segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

"Luz, Câmera, 50 Anos" inicia com pé direito as comemorações do cinquentenário da Globo

A Globo iniciou a comemoração do seu cinquentenário no dia 6 de janeiro, uma terça-feira. Com o "Luz, Câmera, 50 Anos", a emissora presenteou o telespectador reprisando várias séries e minisséries em formato de filme. Foram doze produções escolhidas: "O Canto da Sereia" (2013), "O Pagador de Promessas" (1988), "Força-Tarefa" (2009), "Maysa - quando fala o coração" (2009), "A Teia" (2014), "Ó Paí, ó" (2008), "Presença de Anita" (2001), "Dalva e Herivelto - uma canção de amor" (2010), "Dercy de Verdade" (2012), "Lampião e Maria Bonita" (1982), "As Noivas de Copacabana" (1992) e "Anos Dourados" (1986).


A Globo já fez algumas vezes este tipo de festival 'retrô' para comemorar aniversários, vide as reprises exibidas nos 15, 25, 30 e 35 anos de emissora. Sempre é uma boa pedida reprisar produções que marcaram a história da televisão e o telespectador saudoso costuma ansiar por estes momentos. O "Luz, Câmera, 50 Anos" foi um acerto e uma forma de começar o ano de 2015 com o pé direito. A estreia com "O Canto da Sereia", cuja protagonista era vivida por Isis Valverde, presenteou o público com a primorosa microssérie de George Moura, dirigida por José Luiz Villamarim, que contava a história de uma cantora de axé que morria assassinada em pleno trio elétrico.

Valeu muito a pena também rever logo no segundo dia a marcante "O Pagador de Promessas". Protagonizada por José Mayer, foi uma minissérie primorosa de Dias Gomes e o tema em torno da intolerância religiosa se mostrou extremamente atual.
Coincidentemente, a produção foi exibida no dia do atentado em Paris, feita pela Al-Qaeda, que vitimou jornalistas e cartunistas no jornal 'Charlie Hebdo'. Foi possível matar a saudade da trama e ainda constatar o quanto que a sociedade não evoluiu.

Já a exibição de "Força-Tarefa" foi equivocada, uma vez que a série, apesar de ótima e brilhantemente protagonizada por Murilo Benício, não funcionou muito bem no formato de filme. A terceira temporada foi exibida de forma confusa e quem não acompanhou a primeira e a segunda ficou meio perdido. Outro erro foi a escolha de "A Teia", que foi uma boa série, mas exibida ano passado, portanto ainda estava muito fresca na memória. Também não foi feliz a exibição de "Ó Paí, ó", seriado desnecessário e de baixa repercussão. Poderiam ter escolhido outras produções mais marcantes e menos recentes.

Porém, todas as demais seleções foram bem-vindas. "Maysa - quando fala o coração" foi uma ótima microssérie de Manoel Carlos, muito bem dirigida por Jayme Monjardim. A única produção da dupla que funcionou, vale ressaltar, vide os equívocos de "Páginas da Vida", "Viver a Vida" e "Em Família". Rever o show de Larissa Maciel na pele da controversa e talentosa cantora foi um presente, assim como novamente assistir ao bom trabalho de Mateus Solano, que ganhou projeção nacional após sua participação como Ronaldo Boscoli.

Outra primorosa produção de Maneco foi a minissérie "Presença de Anita", baseada no livro homônimo de Mário Donato. A trama, que mescla sensualidade e terror com maestria, foi muito bem escrita e até hoje costuma ser lembrada pelos telespectadores. Revê-la em formato de longa-metragem foi um presente, assim como assistir novamente "Dalva e Herivelto - uma canção de amor". A microssérie de Maria Adelaide Amaral primou pelo capricho e o desempenho do elenco merece ser aplaudido, principalmente Adriana Esteves e Fábio Assunção.

"Dercy de Verdade", outro acerto da autora, também mereceu ser revista, com direito a um show da dupla Heloísa Périssé e Fafy Siqueira, que viveram Dercy Gonçalves na história. Já "Lampião e Maria Bonita", escrita por Aguinaldo Silva e Doc Comparato, serviu para presentear o público com a grande atuação de Nelson Xavier e matar a saudade de Tânia Alves e Regina Dourado. Vale citar ainda a inesquecível minissérie "As Novas de Copacabana", de Dias Gomes, Ferreira Gullar e Marcílio Moraes. A trama que contava a vida do serial killer Donato Menezes (Miguel Falabella) ---- homem que matava (enforcadas) mulheres vestidas de noiva ----- foi um marco na teledramaturgia.

