sexta-feira, 18 de julho de 2014

Repleta de problemas, "Em Família" chega ao fim marcada como a pior novela de Manoel Carlos

Para o alívio da Globo e de muitos atores envolvidos, chegou ao fim, nesta sexta-feira (18/07), "Em Família". A última novela de Manoel Carlos, lamentavelmente, não fez jus ao seu respeitado currículo, foi repleta de problemas, não conquistou o público, não repercutiu, e terminou sendo o pior Ibope da história do horário nobre da emissora (tendo uma média ainda pior do que o fracasso "Salve Jorge"). Sem dúvida, um trabalho para ser esquecido, mas que acaba ficando marcado como o pior folhetim de Maneco.


A história, que teve três fases, começou num ritmo muito arrastado, desanimando quem assistia. O equívoco da parceria Maneco/Jayme Monjardim voltou a ficar evidente. Mas a segunda fase ---- com o surto de Laerte, que enterrou Virgílio vivo, provocando uma virada na trama ---- apresentou bons conflitos, fortes cenas e despertou interesse em relação aos futuros acontecimentos que a novela apresentaria na terceira fase. Entretanto, assim que a terceira parte foi iniciada, vários problemas foram ficando bem claros. 

Além do ritmo ter voltado a ficar muito arrastado, a questão das idades dos personagens ficou inverossímil. Vanessa Gerbelli (Juliana) foi escalada para viver a tia de Júlia Lemmertz (Helena), que por sua vez era filha de Natália do Vale. Já Thiago Mendonça foi escolhido para viver Felipe, o irmão de Clara, um rapaz mais velho que Giovanna Antonelli, e Ana Beatriz Nogueira foi colocada como mãe de Gabriel Braga Nunes.
E vale deixar claro que os atores não precisam ter as mesmas idades de seus personagens, porém, é preciso ao menos aparentar ter, para não causar estranheza. Mas nem se preocuparam com a caracterização. Foi um festival de equívocos. 

Porém, se a trama fosse bem desenvolvida, prendendo e envolvendo o telespectador, esta questão das idades estapafúrdias seria digerida com o tempo. Mas a história não colaborou. Foram meses sem apresentar praticamente nada de relevante e preenchendo os capítulos com cenas inúteis e que nada acrescentavam ao enredo. A novela parecia agonizar. Nem mesmo a presença de aparentes 'vilãs', como Branca (Ângela Vieira) e Shirley (Vivianne Pasmanter), serviu para movimentar "Em Família". 

Tanto que as personagens destas duas grandes atrizes foram apenas alguns exemplos de desperdício de talentos. Branca e Shirley tinham todas as características necessárias para proporcionarem excelentes cenas às suas intérpretes, mas ambas falaram muito mais do que agiram. As maldades ficaram somente nas ameaças mesmo e as duas foram minguando na trama. Acabam virando meros perfis cômicos sem muita utilidade, onde somente as ironias eram utilizadas como armas. No início, inclusive, divertiam com a sinceridade aguda com que atacavam os demais, mas depois a repetição cansou.

A quantidade de núcleos deslocados e de personagens sem função foi outro grave problema. A trama que envolvia o asilo não aconteceu. Inicialmente, Miss Lauren (Betty Gofman) maltrataria todos os idosos do lugar, provocando o debate em cima das humilhações que a terceira idade sofre. Mas no final das contas, a mulher era apenas enérgica e chata, que vivia reclamando. Não passou disso. Muitas vezes até sofria chacota dos demais. Ou seja, atrizes do nível de Suely Franco e Maria Pompeu foram desperdiçadas em uma história irrelevante. 

Também não deu para entender o sentido da trama que envolvia Alice (Érika Januza). Inicialmente, a personagem, após descobrir que era origem de um estupro sofrido anos atrás por sua mãe, foi atrás dos estupradores de Neidinha (Elina de Souza). Depois que conseguiu, serviu de isca para os bandidos (situação parecida ocorreu com Morena, em "Salve Jorge", no contexto do tráfico humano), conseguiu prendê-los com a ajuda da polícia e quis virar policial. Parecia uma novela paralela de tão deslocada e risível que era a situação. E para culminar, era desinteressante, absurda e Érika não convenceu com sua atuação inexpressiva.

Outro equívoco de Manoel Carlos foi o desenvolvimento do romance homossexual. O triângulo Clara/Cadu/Marina tinha tudo para ser a melhor história da novela, mas não deu certo. O autor primeiramente não soube construir a personalidade de Clara ----- que inicialmente parecia uma adolescente tonta, depois virou mulher, para posteriormente voltar a bancar a jovem indecisa -----; deu um tiro no pé ao criar uma doença cardíaca para o perfil masculino; e ainda errou por completo ao criar uma Marina (Tainá Muller, ótima) obsessiva, que dava em cima da esposa de Cadu sem se importar com ninguém e ainda demonstrava ter somente interesse sexual nela. O resultado deste erro, óbvio, foi a rejeição do par lésbico, apesar da forte torcida da internet. Para tentar amenizar o problema, Maneco curou subitamente Cadu de seu problema no coração ---- através de um transplante que foi um verdadeiro milagre, já que nem fila de doação de órgãos o rapaz enfrentou ----, com o intuito de tirar a imagem de 'coitadinho' do marido de Clara. Ele ainda transformou a fotógrafa em uma romântica, para melhorar a imagem do casal. Assim, pôde desenvolver o romance, com direito até a beijo gay (que seja a última vez desta classificação), graças ao tabu quebrado por "Amor à Vida", com Félix e Niko.

Até mesmo o ramo que Maneco estava acostumado não foi desenvolvido corretamente: o conflito entre mãe e filha. A Helena (Júlia Lemmertz impecável) foi figurante durante boa parte da novela, virou uma amargurada chata (ao contrário de seu perfil debochado na segunda fase) e só começou a apresentar nuances interessantes na reta final. E os embates entre a protagonista e Luiza (Bruna Marquezine) poderiam ter rendido muito mais caso toda a trama que as envolvia tivesse sido bem elaborada. Mas não foi. E para culminar, o autor criou o Laerte, um tipo que inicialmente era um ciumento doentio e que depois tentou ser transformado em um tipo ambíguo, sem sucesso. O casal Laerte e Luiza sofreu imensa rejeição e nem poderia ser diferente, afinal, ela namorar com um sujeito que tentou matar seu pai não tinha o menor cabimento. E Gabriel Braga Nunes ainda teve um desempenho apático e não convenceu.

Infelizmente, a novela seguiu sem rumo durante toda sua exibição e até atores que entrariam na história ficaram de fora. Caso de Patrícia Naves, Rafael Tombini e Cláudia Assunção, esta última que viveria a mãe de Shirley. Já atores como Michel Melamed, Cláudia Mauro, Monique Curi, Ronny Kriwat e Herson Capri mal apareceram. Ainda vale citar o rumo sem sentido que Selma (Ana Beatriz Nogueira) tomou ---- colocando a personagem com uma mistura de Alzheimer com cleptomania e esclerose ----, o desaparecimento da questão do racismo protagonizada por André (Bruno Gissoni), todo o drama em cima dos surtos de Juliana (Vanessa Gerbelli) que foi esquecido, e a falta de propósito do final de Silvia (Bianca Rinaldi) ----- que era apaixonada por Cadu, mas do nada se apaixonou pelo ex-alcoólatra Felipe (Thiago Mendonça), mostrando a correria das resoluções das tramas, comprometendo a credibilidade.

