sábado, 27 de abril de 2013

Embora rejeitada pelo público e pela crítica, Guerra dos Sexos termina com mais acertos do que erros

Chegou ao fim, nessa sexta-feira (24/09), o remake de "Guerra dos Sexos". Escrita por Silvio de Abreu e dirigida por Jorge Fernando (os mesmos envolvidos na obra original), a novela estreou cercada de expectativas. Afinal, todos que acompanharam a primeira versão em 1983 gostariam de ver a nova roupagem da obra, assim como todos que não tiveram a oportunidade de assistir na época, queriam conhecer mais a história que revolucionou a teledramaturgia na década de 80. Entretanto, depois de alguns capítulos exibidos, a decepção foi grande. O público rejeitou, a crítica massacrou e o ibope foi muito baixo.


Pouco tempo depois de ter estreado, muitas críticas surgiram em cima da temática da novela. A guerra entre homens e mulheres foi considerada ultrapassada e muitos questionaram as poucas mudanças que o autor fez na trama. Vários atores também desagradaram pelo tom exagerado que colocaram nos personagens. Enfim, no início tudo parecia uma imensa catástrofe. Mas a verdade é que houve uma grande injustiça em cima desse remake. 

Silvio de Abreu realmente errou ao não inserir nenhum novo personagem na novela. E nas semanas iniciais a trama andava em círculos, não saía do lugar e cansava o público. Se em 1983 havia um ritmo mais moderado na teledramaturgia, o mesmo não se pode dizer nos tempos atuais. Agilidade agora é tudo na ficção. Porém,
não demorou muito para "Guerra dos Sexos" se encontrar. Em menos de dois meses a história finalmente tinha engrenado e os atores que exageravam (caso de Edson Celulari, por exemplo) haviam finalmente encontrado o tom certo.

Dali em diante o telespectador pôde presenciar uma ótima novela e que era o retrato do horário das sete: muita comédia, algumas sequências de puro pastelão (embora não muitas), formação de casais e um pouco de drama. Charlô e Otávio eram os únicos que realmente davam origem ao título da obra --- protagonizando inúmeras cenas de briga ---, enquanto que o restante do elenco foi seguindo seu caminho, com direito a muitas tramas românticas e situações cômicas. Aos poucos, o triângulo amoroso protagonizado por Roberta, Nando e Juliana foi crescendo até virar o grande atrativo do remake. 

E sem dúvida um dos maiores acertos desse remake foi o elenco. Mais uma vez Silvio de Abreu escalou um timaço (tendo raras exceções como Eriberto Leão e Thiago Rodrigues) e deu espaço para absolutamente todos os atores se destacarem. Fernanda Montenegro e Paulo Autran (protagonistas da primeira versão) foram muito bem representados, afinal, Irene Ravache e Tony Ramos são magníficos atores e brilharam do início ao fim como Charlô e Otávio. Além, claro, de terem divertido muito como Altamiranda e Dominguinhos, os portugueses que vieram agitar a reta final da novela. Glória Pires sempre engrandece qualquer obra e deu um show como Roberta Leone. Reynaldo Gianecchini e Mariana Ximenes repetiram a boa parceria de "Passione". Já Drica Moraes fez uma Nieta inesquecível e hilária. E Marilu Bueno pôde viver novamente a ótima Olívia, empregada que também foi interpretada por ela em 1983. Fernando Eiras (Dinorá), Débora Olivieri (Semíramis), Luana Piovani (Vânia) e Edson Celulari (Felipe) também merecem elogios. E Bianca Bin viveu a melhor personagem de sua curta carreira ao interpretar a vilã Carolina. Enfim, foi um time muito bom. Elenco digno de horário nobre.

O último capítulo foi excelente e o autor cumpriu o que prometeu: alterou todos os finais. Analú (Raquel Bertani) terminou com Zenon (Thaigo Rodrigues) na mesma ilha deserta para onde tinha levado Nando no início da trama. Frô (Marianna Armelini) ficou rica ao se casar com Kiko (Jonny Massaro) e Olívia iniciou um romance com Rodrigo Lombardi; na verdade uma piada do autor em cima do Theo, insuportável protagonista de "Salve Jorge" que já se envolveu com várias mulheres. Carolina não se regenerou e protagonizou uma cena diabólica, onde a peste ninava sua irmãzinha recém-nascida com um olhar assustador. Veruska (Mayana Moura) fugiu da prisão, ficando impune. Já o aguardado desfecho do quarteto amoroso foi mesmo desvendado só nos momentos finais. Silvio conseguiu enganar a imprensa e após vários jornais terem divulgado o fim de Roberta com Nando, houve uma grande reviravolta. A empresária teve uma emocionante conversa definitiva com o motorista e ambos concluíram que ele ama mesmo Juliana. Glória Pires e Gianecchini foram brilhantes. Após esse tocante diálogo, Nando foi correndo atrás de seu amor, enquanto que Roberta foi alertada por Charlô a ir atrás de Felipe antes que ele viajasse. Ou seja, justamente os dois personagens indecisos do quadrilátero foram os que precisaram acordar e ir atrás do tempo perdido. Ainda houve um final inusitado e criativo: Fábio evitou a solidão e ficou com a Mariana Ximenes (além de viver a Juliana, a atriz interpretou ela mesma, causando surpresa). 

