sexta-feira, 22 de maio de 2015

Mutilada, "Babilônia" perde ainda mais o rumo e fica pior do que já estava

A situação está a cada dia mais crítica para "Babilônia". A novela, que estreou em março, vem enfrentando uma forte rejeição da audiência e todas as alterações feitas na história até agora só conseguiram deixar tudo ainda pior. Os autores estão completamente perdidos na condução da trama, que, em virtude do péssimo Ibope, será encurtada em mais de três semanas ---- terminará com apenas 143 capítulos, mesmo número de "Em Família". Ou seja, prevista para acabar em setembro, a produção chegará ao fim em agosto, antecipando a estreia de "A Regra do Jogo", de João Emanuel Carneiro.


O primeiro capítulo da novela foi excelente e muito promissor, porém, não demorou muito para que a história começasse a apresentar vários problemas em torno do seu enredo e personagens. A falta de um fio condutor, perfis atrativos e situações que prendessem a atenção do telespectador foram as principais causas para o afastamento do público, que se desinteressou por tudo o que estava sendo contado. A evasão foi tão grande que a média de audiência do folhetim até agora é de 25,5 pontos, índice pífio, levando ainda em consideração o fracasso de "Em Família", que teve 30 de média. Vale lembrar, inclusive, que a trama perdeu várias vezes para "Alto Astral" e agora vem perdendo para "I love Paraisópolis", duas novelas das sete.

Mas, é preciso sempre ressaltar, que audiência nem sempre implica em qualidade. Há várias produções que fracassaram primorosas (vide "Lado a Lado" e "Meu Pedacinho de Chão"), assim como alguns sucessos passaram longe de serem considerados bons (como "Caminho das Índias" e "Fina Estampa"). Só que no caso de "Babilônia" os baixos índices refletem, sim, o problemático enredo de Gilberto Braga, Ricardo Linhares e João Ximenes Braga.
Os autores pareciam ter um enredo central primoroso, ao contrário dos fracos dramas paralelos. Entretanto, à medida que as semanas foram se passando, ficou perceptível que o núcleo principal era tão limitado quanto os demais. Houve um excesso de 'panfletagem' em torno de cenas sobre corrupção, homofobia e outras podridões do país, que não tinham uma trama ficcional que despertasse atenção. As falhas do roteiro ficaram expostas e todas as mudanças que começaram a ser feitas, para iniciar uma operação de salvamento, deixaram a produção ainda mais equivocada.

A transformação na trama da Alice (Sophie Charlotte) ---- que seria uma prostituta, aceitando o esquema de Murilo (Bruno Gagliasso) ---- foi jogada fora e, inicialmente, parecia que a alteração tinha sido benéfica para o perfil. Mas não foi. Aquela menina que enfrentou a humilhação da mãe revidando o tapa que levou ficou de lado. Alice virou uma menina correta em tudo, passiva, boazinha demais e ainda iniciou um romance açucarado com Evandro (Cássio Gabus Mendes) ---- estilo comendador e ninfeta, de "Império". A personagem perdeu a força que tinha e ainda fez as pazes com Inês (Adriana Esteves) depois que a advogada quase morreu, anulando os bons conflitos que eram protagonizados por mãe e filha.

A mudança na personalidade de Evandro também foi percebida. O empresário canalha, e que transava com várias prostitutas sem se importar com a esposa, virou um sujeito íntegro e honesto. Neste caso, os autores optaram por algo que deveria ter sido feito na construção do papel. Seria bem mais atrativo se desde o início este homem fosse uma pessoa correta que era feita de idiota pela Beatriz. Só que erraram ao deixá-lo tão corrupto quanto ela, precisando correr atrás desta alteração forçada para melhorar a trama.

E uma das poucas qualidades da história era a relação conturbada de Alice e Murilo. O cafetão mostrava seu lado mais humano quando estava ao lado da menina, o que deixava o perfil bem mais complexo. Sophie e Gagliasso também transbordavam química em cena. Porém, a relação foi abolida para juntá-la com Evandro e o ambicioso rapaz teve um súbito arrependimento, após ter armado para manchar a imagem do irmão Vinícius (Thiago Fragoso). Ou seja, transformaram de forma repentina um aliciador de prostitutas em bom moço. Seria muito interessante ver Murilo se regenerando gradativamente para ficar com Alice no final, mas a forma como esta regeneração foi feita ficou completamente inverossímil, o que também prejudicou a força do personagem, interpretado tão bem por Bruno Gagliasso.