E o festival encerrou o ciclo de filmes em grande estilo com o clássico "Anos Dourados", minissérie de sucesso do Gilberto Braga, que contou a história de amor vivida por Lurdinha (Malu Mader) e Marcos (Felipe Camargo). A escolha para fechar esta homenagem aos 50 anos da emissora foi muito feliz, apesar da última semana ter sido prejudicada pelo "Big Brother Brasil", que deixou as quatro últimas produções em um horário mais tardio.

A Globo começou bem 2015 comemorando seu cinquentenário com o "Luz, Câmera, 50 Anos". Embora três escolhas tenham sido equivocadas, o especial conseguiu apresentar para o telespectador várias produções de imensa qualidade e poderia ter exibido mais minisséries (ou séries) em formato de filme, prolongando em algumas semanas a sua exibição. Valeu a pena ter assistido novamente tantas boas histórias.

41 comentários:

Ana Carolina disse...

Achei a ideia muito boa, Sérgio. E concordo que valeu a pena relembrar muitas produções, mas além dessas três que vc citou como equivocadas, acrescento O Canto da Sereia que foi mt recente também, Maysa, Dercy de Verdade e Dalva e Herivelto. Tudo de 2010 pra cá. Não precisava. Poderiam ter investido em obras mais antigas. Mas valeu a intenção.

Anônimo disse...

Tb achei a ideia válida mas Presença de Anita e Anos Dourados não poderiam ser transformadas em filme. Picotaram tudo e deu pra ver. Força Tarefa, Opaí ó e A Teia realmente foram escolhas infelizes. O resto funcionou bem ainda que O Pagador de Promessa também não tenha ficado mt boa como filme.

Vinícius disse...

Também achei uma boa ideia e gostei de rever quase tudo, com exceção justamente das 3 séries citadas por vc e tb O Canto da Sereia que não precisava. Pena que isso tenha colocado Felizes para sempre pra depois do BBB, o que irá derrubar seu ibope.

Thallys Bruno Almeida disse...

Antes de comentar, quero falar um pouco de Ó Paí Ó. É claro que sua escolha foi desnecessária e deveria dar lugar a algum produto mais marcante. Mas, a seu contrário, adorei a primeira temporada, que foi a adaptada. A segunda foi que eu achei um saco.

Quero perguntar uma coisa pra que você não pense que eu não sei dialogar:

Outro dia você disse que os personagens do Lázaro Ramos são todos chatos. Até aí tudo bem, é gosto, eu tb ñ sou o maior fã dos papeis dele na TV. Mas eu te pergunto: em quê isso diminui a capacidade profissional dele? Na maioria dos casos ele não tem culpa alguma. Veja bem o que eu disse: na maioria. André (Insensato) e Brian (Geração) eram chatos e ele nesses casos errou nas atuações também. Porém, Foguinho (Cobras) e Zé Maria (Lado a Lado) eram tão chatos quanto e eu, a seu contrário, não vi nada de muito negativo nas atuações. Pelo contrário, acho que se saiu bem nesses papeis. Então não acho que ele tenha culpa por isso.

A Teia foi completamente desnecessária e uma escolha incompreensível. Juro que eu não sei porque botaram. Força-Tarefa idem.

O Canto da Sereia, eu tenho uma relação passional com essa série. Amo, amo, amo e amo, e não é pouco. Trabalho sensacional dos autores, da Ísis, de todo elenco (incluo o Braga Nunes nos elogios porque também o achei ótimo), de adaptação, valeu demais a pena rever.

O Pagador de Promessas eu tinha uma vaga lembrança da reprise de 1999, exibida na época da morte do Dias. E adorei conhecer mais a fundo essa obra. Como Dias era ateu, ficou mais "fácil" pra ele retratar a intolerância religiosa, apesar de a série original ter sofrido com a interferência da censura no tocante aos temas agrários.

