sábado, 26 de dezembro de 2015

Retrospectiva 2015: os piores do ano

Como tem acontecido nos últimos anos, este blog fará uma retrospectiva de 2015, abordando os piores produtos, os melhores atores e atrizes, as cenas mais marcantes e, claro, os destaques do ano que passou. A seleção é feita exclusivamente por mim e os leitores, como sempre, estão livres para concordâncias e discordâncias. A primeira lista é sempre a dos piores, justamente para que as próximas sejam apenas ressaltando as coisas boas que aconteceram na televisão brasileira. Portanto, está oficialmente aberta a temporada retrô do "De Olho nos Detalhes", começando pelo que houve de ruim na TV.






"Babilônia": A novela de Gilberto Braga, Ricardo Linhares e João Ximenes Braga, dirigida por Dennis Carvalho, foi o maior fracasso do horário nobre da Globo. Após chamadas promissoras e um primeiro capítulo excelente, a novela foi se mostrando limitada e ainda sofreu várias modificações em virtude da forte rejeição do telespectador, que não gostou de ver logo na estreia um beijo protagonizado por Fernanda Montenegro e Nathalia Timberg. Mas o problema do folhetim não estava no casal homossexual, e, sim, em toda a sua estrutura, que não conseguiu se sustentar nem por um mês. A história era fraca, a protagonista (Regina - Camila Pitanga) irritante e o duelo das vilãs (Beatriz e Inês), que parecia promissor no início, ficou repetitivo, apesar do ótimo desempenho de Glória Pires e Adriana Esteves. Ainda teve personagem gay que virou hétero e um desinteressante "quem matou?" na reta final. O problemático folhetim foi tão equivocado que afundou a principal faixa da líder, que viu sua audiência migrar para "Os Dez Mandamentos", da Record. Pra esquecer.




"I love Paraisópolis": A trama de Alcides Nogueira e Mário Teixeira começou agradável e parecia uma ótima história. Entretanto, depois do primeiro mês, o enredo se mostrou raso e repleto de esquetes avulsas, que ficaram cansativas com o tempo. O romance de Mari (Bruna Marquezine) e Benjamin (Maurício Destri), que também iniciou atrativo, logo cansou, assim como toda a história da novela (ou a falta dela). O excesso de personagens foi outro incômodo, implicando em muitos atores subaproveitados. Situações que poderiam ter sido abordadas com sensibilidade, como o Mal de Alzheimer de Izabelita (Nicette Bruno), foi deixado de lado e a novela passou a focar em situações esdrúxulas envolvendo mafiosos e cenas toscas, como mortos ressuscitando e fantasmas beijando peixes no mar. A trama não teve problemas de audiência na média geral, mas os índices tiveram uma boa queda nos últimos meses, o que acabou refletindo a reação do público diante da ausência de bons conflitos na história.





"Boogie Oogie": A primeira novela do autor Rui Vilhena no Brasil foi uma decepção. A trama estreou em agosto de 2014 e terminou em março deste ano. A história, ambientada nos anos 70, parecia muito atrativa nos primeiros meses, mas depois acabou virando "O Segredo da Carlota", personagem vivida por Giulia Gam. Todos os personagens passaram a viver em função do famigerado segredo, que se arrastou por muitos capítulos. Para culminar, o tal mistério era uma bobagem, com direito até a Carmen Miranda envolvida. Vale citar ainda a ausência de boas tramas paralelas e o excesso de situações absurdas, que prejudicaram a condução do roteiro. A trama foi um fracasso de público e crítica, e a média geral foi a pior da faixa (17 pontos), afundando o horário das seis, que depois foi reerguido com a primorosa "Sete Vidas". O ponto positivo foi a trilha sonora, repleta de clássicos.



"Vitória": O que a Record teve de alegria com "Os Dez Mandamentos", teve de tristeza com essa novela de Cristianne Fridman. Com média de sete pontos, a trama, protagonizada por uma égua, não conquistou o público e nem conseguiu elevar os índices de "Pecado Mortal", boa novela anterior de Carlos Lombardi. O único acerto foi o núcleo de neonazistas, liderado pela cruel Priscila, interpretada muito bem por Juliana Silveira. Estreou em junho de 2014 e chegou ao fim em março de 2015, sendo substituída pelo maior sucesso da emissora até agora, que resolveu investir definitivamente em novelas bíblicas.