Para encerrar com chave de ouro, Altamiranda e Dominguinhos iniciaram uma guerra de comida contra Charlô e Otávio ---- e, por sua vez, enquanto o pastelão acontecia, mesclavam a cena atual com sequências de 83 com Fernanda Montenegro e Paulo Autran. Antes dos créditos subirem, o telespectador ainda viu o elenco e a equipe dançando ao som do tema de abertura. Um final impecável.

Infelizmente "Guerra dos Sexos" terminou tendo como marca a pior audiência da história do horário das sete. Um título muito injusto, levando em consideração que o remake foi infinitamente melhor do que muita novela fracassada que já foi exibida no horário, como "Começar de Novo", "Bang Bang", "Três Irmãs" e "Tempos Modernos", citando somente alguns exemplos de novelas péssimas e merecedoras de um ibope baixo. E por mais que a novela tenha sido um fracasso, é digno dizer que a reformulação da obra de Silvio de Abreu honrou as comédias do horário, não havendo razão alguma para tanta rejeição. E quem acompanhou essa guerra do início ao fim pôde ver uma história leve, divertida e recheada de bons personagens. O remake de "Guerra dos Sexos" pode não ter conquistado o mundo e nem seduzido bem fundo, mas conseguiu presentear o telespectador com um bom e despretensioso entretenimento.

54 comentários:

Ricardo disse...

Concordo com o seu comentario. Guerra nao merecia ser o pior ibope do horario. Muitas atuaçoes dessa versao sao superiores a da original, casos de Gianecchini, Ximenes, Drica Moraes, Gloria Pires entre tantos outros.

Milene Lima disse...

Nossa, Guerra dos Sexos perdeu em audiência pra aquela novela tosca que se passava no prédio? Não merecia mesmo.

O capítulo de hoje não me emocionou, foi de certa forma previsível, mas não deixou de ser bom.

Beijo, Sérgio.

Carlos disse...

Opa. Só fui ter noção que essa novela estava acabando ontem quando entrei no seu blog, antes disso nem fazia ideia. Ninguem comenta e eu mal tenho entrado na internet, aí fica difícil saber. Nem tenho noção dos personagens, mas se vocês gostaram, que bom.

Abraços

Sérgio Santos disse...

Oi Ricardo. Pois é, foi uma pena mesmo. Não merecia esse fracasso de forma alguma Abraços.

Sérgio Santos disse...

Pois é, Milene... Como pode, né? Haja injustiça. E ainda tiveram outras novelas no horário péssimas e que mereciam esse posto. Não Guerra dos Sexos. Beijos!!!!!

Sérgio Santos disse...

Oi Carlos. Realmente a repercussão da novela foi nula. Lamento isso. Abraços!

Thairys Moreno disse...

Que pena que Guerra dos Sexos foi tão rejeitada, não merecia, afinal de contas a novela rendeu ótimas cenas e momentos hilários, pode não ter sido a novela da década, mas não merecia tão baixa audiência, já vi piores as quais lhes cabiam esse título, Tempos Modernos por exemplo, essa nem se fala, que novelinha tosca aquela, aff...
Bom, quem sabe na próxima Sílvio de Abreu se sai melhor, apesar de ter achado injusto, eu gostei da novela.
Beijos Sérgio e ótimo final de semana!

Sérgio Santos disse...

Thairyz, concordo plenamente. Não foi uma das melhores novelas do horário, claro, mas também passou longe de ser a pior. No geral ela foi muito boa e apresentou ótimas cenas ao público. Lamento essa rejeição. Silvio de Abreu é um grande autor. Beijos.

MARILENE disse...

Gloria Pires brilhou, em meu entendimento. É uma grande atriz. Embora previsível, gostei do final. Novela leve, própria para o horário. Bjs.

Anônimo disse...

linda a cena em que a roberta explica para o nando que ele ama a ju.comovente

Sérgio Santos disse...

Glória Pires foi incrível mesmo, Marilene. A novela teve tudo a ver com o horário. Não merecia tanta rejeição. Beijos.

Sérgio Santos disse...

Concordo, anônimo. Comovente. Glória e Gianecchini brilharam. Abraços.

paulo disse...

