terça-feira, 31 de maio de 2016

Fenômeno de audiência e cativante do início ao fim, "Totalmente Demais" fez jus ao seu título

Foram 175 capítulos. Sete meses de muito romance, conflitos, humor e tensão inseridos em um conto de fadas moderno. "Totalmente Demais" chegou ao fim nesta segunda-feira (30/05), se consagrando como um dos maiores fenômenos da faixa das sete e o único grande sucesso do horário depois do término de "Cheias de Charme", em 2012 ---- média geral de 27 pontos, quatro a mais que a antecessora. O folhetim de Rosane Svartman e Paulo Halm deu tão certo que a Globo decidiu esticar a produção em duas semanas ---- o objetivo, na verdade, era esticar em um mês ---- e ainda adiou seu final em dois dias, transferindo o último capítulo para a segunda com o intuito de escapar da emenda do feriado. Ou seja, um feito quase inédito ("Estúpido Cupido", em 1977, também teve seu desfecho indo ao ar em uma segunda, excepcionalmente, assim como "Duas Caras", em 2008, apresentou seu último capítulo em um sábado, sem exibir a tradicional reexibição).


E a reprise do último capítulo acabou migrando para a faixa do "Vale a Pena Ver de Novo", na terça-feira. Essa sim uma situação nunca antes vista. Mas a novela de sucesso não inovou somente no encerramento ---- no caso, uma ousadia da Globo. A produção também ousou na estreia, ao preparar para o telespectador um "capítulo zero", exibido primeiramente na internet. Foram apenas seis minutos de trama, portanto foi apenas um teaser. Porém, a novidade se deu pela exibição das cenas do quarteto protagonista (Jonatas trabalhando nas ruas, Carolina e Arthur jantando juntos e Eliza vislumbrando uma fuga), que justamente antecediam o começo do primeiro capítulo. A novidade funcionou, despertando ainda mais o interesse pela história.

Tanto que o enredo conquistou o público logo no início. Rosane Svartman e Paulo Halm já haviam experimentado o sucesso com duas temporadas bem-sucedidas de "Malhação" ---- a "Intensa", escrita em parceria com Glória Barreto em 2012, e a "Sonhos", exibida entre 2014 e 2015 ---- e conseguiram emplacar o terceiro êxito seguido na carreira. Eles apostaram no clássico e acertaram em cheio.
A novela abusou de todos os clichês possíveis do gênero e contou uma trama clássica envolvendo a transformação de uma típica gata borralheira, recheada de comicidade, romance e adrenalina. Um conjunto que se mostrou irresistível, sendo desenvolvido com extrema competência. Tinha tudo a ver com a faixa das sete.


A saga de Eliza (Marina Ruy Barbosa) prendeu a atenção e não demorou para o telespectador torcer para aquela menina arredia (em virtude dos assédios do padrasto pedófilo) conseguir se tornar a Garota Totalmente Demais para livrar a família da dominação de um monstro. Mas no meio do caminho ela se deparou com os outros três protagonistas da história, despertando o amor de um, o encantamento do segundo e a fúria da terceira. A mocinha conheceu o amor com Jonatas (Felipe Simas) ---- 'empresário das ruas' que ajudou a sua ruivinha a atingir seus objetivos e foi o primeiro homem da sua vida ---- , aprendeu a ser uma mulher elegante com Arthur (Fábio Assunção) e sofreu com as armações de Carolina (Juliana Paes).


Todo esse conjunto bem trabalhado norteou o enredo e o quarteto citado honrou o protagonismo. Marina soube transmitir todos os traumas de sua mocinha com precisão e teve uma química arrebatadora com Felipe Simas, que interpretou um carismático mocinho e fez jus à confiança dos autores que apostaram nele como protagonista, após seu ótimo trabalho como o Cobra em "Malhação Sonhos". Fábio Assunção voltou às novelas em grande estilo, após um longo período em "Tapas & Beijos", e Arthur já entrou para a galeria dos seus grandes personagens. Um dos melhores, aliás. O bon vivant, cujo ego gigantesco e tiradas sarcásticas eram as principais características, foi muito bem defendido pelo ator. E Juliana Paes viveu seu melhor momento na carreira interpretando a complexa Carolina Castilho, a personagem mais rica e dúbia da novela. A atriz, inclusive, teve uma sintonia imediata com Fábio, vista logo no primeiro capítulo.


Mas não foram só esses quatro personagens os grandes acertos do folhetim de sucesso. Tudo deu certo, fazendo da produção um conjunto perfeitamente harmônico. Os autores adotam esquemas de rodízio de núcleos muito inteligentes, o que ajuda a destacar todos os atores da história, valorizando cada subtrama e cada conflito, evitando que alguns perfis fiquem deslocados ou sem função no enredo ---- algo rotineiro em várias novelas. Isso ainda salva a produção de qualquer tipo de desgaste, uma vez que tem sempre algo acontecendo, mesmo quando a trama principal precisa entrar em um estágio de espera. Um bom exemplo foi o concurso da Garota Totalmente Demais, que servia como pano de fundo para boa parte das ações, embora as etapas da competição tenham sido exibidas espaçadamente, contendo um intervalo de aproximadamente duas semanas ou mais, impedindo que tudo ficasse maçante ou repetitivo.


