sábado, 20 de dezembro de 2014

"Dupla Identidade" foi uma excelente série de Glória Perez e destacou o talento de Bruno Gagliasso

Foram três meses de muita tensão, cenas fortes, ótimas interpretações e uma história de suspense da melhor qualidade. "Dupla Identidade" presenteou o telespectador com uma trama muito bem escrita por Glória Perez e dirigida brilhantemente por Mauro Mendonça Filho. A série chegou ao fim nesta sexta-feira (19/12), encerrando a sequência de assassinatos cruéis, cometidos pelo temido serial killer que protagonizou a história.


Ao longo dos episódios, o público foi vendo toda a trajetória de Edu (Bruno Gagliasso) e como o frio psicopata seduzia as mulheres para matá-las com requintes de crueldade. Paralelamente a isso, eram exibidas as investigações da polícia ---- encabeçadas por Dias (Marcello Novaes) e Vera (Luana Piovani) ----, a estratégia de um senador canalha (Oto - Aderbal Freire Filho) para se manter no poder e o amor doentio que Ray (Débora Falabella) tinha pelo assassino. Todas as situações estavam diretamente entrelaçadas, fazendo com que todas as peças da série se encaixassem.

Bruno Gagliasso interpretou com maestria o maníaco Eduardo Borges, um homem inteligente, acima de qualquer suspeita, que era formado em direito, estudante de psicologia, braço direito de Oto, e ainda trabalhava como voluntário em um grupo de apoio à vida. Foi, sem dúvida alguma, o seu melhor personagem em toda carreira e a dedicação que ele teve neste trabalho foi perceptível do primeiro ao último episódio da série.
O olhar diabólico, o jeito de andar imitando um felino de olho na presa, a expressão de frieza extrema, enfim, sua atuação foi primorosa e todas as cenas exigiram muito do intérprete. Não é por acaso que o ator considera este o papel da sua vida.

Além dele, é preciso também aplaudir o trabalho de todos os atores do elenco. Débora Falabella interpretou magnificamente uma desequilibrada Ray e a personagem, que sofria de Síndrome de Borderline, proporcionou para a atriz várias cenas pesadas ----- o momento mais forte foi quando a namorada de Edu se feriu com um garfo após mais uma briga com o rapaz. A Nina, de "Avenida Brasil", foi completamente apagada e Débora conseguiu se desvencilhar completamente, dando vida a um perfil bem distinto. Ela ainda teve uma imensa química com o Gagliasso.

Já Luana Piovani começou exagerada demais, mas foi acertando o tom até se encontrar na pele da centrada Vera. Ela, aliás, é a protagonista da cena mais pesada da história, quando Edu sequestra a investigadora e a tortura psicologicamente no eletrizante penúltimo capítulo. Aquela sequência foi aterrorizante e tanto Luana quanto Bruno brilharam. Marcello Novaes também se destacou interpretando o teimoso delegado Dias e foi um prazer ver Aderbal Freire Filho na televisão interpretando tão bem o canalha Oto. Já Marisa Orth viveu sua primeira personagem 'não cômica' e mostrou que é uma atriz completa na pele de Sylvia, a esposa do senador, que se apaixona por Edu. Gláucio Gomes (advogado Assis), Chris Nicolotti, Dedina Bernadelli (esposa do Dias), Mariana Nunes (Dina, amiga da Ray) e Brenda Sabryna (Tati) também merecem elogios, além das ótimas participações, vide Bárbara Paz.

O último episódio foi voltado para o julgamento do serial killer, que conseguiu mais uma vez dar uma aula de manipulação. Edu encarnou novamente o bom moço e não escondeu a satisfação de ver a plateia do tribunal a seu favor. Ele mesmo fez a sua defesa e ainda prejudicou Vera e Dias, ao mesmo tempo que arruinou a carreira do então aliado Oto. A cena mais forte do derradeiro capítulo foi um sonho do protagonista, onde o assassino se imaginou sendo eletrocutado em uma cadeira elétrica. A sequência foi muito bem feita. E a lição do final ficou por conta da precariedade do código penal brasileiro. Como descobriram que Edu na verdade se chamava Brian e havia matado quatro mulheres nos Estados Unidos, Dias armou com um cônsul para extraditarem o psicopata ----- simulando uma fuga do rapaz e uma captura do FBI ---- e assim fazê-lo pagar pelo seus crimes, já que no Brasil isso dificilmente ocorreria.

