quarta-feira, 5 de novembro de 2014

"O Clone": o maior êxito de Glória Perez

Entre 1 de outubro de 2001 e 14 de junho de 2002, a Globo exibiu "O Clone", um de seus maiores sucessos, que ainda conseguiu emplacar em vários países, consolidando seu êxito. A novela de Glória Perez foi seu melhor trabalho da carreira e a autora foi muito feliz na construção desta história tão rica e repleta de personagens atraentes. A produção foi reprisada no "Vale a Pena Ver de Novo" entre 10 de janeiro e 9 de setembro de 2011, repetindo a boa aceitação que teve na época.


Protagonizada por Giovanna Antonelli e Murilo Benício, o folhetim estreou pouco depois do atentado às Torres Gêmeas, tragédia que abalou os Estados Unidos e chocou o mundo. Houve até um certo desconforto inicial, uma vez que parte da trama era ambientada em Marrocos, na cidade de Fez, onde viviam vários muçulmanos. Mas a polêmica não durou muito tempo e os costumes daquele povo caíram no gosto popular, comprovando que o núcleo foi um dos muitos acertos da produção.

A novela abordou vários temas polêmicos e soube explorá-los com competência. Dividida em duas fase, a história começa em 1983, apresentando a vida de Leônidas (Reginaldo Faria), rico empresário, pai de gêmeos idênticos (Lucas e Diogo, vividos por Murilo), que não tem muito tempo para os filhos.
Jade (Vivida por Giovanna) é uma muçulmana que vive no Rio de Janeiro, mas acaba voltando para Fez, após a morte de sua mãe (Walderez de Barros). Os filhos de Leônidas acabam indo passar férias em Marrocos com o padrinho de Diogo (o geneticista Albieri - Juca de Oliveira) e a partir de então o destino de Jade e Lucas se cruza.

O romance do casal protagonista, impedido pelos rígidos costumes da família da mocinha, arrebatou o telespectador e a química do par era evidente. Já o acidente de helicóptero que mata Diogo resulta na trama envolvendo a clonagem humana, uma vez que Albieri guarda as células de Lucas, depois que o rapaz vai em seu laboratório extrair uma pinta. Tudo para 'reviver' Diogo. A situação rendeu ótimos desdobramentos e ainda fez Murilo Benício se destacar, pois o ator acabou interpretando três personagens distintos, mas iguais: os gêmeos e o clone.

A segunda fase é iniciada em 2001, prosseguindo com todos os dramas apresentados na primeira e ainda acrescentando novos núcleos que deixaram a novela ainda mais interessante. O mais dramático foi, sem dúvida, o protagonizado por Débora Falabella, que impressionou com sua atuação na pele da rebelde Mel, uma viciada em drogas, filha de Lucas com Maysa (Daniela Escobar). As cenas mais fortes da novela foram vividas por ela.

Já a parte cômica da história ficou por conta de duas personagens, cujos bordões ainda são lembrados pelo telespectador: Dona Jura (ótima Solange Couto) e Odete (maravilhosa Mara Manzan). Jura tinha um bar e vendia pastéis que faziam um baita sucesso. O bordão "Né brinquedo, não!" virou febre, assim como o "Cada mergulho é um flash!", proferido por Odete, personagem hilária interpretada pela saudosa Mara Manzan, que amava frequentar o Piscinão de Ramos e incentivava sua filha Karla (Juliana Paes) a dar o golpe da barriga.

O núcleo de Marrocos também obteve êxito e as danças dos personagens faziam sucesso, assim como as expressões ditas por eles, como o inesquecível "Ishalá", falado constantemente por Khadija (Carla Dias). A solteirona Nazira (Eliane Giardini) também foi outro destaque desta trama, assim como Zoraide (Jandira Martini), cúmplice e confidente de Jade. E impossível não lembrar do rabugento Tio Abdul (saudoso Sebastião Vasconellos), defensor da moral e dos bons costumes, que vivia mandando as pecadoras "Arder no mármore do inferno!".

Outro acerto da novela foi a questão do alcoolismo, abordada com competência através de Lobato, vivido magistralmente por Osmar Prado. Neste mesmo núcleo havia uma vilã que não media esforços para atingir seus objetivos, a Alicinha, muito bem interpretada por Cristiana Oliveira. Vale destacar também as brilhantes atuações de Cissa Guimarães (Clarisse) e Thiago Fragoso (Nando), que emocionaram várias vezes nas cenas onde a mãe se desesperava com o vício de drogas do filho, que era amigo das também viciadas Mel e Regininha (Viviane Victorette).