E os demais núcleos se mostraram tão atrativos quanto o principal. A família de Germano (Humberto Martins) e Lili (Vivianne Pasmanter) era a mais rica dramaticamente, exigindo bastante dos atores. O casal nunca conseguiu superar a morte da filha Sofia (Priscila Steinman) e enfrentaram várias dificuldades com o filho Fabinho (Daniel Blanco). Para culminar, Lili ainda tinha que lidar com a galinhagem do marido, que a traiu no passado, tendo uma filha (Eliza) com a babá. Foram muitos percalços e amadurecimentos, incluindo também a volta de Sofia, que havia forjado a própria morte e tentou roubar os pais, além de ter tentado matar a irmã. A sociopata foi uma carta na manga dos autores, o que ajudou a movimentar o roteiro depois do término do concurso promovido pela revista de Carolina. Esse núcleo foi o mais pesado da trama, valorizando todos os intérpretes, principalmente Humberto e Vivianne (finalmente com um papel digno do seu talento, após tantas figurações de luxo nos últimos anos), que repetiram a bem-sucedida parceria, já vista em "Mulheres de Areia" (1993) e "Uga Uga" (2000).


A família composta por Hugo (Orã Figueiredo), Débora (Olívia Torres) e Cassandra (Juliana Paiva) também foi de vital importância para o êxito da novela. Os três atores tiveram uma perfeita sintonia cênica e Juliana deu um show na pele da descompensada menina que sonhava em ser famosa a qualquer custo. Foram inúmeras pérolas da garota que era boba, mas não era burra, e a atriz aproveitou a oportunidade dada pelos escritores, que já haviam lhe presenteado com a Fatinha, em "Malhação Intensa". Ela ainda formou um ótimo casal com Fabinho, tendo química com Daniel Blanco, e convenceu tanto nas cenas cômicas quanto nas dramáticas ---  Cassandra foi até a responsável pelo desmascaramento de Sofia e da sua própria mãe. Olívia Torres também merece menção, pois brilhou com sua doce Débora, formando um lindo par com Charles (Raphael Sander). E esse núcleo sofreu uma genial virada com Hugo finalmente ganhando na loteria, após anos de tentativas. Houve ainda a entrada de Danielle Winits na reta final, vivendo a interesseira Sueli, ex-esposa de Hugo que havia abandonado as filhas.


O núcleo do conquistador Arthur é outro ponto positivo da trama que merece ser elogiado. O lado atrapalhado do personagem era exposto através da relação nada harmoniosa que ele tinha com a filha Jojô (Giovanna Rispoli ótima), uma rebelde marrenta, e os atores protagonizaram ótimas cenas. A empregada Cida (Guida Viana sempre bem) era outra peça vital e praticamente se comportava como a mãe da menina, uma vez que Natasha (Lavínia Vlasak) era muito ausente por conta de seus trabalhos como modelo. E a família ficou ainda melhor com a chegada de Stelinha e Maurice, os pais de Arthur, que eram tão inconsequentes quanto o filho. Foi um prazer ver Glória Menezes de volta às novelas, que naturalmente roubou a cena, e ainda fez uma parceria maravilhosa com o igualmente talentoso Reginaldo Faria na reta final. O casal de interesseiros vivia falido, mas fazia questão de esbanjar luxo com o dinheiro do empresário. Foram muitas cenas impagáveis. Na última semana de novela, inclusive, a família ganhou mais um ótimo integrante: o Meleka (Luca Ribeiro), namoradinho nerd de Jojô ---- poderia até ter entrado antes.


Aliás, assim como ocorreu com Arthur, os núcleos oriundos dos demais protagonistas funcionaram da mesma forma. Carolina expunha seu lado mais humano ao lado da irmã Dorinha, vivida por uma genial Samantha Schumtz. As atrizes realmente pareciam irmãs e protagonizaram cenas engraçadas e tocantes, como todos os momentos em que cantaram juntas. Pena que Hélio de la Peña não convenceu como Zé Pedro, cunhado de Carol, ficando robótico em cena. Já o drama da mãe de Eliza (Gilda - Leona Cavalli) e a perversidade de Dino (Paulo Rocha) serviram para engrandecer os conflitos da mocinha ---- tendo fundamental importância na reta final ----, assim como toda a imensa família de Jonatas tinha o intuito de mostrar o quanto que aquele garoto era querido por todos e representava praticamente um patriarca, pois Florisval (Ailton Graça) sempre foi um irresponsável.