A sequência final mostrou Ray olhando fixamente para Edu sendo extraditado, enquanto ele retribuía com um sorriso debochado ---- Bruno e Débora mais uma vez ótimos. Grávida do rapaz, ela pode tornar esta informação pública, evitando assim a saída de seu 'grande amor' do país. E sua presença pode atrapalhar o plano de Dias. Ou seja, o desfecho ficou em aberto. Porém, o serial killer será outro na segunda temporada e o autor responsável pela trama também mudará. Portanto, esperava-se mais da última cena. Quem aguardava algo surpreendente ou impactante, se decepcionou. Mas o final não afetou em nada a qualidade da série e a própria autora afirmou que o destino do protagonista será explicado na continuação.

Glória Perez conseguiu criar uma história instigante e que atraiu o público. Os primeiros episódios foram dedicados praticamente aos crimes cometidos pelo serial killer e como o assassino agia para seduzir suas vítimas. Depois, a série passou a focar na investigação da polícia com a inserção de Edu na delegacia, onde a equipe de Dias trabalhava. A partir desta atrativa e inusitada situação, um jogo de gato e rato entre o criminoso e Vera começou a ser o foco da história. Até chegar no ápice da descoberta da identidade do matador de mulheres --- que colocou Vera e a filha do Dias em risco ---, deixando a reta final com ainda mais tensão e terror psicológico.

"Dupla Identidade" foi a melhor série de 2014 e todos os 13 episódios foram repletos de qualidades. A interessante e pesada história de um serial killer, que nunca mais tinha sido abordada no Brasil após o sucesso de "As Noivas de Copacabana" (1992), prendeu a atenção, destacou o talento de Bruno Gagliasso, e os meandros desta trama foram muito bem desenvolvidos por Glória Perez. A autora conseguiu dar a volta por cima após a criticada "Salve Jorge" e a direção de Mauro Mendonça Filho deixou a produção ainda melhor, assim como a trilha sonora com o heavy metal de Andreas Kisser, do Sepultura, que combinou com o clima da obra. Fechou a grade da Globo deste ano em grande estilo.

44 comentários:

Wallace disse...

Adorei a série mas vou fingir que não vi o último episódio e guardarei na memória somente o penúltimo. O fim foi decepcionante e aquele final aberto foi uma frustração só. O final deveria ter sido na verdade o penúltimo capítulo com ele indo preso. Aí sim seria um desfecho bom demais.

Anônimo disse...

Concordo com o texto mas também concordo com o Walace. O final foi um banho de água fria. Seria melhor ter parado no penúltimo episódio, mas foi uma boa série.

Carlos disse...

Eu não sei qual foi o problema do final ter sido aberto se fosse os mesmos atores e autor aí já não seria problema ou o final em si foi ruim? Eu particularmente não gosto de final em aberto eu não gostei disso acho que o capítulo foi só a última cena ficou ruim por isso

Pedro disse...

Ótimo texto. A série foi muito boa e conseguiu prender a gente. Gagliasso foi incrível e Débora mais uma vez deu show. Não acho que a Piovani tenha melhorado, pra mim continuou ruim até o final. E esse final em aberto foi ruim mesmo porque o elenco mudará na segunda temporada, então como saberemos? Mas como vc colocou bem, não afetou a qualidade.

Ana Carolina disse...

A série foi a redenção da Glória após tantas novelas horríveis. O Bruno me impressionou nesse trabalho e a história realmente foi instigante. Não achei o final maravilhoso mas também não achei ruim. Mas o penúltimo episódio foi bem melhor e na minha opinião a cena da cadeira elétrica foi desnecessária. E não achei bem feita, achei bizarra mesmo. Beijos.

Pedro Bertoldi disse...

Olá Sérgio!