Maysa e Presença de Anita mostraram a excelência de Maneco. A primeira foi mesmo a única parceria com Monjardim que funcionou e imagino o quanto pode ter sido traumático para ele dirigir esse trabalho que retratou a vida de sua própria mãe. A segunda, com Ricardo, foi Maneco no seu auge. Grandes atuações de Helena Ranaldi, José Mayer, Vera Holtz, muita gente boa. Porém, olhando hoje, percebo que a Mel Lisboa ficou mais marcada pela sensualidade e pela força da personagem, porque ela era fraquinha atuando.

Dalva e Herivelto foi maravilhosa e contou com uma história impactante, mesmo que em alguns momentos transparecesse ter sido claramente contada sob o ponto de vista de Dalva, onde Herivelto foi retratado como canalha. O próprio filho dos cantores, o Pery Ribeiro, tinha falado um pouco disso na biografia deles. E Dercy foi linda.

Anos Dourados, apesar dos cortes, foi linda. É visível o cuidado do Gilberto Braga com os detalhes dessa série. As orquestras de jazz, os namoros adolescentes de portão, a trilha anos 50, os carros antigos, valeu por fechar.

Lampião eu vi mais pela curiosidade de ser a primeira série, de autoria do Aguinaldo com o Doc Comparato (pai da Bianca) e pela temática ligada à cultura do meu Nordeste. Cangaceiros inclusive não me lembro de terem sido retratados como herois. Que eu saiba, eram justiceiros, que tb roubavam e matavam até mesmo inocentes.

E As Noivas de Copacabana valeu muito pra conhecer essa obra, que havia sido baseada em um personagem real que havia cometido crimes parecidos em 1986. A ousadia de algumas cenas me faz lamentar a às vezes até auto-censura de hoje (tanto que a Globo cortou algumas cenas de Felizes Para Sempre antes de começar).

De todas as séries destaco O Canto, O Pagador, Maysa, Dalva, Anita, As Noivas e Anos Dourados. Foram as que eu mais queria ver.

Anônimo disse...

Gostei desse festival 50 anos. Concordo que A Teia foi equivocada por ser recente, Força Tarefa ficou muito confusa nesse formato e Ó Pai ó não é o tipo de série que a gente tem vontade de rever. Colocaria O Canto da Sereia na lista de equívocos por que por mais que tenha amado de paixão essa série, tava muito recente e eu lembrava de tudo, poderia dar lugar a uma mais antiga.
Maysa e Dercy de verdade que eram muito boas. Sempre tive vontade de assistir Presença de Anita e agora entendi o por que de até hoje ela ser lembrada. Gostei muito. Anos Dourados e Lampião também. De todas essas que passaram a que mais gostei foi As Noivas de Copacabana, e não pude não lembrar da recente Dupla Identidade.
Ah, Dalva & Herivelto foi muito boa também, mas concordo com o comentarista que disse que ela foi contada do ponto de vista da cantora. Mas mesmo assim adorei.
Pena Amazônia ser grande demais pra ser exibida nesse formato, uma minissérie que me marcou.

Abrçss
Ed

Quércia N. disse...

Foi uma ideia válida e concordo com seu texto. Também mudaria essas 3 séries que vc mencionou e nem pq são recentes e sim pq não valem a pena ver de novo mesmo. A melhor reprise pra mim foi de As Noivas de Copacabana.

Tiago disse...

Também gostei muito e a Globo ainda acertou quando escolheu o Tony Ramos pra apresentar as produções.

Melina disse...

Sérgio, querido, também gostei desse festival e achei um bom começo pra comemorar os 50 anos da Globo. As melhores pra mim foram Presença de Anita, As Noivas de Copacabana, O Pagador de Promessas e Dalva e Herivelto. E O paí, ó, Força Tarefa, A Teia e O Canto da Sereia não mereciam entrar pra lista na minha opinião. Aguardando sua crítica de Felizes para sempre. Um beijo.

Lulu on the sky disse...

Olá,Sérgio !
Achei desnecessária a trama da Teia, colocaria no lugar Chiquinha Gonzaga que foi uma minissérie maravilhosa de assistir. Tb não incluiria O Canto da Sereia, optaria por minisséries mais antigas. Senti falta da Muralha e Casa das 7 mulheres, m as por serem longas demais, fica díficil resumir em apenas um episódio.
Ótimo dia!
Big Beijos
Lulu on the Sky

Anônimo disse...

A Globo errou ao reprisar tantas produções recentes. Pq não priorizar as séries antigas? Afinal, não tá comemorando 50 anos? Parecia que tava comemorando 20 anos pq só reprisou produção de 2000 pra cá, com raras exceções.