Ainda mencionando o núcleo de Curicica, vale citar o tema apropriado abordado através do grave acidente sofrido por Wesley (Juan Paiva), que ficou paraplégico após ser atropelado. O rapaz virou atleta paraolímpico e a novela explorou uma situação pertinente, principalmente em ano de Olimpíadas. Aliás, Rosane Svartman e Paulo Halm souberam explorar várias temáticas importantes ao longo da história. O assédio sofrido por Eliza evidenciou uma situação sempre atual em torno do abuso sexual e do estupro (vide o caso recente da menina violentada por mais de 30 homens), enquanto a homofobia sofrida por Max (Pablo Sanábio) ---- que foi espancado na rua porque estava com outro homem ---- mostrou a intolerância exatamente como ela é na sociedade, infelizmente. Vale mencionar ainda o preconceito que o rapaz teve que enfrentar dos próprios pais, que serviu também para explorar o racismo, pois a mãe e o pai não gostaram de vê-lo namorando Adele (Jéssica Ellen), a amiga que ele usou para criar um namoro de fachada. A própria Adele serviu para defender boas causas, como a da homossexualidade, pois a personagem era extremamente bem resolvida e terminou feliz ao lado de uma modelo.


Já na reta final, os autores ainda conseguiram explorar o sempre polêmico tema da AIDS através do carismático Gabriel (Icaro Zulu), menino que encantou Carolina e ajudou a realizar o desejo da ex-diretora da revista Totalmente Demais de ser mãe. Como é soropositivo, o garoto nunca era adotado, mas Carol não se abalou e lutou pela guarda de seu filho, protagonizando uma das cenas mais bonitas da história, quando o juiz aceitou o pedido daquela mulher que só queria amar. Apesar do curto tempo, a temática em torno do HIV também foi bem abordada e emocionou, até porque houve a questão do racismo sendo novamente exposta, já que outro fator que 'prejudicava' a adoção do menino era a sua cor. A situação, por sua vez, evidenciou todo o lado humano de Carol, que se redimiu de tudo o que fez.


Além de todos os atores e núcleos citados, é preciso destacar outros intérpretes que também se destacaram. Malu Galli, depois de emocionar com a elegante Irene, em "Sete Vidas", ganhou a popular Rosângela e novamente mostrou do que é capaz. Suas cenas com Felipe Simas, Ailton Graça e Aline Fanju eram ótimas. Aliás, Aline brilhou com a barraqueira Maristela, enquanto Pablo Sanábio roubou a cena com o afetado Max, fazendo uma dupla hilária com Juliane Trevisol, a Lu. Gabriel Reif divertiu com seu atrapalhado Jamaica e Daniel Rocha convenceu na pele do galinha Rafael, esbanjando química na reta final com Carla Salle, outro bom nome que se destacou interpretando a feminista Leila. Giovanna Rispoli ganhou um ótimo papel e aproveitou, fazendo da rebelde Jojô um dos pontos altos do enredo.Valentina Bandeira foi muito bem como a tímida Janaína; Daniel Blanco defendeu com competência seu Fabinho; Felipe Silcler ganhou espaço com o seu Cascudo; Guida Viana fez de sua Cida um grande destaque; Orã Figueiredo transformou o ingênuo Hugo em uma figura querida; Lavínia Vlasak voltou às novelas ótima como Natasha; Sérgio Malheiros se saiu bem na pele do canalha Jacaré; e Marat Descartes (o íntegro Pietro) protagonizou momentos maravilhosos ao lado de Juliana Paes. Carolyna Aguiar (Lurdinha), Pally Siqueira (Bárbara), Lellezinha (Jeniffer), Lana Guelero (Jacira) e os pequenos Kaik Brum (Carlinhos), Icaro Zulu e Isabella Kopel (Dayse) também compuseram o time de talentos.


A novela ainda ficou marcada pela excelentes referências a vários filmes clássicos, assim como poesias famosas de escritores consagrados (sempre ditas por Arthur). "Luzes da Cidade" (1931), "Bonequinha de Luxo" (1961), "My Fair Lady" (1964), "Casa Blanca" (1942), "O Diabo Veste Prada" (2003) e "Cantando na Chuva" (1952) foram alguns dos filmes mencionados na trama, além de vários terem servido de fonte de inspiração para inúmeras situações. A trilha sonora (tanto nacional quanto internacional) é mais um acerto do conjunto, sendo necessário citar "Rise Up" (Andra Day) --- tema de Carolina ---, "Home" (Gabrielle Aplin) ---- tema de Jonatas e Eliza ----, "Fight Song" (Rachel Platen) --- tema de Cassandra e Fabinho ---, "Felicidade" (Seu Jorge), "Pra Tudo Acontecer" (Suricato), "Totalmente Demais" (Anita) --- tema de abertura ---, "Serpente" (Pitty), entre tantas outras músicas bem selecionadas.


E os autores mais uma vez mostraram que são bons em criar casais. Foram muitos pares repletos de química, sintonia e ótima parceria dos atores. Felipe Simas e Marina Ruy Barbosa arrebataram o público com o romance "Joliza"; Fábio Assunção e Juliana Paes protagonizaram ótimas cenas com os debochados Arthur e Carolina; Humberto Martins e Vivianne Pasmanter mostraram que a química vista em "Mulheres de Areia" e "Uga Uga" seguiu firme através de Germano e Lili; Juliana Paiva e Daniel Blanco divertiram com o romance de Cassandra e Fabinho; Olívia Torres e Raphael Sander fizeram cenas delicadas com os tímidos Charles e Débora; Malu Galli e Ailton Graça foram os responsáveis por muitos bons momentos de tapas e beijos; e Leona Cavalli e Orã Figueiredo combinaram juntos quando Gilda e Hugo se aproximaram. Já Glória Menezes e Reginaldo Faria foram impagáveis com o casal Stelinha e Maurice, enquanto Giovanna Rispoli e Luca Ribeiro se destacaram na reta final através do par perfeito: Jojô e Meleka.