"Chapa Quente": A série protagonizada por Ingrid Guimarães, Leandro Hassum e Tiago Abravanel, dirigida por Maurício Farias, estreou em abril com a missão de ocupar a faixa que foi por quase 15 anos de "A Grande Família". Não honrou a responsabilidade e decepcionou. A história, ambientada em São Gonçalo, se mostrou cansativa e repleta de piadas sem graça. As situações protagonizadas pelo personagens não cativaram e a quantidade de gritos incomodava bastante, uma vez que parecia que todos tentavam tirar o riso do telespectador pelo berro. Uma segunda temporada chegou a ser confirmada pela Globo. Mas não merecia retornar.



"Tomara que Caia": O programa estreou em julho e ficou no ar até novembro. Foi um dos grandes 'micos' do ano. A atração tinha uma boa proposta (colocar atores protagonizando histórias que poderiam ser alteradas pelo público de casa e plateia presente), entretanto, a mesma foi pessimamente executada. Os roteiros eram fracos, as piadas sem graça e quase todo o elenco evitava o improviso, o que deixava o produto sem a necessidade do 'ao vivo'. Os únicos improvisos eram 'programados' através de 'trollagens' sem um pingo de comicidade. Os poucos intérpretes que conseguiram destaque positivo foram Fabiana Karla e Heloísa Périssé. A escolha do elenco foi equivocada e para culminar os atores foram sendo desligados a cada domingo, até chegar o dia em que apenas Eri Johnson restou no time. No início do penúltimo mês do ano, o programa saiu do ar, já indo tarde.



"Malhação - seu lugar no mundo": Após a elogiada e ótima temporada anterior (chamada de "Sonhos"), o seriado adolescente começou uma nova trama que parecia promissora. A primeira semana, pelo menos, apresentou um bom enredo. Porém, não demorou para que as limitações do roteiro ficassem evidentes à medida que os meses se passavam. Ausência de bons conflitos, história cansativa e personagens sem dramas atrativos são alguns dos vários problemas da nova temporada, escrita por Emanoel Jacobina. Mas a fase ficará no ar até, pelo menos, setembro de 2016, e resta torcer para que até lá ocorra alguma melhora. Entretanto, a sina de "Malhação parece continuar: uma temporada ótima é sempre substituída por uma ruim.




"Encrenca": O programa estreou em 2014 com o único objetivo ocupar a vaga deixada pelo "Pânico" na Rede TV!. E de fato ocupou, pois, com o tempo, foi tendo mais audiência e nos últimos meses chegou a vencer o rival, exibido na Band, algumas vezes. Entretanto, a atração é uma clara imitação do humorístico comandado por Emílio Surita, o que não é nada atrativo, pois o programa originado da Rádio Jovem Pan anda bem desgastado, precisando de reformulação. Comandado por Tatola Godas, Dennys Mota, Ricardinho Mendonça e Ângelo Campos, o formato conseguiu conquistar um certo público, mas é bem desinteressante.



"A Fazenda": A oitava edição do reality da Record contou com a apresentação do Roberto Justus e já entrou para a lista das piores temporadas. Novamente as inúmeras suspeitas de manipulação rondaram o programa, provocando até a profunda irritação de Justus, que não estava acostumado a ouvir comentários e reclamações do tipo, uma vez que o "O Aprendiz" é um excelente reality. A briga mais séria da edição (com direito a supostas agressões não mostradas) foi escondida pela direção e novamente não foi possível saber o conteúdo das informações presentes na Arca. Se a atração não tivesse contado com Mara Maravilha, que levou a competição nas costas, seria ainda pior.



"Você na TV": Um show de vergonha alheia. É assim que o programa comandado por João Klebber pode ser melhor classificado. A atração estreou na Rede TV! em 2013 e era exibido nas manhãs, mas foi transferido para as tardes a partir de maio deste ano. Porém, só o horário mudou. O conteúdo de péssimo nível continuou. A atração consiste na participação de 'convidados' que revelam 'segredos escabrosos' para outros e o apresentador enrola o quanto pode, obviamente. "Engravidei de um alienígena", "Me prostituí por cheeseburguer" e "Não convidei a sua sogra para a festa" estão entre alguns dos mistérios revelados. Para culminar, vários desses 'convidados' são vistos no "Casos de Família", do SBT, com nomes diferentes e contando novos problemas, deixando clara a armação barata.