Mas nem tudo foi equivocado. O elenco, na grande maioria, fez bonito e conseguiu defender bem seus personagens apesar de todos os percalços. Júlia Lemmertz mostrou mais uma vez a grande atriz que é e interpretou a última Helena do autor da melhor forma possível. Já Humberto Martins deu um show na pele do sofrido Virgílio e o personagem proporcionou grandes cenas para ele, inclusive fazendo uma ótima dobradinha com Júlia. Vivianne Pasmanter esbanjou talento com a sarcástica Shirley e é uma pena que a vilã tenha ficado apenas na promessa.

Vale elogiar também a sempre grandiosa Ana Beatriz Nogueira, a atuação impecável de Reynaldo Gianecchini --- protagonizou, inclusive, a cena mais linda da novela quando Cadu encontra o filho do seu doador ---, Antônio Petrin --- divertiu vivendo o espirituoso Viriato ---, Bruna Marquezine --- que apesar da detestável Luiza fez um bom trabalho --- e Paulo José --- que apesar da dificuldade na fala emocionava com o olhar ---. Além de Helena Ranaldi --- que fez bonito com sua íntegra Verônica ---, Ângela Vieira e Natália do Vale --- embora Branca e Chica tenham perdido destaque ao longo da trama ---, Polliana Aleixo --- fez a Bárbara com competência e ainda engordou para uma situação que nem foi desenvolvida (o bullying praticado por Shirley) ---, Vanessa Gerbelli, Marcello Melo Jr. e Leonardo Medeiros ---- que apesar do triângulo ter virado um núcleo cômico sem graça, se destacaram e fizeram ótimas cenas, assim como Jéssika Alves, vivendo a empregada Guiomar.

A reta final da novela não apresentou nada de muito atrativo ---- tendo a cena de Helena tentando atirar em Laerte como único ponto alto ----- e o autor acabou deixando quase tudo para o último capítulo. A sequência em que André humilha Branca após descobrir que ela era sua mãe verdadeira foi a melhor cena final, comprovando que a situação poderia ter rendido muito na trama. Já a morte de Laerte (com um tiro na porta da igreja, depois de ter se casado com Luiza) foi merecida, mas é de se lamentar que o autor tenha escolhido Lívia (Louise D`tuani) para ser a assassina e não Shirley. A 'vilã' merecia encerrar a novela em grande estilo e não uma personagem tão sem importância. Mas tirando estes pontos, não houve mais nada de significativo no último capítulo.

"Em Família" chegou ao seu final antes do previsto (a Globo encurtou o folhetim por causa dos preocupantes índices) e terminou como uma promessa não cumprida. A trama de Manoel Carlos parecia promissora antes da estreia, mas assim que começou a ir ao ar já houve uma certa decepção, que foi se agravando com o tempo. Uma pena, pois um autor tão respeitado e querido não merecia ter como última novela uma produção que tenha deixado tanto a desejar. Como agora se dedicará a escrever minisséries, resta torcer para que tenha mais inspiração e volte a ser aquele bom e velho Maneco, responsável por tantos sucessos ----- vide "História de Amor", "Por Amor", "Laços de Família" "Presença de Anita" e "Mulheres Apaixonadas". Porque, definitivamente e lamentavelmente, seu último trabalho foi um grande erro.

91 comentários:

Anônimo disse...

Vc como sempre com as melhores e mais completas críticas. Aonde eu assino?

Andressa Mattos M. disse...

Estava aqui na fila de espera para sua crítica, Sérgio. E pra variar impecável. Apontou e resumiu muito bem tudo o que foi a novela. Acho que não faltou nada. Nem tenho o que colocar, mas concordo com tudo. E essa sim foi um fracasso em todos os aspectos. E aquele tiro dado no Laerte na igreja foi mexicano demais, né? Mas tem gente que só aponta isso pra um autor e ignora os demais. Que Império seja boa até porque pior do que essa será complicado. Beijo e bom fim de semana.

Mayra disse...

Crítica IMPECÁVEL, PERFEITA, BEM ESCRITA! Parabéns, Sérgio. Tu é o cara! A novela parecia ótima mas foi um conjunto de erros até o fim. Que último capítulo CHATO! Fez jus a novela. Nada de relevante, atores desaproveitados, personagens mal construídos, romances toscos, um casal lésbico patético, uma Luiza de merda, nem tenho mais o que dizer. Tu disse tudo.

Flávia disse...

Sérgio, depois de Amor à Vida fiquei mal acostumada e não aguentei ver esse último capítulo todo. Pelo visto a morte do Laerte foi só no final pq eu desisti na parte da Juliana conversando com uma senhora numa cena nada haver. Já foi tarde. Bjsss

paulo disse...

Ainda prefiro EM FAMILIA que essas novelas ridículas e mirabolantes como Avenida Brasil(ARGH) e Amor a Vida. O negocio é que o publico de hoje esta acostumado a novelas bagaceiras, mas concordo que a novela é fraca se comparada a outras do Maneco. Bem, dei uma olhada no ibope da programação da globo(SP) e fiquei chocado como estão baixos os índices de sua programação geral. E essa Império pela chamada parece ser outra bobagem, todos os clichês possíveis, credo!

Anônimo disse...

NOVELA PAVOROSA, ELENCO MAL APROVEITADO, PERSONAGENS RIDÍCULOS, JÁ FOI TARDE!

Mariana disse...

Parabéns pela crítica. Muito bem escrito e bem detalhada. Concordo com todos os seus argumentos e achei que Shirley seria a grande personagem da novela. Mas nem ela salvou.

William O. disse...

Eu achei essa novela muito equivocada e concordo com toda a crítica, mas ainda assim achei melhor que Fina Estampa e Salve Jorge. Achei essas duas bem piores no saldo geral. Mas Avenida Brasil e Amor à Vida seguem sendo as melhores novelas do horário nove dos últimos anos. Tirando essas duas não me recordo de nenhuma outra mais recente. Ah, A Favorita também merece inclusão na lista. Foi boa e eu gostei.

Ricardo disse...

Realmente a novela teve falhas, mas nao podemos esquecer que Maneco é um grande escritor. Para Mim, O Reynaldo Gianecchini foi o destaque do elenco e teve cenas dignas de protagonista. A parceria dele com o Vitor Figueiredo, Helena Ranaldi, Bianca Rinaldi, Giovanna Antonelli e Leonardo Medeiros foi ótima. Cadu foi um dos poucos personagens cativantes e carismáticos da novela.

Anônimo disse...

Realmete em familia foi uma novela dificil de assistir , eu fui uma sobrevivente , e o pior que tinha tudo pra dar certo elenco impecavel, personagens polemicos pena que maneco errou a mão e não soube desenvolver a trama ! Mas apesar de tudo os interpretes deram um show bruna marquezine com a chata luiza, vivianne pasmanter foi impecavel como semp se shirley tivesse em outra mãos seria um desastre, e palmas para ana beatriz nogueira etc ... O final achei lento como toda a novela já era de se esperar o que gostei foi a hora que pasmanter (shirley) chora de alegria ao ver o filho seguindo os passos do pai, foi nitido o amor que ela tinha semp lembrando de larte até dps de sua morte, ja luiza em dois tempos ja queria papar outro musico haha, mas enfim adorei sua critica muito completa, amo seu blog sempre acompanho aqui
beijos!