Vamos combinar que Bruno Gagliasso tem uma lista enorme de papéis marcantes, Junior de América, Tarso de Caminho das Índias e agora o Edu, e todos com Glória Perez que aliás merece ser aplaudida de pé por seu roteiro incrível. Mostrou que apesar dos tropeços (comuns a qualquer ser humano) ainda é uma das melhores dramaturgas do país e que sabe criar histórias capazes de prender o público. Acho inclusive que o erro em SJ foi fundamental para o sucesso da série. Pois veja bem, em SJ o que Glória tentou fazer foi uma história policial, o que a prejudicou foram as inverossimilhanças e o excesso de personagens sem história. Em DI percebi que a história foi bem real e ainda mostrou que o Brasil não está livre de psicopatas e que podemos fazer séries tão boas quanto às americanas. Quanto ao último episódio, não me decepcionou, apesar da falta de grandes acontecimentos. Achei que serviu para mostrar um problema que Glória conhece bem e infelizmente na própria pele, a ineficiência do judiciário brasileiro. O final em aberto eu achei bacana até pelo fato de que muitas vezes os crimes e terminam assim: ninguém sabe o que acontece!
Abraços

Milene Lima disse...

Eu já proponho a Glória Perez só como autora de séries. Foi a única série que eu vi este ano e foi boa demais. Últimos capítulos sempre são teimosos e querem tirar um pouco o brilho da história. Às vezes um pouco de clichê é bom e ela bem que poderia ter tomado posse de um clichê noveleiro dos bons pra finalizar a série.
De todo modo, não comprometeu a belezura não. Bruno Gagliasso me faz querer assistir tudo em que ele está metido. Menino massa!
Beijo, Sérgio.

Amanda Ventura disse...

Com Dupla Identidade Glória Perez se redimiu pelos erros em Salve Jorge. Mostrou que tem talento de sobra para escrever histórias policiais. Deveria investir mais nesta área daqui pra frente. Por sinal, a trama central de Salve Jorge, o tráfico humano, poderia ter rendido uma ótima série policial, desde que bem conduzida.
Glória Perez tem também o mérito de não contar com colaboradores e ainda assim ter conseguido fechar a série sem deixar pontas soltas.
A autora está de parabéns assim como todo o elenco (Luana Piovani melhorou muito desde o início) e direção. Só poderiam ter melhorado o áudio, na questão do ajuste entre as músicas e efeitos sonoros e os diálogos.
Quanto ao final em aberto, concordo com a opinião do Pedro Bertoldi. Achei válida a sugestão de duas possibilidades, de deixar o destino de Edu em aberto - extraditado e executado na Flórida ou salvo pela revelação de Ray que espera um filho dele. Todos nós torcemos pela primeira possibilidade. Mas a experiência pessoal da autora mostra que nem sempre a justiça é feita e o culpado é punido, ou não é punido com o devido rigor.

MARILENE disse...

Sergio, Bruno Gagliasso estava magnífico. Interpretou com maestria o personagem. Meu destaque, sem dúvida, é para ele. A autora foi muito feliz. Confesso que preferiria houvesse um final, de verdade, pois a continuação, sem o ator, não me inspira. bjs.

Elvira Akchourin do Nascimento disse...

Sérgio, concordo com seu ótimo comentário. Também achei como melhores sequências a tortura de V era pelo Edu e o seu sonho de ser eletrocutado. Eu esperava que Ray acabasse matando o namorado. Bruno Gagliasso, Débora Falabella e Marcello Novaes estiveram ótimos. Excelente texto, com muitas surpresas, e direção competente. Agora, espero ver a continuação, e que a trama e o protagonista sejam tão bons quanto os desta temporada.

Anônimo disse...

A série foi regular. Começou como um plágio descarado do The Fall e depois melhorou, mas terminou com um anticlimax que deixou muita gente decepcionada. No geral, nota 7.

Tainá disse...

Sérgio, a série foi muito boa e o Gagliasso impressionou. Soube que ele ganhou o Melhores do Ano e se ganhou mesmo foi merecido. Mas assim como parte dos colegas, achei o final decepcionante. Esperava bem mais e gostei de vc ter falado disso na crítica final. Mas o saldo geral é bem positivo.

Lulu on the Sky disse...

Essa série foi sensacional.
Big Beijos

Anônimo disse...

Luana Piovani foi bem?
Hora de comentar culinária.

Anônimo disse...