Outra alteração equivocada do enredo foi a cura gay de Carlos (Marcos Pasquim). O personagem sempre aparecia olhando para outros homens e teria um romance com Ivan (Marcello Melo Jr.), mas, por medo de mais rejeição, mudaram totalmente a trama. Agora o treinador é traumatizado por causa de um acidente de carro que matou sua esposa ---- cena, inclusive, aproveitada do desastre que vitimou Clarice (Ana Beatriz  Nogueira) na fraca "Insensato Coração", dos mesmos autores. Porém, é preciso ressaltar mais uma vez que a novela tem vários problemas, só que nenhum deles está no casal Teresa (Fernanda Montenegro) e Estela (Nathalia Timberg). Muito pelo contrário, esta relação é uma das mais atrativas do enredo e foi bem construída. O grande erro foi exibir o beijo logo no primeiro capítulo, sem deixar o público conservador se afeiçoar ao par. A cena foi linda e não merecia ser criticada, mas deveriam ter pensado nas reações dos intolerantes. As personagens, aliás, agora mal aparecem, o que é um desrespeito com as grandiosas intérpretes.

Entretanto, vale lembrar que "Império" teve o casal gay rejeitado pelo espectador (interpretado por Klebber Toledo e José Mayer) e nem por isso fracassou. A trama teve boa audiência porque agradou como um todo, o que não ocorreu com "Babilônia". Portanto, culpar a homossexualidade ou o casal composto por duas das maiores atrizes do país pela forte rejeição não tem o menor propósito. Como já mencionado, os equívocos estão em outras situações. Entre elas, aliás, o núcleo "cômico" encabeçado por Maria Clara Gueiros, Gabriel Braga Nunes, Marcos Veras, Rosi Campos e Igor Angelkorte. Não há graça naquela história, que repete as mesmas discussões à exaustão, e se não fosse a ligação do malandro Luiz Fernando com Regina (Camila Pitanga), aquele núcleo estaria totalmente avulso.

Já a trama do prefeito Aderbal (Marcos Palmeira), antes jogada sem muita função na história, iniciou uma ligação com Beatriz através de conluios do político com a empresária. Mas o enredo da família em si continua sem maiores atrativos. Até mesmo o bonito romance de Laís (Luisa Arraes) e Rafael (Chay Suede) demorou demais para ser desenvolvido a contento.  Só que um dos poucos acertos da novela está neste núcleo: é a preconceituosa Consuelo, vivida brilhantemente por Arlete Salles, que finalmente ganhou uma boa personagem, após ter sido tão desvalorizada em "Fina Estampa" e só ter feito pequenas participações desde então. Ela está impecável e consegue divertir com as tiradas daquela senhora que transborda hipocrisia e ama um 'chiquê'. A parceria da atriz com Tadeu Aguiar (o mordomo Xavier) também está ótima.

E o duelo das vilãs, que sempre foi o ponto alto da história, ganhou um novo fôlego com a volta triunfal de Inês ao ambiente da principal inimiga, graças a Evandro. A advogada sofreu um atentado (a rival quase a matou --- cena, inclusive, antecipada por Silvio de Abreu que compactou vários capítulos para agilizar a trama) e agora está empenhada na revanche. Adriana Esteves e Glória Pires são magistrais e sempre protagonizam cenas ótimas. A entrada da grande Débora Duarte (vivendo a Tia Celina) foi mais um êxito neste núcleo. Porém, é preciso expor a fragilidade da vingança que os autores criaram para Inês ---- ela culpa a 'amiga' pelo suicídio do pai na prisão, que foi parar lá depois de ter sido seduzido pela Bia, que na época era menor de idade. Não convenceu a vilã querer destruir Beatriz somente dez anos depois que ficou na riqueza com o marido e a filha em Dubai. No entanto, apesar dos pesares que envolvem toda esta rivalidade (que muitas vezes não sai do lugar), a inimizade das duas ainda é uma das poucas atratividades do folhetim.

Até porque, além de todos os problemas citados, é necessário ainda mencionar o casal protagonista que não emplacou (Thiago Fragoso e Camila Pitanga estão muito bem, mas o par não tem química e a mocinha segue irritante) e o desperdício de talentos como Daisy Lúcidi, Lu Grimaldi, Rosi Campos, Jacqueline Laurence, Mary Sheilla, Laila Garin, Rogéria (nem entrou ainda), entre outros. Já a trama que cerca o casal Paula (Sheron Menezzes ótima) e Bento (Dudu Azevedo) é outra que não desperta interesse, assim como o súbito romance que surgiu entre Beatriz e Diogo (Thiago Martins), um par que só prejudica a força da vilã e ainda deixa o irmão de Regina ainda mais irritante.

Portanto, infelizmente, se constata que todas as mudanças feitas no enredo só prejudicaram ainda mais a novela, que continua com uma audiência preocupante. "Babilônia" estava precisando recomeçar, mas Gilberto Braga, Ricardo Linhares e João Ximenes Braga acabaram mexendo nos poucos acertos da trama, transformando em erros, e perderam por completo o rumo da história que criaram. Correram um risco, afinal, as alterações poderiam funcionar e melhorar o folhetim que estava precisando mesmo de uma direção. Porém, não foi o que aconteceu e tudo continuou fora de controle. Os embates das vilãs e o show de Arlete Salles ainda são os sobreviventes desta avalanche de alterações feitas em um enredo que já não estava bem desenvolvido. A produção virou uma verdadeira colcha de retalhos horrivelmente remendada. O que estava ruim, ficou pior.