Anônimo disse...

Kkkk, o pessoal cita como exemplos de boas novelas amor a vida e avenida brasil, justamente as novelas mais insuportáveis dos últimos tempos. Só de lembrar daquela nojeira de avenida brasil e daqueles diálogos ridículos de amor a vida me dá calafrios. Bom gosto mandou lembrança.

Anônimo disse...

Concordo com a crítica. E pra piorar o Manoel Carlos culpou a IMPRENSA por causa das críticas ao Gabriel Braga Nunes. Mas ele não frequenta as gravações pra saber dos problemas que ele causou, né? Culpar a imprensa foi ridículo!

Caio disse...

Você honra mesmo o título do seu blog. São bem detalhistas as suas críticas. E principalmente nos textos finais. Muito bom seu texto sobre o saldo final. Eu nem tenho muito o que falar porque vi pouco justamente por ter achado tudo péssimo. Mas lendo detalhadamente a postagem entendo bem a razão do fracasso.

Anônimo disse...

é raro ver você criticar qualquer produto da globo mas se a novela era tão horrível por que você não perdia um capitulo sequer? Pelo twitter dá pra ver que você assiste a globo 24 hs por dia e a novela das 9 então nem se fala. Não entendo isso.

MAX disse...

Concordo com o longo e bem colocado texto. A novela foi uma decepção e um grande erro. O autor não merecia encerrar a carreira dessa forma tão amadora. O que salvou foi o elenco com exceção do Gabriel Braga Nunes.

✿ chica disse...

Muito bem feitas as críticas e acabou mais essa! Daí logo outra inicia...Vamos ver!!! abraços praianos,chica

Lucas disse...

kkkkk.. capaz que não ia falar de Amor a vida, deu um jeitinho né....desapega...

Anônimo disse...

E o que foi aquele cena da Clarina convidado Cadu para ser o padrinho do casamento delas???? Absurdo total. Mais forçado que isso só a Vanessa que pediu pra ter uma última noite com a Marina às vésperas do casamento Clarina e um pouco depois já estava assumindo namoro com a Flavinha. Gio Antonelli estava participando de casais maravilhosos como Helô&Stênio e Claúdia&Vicente. É lamentável que ela tenha participado de um casal tão podre como Clarina.

Sissym Mascarenhas disse...



Sergio,

Até o final não foi feito com o mínimo de atenção para que agradar mais ao publico. Cheio de falhas tenebrosas, como se fosse feito por criancinhas. Uma pena, porque o elenco era muito bom.

Bjs

Thiciane D. disse...

Pra mim, todas as novelas das 21h que vieram depois de Avenida Brasil foram super fracas..Salve Jorge e Amor à Vida foram duas das PIORES novelas de todos os tempos, e incluo a PÉSSIMA Fina Estampa também.. ..e Em família foi um desastre também, na minha opinião só se salvou o casal Clara e Marina conduzido pelas ótimas Giovanna e Tainá, e o menino Ivan! E sim, o casal foi aceito pela grande maioria, o que me deixa satisfeita pois Giovanna e Tainá merecem reconhecimento pelo belo trabalho! O casal rejeitado nessa novela foi Luiza e Larte, tanto foi que Laerte morreu no final. Júlia Lemmertz ótima atriz, não teve seu talento reconhecido com essa amargurada Helena..a novela foi cheia de buracos, núcleos inúteis (como o asilo, aquelas aulas de dança avulsas, e a chata Alice), e ainda teve uma atuação memoravelmente PÉSSIMA de um Gabriel Braga Nunes completamente apático, e ligado no piloto automático! Bruna Marquezine ainda não consegue segurar papeis de grande destaque, ficou comprovado nessa novela.. falta muita maturidade!

Gustavo Nogueira disse...

Sérgio, concordo com tudo o que você disse sobre essa trama fraquíssima.Em Família foi a pior novela do Manoel Carlos e se junta a Fina Estampa e Salve Jorge como as piores novelas do horário nobre(qual dessas três você acha a pior, Sérgio?).Amor à Vida perto de Em Família é uma ótima novela(e logo eu que também não gostava muito dessa novela).Como você disse, Em Família foi uma novela muito arrastada e cansativa.NENHUMA trama foi realmente interessante.Gostei da segunda fase e só.Falo sem exagero que o casal Laerte e Luiza foi o pior casal do horário nobre, superando até o Pedro e a Marina de Insensato Coração.Além da falta de química, o contexto que os envolvia era nojento e gerava repulsa por parte do público.A trama envolvendo a Juliana(ótima Vanessa Gerbelli) se perdeu e o desiquilíbrio que ela aparentava sumiu quando ela se casou com o Jairo e principalmente quando teve seu filho.O triângulo envolvendo ela, o Nando e o Jairo não era interessante, apesar do talento dos intérpretes.O núcleo do asilo foi uma inutilidade que só e atores como Betty Gofman, Suely Franco e Maria Pompeu foram mal aproveitados.Outra trama de grande equívoco era que envolvia a Neidinha e a Alice.Como a Alice conseguiu entrar tão rápido na polícia?Além dessa falha absurda, a atuação da Érica Januza não convenceu.E não é coincidência demais que justo o homem que abusou da Neidinha tenha assaltado a loja de leilões?A trama envolvendo Clara, Marina e Cadu não foi bem desenvolvida e o par lésbico foi rejeitado(apesar de ter torcida na internet.Mas a Giovanna Antonelli e Thainá Muller atuaram muito bem.No começo não estava gostando da atuação do Reynaldo como Cadu, mas depois ele melhorou significante quando descobriu a sua doença e se tornou um dos poucos pontos positivos dessa novela(considero ele o verdadeiro mocinho da novela) e formou um bom casal com Helena Ranaldi.A Helena de Júlia Lemmertz foi uma chata de galocha e só ficou interessante na reta final, a partir do momento em que ela ficou bêbada e seduziu o Virgilio.Apesar de tudo, a Júlia Lemmertz atuou muito bem durante toda a terceira fase.O Humberto Martins também atuou muito bem como o Virgilio e tinha bons embates com a Júlia Lemmertz.Apesar de gostar do Gabriel Braga Nunes como ator, ele atou muito mal como o Laerte e o personagem também era muito mal-escrito.Gostava da atuação da Bruna Marquezine como a Helena jovem, mas como a Luiza a achei apenas regular, nada de extraordinário.A Giovanna Rispolli, Alice Wegman e Viviane Pasmanter atuaram muito bem como a Shirley, uma pena que a personagem não fez quase maldade e pouco agiu.Mas gostava da personagem, era bastante sarcástica e irônica, Viviane Pasmanter atuou muito bem durante toda a terceira fase.Eu Não gostava da Branca, a achava muito exagerada.O casal formado por Herson Capri e Natália do Vale não despertou interesse.Bruno Gissoni e Polliana Aleixo formaram um casal com boa química.Enfim, Em Família foi uma péssima novela, muito sonolenta e arrastada, se salvou apenas a atuação de alguns atores, que se destacaram.Em Família terminou e não deixará saudades.

Raquel disse...