Os momentos finais da trama fizeram jus aos muitos bons acontecimentos da novela ao longo de sua trajetória, prendendo o telespectador e apresentando cenas emocionantes, cômicas e tensas. Entre as grandes sequências estão a morte de Sofia e o sequestro de Eliza (organizado por Jacaré), o desmascaramento de Carolina diante de todos (vendo seu plano de dopar Eliza exposto), as trapalhadas de Cassandra para mostrar o lado interesseiro de sua mãe Sueli, a adoção de Gabriel, e, claro, o instante em que Dino invade o quarto de Eliza, tentando violentá-la e depois esfaqueando Jonatas. A cena do transplante de fígado, quando a mocinha doa parte de seu órgão para seu grande amor, também merece uma menção especial. Foram situações dignas de final de novela.


O último capítulo ---- que obteve 37 de média e chegou aos 40 pontos de pico em SP (marcou 43 no RJ) ---- foi todo voltado para o desfecho dos casais, sem correria e finalizando com competência as tramas. A cena em que Arthur abre mão de Eliza e faz Jonatas ir com a Ruivinha dele em seu lugar foi linda, destacando Fábio Assunção, Felipe Simas e Marina Ruy Barbosa. Outro momento tocante foi o desfecho de Max, pois o instante em que ele pede para ficar de mão dadas com o seu novo namorado (interpretado por Creo Kellab) ---- meses depois de ter sido espancando na rua por essa razão ---- foi repleto de delicadeza, destacando Pablo Sanábio. Já todas as situações protagonizadas por Cassandra, como não poderia deixar de ser, foram hilárias. Destaque especial para o momento em que a garota fica só de calcinha e sutiã durante a exposição de Jamaica e acaba adorando a situação. Juliana Paiva mais uma vez brilhou.


E a reaproximação de Carolina e Arthur foi recheada de provocações, fazendo jus ao casal. O bon vivant pousou literalmente quase em cima de sua ex e os dois iniciaram um revival, evidenciando a química entre Fábio Assunção e Juliana Paes. Vale mencionar principalmente a cena em que os dois estavam conversando até serem interrompidos por uma florista, provocando uma imediata volta no tempo. Porém, desta vez não teve aposta alguma e eles finalmente formaram uma família, após tantas mágoas e afastamentos. O mesmo valeu para Germano e Lili, felizes com a chegada de mais um filho. Foram muitas dores e sofrimentos superados para que aquela família pudesse finalmente recomeçar. Humberto Martins, Vivianne Pasmanter, Juliana Paiva, Regina Sampaio e Daniel Blanco ótimos.


Ainda houve um divertido 'crossover' ---- quando um personagem de outra trama entra na história ----através da patricinha Fedora, personagem da Tatá Werneck em "Haja Coração", próxima novela das sete. A menina queria aparecer na capa da Revista Totalmente Demais e procurou Carolina, sem saber que ela não era mais diretora. Vale lembrar que o folhetim já teve outros dois crossovers: o Bino (Stênio Garcia), do seriado "Carga Pesada", deu carona para Eliza na primeira semana de trama e o Lírio Lorenzzo (Paulo Dalagnoli), de "Malhação Sonhos", apareceu duas vezes protagonizando impagáveis situações. Já a última cena foi marcada pela sensibilidade e química entre Felipe Simas e Marina Ruy Barbosa, que protagonizaram lindos momentos de Jonatas e Eliza em Paris ---- em um chroma key que comprometeu a qualidade, expondo o erro da Globo em economizar ao cancelar a viagem na última hora para poupar gastos ----, havendo ainda a participação especial da cantora Gabrielle Aplin, que canta Home, tema do casal.


"Totalmente Demais" ----- que terá ainda um spin-off de 20 minutos semanais somente na internet (chamado "Totalmente Sem Noção Demais", exibindo a rotina da família de Cassandra antes do início da novela) ----- foi um fenômeno merecido. Não por acaso acabou sendo a maior audiência diária da Globo por um bom tempo, principalmente depois que "Velho Chico" estreou, ultrapassando a novela das nove muitas vezes e com uma diferença de até seis pontos, algo nunca visto antes. Rosane Svartman e Paulo Halm (além do diretor Luiz Henrique Rios e da equipe de colaboradores) conseguiram emplacar um grande sucesso que será sempre lembrado como um dos maiores êxitos do horário das sete. A história despretensiosa, repleta de comicidade, romantismo e adrenalina era tudo o que o telespectador da faixa estava querendo. Elogiada por público e crítica, a novela fez jus ao seu título do início ao fim. Valeu a pena acompanhar cada capítulo e mergulhar nesse folhetim tão cativante. Foi mesmo totalmente demais.

50 comentários:

Maíra disse...

Final lindo de uma novela linda. E como sempre a sua resenha final é irretocável e detalhista!

Heitor disse...

Não é puxação de saco, mas ninguém faz textos finais melhores que vc.