62 comentários:

William O. disse...

Vc quando elogia elogia com competência, mas quando critica também não deixa passar nada.Falou e disse tudo o que eu penso sobre essa novela.

Anônimo disse...

Concordo
E DIGO MAIS
Gilberto foi covarde!Ele não teve coragem de seguir a história e ir melhorando aos poucos!Cortou e mudou tudo.
Manoel Carlos errou?Muitooooo!Aguinaldo silva errou?Um pouquinho mas ambos tiveram coragem de levar as histórias que propuseram até o fim!Tiveram fibra!

Anônimo disse...

Ola sergio, achei o texto ÓTIMO. Vc explicou praticamente tudo de errado q está acontecendo na trama. Eu reclamava de Império, mas mal sabia o que estava por vir. Bom, vc disse q o Bruno Gagliasso está otimo, mas sinceramente eu n acho. Ele tem alguns trejeitos em cena q me irritam. Inclusive, se nao me engano eu me lembro q antigamente, vc nao gostava da forma dele atuar. Igual com a Deborah Secco, vc dizia q nao gostava dela, mas hj em dia fica babando ovo. Mas a critica está ótima.

Ernane M. disse...

Se tivesse um espacinho pra assinar em baixo do texto eu assinaria.

Italo disse...

Apontou o que está errado, ou seja TUDO.E também acho que foram mexer nas poucas coisas que estavam boas e afundaram a novela de vez. Uma das piores que já vi no horário nobre, superou até aquela Insensato Coração, Salve Jorge e Fina Estampa.Abraço.

Gabriella disse...

Discordo dos que dizem que a novela seria ótima se não tivesse sido mexida.Já era ruim e como você colocou ficou pior.Só isso. Não seria nem de longe uma novela merecedora de audiência mesmo antes dessas alterações ridículas.

Raíssa disse...

Teu texto ficou completo.E li que serão 50 capítulos abreviados.Isso que é fracasso dos fracassos!

F Silva disse...

Algo a comentar...

Sérgio não sei se você vai concordar comigo, mas você já notou que quase todas as novelas contam a saga predestinada dos personagens, ou seja, o destino de cada personagem é traçado previamente e na grande maioria das vezes identificamos isso e acertamos o final da novela. Raríssimas vezes erramos, e quando isso acontece é quando somos surpreendidos por manobras dos autores que, por vezes, deixam muitos finais inverossímeis e quando não, frustrantes.

Bom, isso é o que deve acontecer com toda novela, é quase como uma norma, se qualquer autor fugir essa norma vai se deparar com o fracasso.

Pra entender o que vou discorrer aqui, quero usar um exemplo recente: "Além do Horizonte"

O início dessa novela foi cercada de mistérios e muita coisa oculta ao telespectador que não compreendeu aquilo e se desinteressou. Com o advento da Comunidade, o vilão da trama foi identificado, o LC, os mistérios foram revelados e um objetivo claro foi dado a narrativa, a novela melhorou, teve uma reta final sensacional e uma leve melhorada na audiência e repercussão.

Com relação a "Babilônia" você acertadamente diz que faltou um fio condutor a essa trama. Porém, esse fio condutor tinha que estar presente no 1º cap. e justamente por isso não o achei excelente e muito menos promissor.

Voltando ao início de meu comentário, quem conseguiu identificar a saga dessa novela? Qual o fio condutor para que o público pudesse identificar e acompanhar? Quem é o vilão e o que ele quer pra que eu possa amá-lo ou odiá-lo? Quem é o herói ou a heroína com a sua saga pra que eu possa torcer contra ou a favor?

Concordo que o problema da novela não está relacionado aos temas polêmicos presentes na trama, mas sim a ausência (?????) de uma história empolgante e de personagens com perfis interessantes pra nós acompanharmos por longos 6 ou 7 meses.

"Celebridade", "Fera Radical", "Vale Tudo", "Avenida Brasil", "Amor à Vida", "Flor do Caribe" e tantas outras novelas, são exemplos de tramas que apresentaram logo em seu 1º cap o fio condutor que iria conduzir a saga dos personagens, de forma clara e objetiva, pelos próximos capítulos.

É isso Sérgio, talvez seja esse o motivo do fracasso RETUMBANTE de uma horrível Babilônia.

Que venha "A Regra do Jogo" com uma "saga" interessante pra nos divertir as 9 da noite.

Abraços...

Fernanda disse...

Parabéns, Sérgio. Vc se supera sempre. Concordo com absolutamente tudo e imagino a sua tristeza em ver a Sophie Charlotte fazendo uma personagem tão boazinha corretinha e perfeitinha...Transformaram a menina numa idiota. E gostei da lembrança do casal gay rejeitado de Império.O próprio autor admitiu a rejeição e ainda assim a novela teve boa audiência.Então é claro que o problema dessa novela nunca foi casal gay ou não gay, foi o conjunto que era muito ruim e ficou ainda pior como está bem explanado no texto.

