ao revisitar as personalidades mais marcantes dos 75 anos da televisão brasileira, criando um clima de celebração e memória que valorizou a história do meio e emocionou o público.


A cerimônia foi apresentada por Celso Portiolli e Patricia Abravanel, que adotaram um tom mais sóbrio e menos eufórico do que na edição anterior ---- uma mudança que se mostrou acertada e deu mais ritmo e credibilidade à condução do prêmio.

Ao longo da noite, ficou evidente que a premiação teve seus momentos de justiça, mas também acumulou injustiças e indicações difíceis de justificar sob qualquer critério mais rigoroso. Até porque a composição do júri segue controversa.

segunda-feira, 30 de março de 2026

As justiças e as injustiças do "Melhores do Ano" de 2025/2026

 A edição deste domingo do "Melhores do Ano", exibida no "Domingão com Huck", manteve o tom festivo e grandioso que já virou marca da premiação comandada por Luciano Huck, mas também chegou cercada de mudanças que não passaram despercebidas. O prêmio deixou de ir ao ar em dezembro --- período tradicional da atração ---- e foi exibido no último domingo de março, uma alteração que causou estranhamento e quebrou a sensação de “fechamento de ano” que sempre marcou o especial.


Ao vivo, o programa reuniu nomes de destaque da televisão, música, jornalismo e esporte, apostando em números musicais ---- como a abertura com Marina Senna --- e performances de Ivete Sangalo, Simone Mendes e Diego & Victor Hugo, além da presença de Paulo Vieira interagindo com a plateia. Aliás, Paulo foi um show à parte. Todo ano é, então nem chega a ser uma surpresa. Falou do escândalo do Banco Master, de Daniel Vorcaro, debochou do power point da Globo News que tentou associar Lula ao banqueiro, ridicularizou as novelinhas verticais que a emissora tem lançado e ainda exibiu um clipe fazendo piada com os investimentos superficiais que a Globo vem fazendo, ao invés de priorizar suas novelas, que mal têm figuração e escassez de externas.

Mas, por trás do brilho e da celebração, a edição também evidenciou ausências absurdas e alguns vencedores que despertaram indignação nas redes sociais.

domingo, 15 de dezembro de 2024

As justiças e as injustiças do "Melhores do Ano" de 2024

 A premiação "Melhores do  Ano" foi uma criação do Faustão para o seu "Domingão" e sempre era exibida ao vivo. Quando Luciano Huck assumiu o comando do programa, o apresentador passou a gravar a cerimônia com antecedência, o que causava vazamentos sobre todos os vencedores. Então, quando a atração ia ao ar, todo mundo já sabia o resultado. Somente por isso que o evento voltou a ser exibido ao vivo, neste domingo, dia 15, honrando o legado de Fausto Silva. E realmente fica muito melhor assim. Mas, ao vivo ou gravado, sempre há justiças e injustiças na entrega dos troféus e não foi diferente em 2024.


A categoria Melhor Atriz de Novela contou com Adriana Esteves, Agatha Moreira e Andrea Beltrão. Três indicações justas, afinal, Adriana e Agatha vêm tirando leite de pedra da problemática "Mania de Você", onde brilham como Mércia e Luma. Já Andrea deu um show na pele de Zefa Leonel" em "No Rancho Fundo". Porém, a novela de João Emanuel Carneiro não chegou nem na metade de sua exibição para já ter duas indicadas. Um absurdo não terem lembrado de Duda Santos, que foi um dos maiores acertos na primeira fase do remake de "Renascer". Seu desempenho como Santinha arrebatou o público, tanto que a personagem permaneceu em aparições espirituais na segunda fase. E atualmente está impecável como Beatriz, a protagonista de "Garota do Momento". A ausência de Isabel Teixeira, como Helena, no remake de "Elas por Elas", foi outro erro. E Jéssica Ellen, que está ótima como a mocinha Madalena em "Volta por Cima"? Como a atual trama das sete teve indicações em outras categorias, não deu para entender o 'esquecimento'. A vencedora foi Andrea Beltrão e foi muito justo. 