"Gugu": Após quase dois anos fora do ar, o apresentador estreou seu novo programa na mesma Record, de onde havia se desligado anteriormente, e não apresentou nada de novo. Pelo contrário, retornou repleto de sensacionalismo, através de 'entrevistas bombásticas' com criminosos que haviam tido grande repercussão nacional. A estreia foi com a psicopata Suzane Von Richthofen e depois foi a vez do goleiro Bruno. Enfim, uma atração dispensável, apelativa e nada atrativa.



"Pânico na Band": O programa comandado por Emílio Surita se acomodou. Quase nada foi mudado ao longos dos anos e os poucos novos quadros que surgiram não foram nada atrativos. Até mesmo algumas matérias, onde as piadas agressivas são as protagonistas, se esgotaram e não têm mais graça. Aliás, recentemente houve até uma polêmica, uma vez que um dos novos repórteres deu uma lambida em uma menina que participava do 'Comic Con', um evento para nerds. É necessária uma nova safra de quadros e uma melhora nas matérias para o bem do programa. Caso contrário, terá o mesmo fim do "CQC", o que seria lamentável, pois o grupo criou sua identidade na TV.




"Xuxa Meneguel": Após um período na geladeira da Globo, a Xuxa assinou contrato com a Record em fevereiro deste ano. Foi uma das maiores contratações da emissora e toda a situação repercutiu na imprensa. Entretanto, foi só o novo programa da apresentadora estrear para que o interesse diminuísse. As primeiras semanas até despertaram curiosidade, provocando um certo 'burburinho'. Porém, a audiência foi caindo à medida que foi sendo constatado que Xuxa na Record, e comandando um formato adulto, era mais do mesmo. Se ela já estava desgastada na Globo, na concorrente não foi diferente. A atração é cansativa e a apresentadora ainda resolveu adotar um tom de 'indiretas' conta a empresa que a empregou por 20 anos. Desnecessário. Ainda reclamou quando Silvio Santo a chamou de 'rapaz americano' no Teleton. Ficou claro que a Globo fez um bom negócio quando resolveu não renovar o contrato milionário com a rainha dos baixinhos.



"The Voice Brasil": O reality musical precisa de urgente reformulação. O formato com os mesmos jurados cansou e a seleção dos participantes está muito deficitária. O nível dos candidatos vem caindo ano a ano e o júri tem se preocupado em aparecer mais que os cantores, repetindo, ainda, quase sempre os mesmos tipos de comentários e gracinhas. A saída de Daniel para a entrada de Michel Teló não surtiu efeito algum. Trocaram seis por meia dúzia. É necessária a saída de pelo menos dois jurados e a entrada de novos, como Ana Carolina, Frejat, Nando Reis, Paula Toller, entre tantos outros. A terceira temporada já foi fraca (tanto que a dupla sertaneja vencedora sequer é lembrada) e a quarta só não foi pior porque a vitória do Renato Vianna foi mais do que merecida. Não deixou de ser um consolo, afinal, vale citar ainda as injustiças que permearam a atração de 2015, onde candidatos promissores eram eliminados em detrimento de outros bem inferiores. O quinto ano precisará de mudanças.




"CQC": O programa estreou na Band em 2008 e agradou. O humor ferino, o jornalismo investigativo, a cobertura dos políticos, enfim, todo o bom conjunto funcionou, fazendo do formato produzido pela Eyeworks um dos maiores êxitos da emissora. Entretanto, a atração não conseguiu evitar o desgaste ao longo dos anos, se perdendo com o tempo. Os principais nomes da equipe foram saindo ---- como Rafinha Bastos, Monica Iozzi, Danilo Gentili, Oscar Filho e Marcelo Tas ---- e a audiência despencava anos após ano. Em 2015, o formato ganhou Dan Stulbach na figura do principal apresentador, substituindo Tas, mas nada mudou nos resultados e nem no conteúdo esgotado. Algumas boas matérias ainda foram feitas, vale ressaltar, porém, a situação estava cada vez mais complicada. E a Band comunicou, em dezembro, que o programa não será exibido em 2016, tendo um ano 'sabático', voltando somente em 2017. Todavia, já está claro que a produção foi encerrada mesmo, tanto que quase todos os integrantes que restaram foram dispensados, com exceção de Dan. Um triste fim de um produto que começou tão bem. Pena.