Anônimo disse...

Enquanto isso O Dono do Mundo arrasa em sua reprise no viva, que novelão luxo, típico das novelas antigas do GB. Alta sociedade, diálogos inteligentes, armações, reviravoltas, e uma trilha sonora espetacular. Suas novelas dos anos 2000 não tem nada a ver, uma pobreza só.

✿ chica disse...

Concordo! Estão mais perdidos que cusco em procissão,rs abração, lindo fds! chica

Gabriel Fonseca disse...

Essa novela é péssima, uma das piores do horário.Já superou Fina Estampa e Salve Jorge no quesito ruindade.Só não superou Em Família porque aquela novela foi insuperável,a pior da Globo.Nem parece que essa novela é do mesmo autor das ótimas Vale Tudo, Força de um Desejo, Celebridade, Paraíso Tropical...Como o Gilberto Braga decaiu.

Maíra disse...

Olá Sérgio. Apostei toda as minhas fichas no sucesso dessa novela e perdi, alias vou parar de criar expectativas, rsrs, pois também apostei minhas fichas no fracasso de I Love Paraisópolis e a novela está sendo um sucesso com uma audiência surpreendente.
Quanto a Babilônia é isso mesmo que você falou, faltou um fio condutor. Os autores criaram perfis e não uma história. A vilã devoradora de homens, a amiga invejosa, o prefeito corrupto e hipócrita , a mocinha barraqueira, o mocinho correto e outros e falharam em criar uma história para esses personagens, o perfil do personagem veio primeiro que a história do personagem. Uma das poucas histórias que eu achei que foram bem desenvolvidas e que seguiria uma linha, um caminho contando uma trajetória era a da Alice (Sophie Charlotte) e essa foi totalmente rifada da novela.
Não sei apontar soluções, identificar outros problemas, o publico esta cada vez mais imprevisível, mas talvez se os autores bancassem a sinopse original de alguns personagens seria melhor do que o atual cenário. Fracasso por fracasso, que fosse um fracasso com o que havia sido planejado. Claro que algumas mudanças teriam que ser feitas, como a rivalidade das vilãs que foi melhor ter antecipado, pois eu havia lido no começo que ad duas iriam ficar aliadas até o final, mesmo uma querendo puxar o tapete da outra, assim seria pior.
Mas a novela não me desperta mas nenhum interesse e não tenho mais visto. Sábia a decisão de encurtá-la.

Fabíola Oliveira disse...

Oi, Sérgio, eu já comentei recentemente aqui contigo que, ao que tudo indica, o público brasileiro tem preferido atualmente tramas mais inocentes e talvez isso tenha a ver com o atual contexto histórico do país, nãos sei...

Você diz que um dos motivos para o fracasso de Babilônia não está no casal gay idoso vivido pela Natália Timberg e Fernanda Montenegro...

Problema é que a Globo tava muito confiante no que tange a aceitação do público acerca desse tema a ponto de ousar abordar o assunto homossexualidade na terceira idade e ainda com direito a beijo gay já no primeiro capítulo se valendo, para isso, de grandes nomes da teledramaturgia...

Ocorre que a sociedade brasileira, de acordo com o que venho notando, parece estar querendo readotar valores conservadores e discordo que a crítica ao casal gay seja dos intolerantes como se estes fossem apenas um pequeno grupo perdido dentro da sociedade querendo fazer barulho porque se fosse assim, essas críticas que a novela sofreu não teriam nem feito cócegas na Globo a ponto de incomodá-la ...

Se incomodou, foi porque a intolerância foi quase generalizada. Reparou que as mudanças feitas na novela foram principalmente naqueles núcleos que poderiam ser alvo de críticas de cunho moral? O cara que era gay agora é só traumatizado, a menina que seria prostituta agora é toda certinha, o casal gay idoso agora aparece pouco...

No meu entender, fica difícil querer quebrar paradigmas, Sérgio, quando o momento atual da sociedade é mais de readoção de antigos valores...

Babilônia sofreu uma verdadeira sova moral a ponto de eu brincando dizer a alguém: ah tá apressado para ver Babilônia né e a pessoa me dizer: e eu assisto lá aquela PORCARIA.

Eu acredito, Sérgio, que personagem não tem compromisso com as convicções morais do telespectador, mas também tenho que admitir que a Globo ao invés de inovar, já tá enchendo o saco colocando em todas as suas novelas um casal gay... Convenhamos que isso já cansou...

Diante de tudo isso, nem me surpreende que uma trama como I Love Paraisópolis, que não é nem lá essas coisas, já é, salvo engano, uma das maiores audiências de uma trama das 19:00 dos últimos três anos...

Já reparou que, nessa novela, ao menos por enquanto, não há beijos exagerados, cenas insinuantes... A Mari ficou lá com o Benjamin e eles nem fizeram uma cena para isso, ainda que pouco ousada...

A Soraya entrou no banheiro para seduzir o marido e não fizeram uma cena insinuante para esse momento e eu não acredito que isso tenha sido por conta do horário...