É, Sérgio... Chegou a hora do julgamento final. É muito triste o Maneco encerrar o seu ciclo de novelas com isso aí. Não sei nem por onde começar.

Achei merecida a morte de Larte, mas não gostei da vibe de vítima que deram a ele no final das contas. Foi até meio surreal ver ele traindo Luiza com Lívia e Shirley, debochar das duas pra em seguida morrer na frente das mulheres de sua vida todas penalizadas e algumas até histéricas. Se vc vai ressentir a Luiza terminar essa novela sem uma surra, eu ressintirei pra sempre o fato de esse cafageste ter morrido sem sofrer a consequência dos seus atos e sem ser desmascarado na frente da Luiza. Pareceu presente e não castigo.

Adorei o fato de não terem mostrado as cenas em que Luiza aparece em estado de adoração do marido morto; o que mostra que maneco ou jayme têm um pouco de noção. Gostei também de mostrarem ela já seguindo a sua vida e se encantando por outro músico. Mas fiquei um pouco decepcionada e com uma sensaçao de inutilidade da história imensa (então Luiza fez tudo o que fez e encheu o saco de nós telespectadores e de 90% do elenco da novela só pq tem uma queda por músicos mais velhos e charmosos?). Falarei mais sobre esse encontro em Paris mais pra frente.

Nem o casal Clarina, sensação da internet, valeu alguma coisa nessa novela (a não ser talvez pela causa). Como você mesmo disse, essa parte da história começou equivocada e terminou como um verdadeiro conto-de-fadas gay. O único conflitou com que Clara precisou se preocupar de vdd foi a doença cardíaca do marido (como ele ousa ficar doente do coraçao?) e ter que escolher entre ficar do lado do marido doente ou ir viver uma aventura pela fotógrafa apelona. Resolvido esse ligeiro probleminha, tudo voltou às maravilhas com a família toda dando apoio e todo mundo achando lindo ela largar um casamento assim. Deve ter sido a saída de armário menos traumática da história da humanidade... Se fosse pra fazer assim, pra que contar a história de uma mulher que tinha marido e filhos e se apaixona por outra mulher? Cadê os conflitos? Ficou tudo tão diluído que não tinha como engolir. Espero ansiosamente o dia em que seja a melhor história a cativar o público e não a melhor "causa".

Raquel disse...

Finalmente, dentre os inúmeros personagens sumidos e mal desenvolvidos, acho que o que mais me incomodou foi o Leto. Por ele estar ali, diretamente envolvido com o núcleo principal da história e pelo potencial enorme do personagem também desperdiçado num romancezinho sem-graça do início ao final da novela que só servia de plataforma pros numerozinhos musicais da Manu Gavassi. Leto era um dos meus personagens favoritos junto com o Cadu e o Virgíio. Um menino legal, amoroso, cuidadoso com o pai, a mãe, a irmã e os avós; um fofo. Mas que estava na história mesmo pra que? Leto poderia se envolver com Luiza, com Helena, com Verônica, poderia se revoltar contra o pai, poderia ficar ao favor da família de Helena no meio dessa história toda... Só pra citar algumas coisas que ele poderia muito bem catalisar, movimentando a trama. É normal haverem personagens que sumam ou não se desenvolvam em novelas, mas porque outras tramas da novelas se destacam e acabam tomando a atenção do autor, mas numa novela em que NADA acontece, acho imperdoável deixar de desenvolver histórias que poderiam ser boas por pura falta de atenção ou teimosia.

Estava aqui fazendo uma contabilidade dos acontecimentos dessa novela e fique chocada com o pequeno número e a banalidade deles: helena e laerte vivem um romance de adolescente e resolvem casar depois que ela se descobre grávida; laerte é preso no altar por tentar enterrar o melhor amigo vivo; anos depois, luiza conhece laerte e helena passa a morrer de medo de eles se envolverem; luiza e laerte finalmente ficam juntos pra desespero de helena; luiza e helena brigam entre elas e com todo mundo; helena resolve resgatar o casamento com o marido e tenta aceitar o casamento da filha com laerte; laerte volta ao comportamento agressivo de antes; luiza e laerte casam e ele morre. Pronto. Foi só isso. Em 6 meses de novela. Qualquer outra novela do Maneco teve mais acontecimentos do que essa.

Voltando à cena de Luiza com o tal músico, achei desnecessário arrumarem mais um personagem de última hora pra fazer a alegria da viuvinha com tanto personagem bom dando sopa. Isso pra mim foi a tradução da má contrução e condução da história. Acabou cheia dos fios soltos e com situações mal-explicadas.

Milene Lima disse...

A sensação é de que hoje haverá mais um capítulo pra render um pouco mais da história da Branca com o André e pra gente enfim ter certeza (ou não) de que a Juliana matou a mãe da menina. Então a mulher vai lá, mata a outra, no fim termina com dois filhos e ainda podendo escolher o marido?
Entendi não.

Minha tia perguntou: "gostou do fim da novela?"...
Respondi: "gostei porque foi o fim".

Beijo!

André disse...

Oi Sergio deixa eu te perguntar voce considera Salve Jorge fracasso? Sei la lembro que nas ultimas semanas passava tranquilmanete dos 40 pontos e chegou até os 46 entao terminou como sucesso
Agora em Familia em comparaçao a ela deve nunca chegou nem chegou aos 36 pontos

Amanda Ventura disse...

Sérgio, na verdade não gostei de nenhuma novela depois de Av.Brasil. Salve Jorge tinha um tema forte, o tráfico de mulheres, mas a trama toda foi muito mal conduzida. Amor à Vida, pra mim, só teve um mérito: Félix, um personagem memorável.
Sobre Em Família, não há mais o que falar, todos os equívocos desta novela já foram muito bem apontados por você.
De modo geral, os autores têm criado personagens e núcleos demais, sem qualquer função na história além de servirem de "barriga". Assim, ótimos atores são desperdiçados com personagens sem utilidade. As boas histórias também ficam perdidas no meio de uma novela com duração de 7, 8 meses.
O mundo mudou, o público de novelas mudou também. Hoje temos internet, TV a cabo, netflix. As tramas precisam ficar mais enxutas e dinâmicas, se quiserem garantir audiência.
Manoel Carlos escreveu ótimas novelas e minisséries e merece ser lembrado por isso, muito mais do que pelo equívoco que foi sua última novela. Os autores em geral, não apenas Maneco, precisam se adequar às mudanças dos tempos atuais.

Anônimo disse...

Em que munda vivem essas pessoas que acharam que Clara e Marina foram um casal bem aceito? Nem Giovanna Antonelli torcia por elas já que num ato falho declarou torcer pra Cadu. E ela nunca interpretou uma personagem tão ruim como essa tanto que nem pode ser colocada na lista de destaques.

E a Luiza nem soube que Laerte a chifrava com Shirley. Nem se deram ao trabalho de esclarecer isso. O babaca terminou como um heroi morto injustamente. Que novela ridícula. Eu nem achei Amor à Vida grandes coisas mas perto dessa de Salve Jorge e de Fina Estampa foi uma das melhores novelas dos últimos tempo e fez sucesso.

Diogo S. disse...

