quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

"O Rei do Gado": um dos maiores sucessos de Benedito Ruy Barbosa

Um dos maiores sucessos de Benedito Ruy Barbosa começou a ser reexibido no "Vale a Pena Ver de Novo" no dia 12 de janeiro. A Globo decidiu reprisar "O Rei do Gado" para comemorar os seus 50 anos e, embora tenha uma vasta lista de marcantes produções que merecem ser vistas novamente, acertou na escolha deste clássico da teledramaturgia. A trama já havia sido reprisada pela emissora em 1999 e a novela foi transmitida pelo Canal Viva em 2011.


A tradicional história do ódio entre duas famílias, cujo conflito é aumentado com o amor nascido entre seus herdeiros, foi abordada pelo autor e conquistou o público. A rivalidade entre os Mezenga e os Berdinazi era o eixo central da primeira fase da trama (passada em 1943), que durou sete capítulos e foi impecável. Antônio Fagundes e Tarcísio Meira protagonizaram ótimos embates e os fazendeiros que se odiavam foram brilhantemente interpretados por eles.

Antônio Mezenga e Giuseppe Berdinazi eram homens poderosos, determinados e extremamente passionais. Defendiam seus interesses com unhas e dentes e a principal razão da grande rivalidade entre eles era a faixa de terra que ficava na divisa das duas fazendas ----- cada um era dono de um cafezal. Mas os eternos rivais não contavam que seus filhos se apaixonassem.
Giovanna (Letícia Spiller), filha de Berdinazi com Marieta (grande Eva Wilma), e Henrico (Leonardo Brício), filho de Mezenga com Nena (Vera Fisher), viveram uma linda história de amor e enfrentaram os pais.

A segunda fase começa em 1996 e Fagundes passa a interpretar o filho de Giovana e Henrico, um milionário, dono de várias terras e milhares de cabeças de gado, que sabe da história do passado envolvendo a rivalidade de sua família. Conhecido como O Rei do Gado, Bruno Berdinazi Mezenga é um homem íntegro, que respeita seus funcionários, ama seu ofício, e é casado com Léia (Silvia Pfeifer), mulher que tem um caso com o mau-caráter Ralf (Oscar Magrini). Solitário e dedicado aos negócios, tem dois filhos com a esposa: Marcos (Fábio Assunção) e Lia (Lavínia Vlasak).

Mas Bruno tem sua vida mexida ao se apaixonar pela linda sem-terra Luana (Patrícia Pillar), mulher que conhece após se deparar com uma invasão às suas terras, comandada por Regino (Jackson Antunes). Esta situação, aliás, mesclou ficção com merchandising social, uma vez que Benedito fez questão de abordar a vida dos trabalhadores do Movimento dos Sem-Terra (MST) e também a reforma agrária, temas já explorados por ele anteriormente na versão original de "Meu Pedacinho de Chão".

Se na primeira fase, Antônio Fagundes fez uma grande dupla com Tarcísio Meira, na segunda ele brilhou ao lado do saudoso Raul Cortez, intérprete do Jeremias Berdinazi, tio de Bruno (irmão da falecida Giovana, vivido por Caco Ciocler anteriormente) e um rico fazendeiro que não reconhece os Mezenga como membros de sua família. Ele se sente culpado por ter enriquecido traindo os familiares e o único sonho deste solitário senhor, aliás, é conhecer sua sobrinha ---- pessoa que a impostora Marieta (Glória Pires em um papel apagado) fingiu ser, despertando a desconfiança de Judite (Walderez de Barros), fiel escudeira de Jeremias.

Além dos grandes atores já mencionados, que brilharam na história, é preciso ainda citar Carlos Vereza, que viveu o político incorruptível Roberto Caxias, Bete Mendes (Donana), Ana Beatriz Nogueira (Jacira, esposa de Regino, que discorda dos ideais do marido sem-terra e sonha poder criar o filho com tranquilidade), Ana Rosa (Maria Rosa), Mariana Lima (Liliana), Claudio Corrêa e Castro (Tony), Stênio Garcia (Zé do Araguaia), Jairo Matos (Fausto), entre outros. Vale destacar ainda a ótima parceria de Raul Cortez e Walderez de Barros, que protagonizaram uma cena final na banheira impagável.