Bárbara Nassar disse...

A novela foi MARAVILHOSA, estava gostando, tanto, até triste ter terminado hahaha
Eu estava me perguntando o porque a novela terminou na segunda hahaha

Beijos, http://loveiscolorful.com/

Anônimo disse...

Gostaria de falar outra coisa: a quantidade de atores negros e nenhum fazendo papel de empregado. Muito bom.

Samara disse...

Fará muita falta e eu amei os finais Joliza, Carthur e Gerlili. Sempre estiveram claros como água. Adorei o texto final e a novela foi totalmente demais mesmo!

Kimmy disse...

Estou à horas com isto aberto, pensando no que escrever, li e reli seu texto e concordo com tudo. Mas estou aqui tentando perceber porque uma pessoas se apega tanto a uma novela!!
Não estou conseguindo lidar com o vazio que fica, esta novela só o nome diz tudo, foi muito demais mesmo, o texto dos autores é simplesmente incrível, e estes atores?? o que se pode dizer? Casamento perfeito entre autores/produtores/atores só podia dar nesta maravilha.
Chorei muito, ri mais ainda, tive uma verdadeira montanha russa de emoções! e na hora de shippar?? não tinha como não shippar, desde dos casais principais que amei amar como Joliza, Gerlili, Cartur, até aquele casal que me conquistou de um jeito que nunca tinha vivido antes, Charbora!
Verdade estranho como personagens quase que nem apareciam me seduziram muito, a Debora desde o inicio foi das minhas personagens favoritas aquela nerd linda que sem nenhuma auto-estima vai conquistando tudo e todos!O Rapha e a Olivia tiveram muita química e trabalharam lindamente juntos..
E os temas dessa novela trabalhados com tanta delicadeza, por vezes tentando ensinar e mostrar que este mundo pode ser um pouco melhor sim!
E pronto fica muita coisa sempre por dizer mas a novela ficou marcada em muito corações e por isso nunca será esquecida

Felisberto N. Junior disse...

Olá, Sérgio...estava preparando uma nova postagem, quando comecei a ouvir suspiros , lamúrias e algumas pitadas de telelágrimas , que vinham da sala. Aí soube, minha mulher quem me disse, em plena segunda-feira estava passando o capítulo final de Totalmente Demais . Pronto, tocou o sinal de alerta,precisava acessar a G.Play para me inteirar o mínimo, pois, sabia que vc iria abordar /analisar de forma brilhante, irretocável e sempre De Olho nos Detalhes .Rosane Svartman e Paulo Halm , além de terem apostado no clássico, conseguiram formar um quarteto de protagonistas com muita química, sem perder a harmonia, do todo,com o inteligente rodízio de núcleos.Uma perfeita sintonia entre autores, atores, atrizes, temas, músicas... Eu , particularmente, gostei muito de ver essa inovação, poder ouvir poesias famosas de escritores consagrados em uma teledramaturgia. Só me resta parabenizar pela análise perfeita,COMO SEMPRE!
Belos dias,abraços!

Rafaela Rafaela Mesquita disse...

A novela foi linda do começo ao fim e foi merecedora do enorme sucesso que alcançou. Os atores defenderam com muita competência seus respectivos personagens. Apos totalmente demais,Marina Ruy Barbosa deu um paço a frente em relação às outras atrizes de sua geração ( a atriz já tinha convencido com a Maria Isis, de Império), ela defendeu muito bem a mocinha Eliza, que tinha reais chances de se tornar um perfil chato, não se tornou. Felipe Simas foi uma grata surpresa, o ator esteve em estado de graça e fez do Jonatas o personagem mais cativante da trama. Fabio Assunção fez muito bem em voltar as novelas, o Arthur foi seu melhor momento na carreira, um mulherengo adorável, como diria Carol, e por falar nela, Juliana Paes foi muito feliz com essa personagem tão rica. No começo da novela, parte da crítica disse erroneamente que a atriz não tinha encontrado o tom da personagem, peli contrário Carol era uma personagem dubia (Um perfil parecido com o de Amora,em Sangue Bom). Juliana este ótima. Além do quarteto central, o demais atores estavam ótimos também. Parabéns a todos os envolvidos na trama!
Totalmente Saudade

Anônimo disse...

A novela foi um sucesso, mas eu só gostei dela até um certo ponto, vários rumos ficaram esquisitos. Nada ver Eliza terminar com Jonatas, com o Arthur a relação era mais bonita, pior ainda é ver Jonatas tirar passaporte de um dia pro outro e terminar em Paris, isso não tem nenhuma lógica. Debora e Charles não tiveram historia e o par em nada acrescentou, continuo achando que com Fabinho ficaria muitíssimo melhor. Fabinho e Cassandra eram até bonitinhos, mas com Debora seriam melhor ainda. Florisval e Rosângela juntos? As mulheres adoram mesmo um cafajeste, quem garante que esse cara não vai voltar a trair ela? Gostei de Lili e Germano, mas convenhamos que na vida real dificilmente uma mulher voltaria com uma marido que engravidou a babá, só mesmo a química dos atores pra nos fazer gostar desse casal, às vezes fiquei achando que com Rafael Lili se sentiria mais livre e dona de si, mas optei com Germano mesmo. Rafael e Leila não precisavam ter terminado juntos, ficou parecendo que todo personagem tem que obrigatoriamente terminar com alguém, seria mais lógico eles viajarem e recomeçarem do zero em outro lugar.
A história da Eliza lutando pela independência e sucesso de modelo, pra assim ajudar a família, foi por agua abaixo quando fizeram ela ser filha do Germano, tendo um pai rico obviamente que a vida dela seria mais fácil, depois que o concurso totalmente demais terminou tudo começou a desandar, uma pena.
Espero que da proxima vez, os autores não cometam esses mesmo erros pois a novela podia ser melhor ainda do que foi

Kika disse...