Felisberto Junior disse...

Olá, Boa tarde,Sérgio, Feliz 2015 para ti e familiares, sim, sou um desses telespectadores que esperam por estes momentos "retrô", tá certo que muitos são até recentes, mas, valeu a pena ter assistido o "Luz, Câmera, 50 Anos" e dentre , gostei muito de rever Maysa - quando fala o coração" , um show de Larissa Maciel e Mateus Solano, que ganhou projeção nacional e "Presença de Anita", que foi ótimo revê-la em formato de longa-metragem.
Agradeço pelo carinho, belos dias, abraços!

Anônimo disse...

A Globo odeia seu próprio passado. Curioso é que é justamente seu passado que era bom, hoje nem passa perto. Cade Anos Rebeldes, Riacho Doce, Grande Sertão Veredas, O Primo Basilio e tantas outras? A Globo não aprende mesmo. Ah, adoro ler sobre a queda do intragável big brother. O primeiro paredão bateu recorde negativo: 13 pontos, o pior de todas as edições, e o mais legal foi saber que os participantes citaram A Fazenda lá dentro e tomaram uma bronca do diretor, kkkkk, na globo é proibido falar de outras emissoras principalmente da Record, pode?

Adriana Helena disse...

Oi Sérgio, como vai amigo querido!
Iniciando 2015 com a corda toda não é? Ainda mais depois que a Globo nos deu esse presente, com séries que marcaram a história da tv!

Ah, eu adorei o Canto da Sereia! Que primor de seriado! Atores com atuações incontestáveis! E outro que assisti, por curiosidade, foi Presença de Anita e também senti essa mesclagem de sensualidade com terror como você mencionou! Minha nossa, aquele cena no hospital foi de congelar os ossos...hahaha Morri de medo! Um suspense de qualidade!

As demais também foram boas, mas as minhas preferidas foram Maysa e Dalva e Herivelto ... Como o mundo da música é efervescente! Uau!!

Bem Sérgio, é muito bom estar de volta lendo os seus escritos! Assim me mantenho informada! Tenho certeza que logo estará escrevendo algo sobre Felizes para Sempre que eu vou adorar ver e ler!!

Tenha uma maravilhosa semana!
Beijos! :))))

Maxxi disse...

Oi Sérgio...

A proposta foi muito boa, porém a Globo anda dando uma de "Record" e se equivocando na execução da coisa. Precisava de A Teia, ó Pai Ó, e Força Tarefa? A escolha desses títulos foi totalmente equivocada, principalmente quando sabemos que obras como Os maias e Hilda Furacão foram deixadas de lado.

Assisti todas as demais e realmente, O Canto da Sereia foi a mais interessante entre todas, embora assim como Dercy, sejam recentes, tem uma qualidade excepcional, acima da média, que me perdoe a redundância.

Porém, em Presença de Anita e sobretudo, em As noivas de Copabana, houve um picotamento muito grande! Chegando a atrapalahar o entendimento da história! Patrícia Pillar, uma das protagonistas da última, praticamente não apareceu! Enquanto, na contramão, Dercy e O canto da Sereia ficaram adequadas a um telefilme.

Dessas produções, Noivas e Anita foram as que mais me interessaram que eu não havia assistido. É incrível a força dramaturgica do serial killer da obra de Dias Gomes, bem como interessante ver Miguel Falabella num papel sério.

Agora, Sérgio, Presença de Anita tem uma Mel Lisboa cativante, porém num péssimo momento de atuação. Concorda? Mas nem chega a atrapalhar a propostas da personagem. Mas achei aquele texto do Manoel tão exagerado, tão desproposital, em certos momentos pensei que estava assistindo a uma peça de teatro.Sem falar que a história seguiu por um caminho meio estranho, com diversas tragédias, espíritos, enfim. Nem parecia texto do Maneco que preza pela naaturalidade dos diálogos.

Amanda Ventura disse...

Olá, Sergio. Só assisti as adaptações da última semana, portanto não posso avaliar as anteriores. Mas acho que teria sido bem melhor se, em vez de uma adaptação por dia, fosse uma por semana. Das que vi, achei que Anos Dourados e As Noivas de Copacabana foram muito aceleradas. Principalmente As Noivas, por se tratar de história policial. Cenas importantes foram eliminadas, deixando algumas situações sem sentido. Acho que o formato de filme tirou muito do impacto da obra original. Para quem gostou, sugiro assistir na íntegra, em DVD.