"O Rei do Gado" foi um imenso sucesso de Benedito Ruy Barbosa, dirigido brilhantemente por Luiz Fernando Carvalho, que mereceu voltar ao ar, principalmente nesta época de comemoração ao cinquentenário da Globo. Um verdadeiro clássico da teledramaturgia.

42 comentários:

Andressa Mattos M. disse...

Sérgio, essa novela fez um estrondoso sucesso mesmo e ainda lembro da música de abertura. Mas também lembro que teve uma fase longa que teve uma barriga muito grande. E honestamente não acho que tenha sido uma boa escolha da Globo porque o Viva passou em 2011. Poderia passar Terra Nostra ou então Laços de Família, Por Amor... Beijo.

Anônimo disse...

Bom texto mas vc não falou da barriga da novela.

Pedro disse...

Essa primeira fase foi impecável realmente e as atuações foram show de bola. A segunda fase começou bem mas depois se arrastou demais. Não verei a reprise mas foi uma grande novela, isso é verdade.

Anônimo disse...

FOI UM CLÁSSICO. ACHEI A MELHOR NOVELA DO BENEDITO EMBORA TENHA GOSTADO DE TERRA NOSTRA TAMBÉM.

Martha disse...

A primeira fase foi maravilhosa e gostei da segunda também. Benedito estava inspirado quando escreveu. Gostei do texto!

Gabriella disse...

Eu gostei da Globo reprisá-la mas esse esquema de juntas duas novelas é coisa de SBT e achei péssimo a Globo copiar. Não tem nada haver. Mas gostei de relembrar a novela no seu texto pq eu não conseguirei ver de novo.

Thallys Bruno Almeida disse...

O Rei do Gado é a união magistral de veteranos como Antônio Fagundes, Tarcísio Meira e Raul Cortez envoltos em uma parceria magnânima de Benedito Ruy Barbosa e Luiz Fernando Carvalho. Foi a trama rural de maior sucesso dele com muito mérito.

Li uma vez que há cenas de quase 10 minutos na segunda fase. Hoje em dia, eu acredito que o público não teria mais paciência pra isso. E acho engraçado que os comentários sobre barriga eu li foi de Terra Nostra, do BRB com o Monjardim (que os dois até se desentenderam).

Amo a trilha sonora dessa novela, em especial Admirável Gado Novo do Zé Ramalho (que cresci ouvindo). Uma trama muito bem-vinda pra substituir Cobras.

Gustavo Nogueira disse...

Oi Sérgio.Estava sumido um tempinho porque minha internet estava com problemas, mas agora estou de volta rs.Estou acompanhando a reprise de O Rei do Gado porque não assisti na transmissão original e nem no canal viva porque não tenho TV por assinatura e por enquanto eu estou gostando muito.Gosto das atuações de Antônio Fagundes, Tarcisio Meira, Eva Vilma e Letícia Spiller e interessante o conflito da rivalidade entre famílias.Nem sabia que a Glória Pires estava nessa novela, jura que o papel dela foi apagado Sérgio?Que pena.Eu vou acompanhar, mas tenho consciência que vou ter que ter muita paciência porque as novelas do Benedito Ruy Barbosa entram em uma fase que tem uma barriga gigantesca e a história fica arrastadíssima.Ótimo post Sérgio, como sempre.

Raíssa disse...

Sou muito mais Terra Nostra porque apesar da primeira fase ter sido boa, a segunda foi arrastada demais. Revi no Viva e fiquei entediada. Mas teve sua importância pra teledramaturgia.

Anônimo disse...

Ia te pedir pra escrever sobre essa novela mas nem precisou!

✿ chica disse...

Foi tri boa essa novela.Lembro bem! abraços praianos,chica

Karina disse...

Sem duvida nenhuma um clássico! Um dos melhores trabalhos do Antônio Fagundes, quem não lembra dele como " o rei do gado" ? Destaco tb o trabalho do Leonardo Brício na primeira fase sou louca pra ver ele de volta a globo (ja que ta sem contrato com emissora) mas dessa vez valorizado!

Pamela Sensato disse...

Eu era nova quando passou essa novela porém lembro muito bem...todo mundo sentado na frente da TV para assistir e no capítulo final então virou bagunça rsrs

Beijos;)
* Blog da Pâm

Lulu on the sky disse...

Lembro bem dessa novela, mas ainda prefiro Terra Nostra porque me identifiquei mais. Meus bisavós vieram de navio como o casal de protagonistas.
Em Rei do Gado, eu implicava com o sotaque do Antonio Fagundes que estava super exagerado.
big beijos
Lulu on the Sky

Elvira Akchourin do Nascimento disse...