Eu só acompanhei o primeiro episódio. Quando der, irei acompanhar os demais. Sérgio, você falou de As Noivas de Copacabana e eu me lembro que quando li o resumo da história da série, vi que era um pouco parecida com a minissérie de Dias Gomes. Mas o modo como a Glória conduziu a história foi bem diferente.

Gustavo Nogueira disse...

Dupla Identidade foi uma ótima série, um dos melhores produtos da Glória Perez após tantas novelas fracas.Bruno Gagliaso foi de longe a melhor atuação da série, seguido de Débora Falabella, Marisa Orth, Aderbal Freire Filho, Marcelo Novaes e Gláucio Gomes.Concordo que os demais atores também estiveram muito bem.Luana Piovani começou péssima, mas melhorou e terminou bem.Eu também não vi nenhuma utilidade naquela cena do Edu na cadeira elétrica, pra mim foi bizarrice pura.Achei o final fraco e concordo que caiu como um banho de água fria, mas ao menos serviu como uma crítica a nossa justiça brasileira.

Andressa Mattos M. disse...

Sérgio, perdi alguns episódios, mas vi alguns, incluindo o penúltimo, que foi muito bom, e o último, que já não achei grande coisa. No geral foi uma série boa e mereceu os elogios, inclusive os seus. O Bruno merece prêmio pela sua atuação e a Débora também, mas os demais, sinceramente, não achei nada de excepcional. Beijo.

Thallys Bruno Almeida disse...

Adorei a série. Porém, assim como Pedro, gostei do final em aberto, nem sempre dá pra ter certezas cravadas. E, sinceramente, não dava pra esperar que ele fosse punido. Houve quem reclamasse que "menosprezou a justiça brasileira", mas se fosse o contrário iriam reclamar que "não reflete a realidade do nosso judiciário". Oras...

Essa foi a redenção de Glória Perez após aquela coisa tosca do Salve Jorge e arrisco ser sua melhor produção desde O Clone.

Esse trabalho eleva o Bruno Gagliasso pra um outro patamar. O crescimento que ele apresentou nessa série é algo fantástico. Débora, Marcelo, Aderbal, Dedina, Glaucio, Mariana, Brenda, todos fantásticos. E ainda bem que a Luana melhorou o tom a tempo.

Como provavelmente Glória deve fazer novela nos próximos anos, já sugiro que ela leve o Mauro Mendonça Filho junto. A parceria dos dois fez muito bem.

BIA disse...

Eu não assisti mas parece que foi muito bom mesmo! Pela sua descrição me lembrou série de Americano! Tenha um Feliz Natal Sérgio! :)

Bjs

Kauê disse...

Dupla Identidade foi uma série mt boa. Glória Perez acertou em cheio e a parceria com Mauro Mendonça Filho e René Sampaio rendeu uma série cheia de qualidades e que prendeu o público.

Eu particularmente gostei do último episódio com o final em aberto, embora o penúltimo tenha sido o mais instigante, mas ainda que fosse clichê e fugisse da nossa realidade eu preferia que a Ray matasse o Edu já que a próxima temporada não será com os mesmos atores.

Bruno Gagliasso me surpreendeu com esse personagem, a entrega do ator era perceptível e ele conseguiu se destacar merecidamente. Débora Falabella já é ótima, mas nessa série nos mostrou mais uma vez que dá conta do recado. Ao contrário de muitos eu gostei muito da Luana Piovani desde o início e ela foi se aperfeiçoando ao longo da trama, era exatamente o que a personagem pedia... O restante do elenco tbm merece destaque como Marisa Orth, Marcelo Novaes e Aderbal Freire Filho.

Ponto positivo para Glória Perez que parecia inspirada e nos apresentou um produto de qualidade e Bruno Gagliasso com sua marcante atuação!

Sérgio Santos disse...

Wallace, mta gente se decepcionou com o final mesmo. Mas a série foi mt boa.

Sérgio Santos disse...

Entendo, anônimo.

Sérgio Santos disse...

Carlos, se os atores continuassem na segunda temporada teria sido um final ótimo. Mas como não continuam, achei que deixou a desejar.

Sérgio Santos disse...

Pedro, achei a Luana péssima no início, mas foi melhorando. Bruno e Debora foram incríveis mesmo e a série foi mt boa.

Sérgio Santos disse...

