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terça-feira, 4 de agosto de 2020

Reprise de "Tapas & Beijos" ajuda a homenagear Flávio Migliaccio

A pandemia do novo coronavírus impactou o mundo. É a maior desgraça de 2020. Milhares de mortos e uma pandemia que está longe de acabar. Tudo só voltará ao normal quando a vacina for finalmente criada. E entre os muitos falecimentos no Brasil por conta da COVID-19, uma morte que abalou o público foi a de Flávio Migliaccio. Mas o querido ator não foi mais uma vítima da terrível doença. O veterano, desiludido com os acontecimentos políticos e o ódio entre as pessoas, resolveu partir. Uma perda dolorosa para os fãs. Mas agora o telespectador poderá acalentar sua saudade com a reprise de "Tapas & Beijos".


A série, escrita por Cláudio Paiva e dirigida por Maurício Farias, estreou em abril de 2011 e fechou seu ciclo em setembro de 2015. Foram quase cinco anos no ar de uma produção bem-sucedida. A história protagonizada por Fátima (Fernanda Torres) e Sueli (Andrea Beltrão) teve um ótimo início e não foi difícil cativar o público. As melhores amigas (que dividiam um apartamento no Méier) sonhavam em se casar, mas nunca encontravam o homem ideal e, para aumentar a frustração compartilhada, ainda trabalhavam em uma loja (localizada em Copacabana) que vendia e alugava vestidos de noiva ---- comandada por Djalma (Otávio Muller). As desventuras da dupla divertiam e a boa sintonia entre as atrizes foi um dos acertos da série.

Ao longo do tempo, os coadjuvantes foram ganhando mais importância na trama, o que contribuiu para o fôlego do enredo. Tipos como Jurandir (Érico Brás), Seu Chalita (Flávio Migliaccio), Armane (Vladimir Brichta), Tavares (Kiko Mascarenhas, que interpretou um Santo Antônio imaginário no primeiro ano), Djalma e Flavinha (Fernanda de Freitas), Tijolo (Orã Figueiredo), PC (Daniel Boa Ventura) e Lucilene (Natália Lage) cresceram, ficando tão atrativos quanto as protagonistas.

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Encerrando um ciclo vitorioso, "Tapas e Beijos" sai de cena na hora certa

Foram quase cinco anos no ar, levando em consideração os 'períodos de férias da grade', quando não foi exibido. "Tapas & Beijos" estreou em abril de 2011 e chegou ao fim nesta terça-feira (15/09/2015), fechando um vitorioso ciclo. O roteirista Cláudio Paiva, o diretor Maurício Farias e equipe conseguiram produzir um seriado de comédia que emplacou logo no início e conseguiu manter os bons índices ao longo de toda sua trajetória. Entretanto, já estava na hora encerrar a produção.


A história protagonizada por Fátima (Fernanda Torres) e Sueli (Andrea Beltrão) teve um ótimo início e não foi difícil cativar o público. As melhores amigas (que dividiam um apartamento no Méier) sonhavam em se casar, mas nunca encontravam o homem ideal e, para aumentar a frustração compartilhada, ainda trabalhavam em uma loja (localizada em Copacabana) que vendia e alugava vestidos de noiva ---- comandada por Djalma (Otávio Muller). As desventuras da dupla divertiam e a boa sintonia entre as atrizes foi um dos acertos da série.

Ao longo do tempo, os coadjuvantes foram ganhando mais importância na trama, o que contribuiu para o fôlego do enredo. Tipos como Jurandir (Érico Brás), Seu Chalita (Flávio Migliaccio), Armane (Vladimir Brichta), Tavares (Kiko Mascarenhas, que interpretou um Santo Antônio imaginário no primeiro ano), Djalma e Flavinha (Fernanda de Freitas) cresceram, ficando tão atrativos quanto as protagonistas.