Sérgio, o que mais me chamou a atenção em O Rei do Gado foram os conflitos entre os Mezenga e os Berdinazzi, as atuações de Tarcísio Meira, Antônio Fagundes, Raul Cortez, Rva Wilma, Walderez de Barros, Patrícia Pillar, Carlos Vereza, os conflitos sobre as terras, com atuações marcantes de Jackson Antunes e Ana Beatriz Nogueira, a estreia com o pé direito de Oscar Magrini e Marcello Anthonu, em bons papeis, a beleza de Silvia Pfeiffer e Lavínia Vlasak. Apesar de gostar do Fábio Assunção, já o tinha visto em atuações melhores.

Elvira Akchourin do Nascimento disse...

Não posso me esquecer da canção Admirável Gado Novo, do meu querido cantor Zé Ramalho.

Alexandra disse...

Sérgio, achei a escolha bem vinda mesmo. O Rei do Gado tem um elenco glorioso e história perfeita. Na minha opinião, muito melhor que Terra Nostra, que tenho péssimas lembranças, lembro de ser arrastada e cansativa, durou uma gravidez inteira. Raul Cortez brilhou em cena e iniciava sua parceria com Benedito, que durou até a fraca Esperança.

Anônimo disse...

Olá Sérgio, achei O Rei do Gado uma novela marcante pois lembro até hoje do sucesso e gostei dela até a metade, depois ficou uma barriga tão grande que só não foi maior que a de Geração Brasil por que nesse caso a novela roda foi uma barriga. Mas apesar da barriga O Rei do Gado foi uma grandiosa novela e teve atuações marcantes como você citou. E a história também era bem boa, lembro que assisti essa novela criancinha rs. Não vou poder assistir a reprise, mas espero que seja um sucesso. Vou entrar em abstinência quando acabar Cobras & Lagartos que é minha novela das 7 favorita.

Abrçs
Ed

F Silva disse...

Algo a comentar...

Os sete primeiros capítulos dessa novela foram um capricho e com uma pegada cinematográfica. Aplausos para o texto de Benedito e para a direção impecável do Carvalho.

Todo o elenco dessa fase esteve ótimo, mas os aplausos foram unânimes para o Tarcício Meira, a cena em que ele sepulta a medalha do filho é um dos mais belos momentos da teledramaturgia. Que ator!

A segunda fase porém destoou daquilo que vimos na primeira, tanto em termos de direção e texto como também em muitas atuações equivocadas como Oscar Magrini, Luciana Vendramini, Leila Lopes e Lavínia Vlasak!

Glória Pires e Patrícia Pillar foram mal aproveitadas na trama.

Depois da brilhante fase inicial seguiu-se uma longa barriga devido o grande número de cenas arrastadas, aliás fato esse muito característico em novelas do Benenito, como "Pantanal", "Renascer", "Terra Nostra" por exemplo.

Mas apesar dos muitos problemas, a novela cativou o público do início ao fim. Foram muitos os bons momentos, mesmo que de forma pontual, e as boas atuações mencionadas no post. Só discordo do Carlos Vereza, o tom da atuação que ele imprimiu no Senador Caxias era o mesmo que outros papéis, portanto, destoou da parte do elenco que brilhou.

Nos capítulos finais, pode se ver o capricho com a produção da fase inicial, foram cenas antológicas onde brilharam Antônio Fagundes e Raul Cortez.

No tocante a reprise, acho que depois desses sete capitulos iniciais, a Globo deveria editá-la dos 209 para 60 ou 80 no máximo.

É um prazer ter sempre algo a comentar teus posts Sérgio...

Um grande abraço...

Anônimo disse...

Grande novela mas arrastada demais e repetitiva porque esse autor ama falar de imigração e fazendas em suas novelas. Nunca vi tanta falta de criatividade.

Thallys Bruno Almeida disse...

Desconsidere meu primeiro comentário. O atual é o que vale.

Muitos elogiam o tom lúdico dado pelo diretor Luiz Fernando dado aos personagens e histórias criadas pelo Benedito em Meu Pedacinho de Chão 2014. Merecidos. Porém, acredito que a parceria entre os dois fluiu bem mais nesta novela, que elejo como minha preferida do autor.