O que eu acho mesmo é que a Globo já deve ter entendido que, no atual contexto, para garantir a audiência, é melhor apostar na velha máxima de que menos é mais.

Ulisses disse...

Que análise bem detalhada.Concordo com tudo e só discordo da parte que você diz que o duelo das vilãs é ainda um dos sobreviventes.Pra mim se perdeu quando inventaram aquela vingança ridícula pra Inês e as duas ficam se alfinetando mas não sai disso.Novela péssima. Gilberto Braga tem que se aposentar.

Anônimo disse...

ZzzzzZZZZZZZZZzzzzzzZZZZZZZZzz...

Vera Lúcia disse...


Olá Sérgio,

Você foi perfeito em suas críticas. É a primeira vez que não sigo uma novela deste horário sem regularidade. Ando vendo um ou outro capítulo apenas para conferir se houve mudanças motivadoras, mas certo é que a novela está intragável. Camila Pitanga não está bem com o seu personagem (Ô chatice!). Acho desagradável a abordagem sobre corrupção e demais podridões, eis que já estamos saturados de ver isso na vida real. Também não vejo graça no núcleo cômico, que, aliás, me irrita. Não gosto do papel e nem da atuação do Gabriel Braga Nunes. Enfim, se eu for relacionar aqui tudo que está me desagradando na trama vou acabar fazendo um comentário do tamanho de sua postagem para apenas repetir o que você já disse com muita propriedade. Da novela, o único casal que me encanta é o formado por Luisa Arraes e Chay Suede. O resto, é resto. Ainda bem que o final da trama será antecipado, pois ninguém merece ter que engolir essa sucessão de equívocos.

Ótimo domingo.

Abraço.

Lenon Ramon disse...

Mutilada foi uma palavra maravilhosa pra definir essa novela Sérgio. Foi triste o rumo desta, tudo se perdeu. Eu sinceramente não vejo mais a Inês como uma vilã, vejo ela como uma anti-heroína. Apesar do nome ter sido polêmico, seria um detalhe se tivesse uma boa história, mas não foi o que aconteceu... o beijo gay não foi razão nenhuma do fracasso, mas poderia ter sido mais tardia essa cena e tal. Enfim, Babilônia não tem mais salvação e acabará sendo esquecida instantaneamente, Gilberto já está desacreditado, apenas.
To comentando tudo Sérgio , to adorando. E ainda vou ver a cena dos irmãos em Sete Vidas, ter internet apenas no celular tem seu preço... Abraços meu amigo.

JrGiam disse...

Falou tudo! E eu acrescento ainda um detalhe: Gilberto Braga está escrevendo muito pouco, quase nada da novela, talvez por motivos de saúde(o autor sofreu um infarto há menos de dois anos). O roteiro de "Babilônia" está todo nas mãos de Ricardo Linhares e João Ximenes Braga, que parecem não estar sabendo sustentar a trama. Em "Insensato Coração", Gilberto já escrevia pouco, o que talvez explique a irregularidade daquela trama. Portanto, culpar só ele pelo fracasso da atual novela(sendo que são três autores) é um tanto injusto.

Marília disse...

Concordo com sua crítica e discordo do JRGiam porque estou cansada dessas defesas ao Gilberto Braga.Se ele tá escrevendo pouco ou não ninguém sabe, mas ele não tá como supervisor tá como autor principal e deve tá ganhando como autor principal, então que honre o salário que ganha.Ele é tão responsável por mais esse fracasso quanto o Ricardo e o João Ximenes que também escreveram com ele a Insensato Coração que foi horrorosa também.

Anônimo disse...

Uma novelinha chinfrim dessas e o ibope dá 25 pontos, sinceramente, pra mim é muito, quanta gente perdendo tempo na frente da TV assistindo uma porcaria dessas, são milhões e milhões de pessoas, marionetes da rede bobo. Basta ver os comentários aqui, todos sabem os nomes dos personagens, a "trama" da novela, sabem tudinho nos mínimos detalhes. Tenho pena de vocês, e do autor desse blog então...

Anônimo disse...

♪♪Pra que chorar, se o sol já vai raiar...♪♪
Kkk, ridículo demais! E tem quem ainda perde tempo com isso.

Elvira Akchourin do Nascimento disse...

Sérgio, por mais que eu tenha boa vontade em assistir a Babilônia, não consigo passar da metade do capítulo e acabo desistindo, tal a chatice. Seria melhor abreviar o quanto antes esta novela, que rivaliza em chatice com Em Família, Salve Jorge, Fina Estampa. Gilberto Braga e Ricardo Linhares já produziram tantas novelas ótimas. Não entendo o que está acontecendo.

Zilani Célia disse...