Além dos ótimos profissionais já citados, a novela também contou com outros excelentes atores, como Nivea Maria, Adriana Lessa, Ruth de Souza, Elizângela, Beth Goulart, Antônio Calloni, Letícia Sabatella, Françoise Fourton, Perry Salles, Totia Meirelles, Guilherme Karan, Léa Garcia, Stênio Garcia e Marcello Novaes. A trama ainda foi a última da carreira do mestre Mário Lago, que veio a falecer meses depois.

"O Clone" foi um marcante folhetim e Glória Perez estava muito inspirada quando escreveu esta atrativa e ousada história, que conseguiu prender a atenção do público do início ao fim. Com 221 capítulos, a produção está na lista dos mais elogiadas e lembradas novelas da Globo.

52 comentários:

✿ chica disse...

Foi muito legal O CLONE! Gostei muito! Cenas impactantes, lembro! abraços, tudo de bom,chica

Clara Sol disse...

Olá SÉRGIO.
Eu nunca fui noveleira, mas via pessoa elogiarem muito esta novela. Foi um dos grandes sucessos de Glória Perez.
Agradecendo por partilhar e sempre que postar temas tipo estes, me indique, pois adoro prestigiar os.
amigos. Abraços sempre.
ClaraSol

Clau disse...

Oi Sérgio :)
Gosto muito quando você escreve sobre as tramas mais antigas,
que fizeram sucesso, como é o caso de 'O Clone'.
Parece que as novelas de 'antigamente' (bom, já se passaram quase 14 anos, desde a estréia!), eram melhores.
Essa novela, tem personagens inesquecíveis...
Foi bom recordá-la.
Bjs!

Letícia disse...

Boa noite meu caríssimo Sérgio, tudo bem?

Eu adorava assistir "O Clone", foi uma novela que eu gostei muito e que me chamou atenção por causa da temática que naquele momento estava, o mundo islâmico, que estava em evidência por causa dos atentados. E todo aquele visual era muito exótico. Senão me engano, houve até um comentário que a novela nem fosse estrear, não sei se procede ou não. Mas foi uma novela que gostei muito, não perdia nenhum capítulo, tentava não perder.
Senão me engano, também, Benício e a Antonelli não eram as primeiras escolhas para viver Lucas e Jade, se não me engano foi oferecidos para Eduardo Moscovi e Letícia Spiller, mas não aceitaram, se eu estive errada peço mil desculpas.
Adorava o triângulo Lucas, Jade e Said. O Lucas nunca conseguindo se livrar das amarras que o separavam da Jade cada vez mais atolado nelas, o Said aguentando todas as armações da esposa para que ele se separasse dela. Confesso que torcia mais pelo Said, neste aspecto ele era mais determinado. Há uma cena que eu gostei muito, já na segunda fase da novela. Lembro-me que eles conversam em um apartamento, e apenas conversam sobre os caminhos que a vida os levou, um pouco incomodados por estarem ali, mas conversando, e eles se emocionavam. Tempos depois, em uma entrevista o Benício citou esta mesma cena que ele gostava muito de ter feito.
De fato foi a melhor novela da Glória Perez, e ela consegue a proeza de escrever sozinha não há colaboradores, se por um lado é interessante, por outro é um risco. Mas no caso de "O Clone" deu certo.
A autoras sobre mesclar todos os temas que colocou ali, falar de alcoolismo, drogas, misturar a cultura brasileira com a religião islâmica. Uma coisa que sempre acontece nas novelas da Glória é a facilidade que os personagens viajavam, como se fosse na esquina, no caso Rio/Fez, parecia um ser do lado do outro, toda a novela da Glória tem disso.
Foi uma novela que deixou saudades, gostei muito e legal você ter lembrado dela.

Um abraço meu caríssimo Sérgio... e até a próxima.

Anônimo disse...

Essa foi a única novela da Glória que prestou. E ela ficou tão entusiasmada com o sucesso que tentou se copiar o tempo todo depois.

Tainá disse...

Sérgio, gostei de relembrar dessa novela e nem lembrava que tinha tido polêmica por causa do atentado às Torres Gêmeas. E realmente deu tudo certo nessa novela. o casal de mocinhos, a abordagem do alcoolismo, do uso das drogas, o núcleo cômico... Saudade da Dona Jura e do cada mergulho é um flash.

paulo disse...