Eu até tenho uma explicação para o fracasso de GDS: o público saudosista(como eu) tem horror a remakes e muitas vezes nem assiste pois gostaria mesmo de ver a reprise e o novo público tem aquela ideia de que a novela é velha, ultrapassada, apesar de ser um remake. O fato é que o tipo de humor de GDS é típico das novelas das 7 da década de 80, como Vereda Tropical, Cambalacho, Sassaricando e outras, ou seja, é muito escrachado e "avacalhado" pro careta século 21. Eu tentei acompanhar por causa do elenco e pelo Silvio de Abreu ser de novo o autor, se pusessem o Carrasco ou a MAA pra escrever eu nem perdia meu tempo. Confesso que gostei mas apesar do autor manter os mesmos acontecimentos da versão de 1983 nem de longe lembrava a novela original, incrível como realmente os anos 80 estão tão distantes dos dias de hoje...

Thallys Bruno Almeida disse...

Gostei do artigo, Sérgio.

A minha explicação para o fracasso tem a ver com o fato de que muitos, nas semanas iniciais que realmente foram cansativas, não se identificaram com o que foi apresentado logo de início e desistiram da novela imediatamente, passando a classificá-la como datada/anacrônica/pastelão e tudo mais. Isso além daqueles que não se acostumaram com a releitura de uma história clássica vinda depois do sopro de novidade trazido por Cheias de Charme em seus personagens e nas formas de abordagem; e de algumas declarações do Sílvio de Abreu consideradas arrogantes por parte do público. No fim de novembro e no começo de dezembro, finalmente a história ganhou melhores contornos, mas já não adiantava muita coisa, muita gente tinha desistido. Eu já acho que o exagero do Edson Celulari, com a melhora da novela, passou a se encaixar perfeitamente no que o Felipe se tornou.

Paulo Autran e Fernanda Montenegro devem estar felizes em ver Tony Ramos e Irene Ravache brilharem absolutos e fazendo uma dupla impagável em todos os aspectos. Reynaldo Gianecchini e Drica Moraes voltaram com tudo, Mariana Ximenes belíssima e brilhante, Glória Pires sempre perfeita, Luana Piovani surpreendentemente ótima, Fernando Eiras recebendo o merecido destaque... só achei o Daniel Boaventura deslocado num personagem sem muita função a não ser cantar (e espero que ele não seja obrigado a cantar em todos os próximos personagens). Quanto à Bianca, bem, só a achei ótima nesse mês de abril, com a Carolina sendo desmascarada. Mas desejo boa sorte pra ela em Jóia Rara. A Raquel Bertani, que eu critiquei no início, melhorou bastante. Antônia Morais, do que vi, não gostei muito, mas quero vê-la do início ao fim numa próxima trama. Em suma, os erros de GdS são Eriberto, Paulo Rocha, Thiago Rodrigues e Jesus Luz.

O último capítulo refletiu bem as opiniões sobre a novela: quem se rendeu à trama na melhora citada ou quem gostava desde o início adorou, quem odiava tudo achou constrangimento. Gostei da trollada do Sílvio no Rodrigo através do Baltazar gritando "O seu cara sou eu!!!". Mto bom. Os finais da Carolina e da Veruska são fiéis ao que acontece no país (prisão por pouco tempo e fuga), embora eu prefira vilões punidos meeeeesmo. E o maior acerto foi a surpresa no quarteto Nando-Juliana-Roberta-Felipe, driblando a guerra de spoilers e surpreender, mobilizando as emoções das torcidas. E o final que eu torcia se concretizou.

No fim das contas, mesmo com os erros do início que contribuíram, GdS terminou sem merecer o fracasso. Valeu pelo entretenimento despretensioso a partir do momento em que a trama finalmente engrenou. Eu não tenho nem condições de dizer que foi inferior à Cheias de Charme até porque nem tinha como ser superior, a outra trama teve personagens de maior carisma, era bem mais sintonizada com a atual realidade. Ainda assim, os acertos compensaram. E agora, que venha o Sangue Bom, que fatalmente superará GdS. Abçs!

Thallys Bruno Almeida disse...

Paulo, a partir do que você diz, é normal que o público que odeia remakes adora dizer que descaracteriza o original. Sendo assim, imagino que vc não irá curtir nem Saramandaia (porque vai ser adaptada por outro autor e vai atualizar pros tempos atuais) nem Dona Xepa. Principalmente essa, que só pegou os três principais personagens da original (e um deles vai ser vivido por um ex-protagonista do Rebelde - pelo amor de Deus) e de resto vai ser uma novela totalmente diferente (uma das personagens inclusive é uma mulher fruta, assim como Sangue Bom).

Letícia disse...

Bom dia Sérgio,

Gostei muito do final de Guerra dos Sexos, obviamente que não foi tão surpreendente, mais foi diferente da primeira versão. Aos menos os pares principais que queria ficaram juntos no final. Também gostei do arranjo que o autor fez para o final do Fábio, já que não ficou com a sua amada Juliana, nada melhor que a própria atriz Mariana Ximenes, neste aspecto foi melhor que eu imaginava.