Percebo que, enquanto os autores têm tido tendência a focar em protagonistas mulheres, seja as mais típicas ou as mais complexas, Benedito meio que vai na contramão porque normalmente o vejo privilegiando protagonistas homens, sendo O Rei a prova mais evidente disso, através dos personagens Bruno Mezenga e Giuseppe Berdinazzi. Benedito também foi um dos autores que revelou o Brasil interior à televisão.

Quanto ao ritmo arrastado, eu senti mais isso em Terra Nostra do que em O Rei do Gado. Acho a novela italiana ligeiramente inferior a O Rei, que achei mais caprichada. E li uma vez que há cenas de mais de dez minutos, hoje em dia o público não tem mais paciência pra isso. Água Viva por exemplo, tb tinha essas cenas longas. Outros tempos, definitivamente.

"Ah mas o Benedito só sabe fazer novela rural e isso é falta de criatividade". Uma coisa tem nada a ver com a outra. Eu não acusaria Benedito sozinho. Se fosse assim, eu teria que acusar da mesma coisa Aguinaldo Silva e sua fase realista fantástica (Pedra, Fera, Indomada), ou então o fato de ele gostar de abordar carnaval (Senhora, Duas Caras, Império); ou até mesmo os famosos descamisados de Carlos Lombardi (Uga Uga, Kubanacan e até em Pecado Mortal eles estavam); o estilo de comédia do Walcyr em suas novelas das seis e sete (O Cravo, Alma, Chocolate, Caras); ou então os famosos "quem matou" do Gilberto Braga; até mesmo o adorado JEC tem lá as suas (no caso ele sempre matou algum personagem querido veterano - Afonso em DCDP, Gonçalo em AF, Nilo em AVBR - mesmo que algumas mortes sejam essenciais à história)... Enfim.

De BRB, gostei de O Rei do Gado e, um pouco menos, Terra Nostra. Não vi as reprises de Pantanal e Renascer. Esperança, achei péssima, seja com BRB ou WC - que assumiu. Cabocla 2004 e Sinhá Moça eu gostei, Paraíso achei chatinha.

Confesso que fiquei surpreso com a boa audiência conquistada pela primeira semana da reprise, mais até do que Malhação e Boogie. Não sei se deve-se à curiosidade da primeira semana ou aos elogios da primeira fase. Reforço o elogio da Elvira à canção de Zé Ramalho, uma das composições mais geniais já criadas.

E na boa: JÁ DEU essa história de dobradinha estilo SBT. Já deu.

No mais, acho a escolha acertada pra reprise. Grande novela do Benedito com o LFC. E confesso que a memória afetiva me "traiu" em Cobras e Lagartos (assim como alguns núcleos de Da Cor do Pecado).

Sérgio Santos disse...

Entendo, Andressa. E realmente teve barriga, mas todas as novelas do Benedito têm barriga. E eu gostei da escolha, mas concordo que essas que vc mencionou seriam mt boas tb.

Sérgio Santos disse...

Não falei, anônimo, pq quis falar apenas do aspecto geral da novela, sem me ater em detalhes. Mas teve msm uma barriga grande.

Sérgio Santos disse...

Foi uma grande novela, Pedro, e fez um estrondoso sucesso. Mas lembro tb dessa fase cansativa.

Sérgio Santos disse...

Um classico msm, anônimo.

Sérgio Santos disse...

Obrigado, Martha.

Sérgio Santos disse...

Gabriella, no início achei uma boa estratégia da Globo isso de emendar uma novela na outra como o SBT fazia. Mas tb acho que não funcionou mt bem.

Sérgio Santos disse...

Percebi sua ausência, Gustavo. E todas as novelas do Benedito são mesmo arrastadas e essa não foge a regra. Mas foi um sucessão e um dos mais elogiados trabalhos dele. Glória participou sim, mas o papel foi apagado e não foi bem desenvolvido. Ela até demonstrou insatisfação na época. E essa primeira fase é maravilhosa. Um show de atuações. Abraços.

Sérgio Santos disse...

Eu tb prefiro Terra Nostra, Raíssa, mas Terra Nostra tb foi arrastada e teve barriga. Mas todas as tramas dele costumam ser assim mesmo.

Sérgio Santos disse...

Que bom que adivinhei seu pensamento, anônimo.

Sérgio Santos disse...

Foi mt boa msm, Chica. Bjs

Sérgio Santos disse...