Os indicados na categoria Melhor Ator de Novela foram Chay Suede, Juan Paiva e Marcos Palmeira. Chay está roubando a cena como Mavi e tem feito do seu carismático vilão o maior trunfo de "Mania de Você". Não por acaso, foi consagrado vencedor. Uma vitória merecida. Já Juan emocionou na pele de João Pedro, no remake de "Renascer", e mais uma vez mostrou seu talento na pele de um personagem sofredor.

domingo, 2 de janeiro de 2022

Quem mereceu e quem não mereceu o troféu no primeiro "Melhores do Ano" comandado por Luciano Huck

 O "Melhores do Ano" foi ao ar neste domingo, dia 2 de janeiro, após um hiato de um ano por conta da pandemia do novo coronavírus. Porém, a volta da premiação das Globo também marca a primeira edição sem a apresentação de Faustão, após 24 edições, que saiu no meio do ano passado de uma forma nada amistosa da emissora. Luciano Huck, que assumiu o "Domingão", ficou com a função que era de Fausto. Novas categorias também foram criadas, mas o conjunto basicamente permaneceu o mesmo. 

Entre as novidades da premiação, está uma homenagem que Huck prestou a três brasileiros que fazem diferença em suas comunidades ajudando os outros através de iniciativas e projetos inclusivos. O momento é chamado de "Inspiração". Os agraciados foram Maria Odila, Dona Cida e Ricardo Ferreira. É aquele DNA de político que Huck insiste em ter, mesmo após a desistência de sua candidatura para a Presidência da República, ao menos até cogitar a hipótese novamente. Ainda assim, foram bonitas homenagens.

Mas voltando ao que realmente interessa, os vencedores das categorias, é preciso elogiar a criação do "Troféu Paulo Gustavo". O nome foi dado na categoria Humor, que já existia, mas agora presta uma justa homenagem a um dos maiores humoristas do país, que faleceu ano passado, vítima da covid-19 e consequentemente do atraso das vacinas.

domingo, 5 de setembro de 2021

"Domingão com Huck" não passa de um "Caldeirão" aos domingos

 Há anos sempre foi especulado sobre quem comandaria as tardes de domingo na Globo quando Faustão se aposentasse. Luciano Huck costumava ser o mais cotado. O apresentador não se aposentou e sua saída da emissora foi conturbada, além de muito mal explicada. Mas a previsão a respeito da ida de Huck se confirmou. Previsto para apenas janeiro de 2022, o novo "Domingão" acabou antecipado por conta do desligamento de Fausto, que só sairia em dezembro. Então, a estreia do "Domingão com Huck" aconteceu neste primeiro domingo de setembro, após um atraso na programação por conta do cancelamento do jogo entre Brasil e Argentina, substituído por um filme de longa duração. 

O título já deixa claro que a Globo não vai mais cometer o erro de dar o nome de um apresentador para uma atração. Tudo para manter o nome da marca. Afinal, o "Domingão do Faustão" virou o principal programa da emissora aos domingos. Mas agora é "Domingão com" e não "Domingão do". Até porque Luciano vive com a eterna dúvida de se candidatar ou não à presidência do país. Sabe-se Deus como estará sua ambição em 2027. E o início de sua saga no horário de seu ex-colega se mostrou apenas correto. Afinal, não houve tempo para criar maiores novidades. Tudo foi feito na correria e sendo noticiado pela imprensa. Um amadorismo até então novo para a empresa. 

Huck levou vários quadros do "Caldeirão" para seu 'novo' programa e nem poderia ser diferente. São formatos de sucesso, como o "Quem quer ser um milionário", "The Wall" e "Visitando o passado". Ainda não se sabe se o "Lata-Velha" vai continuar, mas há chances.

domingo, 3 de julho de 2011

Caldeirão do Huck já cansou faz tempo

Luciano Huck tinha um programa na Band, o "Programa H". Era uma espécie de programa de auditório mais voltado para os adolescentes. Foi lá que ele revelou a "Tiazinha" e a "Feiticeira". Ainda se lembra delas? Pois é, por causa da relativa repercussão da atração, o apresentador foi convidado pela Globo para integrar o time da casa. Obvimente não recusou. Convite aceito e assim vimos , em 8 de abril de 2000, a estréia do "Caldeirão do Huck" nas tardes de sábado.