Crítica tão perfeita quanto a novela. O final de Joantas e Eliza e Carolina e Arthur foi maravilhoso e sempre esteve na cara que eles se amavam.Todos os demais personagens também foram maravilhosos e a trama mereceu cada ponto da audiência. Agora ficarei de luto até dezembro.

Anônimo disse...

NOVELA MARAVILHOSA!!!!! NÃO PODIA TER ACABADO!

Anônimo disse...

Alô Rede Globo de Televisão, me indica aí essa agência de Turismo que tira passaporte enquanto você vai para o Aeroporto. um final tão broxante . e vejam Montagens de cena tão tosca alem disso o passaporte do ex-morador de rua, quando foi tirado? Se a viagem ainda fosse pra Argentina com carteira de identidade bastava, vá lá,. É achar que o telespectador é mesmo como dizia o grande Florisval: "Decepcionante!"

Anônimo disse...

essas motivos que me fizeram perceber que é Artur é quem merecia ficar com Eliza: . É muito mais gato O amor por Eliza o fez amadurecer. Sua família é bem mais legal que a do Jonatas Não, Arthur NUNCA amou Carolina Eliza nunca pensou nos sentimentos do Jonatas

Anônimo disse...

Previsível e calmo, mas romântico e fofo, bem como o público estava esperando. a troca foi esperada. Mas e não fosse por Arthur, Eliza embarcaria numa boa para Paris para trilhar a carreira de modelo internacional dela e Jonatas que passasse um ano inteiro na seca e esperando a ruivinha voltar.
Ai, esse amor Joliza é tão lindo... Jonatas, então, simplesmente chama um táxi, diz que está indo para Paris para a mãe e, mesmo depois de ter passado por uma cirurgia complicadíssima no fígado onde ficou entre a vida e a morte, enfrenta um voo de doze horas, porque, afinal de contas, isso aqui é ficção e precisamos voar. E para provar que é ficção mesmo, o carrapato, que nunca tinha viajado na vida, conseguiu um passaporte e um visto para Paris de última hora como num passe de mágica e nem mala levou pra viajar.
Jonatas consegue um contrato importante pra Bastille porque aqui é amor, mas também é trabalho, meu filho. Já Arthur, pra não ficar sozinho no último capítulo, procura Carolina (depois de ter chutado ela até não poder mais), esquece Eliza em menos de dois blocos e forma uma família feliz com a nova vilã humanizada da trama. Toca aí a música pro Arthur, produção: "To fazendo amor com outra pessoa, mas meu coração vai ser pra sempre seu"...

Pâmela disse...

Que texto lindo Sérgio, parabéns!

Poxa como essa novela vai fazer falta. Coração já tá apertado sem Eliza, Jonathans, Arthur, Carolina... vai ser duro se acostumar com a próxima. Esses personagens foram tão reais que a gente se acostumou com eles como se eles realmente tivessem entrando na nossa casa todos os dias. Nem tenho mais o que dizer do elenco ESPETACULAR. Praticamente TODOS os atores brilharam. E de coração, eu espero realmente, que no melhores do Ano do Faustão Totalmente Demais seja lembrada.
Quantos aos atores: Priscila e Marina vão voltar em "Justiça" e Marina tb deve fazer a próxima novela da Glória Perez se juntando com Humberto, Juliana e Daniel Rocha. Vi tb que o Sergio Malheiros tá confirmado na próxima temp de Malhação. Agora é esperar pra ver. E que esses dois geniais autores voltem logo.

Marina Abreu disse...

Ótima resenha!

Faltou só falar das inúmeras referências e homenagens dos autores ao querido e respeitado Zamenza! :)

Anônimo disse...

A MÉDIA GERAL FOI DOIS PONTOS A MAIS QUE BABILÔNIA. QUE HUMILHAÇÃO. HAHAHAHAHAHAH

Giovany Gdss disse...

Novela incrível!! Meus casais favoritos foram Joliza, Charbora e o surpreendente JoleKa. Marina Ruy Barbosa teve na Elisa seu melhor papel, assim como Carolina foi o melhor de Juliana Paes. Juliana Paiva se destacou com a Cassandra, e a química com Daniel Blanco foi intensa.
Texto primoroso, abraços!!

porlapazyporlavida lc disse...