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

O que a televisão reserva para o telespectador em 2015

O ano de 2014 ficou para trás e 2015 chegou com boas perspectivas para a televisão. A Globo comemora os seus 50 anos e está com produções que parecem promissoras, incluindo novelas e séries. A Band terá um "CQC" reformulado pela frente e investirá novamente no bem-sucedido "MasterChef". Já a Record prepara "Os Dez Mandamentos", primeira novela bíblica da emissora, e o SBT, ao que tudo indica, se preocupará com a estreia de "Cúmplices de um Resgate", substituta do sucesso "Chiquititas". Vamos aos principais produtos que estrearão no ano que se inicia:





"Felizes para sempre?": Microssérie escrita por Euclydes Marinho e dirigida por Fernando Meirelles, produzida pela O2 Filmes, que será exibida entre 26 de janeiro e 6 de fevereiro. A produção é uma releitura da minissérie "Quem ama não mata", que teve 20 capítulos, escrita pelo mesmo autor em 1982. A trama falará sobre política e relacionamentos, cujos dramas serão vivenciados por personagens interpretados por um grande elenco: Adriana Esteves, Maria Fernanda Cândido, João Miguel, Cássia Kiss, Carol Abras, Selma Egrei, Paolla Oliveira, Enrique Diaz, entre tantos outros. Promete.




"Luz, câmera 50 anos": Para comemorar seu cinquentenário, a Globo resolveu transformar em filmes várias minisséries e séries da emissora. Serão 12 produções adaptadas: "As Noivas de Copacabana", "Anos Dourados", "Presença de Anita", "A Teia", "Dercy de Verdade", "Ó Paí, ó", "Maysa - quando fala o coração", "O Pagador de Promessas", "Dalva & Herivelto - uma canção de amor", "Lampião e Maria Bonita", "Força-Tarefa" e "O Canto da Sereia", esta última que marca o início do especial. É uma ideia muito interessante em cima de tramas de sucesso, mas não será fácil condensá-las em forma de longa-metragem e algumas escolhas foram equivocadas, vide as recentes "Força-Tarefa" e "A Teia", além da fraca "Ó Paí, ó". 

quarta-feira, 16 de abril de 2014

"Tapas & Beijos" apresenta claros sinais de esgotamento

Mais uma temporada de "Tapas & Beijos" entrou no ar. A boa audiência, como não poderia deixar de ser, foi a principal motivação da Globo para continuar investindo no seriado protagonizado por Fátima (Fernanda Torres) e Sueli (Andrea Beltrão). Para trazer uma certa renovação na fase de 2014, algumas mudanças aconteceram: Sueli e Jorge (Fábio Assunção) agora moram juntos e o advogado picareta Tavares (Kiko Mascarenhas) virou mendigo. Já a abertura passou a ser cantada por Sidney Magal no lugar da banda Calypso. Entretanto, está cada vez mais difícil evitar o evidente desgaste do seriado.


As situações caíram na repetição e por mais que haja algum tipo de renovação envolvendo alguns personagens, a história parece ter se esgotado. Até mesmo as brigas (que sempre foram o ponto alto da série, por render momentos engraçados) ficaram cansativas e o roteiro, que havia se perdido em 2012, mas teve as origens retomadas em 2013, acabou preso em suas próprias limitações. Não é preciso assistir ao programa, por exemplo, para saber o que vai acontecer.