Sou um fã de Maneco, fui apaixonado por História de Amor, Laços de Família, Por Amor, mas realmente suas últimas novelas não foram boas e essa última foi triste, eu mesmo deixei de acompanhá-la a muito tempo. Uma pena mesmo. Que Lícia Manzo nos brinde com uma excelente novela estilo crônicas do cotidiano à la Maneco. Abraço Sérgio!

A Viajante disse...

Ótima postagem Sérgio! A novela foi mesmo ruim, e desde o momento em que os dias atuais se apresentaram... deveriam ter ficado todos ali, em Goiânia... risos... beijão!

Letícia disse...

Boa noite meu caro Sérgio, tudo bem?

Que final, estou impressionada até agora... Tão insosso quando o restante da novela. Foi o final de novela mais sem graça que eu já vi. Cadê a emoção? Nenhuma. Cadê aquele sentimento de que vai fazer falta? Nada, absolutamente nada... O final representa bem a novela.
Maneco, eu vi em algum lugar, disse que se sentia satisfeito (ou algo parecido) com o trabalho. É natural ele vai defender sua novela até o fim. Mas a grande realidade é que foi um verdadeiro fiasco e pena que um autor da grandeza de Manoel Carlos termine sua trajetória em novelas de maneira tão pífia, merecia mais, não deu fazer o quê...
Uma promessa não cumprida, eu também esperava mais de Em Família, infelizmente não aconteceu... Seu texto foi brilhante sou eu quem assino em baixo...
Por outro lado, temos um autor de mais de 80 anos, que talvez, esteja já cansado de trabalhos tão extensos como as novelas, talvez faltou desenvolver melhor o enredo, já que bons atores ele tinha em seu elenco... Eu acreditava que o núcleo do triângulo amoroso entre Clara, Cadu e Marina fosse ser interessante e foi um aquilo que já comentamos aqui até a exaustão... Nem a Giovana Antonelli conseguiu brilhar direito e ainda ter um personagem mal desenvolvido, nem ela conseguiu salvar a Clara e ter o mesmo êxito de sua personagem anterior. Gabriel Braga Nunes parecia mais um robô em cena e parecia está ali por pura obrigação profissional.
Particularmente gosto muito do Monjardim como diretor (eu realmente gostei da direção dele em A vida da gente), talvez realmente não tenha sido uma boa parceria como o Maneco, as novelas dirigidas pelo Ricardo Waddington tiveram mais êxito, eu acredito que seja uma infeliz coincidência. Talvez Monjardim não tenha compreendido o texto, ou o universo do Maneco...
Enfim são coisas que acontece e confesso que já estou na expectativa por Império, não nego que acho o Aguinaldo Silva um tanto arrogante, mas sabe fazer novelões de primeira e está promete, sem contar que podemos matar um pouquinho da saudade da Marjorie Estiano, pena que fará apenas os 4 primeiros capítulos, mas é melhor do que nada...

Meu caríssimo, um excelente final de semana e até a próxima... bjs


































OX disse...

Novela muito fraca, Sérgio. Muito boa sua crítica. Maneco merece respeito por seu currículo mas nesse trabalho errou em tudo. Foi uma novela desinteressante do primeiro ao último capítulo. Avenida Brasil e Amor à Vida tiveram seus problemas mas conseguiram conquistar o público com tramas bem escritas, ágeis e um elenco que defendeu os personagens com maestria. Nessa só houve o elenco de ponto positivo, mas os erros de escalação, a lentidão e a trama ruim jogaram tudo no lixo.

Só faço uma pergunta: não vi muito a novela e sei que você também não, mas a cena da Shirley tratando Luiza e Helena bem na última cena foi sem o menor sentido. Só porque o Laerte morreu ela passou a gostar delas? Não entendi nada. Coisa mal feita. Abraço.

Carlos disse...

Sergio, você tem méritos por escrever muito bem, seu texto é muito bem redigido, mas como critico de TV tente ser menos emoção e mais cabeça. Amor a Vida foi notoriamente uma novela muito ruim. Ok, você gostou, tem seus motivos, mas a novela era muito, muito ruim. O texto do Carrasco é precário, a novela tinha um monte de cenas e personagens descartáveis. Tinha o Félix, mas isso não torna a novela boa nem mediana. Se for assim eu prefiro Fina Estampa que tinha o Crô, embora a novela fosse péssima mas pelo menos as cenas dele eram hilárias de verdade e fez muito sucesso, mas como um todo foi uma novela ruim . E Avenida Brasil, por favor, além de não ter sido esse sucesso todo que se propagou por ai(foi a novela de maior marketing da historia, isso sim), foi outra grande bobagem: uma vingança que nem existiu, um monte de personagens chatos e sem ligação nenhuma com a "trama" central, furos e mais furos, além de ter sido provavelmente a novela mais brega da historia(pau a pau com Amor a Vida).
Quanto a Em Familia a novela foi bem devagar mesmo, quase arrastada. Ainda mais se compararmos com a excelente Historia de Amor que esta sendo reprisada no canal viva. É isso.

Maíra disse...

Curioso é que os fracassos de Manoel Carlos foram justamente as novelas em que as Helenas foram coadjuvantes. Em Amor à Vida, Helena (Taís Araújo) era coadjuvante da Luciana (Alinne Moares) e agora em Em Família Helena (Julia Lemmertz) era coadjuvante da Luiza (Bruna Marquezine). Uma pena que uma personagem tão clássica tenha se encerrado dessa maneira. Fico triste por Manoel Carlos encerrar sua trajetória e de suas Helenas, que serão para sempre uma marco na nossa dramaturgia, dessa maneira.

Maíra disse...

Errata; falo de Viver a Vida e não Amora á Vida.

J Araújo disse...

Sergio, uma analise perfeita, confesso que não acompanhei a novela.Mas logo no primeiro capitulo vi que não valeria a pena.

Abraço

Pérola disse...

Um olhar super profissional e detalhado sobre a novela em questão.

Não posso opinar pois não vejo.

beijo

Anônimo disse...

Pior ainda é Manoel Carlos não admitir que errou com essa novela e ainda culpar o público. Se ele tivesse Twitter ia brigar com todo mundo com os outros também fazem.

Uma Interessante Vida disse...

Não basta ter assuntos interessantes, tem que saber contá-los, foi isso o que aconteceu com essa novela... triste, pois Maneco sempre foi um grande escritor. beijinhos

Sérgio Santos disse...

Mt obrigado, anônimo.

Sérgio Santos disse...

Andressa, mt obrigado pelo seu carinho. Fico feliz. E, sim, o tiro dado em Laerte na porta da igreja foi absurdamente mexicano. Mas não me incomodei, pelo contrário, achei uma das melhores cenas do final. Mas é verdade, tem alguns críticos que usam esse argumento tolo para desqualificar o Walcyr como se os outros não fizessem exatamente a mesma coisa. Por isso que muita coisa que leio desconsidero já que trata apenas de implicância pessoal, nada mais. Vamos torcer para Império ser boa! bjs

Sérgio Santos disse...

Muito obrigado, Mayra. Luiza de merda... rs Bjsss

Sérgio Santos disse...

Nem tem como comparar, Flávia. E essa senhora era a mãe da Gorete, empregada que morreu. Foi uma cena irrelevante. bjsss

Sérgio Santos disse...

Paulo, o índice de Em Família foi catastrófico. O último cap de Amor á Vida deu 48 pontos e o de Av. Brasil 52, já o dessa deu 35. Assustador.