Entendi, Ana. Eu achei a cena da cadeira elétrica ótima e mt bem feita, mas reconheço que não teve utilidade mesmo. Achei que o final deixou a desejar, mas no geral foi excelente. Foi a redenção msm.

Sérgio Santos disse...

Pedro, concordo que esses papéis foram marcantes, mas nem se comparam ao Edu. E sinceramente não acho Glória uma das melhores dramaturgas do país, mas respeito sua opinião. E a série foi mt boa mesmo, mas achei que terminar em aberto prejudicou o final. abçs

Sérgio Santos disse...

Milene, que bom que vc viu! Tb achei ótima. Tb acho que Glória é mt melhor em séries. E apesar do final não ter sido mt bom, não prejudicou msm o conjunto da obra. O Bruno deu show. bjão.

Sérgio Santos disse...

Concordo, Amanda. Todos estão de parabéns e a autora deveria investir nisso mesmo. Vc fez uma boa colocação. Se ela fizesse uma série exclusivamente sobre tráfico humano com certeza ficaria ótima, ou ao menos seria menos pior do que foi na novela. Não gostei do final em aberto não por isso da não punição, até pq ele escapar no Brasil seria plausível demais. Porém, como usaram da licença poética pra puni-lo nos EUA, achei desnecessário deixar sem um desfecho já que não terá continuação. bjão.

Sérgio Santos disse...

O Bruno esteve magnífico mesmo, Marilene. Acho que uma segunda temporada com uma mulher serial killer seria interessante. Bjssss

Sérgio Santos disse...

Mt obrigado, Elvira. Tb esperava que Ray matasse o Edu ou algo tão marcante quanto. E essas duas cenas foram mt boas. Tb torço pra segunda temporada ser tão boa qt essa.

Sérgio Santos disse...

Respeito sua opinião, anônimo.

Sérgio Santos disse...

Ele ganhou sim, Tainá, e foi merecido mesmo. Não podia ser pra outro ator, tinha que ser dele. Pois é, o final não foi lá essas coisas, mas a produção foi boa demais.

Sérgio Santos disse...

Verdade, Lulu.

Sérgio Santos disse...

Foi diferente sim, anônimo. Depois tente ver todos os episódios.

Sérgio Santos disse...

É verdade, Gustavo. Após tantas novelas fracas, a Glória escreveu uma série ótima. Eu gostei da cena da cadeira elétrica, mas entendo quem não gostou. E o final deu uma decepcionada, mas no geral foi uma excelente trama. abçsss

Sérgio Santos disse...

Ah sim, Gustavo, Bruno deu show, assim como os atores que vc mencionou. E Luana evoluiu bastante.

Sérgio Santos disse...

Entendo, Andressa. O penúltimo foi o melhor episódio e o mais tenso. O último foi meio que um anti-climax, mas a série foi ótima. E respeito vc não ter achado nada de incrível. bj

Sérgio Santos disse...

Mas o Edu foi punido, Thallys. Só não dá pra saber se a Ray deixou ele aqui ou não. E fizeram mt bem em mostrar como a justiça brasileira é ridícula. Só não gostei do desfecho em si pq não continua na temporada do ano que vem. Se continuasse, seria um final ótimo. E foi uma ótima série com uma ótima parceria da autora com o diretor.

Sérgio Santos disse...

Bia, Feliz Natal. bjssss

Sérgio Santos disse...

Foi mt boa, Kauê. E eu tb preferia que a Ray tivesse matado o Edu. E nem acho que seria clichê. Mas o saldo geral é mt positivo e foi uma série excelente. Bom o seu comentário. abçs

Uma Interessante Vida disse...

Mais um grande papel de Bruno... merece ser aplaudido de pé. bjs

Sérgio Santos disse...

Sem dúvida, Barbie. bjs

Anônimo disse...

Eu até gostei da última cena, mas seria mais interessante se Ray e Edu continuassem, pq até agora estou sentindo a angústia e aflição da Ray entrando na realidade. Faltou uma explosão da Ray, matando ou não o Edu. Eles mereciam um embate.

Sérgio Santos disse...

Anônimo, se os personagens continuassem, a última cena teria sido ótima. Mas, apesar do show dos atores, não foi justamente por isso. Pq não terá continuação. Faltou msm um embate.