Outro ponto que me chamou a atenção foi a bela cena de despedida de Roberta e Nando, ela reconheço que o verdadeiro amor do rapaz era Juliana e ele finalmente reconhecendo isso. Roberta foi uma espécie de fada madrinha para ele, que trouxe segurança e maturidade para o ex-motorista. Roberta por sua vez resolver seguir em frente e ficar com Felipe (torcia para o casal), ali encontrara um amor maduro.

Carolina, mesmo com a irmãzinha no colo parecia até mais pérfida, e Veruska com um final digno de político brasileiro, desfrutando das benesses em outro canto do mundo, é nem sempre os vilões pagam por suas atitudes.

Zenon, personagem de Thiago Rodrigues consegui finalmente pegar a Analú mesmo que seja em uma ilha deserta. Aliás o papel do Thiago não teve um função significativa para a novela, parecia que seria um vilão a altura da Carolina, mas não deu em nada, fez ponta de luxo para os outros atores.

Eriberto Leão também ficou meio solto na história, apenas o bom amigo do Nando e sonhando com MMA e com a Dona Vânia (boa atuação da Luana Piovani).

Enfim, é triste ver que Guerra dos Sexos teve uma audiência indigna, não merecia mesmo, houve novelas anteriores que mereciam tal título. Mas o mundo não é justo, e já vimos este filme antes, a pouquíssimo tempo com uma belíssima novela das seis, que também não merecia ter uma audiência tão fraca como a que teve. Vida que segue.

Meus parabéns a todos que participaram deste belo projeto, eu gostei apesar de não ter sido uma telespectadora assídua. Gostei do que assisti.

Um abraço e ótimo final de semana

Valéria disse...

Eu não gostei do final, é óbvio! Eu torcia para Roberta ficar com Nando. Mas não foi só isso! O autor não trabalhou o casal Felipe e Roberta.Ficou parecendo que a heroína da novela "morreu na praia". Acho que até para quem torcia por Felipe, o final não foi satisfatório. Roberta terminou a novela amando Nando. Felipe foi só um prêmio de consolação. O autor ficou enrolando no triângulo, quase não teve história de Felipe com Roberta. A viúva e o Nando foram par romântico a novela toda. No fim, o autor satisfez o que ele pensou ser a maioria. Eu discordo. Não conheço, pessoalmente, ninguém que torcia para Nando ficar com Juliana. Todas as pessoas que eu falo, não curtiram o final.
Não entendi o fato de Roberta aceitar o pedido de casamento do Felipe. Nada a ver! Final ridículo!

Rafael Barbosa dos Santos disse...

Bem Sérgio, com sua resposta, entendi o que você quis dizer sobre a audiência no post anterior.
Sobre Guerra dos sexos, como não acompanhei nem posso julgar com propriedade a novela. Mas no inicio, o ritmo foi o que menos me incomodou. Achava os personagens exagerados, situações cômicas nada engraçadas e ultrapassadas, a direção também me incomodava, e o pior de tudo era dar o mesmo tratamento que foi dado a versão original nos anos 80, sendo que de lá pra cá muita coisa mudou, enfim uma trama nada empolgante que me fez largar de mão. Por isso não acho que foi injustiçada. No decorrer dos capítulos, muitos disseram que melhorou e eu acredito que melhorou mesmo, mas ainda assim quando parava para ver, continuava não gostando muito e nem me sentia estimulado a voltar a ver. Acho que o Silvio poderia ter imprimido mudanças mais significativas, acrescentado novos personagens, testar os que já existem em novas situações, dar uma boa atualizada que foi o que a Maria Adelaide fez com maestria em Tititi e que é o que se espera de um remake. O elenco é primoroso (Tony, Irene, Glória, Edson, Mariana, Drica Moraes e etc) mas não foi o suficiente para agradar a maioria e chamar a atenção da mídia. Vi o ultimo capítulo, bacana as mudanças feitas, gostei da cena do rappa em que Nieta entre em trabalho de parto, da conversa definitiva de nando e Roberta, e do elenco reunido no final, mas no geral não me agradou, ou seja não me arrependi de ter deixando de acompanhar, por isso mesmo é que tenho minhas duvidas se o saldo foi mais positivo. Não a acho pior que outros fracassos citados no texto, mas achei fraca justamente por se tratar da releitura de um sucesso e as expectativas terem sido bem grandes. Enfim, acho que Guerra dos Sexos é um clássico eternizado na memória no publico, e talvez esse remake não devesse ser feito, um equívoco do Silvio, que está fadado ao esquecimento. Mas os que gostaram, o publico fiel que a novela conquistou, sem dúvidas sentiram saudades e é isso o que importa.

Abraços

Elvira Akchourin do Nascimento disse...