Mas não é culpa de Cláudio Paiva (roteirista), nem de Maurício Farias (diretor) e muito menos da equipe. O formato do "Tapas & Beijos" não permite que a história tome muitos rumos sem que automaticamente perca sua essência. É um roteiro que limita os personagens a viverem sempre os mesmos

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Mesmo tentando voltar às origens, Tapas & Beijos não consegue evitar o desgaste

Após uma primeira temporada excelente, "Tapas & Beijos" acabou perdendo sua identidade em seu segundo ano de exibição. Em 2012, a série se perdeu ao priorizar quase que exclusivamente o relacionamento do quarteto amoroso protagonizado por Sueli (Andrea Beltrão), Jorge (Fábio Assunção), Fátima (Fernanda Torres) e Armane (Vladimir Brichta), deixando os demais de lado e praticamente anulando o cenário principal: a loja de vestido de noiva de Djalma (Otávio Muller). A terceira temporada, que entrou no ar há poucos meses, tentou consertar o equívoco cometido no ano anterior, porém, apesar do visível esforço, a trama de Cláudio Paiva, dirigida por Maurício Farias, não tem conseguido evitar o desgaste.


O fato de Fátima e Sueli terem voltado a morar juntas demonstra a tentativa dos roteiristas de fazer a série retornar às origens. Porém, o resultado dessa medida não causou o efeito desejado simplesmente por uma razão: o drama das personagens continua exatamente o mesmo. As brigas de Fátima com Armane e de Sueli com Jorge estão repetitivas. Mesmo estando separados, os casais ainda apresentam os mesmos conflitos da época em que estavam juntos, ou seja, situações que já deram o que tinham que dar há muito tempo.

É impossível manter o fôlego de uma série que já está no ar há dois anos e que ainda vai permanecer por, no mínimo, oito meses, apresentando situações que já foram amplamente exploradas. Além de fazer exatamente isso em cima do quarteto central, "Tapas & Beijos" ainda deixou seus demais personagens

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Tapas & Beijos perdeu sua identidade em 2012 e precisará reencontrá-la em 2013

A série de Cláudio Paiva agradou logo que foi exibida pela primeira vez, em 2011. Tanto que não demorou muito para que decidissem mantê-la na grade global por um longo tempo. Dirigida por Maurício Farias e protagonizada por Andrea Beltrão e Fernanda Torres, "Tapas & Beijos" ainda faz muito sucesso e já teve sua terceira temporada confirmada para o ano que vem. No entanto, pelo que foi visto em 2012, o seriado perdeu sua identidade e precisará de mudanças.


A história sempre se baseou na vida de duas solteironas que são vendedoras de uma loja de vestido de noivas. Ambas se envolviam em relacionamentos sem futuro e viviam frustradas, pois nunca conseguiam achar a alma gêmea; havendo assim um contraponto em relação ao fato de trabalharem em um local que se sustenta graças aos casamentos de terceiros. Porém, no final da primeira temporada, Fátima (Fernanda Torres) e Sueli (Andrea Beltrão) se casaram com seus respectivos namorados. Assim, na segunda, em 2012, a série mudou o foco, e passou a retratar os conflitos da vida conjugal que ambas enfrentavam.

No início, parecia que haviam acertado em cheio ao apresentar essa novidade ao telespectador. No entanto, com o passar dos episódios, se pôde notar que as alterações não foram benéficas para a série. A entrada de Fábio Assunção (Jorge) foi ótima, mas, infelizmente, acabou ofuscando personagens que já tinham ocupado um considerável espaço na história; Seu Chalita e Jurandir. Flávio Migliaccio e Érico Brás viraram

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Tapas & Beijos prova que merecia uma segunda temporada

Após uma estreia de sucesso ano passado, "Tapas & Beijos" voltou ao ar com o pé direito. Foi compreensível perceber o porquê dessa série ter agradado tanto o público e a crítica. Apesar de a história ser aparentemente simples, todas as situações apresentadas anteriormente conseguiram abrir um leque de novas possibilidades e que com certeza dará um bom fôlego nessa segunda temporada.