Sérgio Santos disse...

Já foi mesmo, anônimo.

Sérgio Santos disse...

Obrigado, Mariana. Eu tb apostei minhas fichas na Shirley, mas nem ela foi desenvolvida direito. Pena pq tinha tudo pra ser o grande nome da trama.

Sérgio Santos disse...

Olha, William O., eu achei Fina Estampa, Salve Jorge e Em Família péssimas, mas fazendo uma comparação, acho que Fina Estampa consegue ser a pior de todas. Entre Salve Jorge e Em Família eu tb acho que fico com Em Família.

E as últimas novelas do horário nobre que eu adorei do início ao fim foram Passione, Avenida Brasil e Amor à Vida. A Favorita eu achei ótima mas nem incluo pq é de 2008, então já tenho que colocar Paraíso Tropical que tb foi ótima, enfim...

Sérgio Santos disse...

Ricardo, eu respeito mt o Maneco. Aliás, eu respeito todos os autores. Mas essa novela foi mt ruim. O Cadu foi de fato um dos poucos acertos, ainda que até a trama dele tenha sido equivocada, já que sua doença foi curada do nada. abçs

Sérgio Santos disse...

Anônimo, mt obrigado, fico feliz que acompanhe o blog. Da próxima vez diga seu nome. E essa cena da Shirley emocionada com o filho foi bonita mesmo. Mas eu não fui sobrevivente não pq abandonei a novela por vários meses e só fui ver mais assiduamente nas últimas semanas. bjsss

Sérgio Santos disse...

Anônimo, eu vi essa entrevista onde o Maneco falou isso, mas ele tentou ser educado com o ator. Só que acabou escolhendo o culpado errado.

Sérgio Santos disse...

Muito obrigado, Caio. Meus textos de finais de novelas são sempre os mais longos. abçs

Sérgio Santos disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Sérgio Santos disse...

EU não perdia, anônimo? Como vc sabe? E deixei de ver essa novela por vários meses, tirando uma ou outra cena. Mas a reta final eu acompanhei mesmo como faço sempre com qlq novela.

Agora, se eu elogio eu sou puxa-saco, se eu critico eu deveria parar de ver, realmente é difícil...

Sérgio Santos disse...

Gabriel foi péssimo mesmo, MAX.

Sérgio Santos disse...

Obrigado pelo comentário, Chica. bj

Sérgio Santos disse...

Lucas, tu é gaúcho?

Sérgio Santos disse...

Esse apadrinhamento de Cadu e Verônica ficou forçado mesmo, anônimo. E Clara foi um dos papéis mais fracos da Giovanna. E Dora de Viver a Vida foi outro papel ruim. Curiosamente os dois do Maneco, que deu a ela a maravilhosa Capitu em Laços de Família...

Sérgio Santos disse...

Pena mesmo, Sissym... bj

Sérgio Santos disse...

Thiciane, respeito sua opinião sobre Amor à Vida, embora discorde totalmente. E Giovanna e Tainá merecem elogios mesmo pq fizeram um ótimo trabalho. Nunca questionei isso. Mas não há como dizer que o casal lésbico foi aceito pela grande maioria pq não foi. E não foi por culpa do autor que criou uma trama que tornou a situação impossível de despertar empatia. Vc acha que o autor curou a doença do Cadu daquela forma milagrosa por qual razão? Não foi coincidência, né. E Luiza e Laerte tb foram rejeitados e tb por razões óbvias. Sobre a Bruna, a achei bem, mas nada de incrível. Outros atores, por exemplo, merecem bem mais elogios que ela.

Sérgio Santos disse...

Gustavo, como respondi ao outro comentarista, acho Fina Estampa a pior, e entre Salve Jorge e Em Família acho que opto pela trama do Maneco por causa de algumas situações pontuais e pq lembro de Theo e Morena... Mas Luiza e Laerte formaram um casal péssimo mesmo e Pedro Marina, lembrados por vc, foram outro par péssimo.

Eu sempre gostei da atuaçao do Gianecchini como Cadu e a Vivianne fez uma ótima Shirley, assim como Giovana e Alice. A personagem poderia ter rendido tanto... Eu gostava da Branca e ela era exagerada mesmo. Pena que tb nada fez. A novela não deixa saudades mesmo. Abraços.

Sérgio Santos disse...

Raquel, concordo com os seus dois comentários. E eu senti mta falta de uma surra mesmo. Mas nada aconteceu nessa novela. E é verdade, Laerte morreu sem Luiza ter descoberto que ele a traía com Shirley. Como pode?

Tb achei desnecessário vir outro músico pra ela. Preferia a solidão temporária. E vc fez uma boa menção ao Leto que poderia ter rendido mesmo. Aliás, a última cena dele foi bonita e mostra que o ator merecia uma chance maior.

E foram pouqíssimos acontecimentos relevantes mesmo. Tanto que conseguiram resumir as principais cenas com um flashback, se não me engano no antepenúltimo capítulo. Acrescento aí apenas o momento que Cadu encontra o filho de seu doador. Tirando isso não sobra nada...

Uma pena mesmo o Maneco terminar dessa forma. Se ele tivesse encerrado com Viver a Vida já teria sido péssimo, mas com Em Família foi ainda pior. Beijos.

Sérgio Santos disse...

Gostou do final pq foi o final, né Milene? rs Pois é, essa trama da Branca com André e Bárbara poderia ter rendido tanto. Mas o autor deixou tudo pro final e nem desenvolveu. Parecia mesmo que ia ter alguma continuação pq ficou um final incompleto. Enfim... bjs

Sérgio Santos disse...

André, considero, pq os índices foram mt baixos e só aumentaram nos capítulos finais mesmo. E derrubou mt os índices alcançados das novelas anteriores. Mas Em Família foi um fracasso bem maior.

Sérgio Santos disse...

Mt obrigado, Amanda. E olha que essa novela foi a mais curta do horário nobre. Imagine se tivesse a duração normal, de 179 capítulos, ou então os 221 de Amor à Vida, esticada por causa do sucesso? Não sei como o autor agiria. Se até assim praticamente nada de relevante aconteceu ao longo dos meses... Beijos.

Sérgio Santos disse...

Anônimo, Clara e Marina foram rejeitadas mesmo e Giovanna não ganhou uma boa personagem, pena. Tb achei péssimo isso da Luiza ficar sem saber que foi uma trouxa. Enfim, já foi tarde.

Sérgio Santos disse...

Diogo, eu tb era fã do Maneco e adorei todas essas novelas, além de Mulheres Apaixonadas e Presença de Anita. Mas as novelas recentes foram ruins e essa foi a pior. Tb estou torcendo pela Lícia, que está na minha lista de autores preferidos. Abraços.

Sérgio Santos disse...

Obrigado, Ju. =) Lrmbro que até o núcleo goiânia foi criticado. bjs

Sérgio Santos disse...

Olá minha cara Letícia. Pois é, foi um final insosso e chatíssimo. Acabou honrando o que foi essa novela. Pena pq o Maneco realmente não merecia terminar assim. Tomara que ele se saia bem em alguma minissérie. Mas já li que ele quer fazer algo referente a Presença de Anita e não acho boa ideia, mas enfim...