Respeito a sua opinião, Sérgio, mas eu daria uma nota sete para a novela. A trama não empolgou, mas foi salva por algumas cenas divertidas e ótimos desempenhos: Glória Pires, Drica Moraes, Irene Ravache, Tony Ramos. Concordo que Edson Celulari foi encontrando aos poucos o tom do personagem, que no início era caricato. Luana Piovani surpreendeu. Gianecchini e Mariana tiveram altos e baixos. Daniel Boaventura e Débora Olivieri estiveram muito bem. Fracos desempenhos de Bianca Bin, Paulo Rocha, Guilhermina Guinle, Thiago Rodrigues. Já Eriberto Leão esteve melhor em trabalhos anteriores.
Quanto ao último capítulo: Glória e Giane fizeram uma cena emocionante, mas o final do Nando com Juliana, e mais ainda, da Roberta com o Felipe (pelo qual ela nunca demonstrou sentir amor) não convenceram. Desnecessárias as cenas de pastelão entre Otávio e Charlô e o casal português. Desfecho enigmático para Carolina com a irmãzinha no berço. Mas foi bonita a confraternização da equipe, dançando num clima de alto astral.

A viajante disse...

A-D-O-R-E-I!!!!!

Não fazia ideia de como ficaria tristinha com a falta dessa turma divertida... muito bom! Nando é um fofoooooooooooooo... risos... beijo!

Tulipa Vermelha disse...

oi Sérgio, a outra eu assisti alguns capítulos, e esta menos ainda. não fosse o horário seria uma novela que eu gostaria muito. gosto de humor. bjs

http://eubipolarbuscandoapaz.blogspot.com.br/

Rita disse...

Boa noite Serginho, até gostei da novela, ri muito gostei de todos....
Mas queria ver o Nando e a Roberta juntos......apesar de gostar da Mariana Ximenes...ela e o Nando parecia não ter graça....Bom acabou
Agora é esperar a PRÓXIMA
Bjusss durma bem
Rita!!!

Sissym disse...

Sergio,

As pessoas que conheço e tentaram assistir, disseram que era muito ruim... e quem podia comparar com a primeira versão, lamentava o remake.

Beijos

Mary disse...

há algum tempo não acompanho as novelas da globo, mas algumas amigas assistiam guerra dos sexos e eu acompanhei de perto os comentários destas a respeito da novela.. realmente o começo foi fraco e parece ter deixado muito à desejar, mas a novela engrenou e com certeza merecia ter terminado com uma audiência melhor.. sua crítica faz jus à trama, parabéns.. beijos mil e ótimo domingo amigo..

Sérgio Santos disse...

Pois é, Paulo, mas aí que que está a incoerência; se o autor mudou tão pouca coisa assim, quem gostou da original automaticamente adoraria a nova versão. Como isso não aconteceu, a Globo está mais do que certa em não reprisar novelas muito antigas no Vale a Pena ver de Novo.

Isso que vc falou poderia ser coerente, caso remakes como Mulheres de Areia, Ti ti ti, Cabocla, A Viagem, Anjo Mau, Sinhá Moça e afins não tivessem sido um sucesso como foram.

Achei uma injustiça que Guerra dos Sexos tenha fracassado. Não merecia. Abraços.

Sérgio Santos disse...

Thallys, acho que isso foi a principal causa. A maioria rejeitou logo de cara e desistiu. Quando houve uma explícita melhor não adiantava mais e os papagaios repetiam o discurso de trama datada e fora de época etc etc etc, mesmo a novela não tendo mais nada de ultrapassado. Como bem disse o Silvio, a guerra ficou exclusivamente entre Charlô e Otávio.

Achei Raquel Bertani uma ótima revelação e gostei dela desde o início. Bianca Bin teve a melhor personagem de sua curta carreira.

Sobre a punição dela, convenhamos, não havia muita razão para ficar presa. Afinal, ela foi uma cretina, mas crime mesmo só praticou de gravidade pífia e com penas irrisórias. A Veruska, sim, tinha currículo pra ficar presa. Mas como ela morreu na primeira versão, o Silvio quis variar agora também.

O Nenê só cantou mesmo no último capítulo, na novela mesmo ele nunca cantou. A não ser a sua música do Daniel na trilha.

Adorei a novela e lamento por essa injustiça no ibope. Abraços.

Sérgio Santos disse...

Oi Letícia. O final foi muito bom mesmo e também achei emocionante a conversa final entre Nando e Roberta. O final do Fábio foi muito criativo e o autor conseguiu resolver o problema de uma forma ousada. (embora eu preferisse vê-lo sozinho mesmo)

Não considero a participação do Thiago Rodrigues como figuração de luxo porque o acho um péssimo ator. Então até gostei de vê-lo pouco. Também não acho Eriberto Leão bom ator, mas o Ulisses teve um grande destaque.

Sim, infelizmente já vimos essa injustiça anteriormente em Lado a Lado. Duas novelas que ficaram com injustos títulos. Mas o mundo não é justo mesmo... Beijos!!!!!

Sérgio Santos disse...