Também não entendi os critérios para a inclusão de A Teia, Força Tarefa e Ó Pai. Como muitos aqui mencionaram, obras muito melhores ficaram de fora. Além de todas as já citadas, incluo Engraçadinha, Desejo, Agosto, o Quinto dos Infernos, Aquarela do Brasil, entre tantas outras produções primorosas que marcaram a história das minisséries brasileiras.

Elvira Akchourin do Nascimento disse...

Gostei especialmente de rever Anos Dourados, Dalva & Herivelto, Maysa. As Noivas de Copacabana. Senti falta de incluir Anos Rebeldes e Chiquinha Gonzaga, minisséries que adorei.

Karina disse...

Adorei poder rever todas essas minisséries/seriados principalmente Anos Dourados como já tinha dito antes só acho que eles poderiam ter focado nos anos 80 e 90 somente e deixar as minisséries de 2000 para serem reprisadas apenas daqui há alguns anos porque são muito recentes.

juliana s disse...

Adorei o Luz, câmera, 50 anos, foi uma ótima ideia. Adorei rever Maysa, Dalva e Herivelto, e assistir Canto da sereia pela primeira vez, muito boa. A teia e Força tarefa passaram recentemente e não deveria ser exibida novamente. Presença de Anita, dessa vez consegui assistir porque na época não me deixaram, e achei ótima. Na última semana de exibição do especial só consegui assistir Dercy de verdade, o resto só vi pela metade o sono me atrapalhou, queria muito ter visto as cenas finais de As noivas de Copacabana, Anos dourados e Lampião e Maria bonita.
Destaque para João Miguel que participou de quatro dos especias apresentados, ótimo ator, que se destaca agora em "Felizes para sempre?" Bjsssss

Gustavo Nogueira disse...

Sérgio, assisti apenas O Canto da Sereia, Maísa e As Noivas de Copacabana, o resto eu não vi por causa da falta de tempo.Mas gostei dessas reprises, foi muito interessante.A minissérie que eu mais gostei foi Maísa, Larisa Maciel deu um show de interpretação, é uma ótima atriz, o que ela está fazendo fora da Globo?Deveria voltar e já.Lembro dela também em Passione, em que ela era a irmã/mãe da personagem da Bianca Bin.Logo depois vem As Noivas de Copacabana na minha ordem de preferência, Miguel Falabella deu um show de interpretação como serial killer, outros atores que brilharam foram Ana Beatriz Nogueira(fiquei com muita pena da personagem dela), Patrícia Pillar e Reginaldo Faria.Logo depois vem O Canto da Sereia, na época eu assisti somente ao primeiro capítulo, o resto eu não pude assistir também por causa do horário tardio e achei ótima, Isis Valverde, Camila Morgado, Fabíula Nascimento, João Miguel, Marcos Palmeira e Gabriel Braga Nunes se destacaram e deram um show de interpretação.

Gustavo Nogueira disse...

Correção Sérgio: *o resto eu não assisti por causa do horário tardio

Anônimo disse...

Nada tem a ver com o texto, mas vc viu que a Marquezine já está dando ataque de estrelismo nessa nova novela das sete que promete ser uma merda? A Patrícia Kogut divulgou. Essa garota tá se achando. Alguém precisa baixar a bola dela. CHATA!

Sérgio Santos disse...

A ideia foi bacana mesmo, Ana. Realmente O Canto da Sereia foi recente tb, mas achei válida transformá-la em filme foi foi uma produção marcante. bj

Sérgio Santos disse...

Entendo, anônimo, essas ficaram picotadas msm, mas ainda assim achei que valeu a pena a transformação.

Sérgio Santos disse...

Vinicius, realmente Felizes para sempre? foi prejudicada ao ir ao depois do BBB. Pena pq a produção é ótima. E essas 3 séries não deveriam ter sido reprisadas msm.

Sérgio Santos disse...

Ó Paí, ó não merecia ter entrado assim como Força-Tarefa e A Teia pq foram recentes e esta trama protagonizada pelo Lázaro eu achei péssima.