Fica até difícil falar alguma coisa depois de um último capítulo tão recheado de cenas lindas. Jonatas e Eliza em Paris (+aeroporto) se declarando me deixou muito emocionada. Créditos para a participação mais que especial da Gabrielle Aplin cantando o temo do casal. Ê música linda. Realmente a globo não deveria ter cancelado a viagem. Independente disso, a química dos atores era tão grande e o texto tão lindo que nem me importei muito. Outra cena que me deixou com os olhos brilhando foi a família formada por Carol e Arthur, quebrando todos os preconceitos possíveis e imagináveis. Acrescento aqui meu amor pelo Marat Descartes. Ele é muito lindo, mundo. Tão diferente do Fernando de Alto Astral. Acho ele ótimo. Ressalto também a cena de Charbora dançando na boate. Eles formaram um belo par, o que destacou a Olívia e o Raphael. Os dois descobrindo o amor juntos foi de encher os olhos. Combinaram muito. Cassinho foi outra grande surpresa e Cassandra integrou muito bem a família formada por Germano e Lili. Como você sempre disse, o núcleo da Vivianne e do Humberto sempre foi o mais dramático da novela e para compensar toda dor daquela família marcada por perdas e mágoas, nada melhor que trazer a "alegria" para junto, no caso a Cassandra. Juliana Paiva brilhando mais uma vez. Por fim, depois de tudo que passou, depois de ser agredido, não ser aceito pelos pais (inicialmente, claro), Max finalmente encontrou o amor e a cena dele andando de mãos dadas com o namorado foi simples e linda. Ahhh, esqueci de falar deles, Stelinha e Maurrice... Que casal ÉPICO, morri de rir com eles sempre que apareciam. Dois falidos esbanjando luxo sem poder. Amei. Quando Maurice se joga em cima das roupas de Stelinha para ela não arrumar as malas e ir embora com o "shake" foi impagável. Reginaldo Faria estava demais no papel desse pai "desnaturado" hahahaha. Ameiii! Joleka tb (que esqueci e eacabei de lembrar) formaram um casal muito interesssante. Podiam ter juntado eles antes. Melhor frase "eu aceito namorar você. Ai que saco!". Como você diz "significa" kkkkkkkk. Beijos. Vou nem reler que ficou grande de mais.

Andrey Santana disse...

Texto excelente, acho que ele conseguiu resumir muito o que fez a novela ser boa, pois nunca pensei que me apegaria a uma novela, toda novela que eu via era alguns capítulos e depois o final pois nenhuma me chamava atenção, também pelo fato de estudar a noite, mas com totalmente de mais foi diferente, não sei se a trama me chamo atenção pelo fato dos personagens principais (Jonatas e Elisa) terem uma idade próxima a minha mas logo no capitulo zero, lembro como se fosse ontem tinha recém entrado de férias, me apaixonei e a partir dali comecei a me interessar pela novela, com um roteiro previsível que segue um formata antigo mais que foi bem utilizado e modernizado pelos altores me conquistou, como você escreveu no texto cada personagem parece ter sido feito para o ator e a atriz que o interpretou, o final já meio que previa dês de o começo, mas mesmo assim foi incrível. Uma pequeno detalhe que me incomodou foi fim apareceu e do nada corta para os atores falando da novela que iria estrear, isso meio que me, com o perdão da palavra, broxou pois estava esperando o enceramento com a música do casal. No mais foi um novela leve e gostosa de assistir,tratando de assuntos atuais,sérios e com bastante humor, ainda estou meio na fossa por ela ter acabado e não conseguindo tirar Home da cabeça me fazendo lembrar que não teremos mais Totalmente de mais, o spin-off vai suprir esse sentimento um poucos, isso porque os personagens que me fizeram assistir a novela não estarão lá, com certeza daqui a algum tempo assinarei o globo play apenas para rever os capítulos na integra. :)

Bell disse...

Acompanhei pouco, mas achei divertida.

bjokas =)

Ed Taborda Assunção disse...

Totalmente Demais foi uma novela excelente e mereceu ser um fenômeno. O início maravilhoso da trama com os personagens se conhecendo, a evolução da Eliza, o concurso, até a trama nonsense da Sofia me prendeu na frente da Tv. Apesar de não ter mais nada para acontecer na novrla, o último capítulo foi bem agradavel de se assistir. E eu sempre soube que ia dar Joliza, só não esperava o Carthur. Mas ainda bem que todos terminaram juntos.
Abraços

Anônimo disse...

Mas nem que passe 100 anos eu vou aceitar esse final, eu nunca mais vou assistir uma novela desses autores, nunca mesmo, como pode Eliza terminar com o feio do Jonatas, nossa nada ver o Jonatas em Paris, ficou parecendo a betty a feia em paris, Arthur é mais lindo e romântico, era com ele que Eliza devia terminar, estragaram tudo, a gente dá audiência pra essa novela e é assim que esses autores tratam a gente, todo mundo só queria saber do Arthur. Tomara que a próxima novela deles fracasse, eu é que não vou dar audiência sabendo que meu casal não ficará junto.

Sérgio Santos disse...

Mt obrigado, Maíra.

Sérgio Santos disse...

Valeu, Heitor.

Sérgio Santos disse...

Foi maravilhosa, Bárbara!

Sérgio Santos disse...

Boa observação, anonimo.