O ano de 2015 teve produções que deixaram muito a desejar, como as listadas, mas nem foi tão trágico assim em termos de qualidade na grade das emissoras. Tiveram anos piores. Mas, agora, só resta torcer para que em 2016 o telespectador tenha menos motivos para querer trocar de canal.

47 comentários:

William O. disse...

Ótima seleção. Sorte que de tudo isso aí eu só ter ter assistido a umas 4 coisas e olhe lá. Sorte a minha.

Elisa disse...

Adoro as suas retrospectivas. São as mais completas que existem. Ansiosa pelas próximas.

Cézar disse...

Essa BabiLônia foi o maior trauma da Globo nesses 50 anos. Desgraçou o horário e ainda prejudicou A Regra do Jogo que é uma boa novela. I love Paraisópolis e Boogie Oogie foram outras porcarias do ano assim como a tal Vitória. Folhetins pra serem esquecidos. Já os outros programas citados na lista eu prefiro nem me dar ao trabalho de comentar.

Anônimo disse...

MUITO BOA ESSA LISTA! NUNCA VI TANTA PORCARIA JUNTA!

Jessica Giambarba disse...

Eu só tiraria duas coisas dessa lista: as novelas Boogie Oogie(Globo) e Vitória(Record), pois pertencem muito mais a 2014. E Boogie Oogie era uma ótima novela até a metade, depois a exploração do tal Segredo de Carlota quebrou o rítimo da história e criou uma imensa barriga. Mas nas duas últimas semanas, o autor recuperou o controle da história e a encerrou de forma digna. E a audiência subiu, fazendo a trama entregar bem para sua sucessora no horário(a excelente Sete Vidas). Eu não a colocaria na lista das piores não! De resto, concordo com tudo!

Andressa Mattos M. disse...

Adorei, Sérgio. Lista completinha. Concordo com todas as novelas citadas e também com o The Voice Brasil que precisa de reformulação mesmo. O CQC já tava ruim, mas não merecia acabar.

alguém disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
alguém disse...

Sem sombra de duvida, "Voce na TV" é o pior programa de tv aberta que eu ja vi na minha vida, e acho que nunca vou ver outro que supere. Infelizmente aqui em casa minha mãe e minha vó vivem deixando a tv ligada nesse programa, então hora ou outra eu fatalmente acabo vendo ou ouvindo esse show de horrores. O programa é tão trash que eles nem se preocupam em mentir de uma forma verossímil.

Paulo Faria disse...

Mais uma ótima lista, aliás como sempre :) Concordo com a maioria dos indicados, apesar de alguns programas que não conheço, aqui em Portugal só tem a Tv Globo Internacional (2 canais) e a Record Internacional, antes tínhamos também o GNT.

Apesar do início fraco do Chapa Quente, a série na minha opinião melhorou imenso e até gosto de ver, claro que não é nenhuma Tapas & Beijos ou Os Normais, mas é agradável e dá para rir.

A Babilónia está na recta final cá, dá no horário das 19h aqui, mas sem sucesso. Eu adorei o início, tenho pena das alterações e do conservadorismo brasileiro.

Na minha opinião só falta aí, Os 10 Mandamentos. Sei que muitos não vão gostar, mas era uma novela fraca, com barriga, interpretações dignas de amadores (excepto alguns casos), cenários e figurinos de escola de samba, só valeu a pena em alguns efeitos especiais. Vai estrear cá em Portugal na Record Internacional dentro de semanas, mas não tenciono ver.

Continuação de Feliz Natal e obrigado pelas visitas no meu blog :)

http://sensations-blog.blogspot.pt/

Melina disse...