A Gloria Perez e suas novelas com tradições, já teve ciganos, muçulmanos, indianos... mas todos os autores se repetem, menos o walcyr que copia dos outros(kk). O Clone foi muito boa na primeira fase depois virou aquela lambança e avacalhação, sem contar o esticamento da novela que prejudicou mais ainda. Quantos vezes a D.Jura repetiu "né brinquedo não"? Ou aquela menina com o insuportável "ouro, muito ouro", e a outra do "cada mergulho é um flash"? Mais uma novela superestimada da historia. Boa mesmo da Gloria foi De Corpo e Alma, ou menos pior dela. Pena que devido a tragédia nunca sera reprisada.

Felisberto Junior disse...

Olá, Bom dia, Sérgio
sim, também gosto quando vc nos faz relembrar de tramas antigas e que fizeram enorme sucesso. E sem nenhuma dúvida ,O Clone foi um dos grandes sucessos de Glória Perez, e da teledramaturgia nacional... bem lembrado, o impacto inicial,porque foi pouco depois do atentado às Torres Gêmeas, mas foi interessante conhecermos um pouco da cultura marroquina...e não tem como esquecer de Dona Jura (Solange Couto) e o bordão "Né brinquedo, não!" ...
Obrigado pelo carinho,belos dias,abraços!

Bell disse...

Essa novela me deixou piradinha, mas é muito boa.

bjokas =)

Luma Rosa disse...

Oi, Sérgio!
Quantos anos se passaram e o tema dessa novela ainda é bastante atual. O Brasil ainda não se posicionou sobre a clonagem genética para a fabricação células e órgãos através da clonagem de embriões. O que poderia ser simples, se as pessoas não misturassem ciencia com religião, moral, psicologia e pensamentos filosóficos, que não mudarão a vida de quem padece de doenças facilmente curadas por um implante de células.
O que mais gostei dessa novela? Jade! Que linda estava a Giovanna!
Beijus,

Lulu on the Sky disse...

Olá, Sérgio!
Como não amar O Clone? Essa novela foi um marco na história da teledramaturgia. Merecia o Emmy

Big beijos

Lulu on the Sky

Lucas disse...

Olá Sérgio

Concordo plenamente com você. O Clone foi a melhor novela da Glória. É impressionante que depois dessa novela, ela não acertou em nenhuma outra (vide América, Caminho das Índias e Salve Jorge). Mas estou gostando muito da série dela Dupla Identidade. Acho que ela deveria continuar nas séries rsrsrs.

Anônimo disse...

O Clone marcou a minha e a infância de muita gente. Lembro tb que o anel com pulseira da Jade e os véus viraram febre, os camelôs faturaram rs Pena que Caminho das Indias (outra boa novela, apesar dos erros) não fez o mesmo sucesso.

Anônimo disse...

é verdade que o Said seria interpretado pelo Eduardo Moscovis? bom... foi o melhor papel (na tv pelo menos) do Dalton Vigh até agora e Murilo Benício tb ganhou o papel da sua vida!!!

Raquel Mazon disse...

Tb gostei mt dessa novela e adorei recordar. A Debora Falabella impressionou com sua atuação como a drogada Mel. Estava num estado deplorável de tão realista. Osmar Prado tb emocionou com seu alcoólatra e a Cissa Guimarães e o Thiago Fragoso tiveram uma boa parceria. Dona Jura foi hilária e fez um baita sucesso. Deu tudo certo nessa novela.

Maxxi disse...

Oi Sérgio...

Amei a postagem... O Clone realmente foi o maior sucesso da Glória, sobretudo em repercussão. Uma trama interessante, inteligente, com temas polêmicos e novíssimos, bons atores e a novidade de um núcleo desenvolvido interinamente no interior marcaram a excelente trama da Glorinha.

E fiquei muito contente por você ter lembrado a atuação da Cissa e do Thiago Fragoso, como mãe e filho, de longe o melhores atores da novela. A cena em que Clarisse retira o Nando da "boca de fumo" e chora ao lado da mãe da Mel (você lembra?!) foi uma das mais emocionantes da teledramaturgia. Lembro que na época, eu com 11 anos chorei e foi a primeira cena que chorei das novelas.