Agora Fátima e Sueli estão casadas com seus respectivos maridos e não moram mais juntas, embora continuem sendo vizinhas. É óbvio que isso implicará em novos conflitos e já foi possível ver o que podemos esperar da nova fase que se inicia. Fernanda Torres e Andrea Beltrão continuam com uma sintonia perfeita e estão ótimas. É verdade que Fernanda não conseguiu se livrar da Vani, de "Os Normais", mas isso não atrapalha em nada. A dobradinha com Andrea deu muito certo. Vladimir Britcha (Armane) e Fabio Assunção (Jorge) também dão conta do recado e continuam rendendo bons momentos. Aliás, entrada do Fábio fez muito bem ao seriado. Malu Rodrigues (Bia), que entrou junto com o ator, aparentemente terá mais destaque. A filha de Jorge vai atrapalhar bastante o casamento do pai com Sueli; e , claro, utilizará Jurandir (Érico Brás), seu namorado, como arma. No primeiro episódio, já vimos a menina ficar com o ex-namorado da madrasta em seu quarto, deixando Jorge desesperado e atrapalhando a transa dele com Sueli.

Kiko Mascarenhas ganhou outro papel. Após ser muito mal aproveitado

domingo, 19 de junho de 2011

Tapas & Beijos se encontra

A nova série da Globo tinha a missão de ocupar o lugar do finado "Casseta e Planeta" (cujo texto sobre o término você pode conferir aqui http://t.co/30foccX ) que ocupava a faixa das 22 horas de terça-feira há mais de quinze anos. A audiência do antigo humorístico estava abaixo do esperado pela emissora e as piadas não tinham mais graça.Então, logo após o término de mais um "Big Brother Brasil", estreou a atração protagonizada por Fernanda Torres e Andrea Beltrão.

Nos primeiros programas, a série não havia dito a que veio. Víamos personagens soltos,sem nenhum tipo de entrosamento e a graça não aparecia em momento algum. A sensação, aliás, era de que já tínhamos visto aquilo em algum lugar. Nada ali empolgava.

Com o passar do tempo isso foi mudando e os atores (que não são muitos) começaram a criar um entrosamento que parecia inexistente nos primeiros episódios. Muito provavelmente isso se deve ao fato de que no início, assim como nós,espectadores, os envolvidos na atração também estavam conhecendo seus próprios papéis e ainda não tinham a intimidade cênica que se faz necessária em qualquer seriado,novela, filme ou peça teatral.

As histórias passaram a ficar mais engraçadas e interessante de serem acompanhadas. A trama se passa,basicamente, em Copacabana, no Rio de Janeiro, e as protagonistas são duas vendedoras de uma loja para artigos de noivas que se localiza no bairro em questão. O dono do estabelecimento se chama Djalma(Otavio Muller) que é casado com uma de suas vendedoras chamada Flavinha (Fernanda de Freitas). Fernanda Torres e Andrea Beltrão interpretam as personagens centrais: Fátima e Sueli, respectivamente. Além de trabalharem na mesma loja, elas também moram juntas. Sueli tem um ex-marido (Jurandir, vivido pelo Érico Brás) que vive atrás dela. Ela também ainda gosta dele e as idas e vindas do "casal" são o principal dilema da personagem. É importante ressaltar que Marilda, vivida pela mesma atriz em "A Grande Família" tinha um perfil bem semelhante.
Fátima é namorada de um rapaz (Armane,Vladimir Brichta) que é casado e isso, obviamente, gera várias discussões e brigas entre eles. Para completar ainda temos o hilário Seu Chalita, libanês.dono de uma espécie de bar, e interpretado pelo sempre bom Flávio Migliaccio. Chalita vive correndo atrás das protagonistas. Ainda há a pequena participação do excelente ator Kiko Mascarenhas fazendo um Santo Antônio atrapalhado que dá conselhos a Sueli. É uma espécie de imaginação dela.