OI SÉRGIO!
TENS UMA PERCEPÇÃO TÃO AGUÇADA E TEUS TEXTOS SÃO TÃO COMPLETOS QUE FICA POUCO PARA ACRESCENTARMOS.
CONCORDO COM TUDO QUE DISSESTE E MUITAS VEZES, QUANDO NOTEI A "CAÍDA" DA NOVELA, FIQUEI A PENSAR SE NÃO SERIA PELO EXCESSO DE ESTRELAS EM SUA CRIAÇÃO, SOU LEIGA NO ASSUNTO, ENTÃO, É SÓ A TÍTULO DE QUERER ENTENDER.
UM ÓTIMO TEXTO COMO SEMPRE.
ABRÇS

http://zilanicelia.blogspot.com.br/

Lenon Ramon disse...

Hater, porque tão desnecessário... vai ler um livro, saber nome de personagem é saber sobre a novela toda? Isso é novidade pra mim, sinceramente... mas ok né, olha Domingo Espetacular vao estar tão legal, vai lá assistir vai hahahahahahaha

Kauê disse...

Concordo com o que escreveu Sérgio. Não ha muito o que acrescentar. Na verdade eu já abri mão de Babilônia, não assisto mais. Não consigo enxergar a mesma novela do tão movimentado e promissor capítulo. Como já disse em outro post os autores se preocuparam em criar perfis específicos e não personagens que despertem interesse e gerem torcidas. Quiseram chocar ao invés de contar uma história. O enredo até é interessante mas muito mal conduzido. Não gosto muito de comparar uma trama com outra e nem autores, mas por exemplo: Babilônia é oposto de Sete Vidas não tem emoção! O que vinha a ser o ponto alto da trama era justamente a história de Alice que foi totalmente modificada uma pena pra Sophie Charlotte que tinha tudo pra viver um grande momento evidenciando o seu talento. Os embates entre Beatriz e Inês não saem do lugar, são salvos pelo ótimos desempenhos de Glória Pires e Adriana Esteves. Sumiram com as personagens de Fernanda Montenegro e Natalia Timberg, um desrespeito. Em Babilônia falta uma história a ser contada, falta perfis carismáticos. Na semana em que houve a tal intervenção do Silvio de Abreu até deu uma uma engrenada mas logo voltou a degringolar de vez. Não entendo como três autores conseguiram perder o fio da meada dessa forma. Claramente o problema de Babilônia não se deu por conta do beijo gay mas foi o ponto de partida para todo o resto. Agora que a decisão de encurtá-la foi mesmo tomada não vejo mais solução.

Ed Taborda Assunção disse...

Já abandonei Babilônia faz tempo, Sérgio, só acompanho as notícias pela Internet e algumas cenas esporadicamente. Nunca depositei esperanças nessa novela. É tanto erro que fica até difícil lembrar de tudo. Gostei do primeiro capítulo e pensei que o foco seria a perseguição da Inês atrás da Beatriz. Só que nos capítulos seguintes elas começaram a viver um monte de situações avulsas e desinteressantes. E o que falar da Regina? Nunca vi protagonista mais avulsa! Tenho certeza que se dependesse dos autores ela nem existiria na história, criaram ela para o público se identificar, já que se a história só tivesse duas vilãs talvez fosse mais rejeitada ainda. O Vinicius então... E olha que pelo que eu vejo na internet eu até fico em dúvida se a Inês é uma vilã mesmo. Ficou bem claro que ela perseguia a Beatriz por inveja, querendo ser tudo o que a outra era. Aí de repente inventaram essa vingança que ficou ridícula. Sério que ela só resolveu se vingar dez anos depois? Virou a Susana de Boogie Oogie? Nem sabia que a Fernanda Montenegro e a Nathalia Timberg tinham sumido, que desrespeito com duas atrizes tão consagradas. Aquele núcleo de humor é horroroso e o Laerte nunca teve graça nenhuma. Não suporto mais esse Gabriel Braga Nunes, podiam mandar ele de volta pra Record pra sempre. O romance da Beatriz com Diogo eu nem vi, mas como o Thiago Martins é ruim eu imagino como deve ser péssimo. Mas o pior mesmo foi isso que fizeram com Alice e Murilo. Sério que ela virou uma passiva idiota? Ela era a única personagem que eu gostava... O Murilo se regenerou? Péssimo! Ele era mau, mau, mau. Podia ir se regenerando aos poucos, não assim, com dois meses de novela. E o que você falou sobre o Evandro foi o que eu sempre pensei. Por que criaram ele canalha se ele ia se envolver com a Alice? Seria difícil pro público torcer tanto pra ele quanto pro Murilo, já que os dois não valiam nada. Esse núcleo do Aderbal eu nem posso falar por que nem notícia eu vejo. Mas essa história de política em novela é tão chata... Marcos Pasquim deixou de ser gay, então o que o personagem dele vai ser, junto com o do Marcelo Melo? Serão só orelhas dos outros até o fim? Que morte horrível a de Babilônia, Sérgio. Mesmo não estando nem na metade a sensação é que já acabou. Não sei como eu ficaria trabalhando num projeto por 3 meses sabendo que ele já fracassou. Deve ser triste, tanto pros atores quanto pros autores. Como eu vi um crítico falando, virou uma "novela-zumbi". Ninguém espera mais nada. Ainda bem que encurtaram. Poderiam encurtar mais ainda e acabar já mês que vem, pena que isso é impossível por que a próxima ainda nem começou a ser gravada. Gilberto Braga deveria ir pro horário das onze, apesar de achar que mesmo nesse horário a novela fracassaria. Difícil imaginar que é o mesmo autor de novelas tão boas como Força de Um Desejo e Celebridade! Pelo visto Babilônia já conseguiu ser pior que a anterior dele, Insensato Coração, de tanta crítica que eu vejo. Parece que ultrapassou até as piores que já existiram. Eu amava odiar Salve Jorge, por que a cada capítulo tinha uma pérola na novela que me fazia rir, aliás, até Fina Estampa que era horrenda me fazia rir as vezes. Mas ainda não sei se Babilônia já é pior que Em Família, por que só de lembrar daquela novela já me dá uma tristeza... Acho que essa ainda consegue ser melhor um pouquinho. Nunca pensei que ia dizer isso, mas com essa novela ruim eu sinto é falta de algumas coisas de Império, como a atuação magnífica da Marjorie Estiano.
Mas toda novela melhora na reta final né? Quem sabe Babilônia ainda não empolgue daqui a alguns meses.
Abraços