A emissora que nunca deu muito valor para a sua programação vespertina desse dia específico, começou a ver que havia acertado em cheio nessa contratação. Não demorou muito para o programa fazer sucesso e Luciano se firmar como um ótimo comunicador. Ao longo desse tempo vários quadros foram,e ainda são, apresentados na atração: "Lata Velha", "Lar Doce Lar", "Pulsação", "Agora ou Nunca", "Olha Minha Banda", "Cantando o 7", "Vou de Táxi", "Super Chance"e mais alguns. Todos têm o objetivo de premiar generosamente os participantes.

Porém, se antes o programa era mais voltado ao entretenimento, com entrevistas, provas engraçadas (se lembram das gincanas que tinham no palco?) e bandas,de uns tempos pra cá acabou se transformando exclusivamente num projeto assistencialista. Muitas vezes não temos nada a ser apresentado a não ser um único quadro. O "Lata Velha" e o "Lar Doce Lar" são os principais. Quantas vezes não vimos o programa resumido exclusivamente a isso? Todos os quadros do programa têm uma duração excessiva e que com o tempo foi cansando o telespectador. Os dois que eu acabei de citar, quase sempre são intercalados.Um sábado temos o primeiro e no da semana seguinte o outro. São sempre histórias quase iguais, de famílias pobres, que sofreram muito na vida e precisam de ajuda. Existem muitas pessoas de clásse média, por exemplo, que tem um carro bem esculhambado ou uma casa precisando muito de uma reforma. Mas essas ele não "melhora". Precisa ter uma historinha triste pra contar. Aí vem a pergunta: os quadros são para nos entreter ou para ajudar os necessitados?

Além disso, a maioria dos outros quadros citados (onde sempre estão relacionados com prêmios em dinheiro) também só envolvem participantes humildes. Nada contra ajudar pessoas pobres, mas quando isso se torna o único objetivo do programa é porque tem algo errado.

O programa está necessitando de novos ares e de muita criatividade. Uma reformulação mesmo. Há anos estamos vendo as mesmas coisas o tempo todo. O que ainda se salva é o "Soletrando", um projeto interessante, que nos entretém ao mesmo tempo que ensina. E ainda assim, esse ano fizeram questão de estragar o quadro ao reduzir o tempo de duração do mesmo e não colocar mais a disputa entre os alunos no palco da atração, com exceção da final.

Havia um formato muito bom, o "Mandando Bem", onde uma família recebia ajuda para conduzir o seu estabelecimento comercial,normalmente restaurantes ou bares. Ali víamos o objetivo do entretenimento já que não eram só pessoas necessitadas que eram contempladas. Mas não vingou sabe-se lá o porquê. Talvez justamente porque não era assistencialista e nem todos tinham uma história infeliz pra contar.

O "Olha minha Banda" seria interessante, mas com o tempo também vimos que só é ajudado quem tem uma banda e ao mesmo tempo tem uma vida difícil. Se a pessoa quer que seu grupo musical tenha fama e notoriedade, mas leva uma boa vida financeira, não conseguirá ser "sorteado". E convennhamos que isso também não deu muito certo. A única banda que teve um relativo sucesso foi um grupo formado por meninas que recebeu o nome de "Agnela". Elas lançaram uma música que tocou nas rádios e outra que emplacou  e foi tema do filme "Desenrola". Os demais...

A prova de que tudo ali já cansou é simples: tenho certeza que em meados de agosto teremos o concurso da "Musa do Brasileirão" (concurso de mulheres boazudas) e no último programa do ano a junção do "Lata Velha" com o Lar Doce Lar" para uma só família humilde.

O "Caldeirão do Huck" ainda faz sucesso? Óbvio que faz. A prova é a liderança isolada da atração, que mesmo mudando de horário em 2011 (era exibido às 14h30 e agora foi para às 16h30), continua numa zona de conforto muito grande. Mas também é verdade que os quadros não geram mais a repercussão de antigamente e o Luciano Huck foi perdendo sua essência como apresentador. Se antes nunca era criticado, agora as coisas mudaram um pouquinho. Loucura, loucura, loucura...