"Tapas & Beijos" começou devagar,quase parando, mas conseguiu engrenar e já superou a audiência dos "finados" cassetas no horário. A idéia é que a atração fique fixa na grade até o fim do ano e com grandes chances de uma outra temporada em 2012. Será que teremos um seriado com o mesmo fôlego que "A Grande Família" ainda tem e que irá ficar nos ar por mais de dez anos? Só o tempo dirá.

domingo, 15 de maio de 2011

O previsível cancelamento de Batendo Ponto

Quando "Batendo Ponto" foi ao ar, como especial de fim de ano em dezembro do ano passado, o episódio foi bastante elogiado e a audiência satisfatória. Com isso, as chances de virar uma série em 2011 eram grandes. Dito e feito. Assim que se encerrou mais um Big Brother Brasil, o programa estreou após o "Fantástico", aos domingos.

Porém,as boas impressões que foram deixadas no ano passado simplesmente desapareceram rapidamente. O programa começava a ser muito criticado e a audiência insatisfatória para os padrões globais. As críticas eram justas? Sim, com certeza. Mas o programa estava longe de ser essa tragédia toda.

Sua principal qualidade era o grandioso elenco. Milagrosamente, não tínhamos um ator sequer para criticar. Todos estavam perfeitos. O entrosamento entre os atores era nítido. Alexandre Nero, Ingrid Guimarães, Fernando Ceylão, Luis Miranda, Danielle Valente, Stênio Garcia, Orã Figueiredo, Ícaro Silva, Cláudia Mello e o maravilhoso Pedro Paulo Rangel faziam parte desse time. Eram personagens caricatos? Sim, mas o objetivo era esse. As histórias é que deixavam muito a desejar. Muitas vezes eram bobas e sem graça. Então esse foi o motivo pelo fracasso da série? Talvez.

Porém, o real motivo para o fracasso (levando-se em conta os números que a emissora almeja, obviamente)é o ingrato horário. Quando foi anunciada a nova grade de programação, era notório que o "abacaxi" iria direto para quem recebesse de brinde o horário das 23h15m, aos domingos. Desde o término do "Sai de Baixo", a emissora carioca não consegue fazer sucesso após o "Fantástico". "Sob Nova Direção" ficou um bom tempo no ar, mas não gerava repercussão alguma. Lembra de "Norma" com a Denise Fraga? O programa era interessante, mas não vingou e também foi eliminado da grade sem dó ."SOS Emergência" teve duas temporadas e conseguia manter a liderança, mas com muita dificuldade. E agora "Batendo Ponto" naufraga. Todos esses programas eram uma porcaria? Com certeza não. Mas no fim de noite de um domingo, quase ninguém fica "ligado" em uma única atração. A "zapeada" é obrigatória. Com isso o "Pânico na Tv" e o "Programa Silvio Santos" conseguem bons índices, porém raramente ficam com os números estáveis. Um vai pra liderança, o outro desce e por aí vai.

Mas o "Sai de Baixo" era um sucesso! Como se explica isso,então? A época em que o programa era exibido, não pode ser comparada aos dias atuais. No ano de 2002 (em que houve o fim da sitcom), a novela das 21h marcava acima dos 50 pontos diariamente, o "Fantástico" passava dos 40, a internet estava começando a pregar seu espaço etc etc etc. E ainda temos que levar em consideração que o programa já começava a perder algumas vezes para a "Casa dos Artistas" (fenômeno na primeira temporada exibida pelo SBT). Era dito que o programa precisava acabar para não haver desgaste, mas muitos apostavam queo término tinha relação com essas perdas no ibope para a emissora do Silvio Santos.

Com o fim de "Batendo Ponto", talvez a Globo aprenda que nesse horário dificilmente alguma atração vá vingar. O melhor é colocar no ar os filmes recheados de sangue do "Domingo Maior" mesmo,pois caso ocorram algumas derrotas para a concorrência, será só um filme e não uma produção da emissora que gera gastos para a empresa. Se a série protagonizada pela Ingrid Guimarães fosse exibida no horário em que todas as demais ("Macho Man", "Divã","Lara com Z", "Tapas e Beijos") estão indo ao ar, alguém acha que daria números muito inferiores? A resposta é não.