Sérgio, querido, adorei a lista e fez um bom balanço do que não sentiremos saudades. Essas três novelas da Globo foram horríveis e essa da Record eu nem vi. Mas tinha um núcleo de nazistas? E aquele papo dos fiéis recordfãs que diziam que na Globo só tem trama pesada???? Esse Você na TV é vergonha alheia pura mesmo. Um beijo.

Bia Hain disse...

Sérgio, gosto muito de sua retrospectiva anual. Assisti somente alguns então concordo plenamente com o fracasso de Babilônia, Chapa Quente, Tomara que caia e I love Paraisópolis (o papel de Bruna Marquezine era chatinhooo). Já Boogie Oogie eu até gostava. Concordo também que The Voice precisa de jurados novos, eu trocaria Cláudia Leite e o Brown. Renato Vianna lembro de um programa de talentos musicais do Raul Gil e foi minha alegria na final de ontem. Abraço!

Mariane Farias disse...

Gostei da retrospectiva! Só discordo de "Boogie Oogie". Foi uma novela de 2014 e tirando esse "segredo da Carlota" que realmente cansou, eu gostei de assistir... É aquele tipo de novela despretensiosa como tantas já exibidas pela emissora nessa faixa das seis...

Mariane Farias disse...
Este comentário foi removido por um administrador do blog.
Mario Affonso disse...

Lista de porcariada televisiva super ultra bem selecionada. Um conjunto para ser defenestrado da TV brasileira..Parabéns !!!!!!!!

Anônimo disse...

"Boogie Oogie" não deveria ter entrado aí. Primeiro que é de 2014, e segundo que a trama era muito boa.
Quem deveria estar reinando nessa lista é OS DEZ MANDAMENTOS.

Taci Souza disse...

Adorei mais uma vez sua lista, como sempre amo seu blog e concordo sempre com sua opinião. Babilônia foi um dos maiores fracassos da globo e acho que o maior deste ano sem dúvidas, em seguida por I love Paraisópolis que tinha tudo pra da certo. Malhação seu lugar no mundo nem se fala, e só de saber que vai ficar até setembro já prevejo o resultado disso tudo. Sérgio recomendo um post de melhores do ano que teve grandes acertos também a exemplo de Sete Vidas e Verdades Secretas e alguns outros. ;) Abs

Vivian disse...

Páreo duro na pior novela entre essas quatro que vc citou, hem. Acho que dá um empate técnico entre Babilônia, I love Paraisópolis, Vitória e Boogie Oogie. Já os programa são péssimos, com exceção do The Voice que só precisa de reformulação pq o formato é bom.

Anônimo disse...

Ótima retrospectiva, tudo mt ruim ai boogie oogie foi uma decepção pq eu amava mais enrolou tanto e o segredo no final era um lixo, e o resto sem maiores comentários td mt ruim

Ricardo disse...

Babilônia foi muito ruim e teve um final melancólico. A regra do jogo é tão ruim quanto. Quanto aos programas de auditório e de humor, há muito não espero nada deles. Pura perda de tempo. Aguardando a lista dos melhores, espero que esteja tão boa quanto a do ano passado.

Elvira Akchourin do Nascimento disse...

Sérgio, uma boa seleção, sem dúvida. Concordo com as críticas a Babilônia e I Love Paraisópolis, mas discordo das críticas ao The Voice, que, mesmo não sendo brilhante, acabou revelando merecidamente um bom cantor, o Renato Vianna, para o qual torci desde o início. Quanto às outras produções, não as assisti, portanto, não posso opinar.

Elvira Akchourin do Nascimento disse...

Esqueci de mencionar que concordo com a crítica a Boogie Oogie, uma bobagem.

Sérgio Santos disse...

Que bom que gostou, William.

Sérgio Santos disse...

Que bom, Elisa. =) Mas dão um trabalho... rs

Sérgio Santos disse...

É verdade, Cézar. Que 'presente' de grego nesses 50 anos...

Sérgio Santos disse...

Obrigado, anonimo.

Sérgio Santos disse...

Jessica, obrigado. E eu coloquei Boogie Ooguie porque achei a novela muito ruim. Gostei do primeiro mês, mas depois se mostrou uma grande bobagem mal escrita. E a inseri porque não havia colocado na minha lista de piores de 2014 justamente pq ainda tinham três meses de novela pela frente e não queria ser injusto já fazendo uma 'conclusão'. Mas, com,o acabou em março, aí eu já me senti 'tranquilo' pra colocar. Bjsss

Sérgio Santos disse...