E eu acho msm que todos os personagens do Lázaro na televisão foram insuportáveis. Ainda tinha um no Sexo Frágil que era um saco. Isso não tem nada a ver com sua capacidade profissional. Eu achei ele ótimo como Foguinho pq o personagem era caricato ao extremo e ele como sempre exagera na atuação se sentiu á vontade. Mas nos outros não achei sua atuação boa e pra mim não existe isso de "é ator bom no cinema." Ator bom é no teatro, no cinema, na tv, em peça infantil e em propaganda de carne. Se só se sai bem em um tipo de ambiente é pq não é tão bom ator assim. E pra mim Lázaro é um ator regular. Longe de péssimo, mas tb longe de espetacular. Apenas isso.

Sérgio Santos disse...

Ed, realmente Amazônia ficaria cortada demais. E entendo que mts tenham achado O Canto da Sereia mt recente e foi msm. Mas gostei. E Presença de Anita foi incrível, assim como As Noivas de Copacabana e Dalva e Herivelto. Concordo que Ó Paí ó não é algo que se queira rever. Obrigado pelo comentário. abçssss

Sérgio Santos disse...

Obrigado, Quércia.

Sérgio Santos disse...

O Tony apresentando foi outro acerto msm, Tiago!

Sérgio Santos disse...

Oi Melina. Concordo que essas produções citadas por vc foram mt boas e foi bom revê-las. Já tá pronto o texto de Felizes para sempre? e vi que já comentou. bjsss

Sérgio Santos disse...

Nossa, Chiquinha Gonzaga seria maravilhoso reprisar, Lulu. Pois é, poderiam ter feito. Mas essas duas ficariam mt grandes realmente.

Sérgio Santos disse...

Entendo, anônimo. Ela realmente só reprisou 3 produções antigas de fato.

Sérgio Santos disse...

Felis, que bom te ver de volta. Feliz 2015! Abração!

Sérgio Santos disse...

Essas produções todas seriam boas reprises, anônimo. Mas o BBB não tá com o ibope tão ruim assim não. Já aumentou bem.

Sérgio Santos disse...

Adriana, que bom te ver de volta. Pois é, já escrevi sobre Felizes para sempre?. Vc adivinhou. rs Depois me diga o que achou.

E a cena do hospital em Presença de Anita foi aterrorizante mesmo. O Canto da Sereia foi incrível, assim como Dalva e Herivelto. Bjão e seja bem vinda sempre. Bom 2015!

Sérgio Santos disse...

Oi Maxxi. Pois é, não precisava. Essas produções que vc citou seriam infinitamente melhores.

Eu já tinha visto Presença de Anita e As Noivas de Copacabana. São produções excelente. Eu nem achei o texto do Maneco exagerado. Gostei mt, assim como a trama aterrorizante e sensual. Mas concordo, a Mel Lisboa não tava bem no papel, embora tenha feito algumas cenas boas. Ela se destacou mais pela sensualidade do que pelo talento de fato. Abraço.

Sérgio Santos disse...

Oi Amanda! Tava sumida, hein. Concordo com vc que algumas produções perderam o impacto quando viraram filme, mas ainda assim achei a intenção válida. E adorei as suas inclusões pq foram grandiosas produções mesmo. Aliás, Agosto foi incrível! Talvez uma vez por semana seria ideal msm pq duraria mais tempo no ar e não atrapalharia Felizes para sempre?. bjsssss

Sérgio Santos disse...

Tb gostei dessas, Elvira, e concordo que Anos Rebeldes e Chiquinha Gonzaga foram excelente. bjs

Sérgio Santos disse...

Isso é verdade, Karina, foram poucas as produções de 80/90. Bjsss

Sérgio Santos disse...

Juliana, realmente a última semana foi complicada pq passou depois do BBB e as produções acabavam depois da uma da manhã. E João Miguel esteve em várias reprises msm, ele é ótimo. Está novamente mt bem em Felizes para sempre?. bjssss

Sérgio Santos disse...

Oi Gustavo, realmente mtas produções acabaram bem tarde msm. E Larissa Maciel foi mt bem de Maysa. Tb lembro da personagem dela em Passione, onde ela fez uma ótima parceria com Vera Holtz. Aliás, saudades dessa novela. Pena que vc não conseguiu ver tudo. E tb senti pena da personagem da Ana Beatriz em As Noivas de Copacabana. Abração.

Sérgio Santos disse...

Anônimo, eu li sim isso da Marquezine. Aliás, na época de Em Família tinham inúmeras notas iguais a essa.