Sérgio Santos disse...

Eu tb, Samara!

Sérgio Santos disse...

Kimmy, vc pensou pensou e fez um comentário excelente. Eu, aliás, compartilho de absolutamente tudo o que vc postou. Os casais foram ótimos, a história perfeitos e o texto mt bem escrito. Foia uma viagem mt boa e o vazio vai demorar a passar. bjsss

Sérgio Santos disse...

Felis, fico honrado com seu comentário. Mt obrigado. E foi um final lindo. abçs

Sérgio Santos disse...

Rafaela, onde eu assino??????

Sérgio Santos disse...

Pois eu espero, anonimo, que num próximo trabalho os autores consigam ser tão bem sucedidos quanto foram agora. E eu discordo de tudo o que vc falou dos casais. Eu preferia Rosângela com Montanha, mas todo o encaminhamento dela com Florisval oi bem feito. E os demais casais foram irretocáveis e de sucesso. Tudo mt bem construído e finalizado. O objetivo da Eliza não era ganhar o concurso pra ser rica, era pra ter dinheiro pra tirar a família de perto de um pedófilo nojento. Algumas pessoas não observaram isso, acharam que era um mero sonho de uma menina. Era mt mais que isso.

Sérgio Santos disse...

Mt obrigado, Kika.

Sérgio Santos disse...

Fará falta msm, anonimo.

Sérgio Santos disse...

O caso do passaporte foi explicado, anonimo, vc deveria ter prestado mais atenção.

Sérgio Santos disse...

Que belo argumento, anonimo: "O Arthur merecia a Eliza pq era mt mais gato." Não me surpreende que grande parte dessa torcida tenha tido esse pensamento, desculpa a sinceridade, idiota.

Sérgio Santos disse...

Partindo da sua argumentação, anonimo, a Eliza deve tudo ao Arthur, ignorando que o começo foi todo por causa de uma aposta. Ela conseguiu mta coisa por mérito próprio tb e não precisa mais dele pra sua carreira seguir. E, sinm, o final foi mt fofo msm como o público esperava, dando 27 pontos de média e 40 de pico, índices não vistos desde 2012.

Sérgio Santos disse...

Mt obrigado, Pamela. E que os autores voltem logo mesmo pq eles são mt bons. Foi um final impecável, fechando o conjunto em grande estilo. E é verdade, vários atores já foram escalados para outras produções. Saudades já.

Sérgio Santos disse...

Foi um carinho deles mt gostoso, Marina. Fiquei feliz. E obrigado pelo carinho. bjss

Sérgio Santos disse...

É mesmo, anonimo... rs

Sérgio Santos disse...

Mt obrigado, Giovany. E que saudades. abçssss

Sérgio Santos disse...

Como sempre ótimos comentários, porlapazyporlavida lc! Eu concordo com cada palavra e foi uma novela boa demais mesmo, repleta de acertos. Eu endosso tudo o que vc falou. Aliás, foi um ótimo balanço. bjssssss

Sérgio Santos disse...

Andrey, mt bom seu comentário. E é verdade, todos os finais foram previsíveis (por mais que alguns achassem que seria "arliza", rafalili e afins por não terem conseguido interpretar nada do roteiro), mas foi tudo mt bem feito e conduzido. Que falta a novela vai fazer e já está fazendo. Concordo com tudo o que vc falou e, aliás, os spin-offs estão ótimos. Tem valido a pena ver. aabçs

Sérgio Santos disse...

Ok, Bell. bjs

Sérgio Santos disse...

É verdade, Ed. Foi bom demais! Eu tinha certeza que seria Carthur, Joliza e Gerlili. Tava claro desde sempre. abçsss

Sérgio Santos disse...

Então não veja, anonimo. E resta a vc rogar praga pros autores mesmo, mas acho difícil pegar pq eles só escreveram sucessos. E vc não gostou do Jonatas em Paris pq ele é feio e pobre? Bem preconceituosa vc, hein. Muitas arlizas só torceram ela estética mesmo, então não me surpreende. Aceita que dói menos.

Ramon Siqueira disse...

Era Joliza e Carthur mesmo!!!!! Amo muito, ADOREI! E os argumentos desses imbecis são tão infantis que nem vale a pena rebater kkkkk. Abração, Sergio

Sérgio Santos disse...

Tava sumido, Ramon. rsrs Abraços!

clary disse...

Oi, concordo com praticamente tudo, menos com a crítica ao Hélio, acredito que o papel dele foi escrito pra parecer um pouco ''robótico'' mesmo, justamente por ser casado com uma mulher de personalidade forte que sempre roubava a cena... conheço alguns casais que são exatamente assim, o homem parece uma caricatura ou algo assim perto da mulher, que claramente domina a relação em todos os sentidos. Foi um pouco estranho ver Hélio em uma novela, mas ao mesmo tempo gostei de ele ter voltado a atuar na tv.

Quanto ao final, gostei, mas apenas gostei... depois do final impressionantemente lindo da Sonhos, eu esperava algo um pouco maior, um pouco mais emocionante pra última cena pelo menos =/

Sérgio Santos disse...

Sem problemas, Clary. E obrigado pelo seu comentário.