Discordo da boa atuação do Murilo. Ele é hoje um magnifíco ator de novelas e teatro, porém naquela época ele estava imaturo e perdido na pele de três personagens. Equivocou-se muito, numa atuação fraca, cara de paisagem inclusive inferior a do Dalton Vigh que considero um dos piores autores da dramaturgia hoje. Mas o destaque foi o tratamento dado às drogas. Pena que nenhuma outra novela tenha tido ousadia suficiente para tratar esse assunto com responsabilidade. Até hoje nunca provei drogas por conta das lembranças que tenho das consequências dessas substâncias na Mel e na ótima Viviane Victored (por sinal, ela fez Mandacaru, é verdade?) na pele da Regininha. Um marco!

juliana s disse...

Sérgio, com certeza essa foi a melhor novela da Glória Perez, adorei do começo ao fim. Todos os núcleos eram ótimos, tinha muita coisa forte e emocionante, mas também tinha a parte engraçada que dava uma aliviada.
Depois de O clone ela não fez mais nenhuma novela impressionante.
Mas eu estou adorando Dupla Identidade, cada dia fica melhor, e o Bruno Gagliasso está dando um Show. bjsss

Sissym Mascarenhas disse...



Sergio,

Assisti na época e curti muito, era realmente uma novela que prendia a atenção.

Bjs

Elvira Akchourin do Nascimento disse...

Adorei esta novela, talvez a melhor da Gloria Perez.

MARILENE disse...

Uma novela inesquecível. Gostava das músicas, do figurino, de tudo. Você fez uma abordagem excelente e me trouxe lembranças de uma novela que acompanhei com prazer. Bjs.

Amanda Ventura disse...

Amei esta novela, de longe a melhor de Gloria Perez. Como não de emocionar com o amor de Jade e Lucas? O casal está na lista de pares românticos inesquecíveis. Talvez por Murilo e Giovanna terem se apaixonado de fato nesta época, o casal passou muita veracidade.

Os outros temas não deixaram nada a desejar, todos muito bem abordados e interpretados.

Ao estrear logo após o 11 de Setembro - uma época em que os muçulmanos em geral foram alvo de preconceitos por conta dos atos terroristas de alguns - a novela serviu também para mostrar a religião islâmica e a cultura árabe de forma positiva e pacífica

Anônimo disse...

Acho hilário ler os comentários de pessoas que acham que tudo que viram nas novelas "recentes" foi inovador. O tema das drogas já foi abordado por inúmeras novelas antes de O Clone. Pesquisem antes de sair fazendo comentários infundados.

BIA disse...

Oi Sérgio!

Lendo sua retrospectiva, dá uma saudade desta novela! Gosto muito da Glória Perez! Concordo com a Clau parece que as novelas de antigamente eram melhores. Acho que os enredos abordavam mais assuntos interessantes e não tanta maldade e violência como enfatizam agora seja nas novelas ou na mídia em geral! Existe tanta coisa maravilhosa na vida para inspirarem novelas... eles deviam mudar o foco... mostrarem mais as coisa boas e positivas assim como as que você destaca aqui no seu blog!

Bom fim de semana! :)

Bjs

Gustavo Nogueira disse...

Adorei essa novela, Sérgio.Considero O Clone a melhor obra de Glória Perez.Lucas e Jade formaram um ótimo casal na minha opinião.Mas O Lucas era muito cansativo e chato.E concordo com o Maxxi, apesar de atualmente gostar muito do Murilio Benicio como ator, em O Clone não achei ele tão bem vivendo os três personagens.Ele teve um desempenho regular na minha opinião, ainda mostrava muita inexperiência.Giovanna Antonelli esteve ótima e Jade foi uma das melhores personagens de sua grande carreira.Também gostava das tramas paralelas, Débora Falabella deu um show de interpretação como a drogada Mel, Thiago Fragoso idem.Também gostava do núcleo da vilã Alicinha.Todas as vilãs da Glória Perez são fracas(vide a May de América, Ivone de Caminho das Indias e principalmente a robótica Lívia de Salve Jorge, a única exceção foi a Wanda), mas a vilã Alicinha cumpriu muito bem o seu papel e a Cristiana Oliveira esteve muito bem e enganou muito o Escobar rs.Também gostava da Dona Jura e da Odete, os bordões delas eram ótimos.Foi muito bom relembrar a essa ótima novela, Sérgio e que na próxima quarta venha outra ótima novela para relembrarmos.

Vera Lúcia disse...


Olá Sérgio,

Bom recordar essa bela trama. Gostei demais e adorava ver a Jade dançar. Perfeita a química entre Giovanna Antonelli e Murilo Benício.
Sem dúvida, um grande sucesso de Glória Perez.

Abraço.

Sérgio Santos disse...