Valéria, isso inevitavelmente iria acontecer. Como eu disse antes, uma torcida ficaria indignada e decepcionada. Achei a conversa final do casal muito bonita e coerente. Também achei muito verossímil a Roberta não se apaixonar do nada pelo Felipe e se esquecer do Nando. Aí sim ficaria forçado. Mas ela agora iniciará uma nova relação com ele e já havia demonstrado estar gostando dele.

Juliana disse no penúltimo capítulo que Nando era o amor da vida dela, então seria forçado se ela ficasse feliz com o Fábio. Por isso acho que o Silvio sempre optou por esse final e conseguiu enganar a imprensa direitinho. Até porque as tais cenas gravadas de última hora foras da lancha. A do penúltimo capítulo não. Enfim, eu gostei do final. Beijos.

Sérgio Santos disse...

Oi Rafael. Guerra dos Sexos não foi uma das melhores novelas da sete, isso é fato, mas também passou longe de ser uma das piores. Por isso considero uma injustiça ela ter menos audiência que as novelas mencionadas no texto e ainda muitas outras que nem deu pra citar. Acho que ficar na média estabelecida ou então um ou dois pontos a menos estaria de bom tamanho.

Quando um autor faz o remake de sua própria novela ele quase não faz mudanças, o que é natural, afinal, ele escreveu e considera tudo bom. Vide os inúmeros remakes do Benedito Ruy Barbosa. Todos são iguais aos que já foram exibidos nas primeiras versões. Enfim... Abraços.

Sérgio Santos disse...

Elvira, também respeito sua opinião.. Não acho que Giane e Mari tenham tido altos e baixos e achei o Eriberto tão ruim quanto em trabalhos anteriores. Vc sabe que eu não o acho um bom ator e o trabalho anterior dele foi em Insensato Coração como o insuportável Pedro, e foi tão ruim quanto.

Entendo que vc não tenha visto coerência no final Nando com Ju e Roberta com Felipe porque vc torcia para o outro desfecho. Como eu disse, uma das torcidas ficaria decepcionada. Inevitável.

Não achei desnecessária a guerra de comida final até porque foi exibida na versão original e essa novela foi a responsável pelo primeiro pastelão na teledramaturgia. Nada mais justo do que terminar assim e ainda com uma homenagem a Fernandona e Paulo Autran. Beijos.

Sérgio Santos disse...

Oi Ju! Eu também gostei muito! Sentirei falta da novela. Beijos.

Sérgio Santos disse...

Oi Tulipa. Obrigado pelo comentário. bjs

Sérgio Santos disse...

Oi Rita. Pois é, vc fazia parte da outra torcida, então entendo sua decepção. Mas eu achei o final bonito.

Sim, agora é Sangue Bom. bjs

Sérgio Santos disse...

Oi Sissym. Muita gente detestou mesmo. Uma pena porque na minha opinião foi uma ótima novela. Bjs

Sérgio Santos disse...

Sim, Mary, o início foi fraco mas em menos de dois meses a trama engrenou e ficou muito boa. Merecia ter reagido no ibope. Uma pena. Beijos.

Anônimo disse...

Sergio e povo do blog,me expliquem,esse Paulo é pago pra criticar novos autores,novelas atuais,publico atual?
Em qualquer post,não importa o assunto,é sempre a mesma coisa,ele acha uma forma desqualificar qualquer coisa que seja atual.
É João Emanuel Carneiro,agora Walcyr Carrasco,Maria Adelaide Amaral...Qual o problema em admitir que os trabalhos de hoje em dia são bons?Qual o problema em aceitar o novo?Sempre temos um afeto por certas novelas,autores,de uma certa epoca.Esse saudosismo faz parte.Agora ficar o tempo todo dizendo que aquela epoca foi boa,só,o resto não presta,para né.
E fora essa insinuação o tempo todo de que ele é o expert,o especialista,e nós,que gostamos,admiramos trabalhos atuais,somos inferiores.
Porque vem aqui comentar,só por provocação?
Sinceramente Sergio,você é muito educado em responde-lo.Eu não teria sua paciência.

Michele disse...

Não entendo o fracasso de Guerra dos Sexos, foi uma novela leve, divertida, romântica, teve todos os ingredientes que uma novela das 7 precisa ter!

Patricia Galis disse...

Como já disse em outros posts sobre essa novela dessa vez torci para a Roberta ficar com o Felipe, ela merecia um homem mais maduro sem duvida, além do que a Nando e a Juliana com certeza iriam constituir família, a Roberta já está em outro patamar, aproveitar a vida, e já que o Felipe mostrou que mudou por amor achei perfeito, todos tiveram destaque, ri demais a novela foi ótima, o ibope é cruel qdo não tem patifaria e porca vergonha parece que o publico não gosta...eu amei, fazia tempo que não tinha paciencia para ver uma novela inteira.

Rafael Barbosa dos Santos disse...