Que bom, Andressa. Tb acho que apesar dos pesares o CQC não deveria ter acabado assim.

Sérgio Santos disse...

Esse programa é assustadoramente ruim, alguém. Parece até uma sátira de programa de humor sobre esse tipo de formato. Vergonha.

F Silva disse...

Algo a comentar...

Estou de pleno acordo com essa retrô Sérgio... mas gostaria de pontuar três coisas:

Acho que Boogie Oogie não deveria estar nesta lista, primeiro por ter sido uma novela de 2014 e segundo porque foi uma boa trama, que apesar de ter sido inferior as suas sucessoras, conseguiu distrair as seis da tarde e o Rui não decepcionou em sua estreia.

O "The Voice Brasil" também não deveria estar na lista. 1º porque o formato não se desgastou e continua sendo uma ótima opção de entretimento. 2º porque os artistas que por lá se apresentaram são muito talentosos, mais até do que muita gente que anda enrolando por aí. Agora já discorremos aqui sim, a urgente necessidade da troca dos técnicos. Mas isso fica para 2016...

Não acho que o "Xuxa Meneguel" deveria estar na lista. Tratamos aqui recentemente sobre Xuxa, que é um ícone da televisão brasileira e fica muito claro que a grande atração do programa é ela mesma. Se a Globo fez bem em não renovar com ela, podemos dizer que o mesmo fez a Record. A ida da Xuxa pra Record foi um ótimo negócio tanto pra emissora quanto pra Xuxa, que já não tinha mais espaço na grade da antiga casa. 2015 representou pra essa grande artista um grande desafio, o desafio de se desvencilhar da imagem de "rainha dos baixinhos", e daquela figura mítica global construída ao longo dos anos. O "Xuxa Meneguel" foi uma bola dentro da Record, pois representou uma boa oportunidade de vermos uma Xuxa que jamais veríamos na tela da Globo. O sucesso de outrora ela não terá mais, isso é fato, nem acho que seja necessário, mas com o tempo o programa conquistará o seu próprio público.

Ficamos por aqui... beijos...

Sérgio Santos disse...

Oi Paulo. Eu não coloquei Os Dez Mandamentos pq, apesar das falhas que fiz questão de citar na época, foi o maior sucesso da Record e teve um capricho na questão dos efeitos visuais. E bom ter notícias ai de Portugal. Abraços.

Sérgio Santos disse...

Isso é irônico mesmo, Melina... rs bjsss

Sérgio Santos disse...

Adorei seu comentário e te ver por aqui, Bia. =) bjsss

Sérgio Santos disse...

Sem problemas, Mariane. Eu já achei mt ruim msm. =) bjssss

Sérgio Santos disse...

Mt obrigado, Mário.

Sérgio Santos disse...

Discordo, anonimo.

Sérgio Santos disse...

Mt obrigado, Taci. E concordo plenamente com vc. Virá ainda a lista dos destaques, cenas, atores e atrizes, enfim... Aguarde. =) bjs

Sérgio Santos disse...

Dá empate msm, Vivian. bjs

Sérgio Santos disse...

Valeu, anônimo! Aquele segredo da Carlota foi uma vergonha alheia.

Sérgio Santos disse...

Eu não acho ARDJ tão ruim quanto Babilônia não, Ricardo. Acho bem melhor. Mas não é ótima, é regular. E terão outas retrôs ainda. Espero que goste. abçs

Sérgio Santos disse...

Obrigado, Elvira. Eu fiz questão de frisar msm que o The Voice só não foi pior que a temporada de 2014 pq o vencedor foi merecido demais e tb torcia pelo Renato. Mas precisam mudar os jurados, já deu. Boogie Oogie foi uma bobagem msm. Babilônia e ILP mt ruins tb. bjs

Sérgio Santos disse...

Obrigado, F Silva! E ue coloquei Boogie Ogie pq acabou em março e pq não tinha colocado na minha lista de piores de 2014 justamente pq esperei o término. E eu discordo pq achei a novela mt ruim e uma das piores da faixa das seis. Achei que o autor decepcionou e muito. Mas respeito que tenha gostado.