Foi legal msm, Chica. bjs

Sérgio Santos disse...

Eu que agradeço a presença de vcs aqui, Clara.bjssss

Sérgio Santos disse...

Que bom que gosta, Clau. Me pediam tanto pra escrever sobre tramas mais antigas que acabei topando. bjssss

Sérgio Santos disse...

Olá minha cara Letícia, desculpe a demora em te responder. Procede sim, a novela corria o risco de ser cancelada por causa dos atentados. Mas que bom que não foi.

Tb considero essa a melhor novela da Glória de longe, onde tudo funcionou muito bem. Foi, inclusive, a única novela dela onde o casal protagonista deu certo. Todas as outras os pares naufragaram.

Os temas sociais foram mt bem mesclados com a trama fictícia e a história prendia mesmo. Beijão!

Sérgio Santos disse...

Pois é, anônimo, tb achei a melhor.

Sérgio Santos disse...

Dona Jura foi um clássico, Tainá! bj

Sérgio Santos disse...

Paulo, a novela fez um sucesso mundial, não sei como pode ser sido superestimada. E todos os autores se repetem mesmo e tb copiam uns aos outros, mas assim como vc tem gente que pega o Walcyr pra cristo. Foi a única novela da Glória que eu gostei e realmente essa que vc citou nunca será reprisada, ainda bem pq ninguém merece olhar pra cara daquele assassino imundo.

Sérgio Santos disse...

Felis, que bom que gostou. Foi um novelão mesmo.

Sérgio Santos disse...

Letícia, me esqueci, olha não lembro sobre isso do Du Moscovis e da Spiller, mas pode ser. bjs

Sérgio Santos disse...

Piradinha, Bell? bjs

Sérgio Santos disse...

Giovanna estava linda mesmo, Luma. Jade era uma ótima personagem. E os temas da clonagem continuam sem muita evolução, né. bjssss

Sérgio Santos disse...

Foi mt boa mesmo, Lulu, bjs.

Sérgio Santos disse...

Pois é, Lucas, depois dessa ela errou em tudo. Mas em Dupla Identidade acertou. Concordo com vc. rs abçs

Sérgio Santos disse...

Anônimo, os objetos fizeram mt sucesso mesmo, assim como as expressões usadas e as danças. Caminho das Indias eu achei mt ruim. abçs

Sérgio Santos disse...

Anônimo, discordo. Achei o Ferraço de Duas Caras o melhor papel do Dalton Vigh. abçs

Sérgio Santos disse...

Concordo plenamente, Raquel!

Sérgio Santos disse...

Oi Maxxi. Foi um novelão mesmo. Fiz questão de falar da Cissa e do Thiago pq eles foram incríveis e lembro dessa cena sim.

A abordagem das drogas em cima da Mel e dos seus amigos foi excelente. De impressionar mesmo. Acho que a Viviane fez sim. Abraços.

Sérgio Santos disse...

Juliana, depois de O Clone, a Glória se equivocou em todas as novelas, mas voltou a acertar em Dupla Identidade. bjssss

Sérgio Santos disse...

Ah, Maxxi, eu gostei do Murilo na novela. Mas entendo vc.

Sérgio Santos disse...

Era mt boa, Sissym. Bjsss

Sérgio Santos disse...

Foi a melhor mesmo, Elvira. Eu acho.

Sérgio Santos disse...

Mt obrigado, Marilene! bjssssssss

Sérgio Santos disse...

De pleno acordo, Amanda. Foi a melhor mesmo e o casal protagonista foi um acerto. Até a música-tema foi inesquecível. Enfim, os núcleos, o elenco, as abordagens sobre temas fortes, a cultura, tudo foi mt bem colocado. bjs

Sérgio Santos disse...

Bia, obrigado pelo carinho. Eu respeito mt a Glória e a admiro, mas como autora nunca fui mt fã. Mas de O Clone eu gostei e muito. bjsss

Sérgio Santos disse...

Gustavo, tb considero a melhor. E o Murilo ainda estava inseguro msm mas achei que ele segurou bem os 3 perfis. A Glória nunca foi boa nem em vilã e nem em casal protagonista, vide todos esses exemplos citados por vc, faltando acrescentar os mocinhos. Mas em O Clone tudo deu certo. abçs

Sérgio Santos disse...

Foi mt boa, né Vera? Bjão!

Sérgio Santos disse...

Claro que o tema das drogas já tinha sido abordado antes, anônimo, inclusive em Torre de Babel.