Karina, foi sem dúvida um dos melhores momento do Antonio Fagundes. Marcou a carreira dele e ele deu um show tanto na primeira quanto na segunda fase. Leonardo foi mt bem tb na primeira fase. Bjs

Sérgio Santos disse...

Foi um sucessão mesmo, Pamela!

Sérgio Santos disse...

Lulu, tb prefiro Terra Nostra. Mas achei o Fagundes genial. bjs

Sérgio Santos disse...

Elvira, essa música do Zé Ramalho virou um fenômeno e merecidamente. Até hj quando toca lembram da novela. E essa rivalidade entre as família era mt boa mesmo. Proporcionava cenas grandiosas para os atores. E tb acho que o Fabio não foi mt bem nessa novela. Bjs

Sérgio Santos disse...

Alexandra, Terra Nostra foi mt arrastada tb, assim como O Rei do Gado. Eu já prefiro a segunda, embora tenha gostado mt dessa tb.

Sérgio Santos disse...

Ed, por mim tanto faz pq não vejo as reprises, mas achei uma ótima escolha e foi uma grande novela. Realmente teve uma barriga bem grande e ficou enfadonha, mas todas as tramas do Benedito têm essa fase. Umas mais, outras menos. Tb gostei mt de Cobras & Lagartos, mas considero a pior novela do JEC. abraços.

Sérgio Santos disse...

F Silva, o prazer é todo meu em ver seus ricos comentários aqui. A primeira fase foi impecável mesmo e deu gosto de ver tantas atuações magistrais. A segunda teve mesmo a longa barriga, que deixou a trama mt cansativa. Mas concordo plenamente com vc, é um caso comum em todas as novelas do autor.

Oscar Magrini se repete sempre e a Silvia Pfeifer não foi mt bem msm, mas gostei da Lavinia Vlasak. A Glória não foi bem aproveitada msm, tanto que pouca gente se lembra dela na novela. Mas a Patricia ainda tava no começo, então não considero um mal aproveitamento. Abraço!

Sérgio Santos disse...

Ele gosta desses temas mesmo, anonimo.

Sérgio Santos disse...

O João Emanuel não só se repete nessa questão, ele tb se repete na dupla de vilões, que é sempre formada por um homem e uma mulher cúmplices. O quem matou não é repetição, é um recurso usado por vários autores, principalmente o Gilberto. Mas isso não implica em história igual. O mesmo vale pra comédia do Walcyr que tb não implica em trama igual. O Lombardi sempre coloca descamisados em suas novelas e piadas de cunho sexual. Alías, seus protagonistas são sempre homens que levam chutes no saco. Já o Benedito escreveu mais de 5 novelas com imigração italiana, além de explorar o universo rural, com fazendas, fazendeiros rivais, padres comilões, e situações que já repeti várias vezes. O Rei do Gado e Terra Nostra foram duas grandes novelas do autor, as duas fizeram um estrondoso sucesso e as duas tiveram barriga.

Thallys Bruno Almeida disse...

O que também não implica em história igual, tanto que, segundo a Kogut, Benedito está entregando a sinopse e alguns capítulos de uma nova novela, só que dessa vez urbana e contemporânea.

Quanto ao Luiz Fernando, a nova série dele me parecia bem promissora até sair a informação de que a Bárbara Evans vai estrear vivendo a protagonista - a própria Bárbara deu RTs relacionados no perfil dela no twitter -, que era pra ser a Juliana Paes (que teve o papel trocado, vai ser a mãe dos irmãos na 1ª fase, passando depois pra Eliane Giardini). Nada contra a menina ainda, mas se considerarmos que o par inicial iria ser Juliana Paes e Wagner Moura pra depois virar Bárbara e Cauã Reymond, dá um certo desânimo.

Anônimo disse...

a morte do senador aconteceu após esse dialogo( Regino faz outra indagação: “E a justiça vai fazer cumprir essas leis senador?” Resposta: “ Vai Regino! Vai! Porque se a justiça não cumprir ela vai ter que responder perante a história não só pelo o que acontece aqui, mas por cada canto desse país onde se disputam pedaço de terra para se plantar alguma coisa.” E o sem-terra afirma: “Eu não apostaria nisso senador.” O senador ri e diz: “Mas eu aposto. Eu aposto amigo Regino. Eu aposto a minha vida nisso. Eu aposto a minha própria vida nisso amigo Regino. Eu aposto nisso… A minha própria vida Regino. A minha própria vida!”) triste mas belo.