Eu achei a temporada do The Voice mt ruim e com vários candidatos limitados. A prova foi a final com aquele Junior Lord que nem deveria ter passado na semifinal e a Nikki que tb não fazia frente aos Renato e Montarroyos. Mas fica pra 2016 msm.... rs

E eu já acho que foi uma bola fora pq a Xuxa já tinha um programa desgastado na Globo e estreou um do msm nível na Record. Aliás, nçao tem mt diferença do TV Xuxa, aos sábados. E nem acho que ela tenha se desvencilhado da imagem de Rainha dos Baixinhos, até pq isso é sempre usado como bengala por ela várias vezes, inclusive no programa. Mas entendi seu ponto de vista. bjsssss

Ulisses disse...

Babilônia, I love Paraisópolis e Boogie Oogie foram as piores novelas da Globo nos últimos tempos mesmo.E essa Vitória na Record era uma tosquice. Malhaçao tem mesmo uma sina de uma temporada boa ser substituída por uma péssima. Parece carma.

Vera Lúcia disse...


Olá Sérgio,

Perfeita esta sua retrospectiva a respeito dos piores do ano. Á exceção de 'Boogie Oogie", "Vitória" e "Malhação - seu lugar no mundo", que não acompanhei nem de relance, concordo na íntegra com suas excelentes considerações a respeito das demais programações focalizadas na retrospectiva. Nada tenho a acrescentar, pois você já mencionou o que eu poderia dizer a respeito. No "Encrenca", que meu marido costuma assistir, de vez em quando vou ver com ele o "Zap Zap" e até dou umas risadas diante dos vídeos que não são repetidos. Concordo que o programa é uma evidente imitação do "Pânico". Quanto ao João Klebber, simplesmente insuportável. O "Você na TV" é puro teatro de mau gosto.

Abraço.

Jessica Vanhoni disse...

Concordo com tudo,Sérgio. Se não fosse as ótimas e bem produzidas "Verdades secretas","sete vidas", "além do tempo" seria um ano difícil para as novelas globais,
Já que as fracassadas I love e babilônia não vingaram!!!

Adoro seus comentários sobre as novelas. Agr vou esperar pelo seus coment. Sobre (Eta mundo bom)espero q seja boa assim como Alma gêmea,chocolate e o cravo.
Bjss!

Jessica Vanhoni disse...

Concordo com tudo,Sérgio. Se não fosse as ótimas e bem produzidas "Verdades secretas","sete vidas", "além do tempo" seria um ano difícil para as novelas globais,
Já que as fracassadas I love e babilônia não vingaram!!!

Adoro seus comentários sobre as novelas. Agr vou esperar pelo seus coment. Sobre (Eta mundo bom)espero q seja boa assim como Alma gêmea,chocolate e o cravo.
Bjss!

Ed Taborda Assunção disse...

Sérgio, pra mim a pior coisa desse ano disparadamente foi o Tomara Que Caia. Me dava vergonha alheia! O programa do João Kléber é insuportável, mas minha mãe assiste e vez ou outra eu vejo também, tem vezes que eu racho o bico com alguns absurdos que escuto como "engravidei de um alien" "sou a reencarnação do Michael Jackson". Senão fosse aquela enrolando insuportável que o apresentador faz, o programa poderia ser mais engraçado, por que ridículo já é. Eu não assisti nada de I Love Paraisopólis, mas assisti o primeiro capítulo e as duas últimas semanas de Babilônia. Eu não faço de idéia de como ela foi durante toda sua exibição, mas eu gostava da Beatriz por que ela parecia ser uma vilã de primeira, matava e mentia com a tranquilidade de quem faz as unhas. Mas, claro, eu não assisti a toda a novela, então não posso falar muita coisa. Só sei que a reta final tinha sequências importantes que duravam 30 segundos e não causavam impacto nenhum, pra mim nem a direção da novela se importava mais com a trama. Eu gostei bastante de Boggie Oogie, mas o segredo da Carlota era chato mesmo e no final foi uma grande besteira. A Fazenda é uma decadência, assim como o Gugu, e o Pânico. As únicas coisas que eu gostei da Record esse ano foram a Batalha dos Confeiteiros e Os Dez Mandamentos. O programa da Xuxa só vi um e gostei, então não posso falar muita coisa. O CQC não acompanho faz anos. Já o The Voice foi o pior de todos, disparadamente. O que foi o Junior Lord na final? Ele era péssimo! Havia poucos bons candidatos e eles foram todos sendo eliminados no decorrer da competição, enquanto alguns bem ruins iam ficando.
Agora é esperar pra ter menos coisas ruins em 2016,principalmente em novelas, mas nem eu acredito muito nisso... A única novela que me faz criar expectativas é a do Walcyr Carrasco mesmo, duvido muito que vá ser ruim.
Abraços