Fabíola disse...

Concordo contigo, Kauê: o motivo do fracasso pode não ter sido o beijo gay em si, mas parece ter sido mesmo o ponto de partida...

Lulu on the sky disse...

Nem vejo mais. Quanto mais mexe, pior fica. Mais fácil acabar logo com a novela e antecipar a do João Emanoel Carneiro.
Big Beijos
Lulu on the Sky

Cc disse...

QUE LIXO.

MARILENE disse...

Sergio, concordo, plenamente, com você. Que fracasso! É insuportável o tal de grupo cômico, cansativas as falas de Regina, não há química entre o casal principal, o tal de Luis Fernando é um chato... Que dó, tudo desandou! Você abordou com propriedade as falhas e nada tenho a acrescentar. Bjs.

Anônimo disse...
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Renatinha disse...

Eu concordo com praticamente tudo que vc comentou. Só faço uma ressalva, a novela já começou fracassada antes de estrear, eu mesma recebia corrente da crentelhada chata dizendo que "a globo quer destruir os valores da família", foi um mimimi tão grande, que mesmo sem ninguém saber do que se tratava direito a trama, a novela estrou com um clima de hostilidade.
Eu fiquei curiosa justamente pq adoro ver coisas polêmicas mesmo, parei pra assistir a primeira semana e adorei, depois foi um saco o povo reclamando que tinha "velhas se beijando" "prostituta" "ninfomania"..
Ou seja: o público chato nos privou de ver algo que TALVEZ (até pq nao tem como saber se ia prestar de fato) fosse bem diferente, inédito, chocante, tapa na cara!
Talvez se fosse uma trama da 23h (SAUDADES, O REBU, SAUDADES) o enredo não teria sido tão cagado por causa das mudanças idiotas (alice e evandro acho que foi top 1 de erro master zzzzzz).
Infelizmente nossa sociedade conservadora não está preparada pra uma (verdadeira) Babilônia. Viva a hipocrisia!

Sérgio Santos disse...

Mt obrigado, William. abçs

Sérgio Santos disse...

Interessante seu comentário, anonimo.

Sérgio Santos disse...

Anonimo, eu não fico babando o ovo da Debora não. Continuo achando que ela está longe de ser uma grande atriz, mas do último filme que ela fez gostei mt. E vc está certo, achava o jeito do Gagliasso atuar depois do Ricardo de Sinhá Moça insuportável pq ele falava pra dentro, que nem aquele personagem. Tanto que odiei ele como Tarso, Berillo e Timoteo pq ele falava pra dentro. Mas como Ivan em Paraiso Tropical, Edu em Dupla Identidade e agora Murilo ele está ótimo e não fala mais pra dentro.

Sérgio Santos disse...

Mt obrigado, Ernane.

Sérgio Santos disse...

Olha, Italo, jamais imaginaria dizer isso, mas acho que superou mesmo... abçssss

Sérgio Santos disse...

De acordo, Gabriella.

Sérgio Santos disse...

Pois é, Raíssa. Mt obrigado.

Sérgio Santos disse...

F Silva, primeiramente, desculpe, de novo, pela demora em responder. A vc e a todos. Mas quando tem mt comentário eu acabo demorando mais pq precisa de tempo pra responder. E seu cometário está perfeito, eu concordo plenamente com tudo. Mas eu achei o primeiro cap promissor pq a rivalidade das vilãs parecia eletrizante e tudo aconteceu na estreia. Talvez esse tenha sido um dos mts erros. Deveria haver uma saga pra Inês se aproximar da Beatriz e ir atrás dela pro público poder acompanhar. Mas ela já se encontrou no primeiro dia quebrou qlq chance de impacto com um novo encontro delas.