Bem Sérgio, você gostou da novela, por isso acha injusta audiência e é natural defende-la, afinal não queremos que a novela que a gente gosta, acompanha do inicio ao fim, fracasse. Mas grande parte do público não gostou, achou fraca, vide a rejeição que teve. Não acredito muito nisso de terem desistido no inicio e terem ignorada melhoras. As melhoras podem até ter ocorrido, que quem gostava e acompanhava sentiu, mas não o suficiente para fazer quem não acompanhava voltar a ver. Digo por mim mesmo, larguei depois do 1° mês, quando comecei a ler que tinha melhorado, tentei ver de novo, mas continuei não gostando de nada. E via pedaços, capítulos isolados e não me empolgava. Existem tantos casos de novelas que começam com problemas, mas que depois se corrigem que conseguem emplacar, melhorando em audiência e repercussão, foi assim com Morde e Assopra que teve um inicio difícil e terminou como um sucesso. Em GDS mesmo com as melhorias não reagiu muito na audiência e repercussão. E sobre a questão do remake, o Silvio dizia antes da estréia, que se tratava de uma outra novela, uma especie de continuação, já que os protagonistas destas eram sobrinhos dos da versão original, com isso se esperava mudanças mais significativas, mas segundo os saudosistas, tudo permaneceu igual, situações, alguns diálogos e até enquadramentos de câmera. E o tema da novela, conflitos entre homens e mulheres, pedia mais mudanças. E se ao se fazer um remake, não se deve mudar quase nada porque acha tudo bom, então não vejo sentido em fazer um remake, pra que reescrever então, qual é a graça de fazer tudo igual. Eu particularmente prefiro remakes feitos por outros autores, porque estes contaram a mesma história sobre visões e pontos de vistas diferentes. Enfim para mim GDS fez jus a audiência que teve, não digo que é a pior novela das sete, mas está entre as piores.

Abraços

Tsu disse...

Oi Sérgio!
Muito obrigada pelo comentário e pela presença no blog. Espero contar com sua participação mais vezes.
Eu não cheguei a ver sequer um episódio inteiro dessa novela mas o pouco que vi não chamou minha atenção, sei lá. É que não sou muito ligada em novelas.
bjs

Sérgio Santos disse...

O Paulo é assim mesmo, anônimo. Abraços.

Sérgio Santos disse...

Pois é, Michele, concordo com você. bj

Sérgio Santos disse...

Patrícia, eu me lembro que vc não via uma novela inteira há tempos mesmo. Que bom que gostou. Eu também gostei muito. Sentirei falta. O ibope foi cruel mesmo. Beijos.

Sérgio Santos disse...

Entendo seu ponto de vista, Rafael. Sobre Morde & Assopra, eu adorei a novela e fiquei feliz em vê-la dando a volta por cima e terminando com uma média até maior que de Ti ti ti. Mas lamento que o msm não tenha ocorrido com Guerra dos Sexos. Abraços.

Sérgio Santos disse...

Eu que te agradeço, Tsu. bjs

Raquel disse...

Ai, que ódio! Levei uma hora escrevendo um comentário que simplesmente desapareceu! :(

Raquel disse...

Teste

Sérgio Santos disse...

Que pena, Raquel! Quando escrever muito, antes de enviar o comentário copia ele. Caso dê erro, vc tenta de novo e só cola. bjsss

Andressa disse...

Olá Sergio!
Bom,pelos meus comentários nos posts anteriores,você já deve imaginar o quanto fiquei feliz com o final da novela né rsrs.
O ultimo capitulo foi maravilhoso!Os portugueses chegando e dando inicio a uma nova guerra(com direito a uma divertida batalha de comida pra finalizar),Frô tendo sua tão sonhada vida de dondoca ao lado de Kiko,Zenon conquistando Analu,Vania e Ulisses se acertando,até a peste da Carolina,indicando que não se regenerou,e vai infernizar a vida da pobre bebezinha,foram excelentes.
Mas o maior destaque mesmo ficou por conta do quadrilátero amoroso.Silvio de Abreu foi GENIAL,levou o suspense até o final,driblou a imprensa,causou alvoroço entre o publico e torcidas,e surpreendeu a todos.Durante quase todo o capitulo,deixou as possibilidades em aberto,pra tudo se resolver apenas nas cenas finais.As cenas da conversa definitiva entre Nando e Roberta,e depois,na sequencia,Roberta indo até o encontro de Felipe,com um helicóptero no meio do transito de SP,e Nando correndo até Juliana,que o esperava no iate,um se declarando ao outro,foram lindas,emocionantes,sensacionais!Belíssimas atuações de Mariana Ximenes,Reynaldo Gianecchini,Gloria Pires e Edson Celulari.
E pra encerrar,ainda teve aquela coreografia maravilhosa,e o elenco todo e a equipe dançando.Espetacular!
Lamento muito que Guerra dos Sexos tenha tido tão baixa audiência.Ainda mais ela tendo esse titulo de pior audiência das 19 hrs,quando tantas outras foram piores que ela,e tiveram uma audiência maior.Ela não merecia.Foi uma ótima novela.Como você disse,foi bem fiel ao genero 'novela das sete',tendo tudo que uma deve ter.É o tipo de novela que eu gosto,e espero no horario.Me diverti demais com ela todos esses meses.É bem verdade que lá no começo eu fiquei bem decepcionada,mas depois daquela virada,ela se tornou cada vez mais deliciosa de acompanhar.Sentirei muitas saudades.
Muitos elogios ao Silvio,ao Jorginho,aos outros diretores,a todo o elenco e equipe,e todos os envolvidos.
E parabéns por mais esse excelente texto Sergio :)