É normal mesmo que ele não admita que escreveu uma novela ruim, mas escreveu. E pena pq a trama tinha potencial. Assim como o triângulo Clara/Marina/Cadu, que realmente comentamos à exaustão.

Eu tb gostei mt da direção do Jayme em A Vida da Gente, tanto que gostei de saber que ele novamente dirigirá outra novela dela, a próxima das seis, que vem depois de Boogie Oogie.

E o Aguinaldo é arrogante mesmo, não há como negar. Não gosto dele, mas consigo separar as coisas. Se escrever uma ótima novela elogiarei, como fiz na época da excelente Senhora do Destino. E terá a linda Marjorie na primeira fase. Com certeza ela dará um show. Bjs e boa semana.

Sérgio Santos disse...

Foi mesmo fraca, OX. E Av. Brasil e Amor à Vida tiveram sim seus problemas, não foram impecáveis, mas as qualidades de ambas superaram os pontos negativos. Foram ótimas tramas.

E é verdade, esse final ficou forçado. Aliás, esse e mts outros. Shirley sempre desprezou Helena e Luiza, não tinha como ela ter passado a gostar delas só pq Laerte morreu. Aliás, e nem elas corresponderem ao carinho dado. Mas enfim... abraços.

Sérgio Santos disse...

Carlos, mt obrigado. Mas eu tb tenho que ser emoção, né? Senão qual é a graça? Meus gostos têm que estar presentes em meus textos, embora eu mtas vezes tente ser bem imparcial, como por exemplo elogiar o Esquenta! pelo que é o programa, mesmo eu detestando e não tendo paciência pra assistir.

Mas eu achei Avenida Brasil e Amor à Vida novelas excelentes e no caso de AAV não era só o Félix, era ele, Valdirene, Márcia, Niko, Lutero, César, Bernarda, Perséfone, Linda, Pilar etc etc etc. Foram muitos personagens que fizeram sucesso, ao contrário de Fina Estampa, que só tinha Crô e Baltazar. O resto era uma desgraça. E eu não via graça alguma no Crô, mas ainda assim aliás, o elogiei na época.

E Em Família foi arrastada, mal desenvolvida, sem conflitos, desinteressante, enfim... abraço!

Sérgio Santos disse...

Maíra, é verdade, mas nesse caso há uma exceção: Mulheres Apaixonadas. A novela foi um imenso sucesso, foi ótima e a Helena da Torloni foi coadjuvante. Mas é uma pena mesmo que Maneco encerre a carreira assim. Bjs

Sérgio Santos disse...

Obrigado, J Araújo. Abraço!

Sérgio Santos disse...

Obrigado, Pérola. bjssss

Sérgio Santos disse...

Triste mesmo, Barbie. bjs

Sérgio Santos disse...

Ah, Carlos, só mais um adendo que me esqueci. Sobre o texto do Walcyr ser precário, sinceramente, não vi nada demais nesse texto do Maneco de Em Família. Pelo contrário, mtas vezes vi um excesso de didatismo, muita cafonice e frases piegas. Mas nem citei isso nos textos porque, como já falei algumas vezes, eu raramente falo de texto pq cada autor tem um estilo de escrita. Abraço.

Anônimo disse...

Manoel Carlos e suas novelas zZzZzZ.

Thallys Bruno Almeida disse...

Eu diria que essa novela foi o maior cheque em branco novelístico dos últimos tempos. As duas últimas ainda dava pelo menos pra falar mal, essa nem isso.

Quanto ao argumento "as pessoas que criticaram Amor à Vida queimaram a língua", isso pra mim é totalmente furado e não cola. Uma novela não depende - e nunca dependeu - da outra pra ser ruim ou boa. Critiquei essa, mas mantenho minhas críticas à outra (que vale ressaltar, eu gostava da primeira fase, mas pra mim se destruiu na outra metade) e à SJ tb. Uma coisa é uma coisa.

Sobre o Gabriel Braga Nunes, é fato que esse papel deixou aflorar ainda mais a arrogância dele na vida pessoal, mas mesmo tendo se saído muito mal nesta novela, discordo de que ele "não seja um ótimo ator" pelo fato de ter gostado dos papeis anteriores dele. Espero que se saia melhor da próxima vez.

Pelo menos os outros, ao contrário dele, conseguiram levar até o fim todos os personagens mesmo sendo mal desenvolvidos e conseguiram apresentar boas atuações: Júlia, Bruna, Humberto, Reynaldo, Ranaldi, Giovanna, Tainá, Pasmanter, Ângela, Ana Beatriz, Natália, Capri. Embora lamentável mesmo tenha sido o desperdício de Paulo José, Antônio Petrin e novamente o erro dos outros que jamais chegaram a entrar.

Uma pena Maneco encerrar sua carreira novelística desta forma. Ao contrário de Glória e Walcyr, que arrumaram encrencas com a imprensa e não admitiam críticas - preferiram apelar pro clichê da inveja, Maneco, mesmo tendo errado e fracassado nessa trama, evitou ao máximo brigas assim.

Quanto a um autor não admitir que escreveu uma novela fraca, não é exclusividade dele, vários outros tb têm isso. Um caso raro foi o Lauro César Muniz, outro mestre, que admitiu recentemente ter errado em Máscaras (com a diferença de que ele, ao contrário do Maneco, ñ tinha duas novelas ruins vindo antes - Poder Paralelo e Cidadão pra mim foram ótimas).

Maneco, apesar de todos os erros que cometeu, não merecia terminar a carreira novelística desse jeito. E que venha Império pra salvar a pátria. Quatro novelas ruins seguidas eu não aguento.

Lucas disse...

Sou sim, e com muito orgulho tchê!! Por que a pergunta?

Melina disse...

Sérgio, querido, que novela maldita. Coisa ruim! Achei sua crítica exemplar. Não sei se cheguei a comentar alguma vez, mas suas críticas de finais de novela são sempre as melhores. Você faz um balanço completo.

Ainda quero dizer que li seu texto logo no sábado, mas estava sem tempo pra comentar. Mas voltando ao texto, concordo com tudo e até tiro a parte dos elogios porque pra mim nada salvou essa novela, nem os atores porque os personagens eram muito ruins. E tomara que essa Bruna Marquezine fique com o Neymar e suma porque eu não aguento mais ler notícias dela. E seu destaque se deu por causa desse romance na época da Copa porque aquela Luiza foi um fracasso como toda a novela. Até porque a novela ruim acabou e ela continua sendo o centro das atenções.

Tinhas minhas implicâncias com a Júlia Lemmertz nessa novela mas vi uma cena no Youtube da Taís Araújo fazendo uma Helena medonha, então mudei minha opinião. Júlia se saiu muito bem no que pôde. E coitada da Ana Beatriz Nogueira... Aliás, li que Lícia Manzo a escalou para sua novela. Acho que vc irá gostar dessa notícia. E Em Família já foi tarde. Seu último capítulo teve DEZ pontos a menos que o de Amor à Vida. A diferença entre um sucesso e um fracasso. Um beijo.

Melina disse...

* Tinha

Elvira Akchourin do Nascimento disse...

A novela foi mesmo fraca, o último capítulo deixou a desejar, nada a ver Lívia ser a assassina do Laerte. Em Família desperdiçou talentos e não deixará saudades.

Sérgio Santos disse...

Essa foi zzzz mesmo, anônimo.

Sérgio Santos disse...