E fala um fio condutor, tipos carismátics, conflitos, uma boa construção que entrelace o enredo, enfim, tá tudo mt fraco e não há mais salvação. bjs

Sérgio Santos disse...

Mt obrigado, Fernanda. E vc nem imagina... Sophie agora está vivendo aquele tipo que eu mais odeio, uma tonta perfeitinha e açucarada. Todas as nuances foram aniquiladas. E sim, Império teve o casal gay rejeitado, onde o autor msm admitiu, e a novela teve boa audiência. Simplesmente pq o conjunto agradou. O que não houve agora. bjs

Sérgio Santos disse...

Mas vale lembrar, anonimo, que O Dono do Mundo teve vários problemas e foi outro fracasso do autor.

Sérgio Santos disse...

Gostei da comparação, Chica. rsrs bjs

Sérgio Santos disse...

Uma pena mesmo, Gabriel...

Sérgio Santos disse...

Maíra, desculpe a demora. ILP tá com uma ótima audiência mesmo, mas eu acho boa. Só. Nada além disso. Já essa é um fiasco mesmo e se tivessem mantido tudo como estava, ficaria ruim porque já não estava boa, mas ao menos manteria o projeto inicial e não viraria esse horror que virou. Pioraram o que já estava ruim, e concordo plenamente sobre a Alice. Bjsss

Sérgio Santos disse...

Fabíola, ótimo o seu comentário. Concordo que estamos e um periodo de retrocesso e que o politicamente correto segue estragando várias tramas, porém, nesse caso, foi a trama mesmo que não agradou. E porque foi mal construída. Como já mencionei, o publico odiou o casal gay de Imperio, mas a novela teve bom retorno. Isso porque a história em sio despertou interesse, o que não ocorreu agora. Por isso digo que o casal gay é o de menos.E os autores se preocuparam demais com essa questão gay, se esquecendo do enredo. Não tinha que mudar sexualidade de ninguém, tinha que criar meios para deixar o conjunto atrativo com uma boa ficção. Não fizeram e mexeram nos poucos acertos, transformando em erros. bjs

Sérgio Santos disse...

Mt obrigado, Ulisses.

Sérgio Santos disse...

ótimo o seu comentário, Vera. E tb não gosto nem do papel e nem da atuação do Gabriel. A novela tinha que ser antecipada msm, não tinha jeito. bjs

Sérgio Santos disse...

Lenon, mt obrigado, Fico feliz com os comentários e que bom que esteja gostando. Pois é, achei mutilada um bom termo. E concordo com suas colocações. abçs

Sérgio Santos disse...

Mt obrigado, Jrgiam. E não culpo só ele, os 3 são igualmente responsável. Por isso msm discordo disso de que Gilberto esteja escrevendo pouco. Ele tá como autor titular e ganha como tal, se não está exercendo está fazendo a mesma coisa imoral que tanto condena em suas novelas. Por isso prefiro acreditar que ele escreva tanto quanto os outros. Pena que perdeu a mão. abçs

Sérgio Santos disse...

Concordo, Marilia, ele é tão responsável quanto os outros.

Sérgio Santos disse...

Eu já tenho um pouco de dó de vc, anonimo, que faz o mesmo que acabou de criticar. Vem a um blog que odeia e comenta sobre o autor que detesta. Seu tempo deve tá bem livre.

Sérgio Santos disse...

Perfeito o seu comentário, Elvira. Assino embaixo.

Sérgio Santos disse...

Mt obrigado, Zilani! bjão!

Sérgio Santos disse...

Hater nato, Lenon. Me ama no fundo! rs abçs

Sérgio Santos disse...

Kauê, onde assino? abçs

Sérgio Santos disse...

Ed, comentário excelente. E sim o Marcelo virou personagem orelha e só. O seu comentário ficou tão bem detalhado que nem acrescentarei mais nada, apenas concordo com todos os seus pontos. E eu até apostava na novela pq me animei com as chamadas e o primeiro capítulo foi mt bom. Mas depois... Foi descendo a ladeira... Abçssss

Sérgio Santos disse...

Pode ser, Fabiola, tanto que seria melhor ter esperado pelo beijo. Mas ainda assim, o conjunto é que foi bem ruim.

Sérgio Santos disse...

E é o que vão fazer, Lulu. bjs

Sérgio Santos disse...

Mt obrigado, Marilene! bjs

Sérgio Santos disse...

Mt obrigado, Renatinha. E que saudades de O Rebu. Novelão! Cheguei a comentar algumas vezes que Babilonia ficaria melhor no horario das onze pq teria menos personagens e focaria mais nas vilãs. Só que ainda assim precisaria de um roteiro melhor e mais atrativo. Pq criaram os perfis e se esqueceram de elaborar um fio condutor e uma trama pra eles. Quanto ao politicamente correto, é uma praga mesmo. Fato. Mas apesar da campanha negativa antes da estreia, o primeiro cap deu 33, um número relativamente bom. Então, ainda assim, não foi tão mal. Só que foi despencando ao longo do tempo. bjs