Jorge disse...

Sempre leio as postagens deste blog e acho os textos excelentes. Bom, concordo com vc quando diz que foi injusto o baixo índice da novela, principalmente, pelo elenco que teve. Sinceramente, eu não sou muito fã do Gianecchini, mas acho que ele foi bem nesta novela, no início, acho que as críticas sobre ele fizeram com que ele achasse o tom certo de seu personagem. Eu amo a Glória Pires, acho uma atriz sensacional, que chama a atenção em qualquer papel sem precisar abrir a boca, só olhar já diz tudo. Também sou fã do Tony Ramos e da Irene Ravache. Mariana Ximenes foi bem, apesar do seu personagem ter tido altos e baixos, no início uma mulher bem resolvida e no final uma adolescente que não sabia o que queria. Drica Moraes é uma atriz fantástica e brilhou como Nieta, apesar de no início não ter gostado tanto do sotaque dela, era estranho os seus irmãos não terem sotaque e ela ter. Daniel Boaventura me fez rir bastante como Nenê, foi ótimo. Bianca Bin foi achando o caminho certo da personagem e no final achei que ela foi muito bem. Luana Piovani me surpreendeu, também gostei bastante de sua atuação. Eriberto Leão, Jesus Luz (esse foi terrível) e Thiago Rodrigues foram os pontos fracos na minha opinião. Edson Celulari depois de tirar o exagero, ficou excelente e acho que foi merecido o final do Felipe com Roberta. Teve alguns erros meio grosseiros, como por exemplo gravarem no aeroporto de Congonhas e aparecer a faixada do Galeão. Mas no fim, eu dei muitas risadas com a novela. Vai deixar saudades.

Sérgio Santos disse...

E como imagino, Andressa! rs Concordo com absolutamente tudo o que vc escreveu e também achei o final impecável. Não tenho uma queixa sequer pra fazer do último capítulo. ótimas atuações, bom desenvolvimentos e todos tendo destaque. Uma pena que não tenha dado certo. Silvio não merecia. Obrigado pelo elogio! Beijão!

Sérgio Santos disse...

Oi Jorge, muito obrigado. Fico feliz que goste dos textos. Concordo com o teor do seu comentário, tanto nos pontos negativos quanto nos positivos. O Gianecchini no início estava parecendo o Pascoal de Belíssima, mas soube acertar a tempo. Drica já estreou brilhando e Edson demorou mais um pouco para humanizar seu personagem.

O trio citado por vc é fraquíssimo mesmo e também considero o ponto fraco da trama.

Sentirei saudades da novela também. Abraços.

Raquel disse...

Oi Sérgio!

Depois de um período de luto pelo meu post perdido, resolvi tentar de novo. Mas dessa vez vou comentar os pontos separadamente; e quando tiver mais tempo.

Comecei comentando sobre o último capitulo. Como uma torcedora Julinando, nem preciso dizer que gostei do final que o Sílvio deu para os personagens. Mas também sou do time que achou o desfecho um pouco corrido. Acho que na ânsia de manter o mistério até o último bloco; algumas coisas ficaram um pouco a desejar. Até que gostei do final de Roberta e Felipe, mas o de Juliana e Nando ficou devendo um pouco pra mim. Acabou que o que vimos foi uma repetição do mesmo que tinhamos visto nas últimas semanas: trocas de juras de amor e muitos e muitos beijos! Pra mim reforçou o argumento de casal que só sabe brigar e fazer as pazes. Não custava nada uma DRzinha de dois minutos pra mostrar que o casal estava realmente disposto a conversar pra resolver os seus problemas. Bom, nada é perfeito. :P

De qualquer forma, linda a cena dos dois se beijando no barco com o dia ensolarado e o mar azul. Fiquei babando...

Beijos!

Sérgio Santos disse...

Raquel, eu adorei o final e achei tudo impecável. Acho que DR era dispensável até porque eles iam pra uma viagem romântica e não cabia aquilo ali, até porque ela já havia se explicado antes. Não vi correria no final, não, mas respeito sua opinião. Beijão!!!