Thallys Bruno Almeida disse...

Vamos lá às minhas opiniões sobre os piores:

Babilônia foi um grande erro de Gilberto e cia. Apostei alto e me arrependo. Desperdício de talentos, histórias promissoras destruídas e poucos bons elementos (caso da crítica ao conservadorismo por Marcos Palmeira e Arlete Salles). E um final desastroso.

Paraisópolis começou bem, eu gostava mais que Alto Astral. Perdeu fôlego mesmo, mas eu já acho que isso foi mais em Julho. A história começou a cansar, fui desapegando e parei de ver, não dei mais atenção. Só na reta final, quando voltei a ver, vi a coisa ruim que virou (ou seja, tinha feito bem em parar antes). A música da Tiê tocou demais, mas como parei de ver, não peguei tanto abuso.

Boogie Oogie discordo um pouco. Não foi uma óóóóóóótima trama, tinha problemas, mas também não achei essa tragédia toda, apesar da enrolação do segredo de Carlota que não deu em nada. Gostei da novela entre Agosto e Dezembro/14. Depois, enrolou mesmo. Mas não acho tããããão ruim porque já vi coisas piores na faixa. Quem sabe ele acerta mais na próxima, já que teve sinopse aprovada.

Vitória eu vi bem pouco. Valeu pela Juliana Silveira. Pior trabalho da Cristiane Fridmann depois das ótimas Chamas da Vida e Bicho do Mato.

Chapa Quente era ruim demais. Só "fez sucesso" (leia-se bom ibope) porque era sala de espera de Verdades Secretas. Sem contar a discussão pública da Ingrid Guimarães com o Marcelo do BBB 8.

Tomara Que Caia eu já era desanimado só pelo elenco. Nem quando a Iozzi e o Ceará participaram eu conseguia ver. Ainda bem que caiu.

Malhação eu percebo um ciclo de alternância entre uma boa e uma ruim: 2010-11 boa; Conectados ruim; Intensa boa; Casa Cheia ruim; Sonhos boa e essa atual ruim. Não sei como o Jacobina das áureas temporadas da academia e da ótima temporada 2010-11 me faz isso.

Sobre o Justus, prefiro no Aprendiz. Quando a Record voltar com aquele formato, verei com gosto.

Gugu é justo estar na lista, ainda mais pelas entrevistas com bandidos. Adorei o Tá no Ar zoando a Suzane com a Giovanna Rispoli. Encaixou perfeitamente.

The Voice, quem diria, a pior temporada teve um dos melhores vencedores. E o Teló, apesar de fraco jurado, deu sorte, já chegou e fez vencedor, com certeza continua ano que vem junto com a Milk. Vi boatos que Lulu e Brown podem sair, o que é uma pena porque deviam trocar todo mundo. Não sei porque Boninho é tão resistente em trocar o júri do Voice, mas o do Superstar troca tranquilo. E espero que o Renato não desapareça.

O CQC eu tinha "parado" de ver depois da polêmica do Rafinha em 2011. Não acredito nessa história de volta em 2017.

Acrescento ainda o desrespeito que a Band fez com o Rafinha Bastos (anunciou investimentos no Agora é Tarde, que tava melhorando, e depois cancela sem mais nem menos) e os núcleos de humor de A Regra do Jogo, fraquíssimos e que tomam um espaço gigante, comprometendo a trama - é dose assistir 10 minutos de principal pra depois vir 25, 30 de paralelo até voltar. Até o da Tina desandou (Monique Alfradique vinha tão bem e não merecia isso).