É verdade, Thallys, uma novela independe da outra, por isso mesmo não tem cabimento fazer comparações já que cada um tem seu estilo. O mesmo vale pra comparações de casais em Além do Horizonte e Geração Brasil. Agora, quem criticou Amor à Vida e encheu a boca pra dizer que essa Em Família seira espetacular, onde até um espirro fazia gente dizer "Nossa, isso que é texto, incrível!", queimou a língua sim e não foi pouca.

A novela já foi tarde e tudo deu errado. E pra mim o Gabriel não é um ótimo ator mesmo, pra mim tá no mesmo nível do Cauã Reymond: regular.

Sobre o Maneco ter evitado brigas, é fácil se abster quando não tem Twitter. Tanto que suas últimas entrevistas mostram que ele não ficou satisfeito com as críticas. Aliás, é perfeitamente normal. Mas a novela já foi tarde.

Sérgio Santos disse...

Nada, Lucas, só pq vc escreveu "capaz" e isso é gíria daí.

Sérgio Santos disse...

Melina, sem problemas. E eu tb espero que Bruna dê uma sumida pq esse excesso já encheu a paciência. E eu sempre achei a Júlia impecável como Helena. A Taís foi mt mal mesmo.

Sim, eu li que a Lícia escalou a Ana Beatriz e fiquei mt feliz pq o melhor papel da carreira dela foi a Eva. Aliás, foi o último bom papel. Depois só pegou bomba, coitada.

E é verdade, 10 pontos a menos. Isso sim é fracasso. bjs

Sérgio Santos disse...

Nada a ver ter sido a Lívia, Elvira. Tinha que ser a Shirley, no mínimo, pra fechar a personagem que não aconteceu ao menos em grande estilo. Já foi tarde.

Anônimo disse...

O QUE A FALTA DE CRIATIVIDADE É CAPAZ DE FAZER COM UM TRABALHO. O AUTOR ESTAVA COM UM BOM ELENCO EM MÃOS, MAS DE NADA ADIANTOU, A MESMICE FEZ COM QUE ELE DESSE UMA RASTEIRA NELE MESMO.

Sérgio Santos disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Sérgio Santos disse...

Perfeito, anônimo.

Anônimo disse...

Seu texto é muito autoritário e arrogante. Ao dizer que a novela foi um erro. É muito simples julgar, algo que já está feito, difícil é começar do zero e fazer.
Quando você diz: “Mas a segunda fase ---- com o surto de Laerte, que enterrou Virgílio vivo, provocando uma virada na trama ---- apresentou bons conflitos, fortes cenas e despertou interesse em relação aos futuros acontecimentos que a novela apresentaria na terceira fase.” (Ou seja, você afirma que a sociedade brasileira gosta de cenas ruins tentativas de assassinatos, enfim, só o que é ruim dá ibope?).
Quando você escreve esse texto “Foram meses sem apresentar praticamente nada de relevante e preenchendo os capítulos com cenas inúteis e que nada acrescentavam ao enredo. A novela parecia agonizar. Nem mesmo a presença de aparentes 'vilãs', como Branca (Ângela Vieira) e Shirley (Vivianne Pasmanter), serviu para movimentar "Em Família" (Vilãs? Então é isso que o povo brasileiro gosta? ?? Então porque nós reclamamos tanto dos políticos e crucificamos os assassinos e ladrões?
Essa sua frase foi de doer: “Tanto que as personagens destas duas grandes atrizes foram apenas alguns exemplos de desperdício de talentos. Branca e Shirley tinham todas as características necessárias para proporcionarem excelentes cenas às suas intérpretes, mas ambas falaram muito mais do que agiram. As maldades ficaram somente nas ameaças mesmo e as duas foram minguando na trama.” ( Quer dizer que tinham quer ir pros finalmente mesmo? Só ameaçar é fraquinho?
Você disse também: “ e ainda errou por completo ao criar uma Marina (Tainá Muller, ótima) obsessiva. (Porque obsessiva? Será que você já amou uma mulher de verdade? Outra coisa, o autor criou o Cadu como um homem honesto e bom, que não traía a esposa, fez tudo pensando assim, para que não ficasse evidenciado que os homens não prestam e por isso as mulheres acabam ficando com outras mulheres. Mas isso você não entendeu. )
Segundo seu texto, em outras palavras o povo gosta de mortes, guerras, sexo, e muita putaria!!!

Anônimo disse...

Eu concordo com mtos dos argumentos citados em seu texto. Mas discordo em algumas coisas, baseado em que vc e outras pessoas dizem aki que o casal gay da trama foi rejeitado? Deixando claro que não sou uma das "Clarinas" (e nem msm gay)... é uma curiosidade mesmo, pq eu vi de um crítico de tv, bastante respeitado por sinal (Zé Armando Vanucci) que mesmo o grupo fora da internet, ou seja telespectadores e não internautas, aceitavam-nas como um casal... foram feitas aquelas reuniões que a globo pede, naqueles grupos de discussões e que a maioria tava ok com aquela história do bjo e tudo mais... é claro que isso já foi mais indo pra reta final, e eu concordo com vc nas criticas em como Maneco atingiu isso, em como ele guiou a historia por um caminho mais fácil dando uma doença pro Kadu, e etc... mas me parece que por um caminho torto ou não elas acabaram tendo aceitação, veja bem não uma unanimidade,mas aceitação por boa parte do público... pesquisas de opinião demonstraram isso... estava errado? quero dizer, vc tem outros indicadores? veja bem é uma curiosidade mesmo... foi apenas opinião (sua e de alguns outros tbm, é claro)ou há números/pesquisas/fatos pra vcs chegarem a essa conclusão de rejeição? não parece estranho que numa novela em que as coisas vão mal, com baixa audiência e tal, autor e direção contrariando a maioria de seu público(que segundo vcs, as rejeita) dão um final feliz pra elas? enqto o outro casal rejeitado o cara morreu e a menina ficou sozinho no final? acho que dá pra se tirar conclusões daí, não? Tbm não entendi as tantas críticas ao personagem de Giovanna Antonelli, aqui... se ela acbou ganhando um prêmio mais recentemente por esse papel (melhor atriz coadjuvante).. e foi uma premiação por voto popular :) oq prova que sua atuação/ou seu personagem não foi tão mal quisto assim por mtos dos que assistiram a novela... oq nos mostra que opiniões são apenas isso, opiniões :) e não devem ser ditas como verdades absolutas...

Anônimo disse...

E vejo que mtos aqui criticam sem nem mesmo ter visto. Vc mesmo diz "Mas eu não fui sobrevivente não pq abandonei a novela por vários meses e só fui ver mais assiduamente nas últimas semanas. bjsss" Uma novela que durou 5 meses e a pessoa deixa de ver por vários meses,hmmmm... não que a novela tenha sido boa, longe disso... mas acho que isso tira um pouco o nosso embasamento, a nossa visão própria... e acabamos deixando nossas opiniões se basearem, de repente, em números, disse-me-disse, opiniões dos outros e etc... a novela não foi boa, um pouco perdida, com histórias não finalizadas ou desencontradas, e mto arrastada... talvez como já citaram a parceria Maneco-Jayme não seja das melhores, ele funcionava melhor com Ricardo Waddington na minha opinião, dava um pouco mais de agilidade à trama.