sexta-feira, 6 de novembro de 2015

Esdrúxula e com trama sem fôlego, "I love Paraisópolis" chega ao fim como uma grande decepção

Foram praticamente seis meses no ar. Iniciada em maio e encerrada em novembro, nesta sexta-feira (06/11), "I love Paraisópolis" foi uma produção que obteve um retorno interessante da audiência, mas se mostrou um folhetim limitado e decepcionante. Escrita por Alcides Nogueira e Mário Teixeira, a novela, dirigida por Wolf Maya, chegou ao fim completamente desgastada e sem nada de atrativo para apresentar ao telespectador, após longos meses de história estagnada. A reta final, inclusive, foi arrastada, repleta de situações esdrúxulas, e só evidenciou a fragilidade do enredo.


O início foi bastante promissor e parecia que as aventuras de Mari (Bruna Marquezine) e Danda (Tatá Werneck) despertariam interesse. A dupla mostrou um ótimo entrosamento e as duas primeiras semanas foram voltadas para a atrativa viagem que a dupla fez para Nova York, com direito a belas imagens e ótimas cenas. O romance da mocinha com Benjamin (Maurício Destri) se mostrou acertado e a vilania de Grego (Caio Castro) prometia movimentar o enredo, assim como a de Soraya (Letícia Spiller). Entretanto, essa impressão não ficou por muito tempo, infelizmente.

À medida que os núcleos paralelos foram sendo 'apresentados', a trama central ia se diluindo, até se perder por completo, se mostrando rasa e sem estruturação. A história ficou focada no quarteto composto por Mari, Benjamin, Grego e Margot (Maria Casadevall), andando em círculos e deixando, por exemplo, a Danda (teoricamente uma das protagonistas) de lado.
Por sua vez, todas as situações secundárias se mostraram meras esquetes, totalmente avulsas e sem conexão alguma com os personagens principais. Para culminar, o elenco, que já estava com uma quantidade de atores além do limite do aceitável, foi recebendo mais gente ao longo dos meses, se juntando aos vários intérpretes que mal apareciam na trama.

Foram muitos personagens que pouco acrescentaram e apenas protagonizaram algumas situações teoricamente cômicas, muitas vezes sem relevância para o desenvolvimento da novela. A sensação de estar assistindo a algum quadro do antigo "Zorra Total" se fazia presente com frequência, até porque várias esquetes eram repetitivas e com 'início, meio e fim'. Vide as trapalhadas de Juju (Alexandre Borges, exagerado); as constantes brigas entre Expedito (José Dumont) com Ramira (Tuna Dwek) e suas tentativas de capar os namorados de Claudete (Mariana Xavier); as desventuras da picareta Rosicler (Paula Cohen); os ataques de Dália (Zezeh Barbosa) e as desilusões amorosas de Lindomar (Gil Coelho).


Já os raros núcleos paralelos que apresentaram algum tipo de conflito não conseguiram se sustentar por muito tempo, perdendo a importância gradativamente, praticamente sumindo da trama. Caso da escola de balé comandada por Isolda (Françoise Forton), por exemplo, além do enredo em torno de Tomás (Dalton Vigh), Paulucha (Fabíula Nascimento) e Clarice (Angela Vieira) ---- incluindo ainda os perfis de Eduardo Melo (Joaquim), Carolina Oliveira (Natasha) e Giullia Buscacio (Bruna). Além deles, tipos inicialmente promissores, como Cícero (Danton Mello), Eva (Soraya Ravenle), Fradique (José Rubens Chachá) e Armandinho (Eduardo Dussek), se mostraram sem nenhum tipo de conteúdo. Parecia que estavam ali para nada. Ou seja, em virtude do excesso de personagens e quase todos sem densidade, muitos atores não foram valorizados como mereciam na trama, como os mencionados.


Mas, a maior decepção foi, sem dúvida, a Izabelita, vivida pela grandiosa Nicette Bruno. A cativante personagem tinha tudo para ser um dos grandes destaques. Simpática e extrovertida, a avó de Benjamin começou a apresentar os sintomas do Mal de Alzheimer e lutava contra isso, tentando se manter bem. Entretanto, a mãe de Soraya foi perdendo a importância e a doença simplesmente passou a ser ignorada. Ou seja, ela parecia ter se curado subitamente. Um tema que poderia ser tratado com sensibilidade, e ainda por cima utilizado em prol do enredo, foi jogado fora. O problema da memória só voltou a ser abordado na reta final e somente para servir de artifício para o terceiro sequestro da filha de Margot, em uma clara falta de imaginação dos autores.


E os supostos vilões da trama não cumpriram nem a metade do que prometeram. Gabo (Henri Castelli) e Soraya aparentemente formavam uma boa dupla, mas, em virtude da total falta de enredo, se transformaram em perfis que pouco acrescentaram. Ele bem mais que ela, vale ressaltar. A 'vilã' virou uma personagem cômica, como tantos outros da novela, mas ao menos teve uma divertida parceria com Frank Menezes, que deu um show como o mordomo Júnior. Já Gabo ficou imaginando 'vários planos' ao longo da trama e nada fez. Ficou avulso no enredo e só nas semanas finais conseguiu se destacar.


No caso de Grego, houve uma humanização do traficante que tentou matar Benjamin no início da trama. Ele virou um bandido bonzinho, assim como todos os bandidos que habitavam a favela de Paraisópolis, incluindo o Jávai (Babu Santana). Ao menos nesse caso, o lado positivo foi o casal formado por Grego e Margot, aproveitando a química entre os atores, vista anteriormente no sucesso "Amor à Vida". Tanto que o par virou o único realmente interessante da história, uma vez que Mari e Benjamin cansaram com um romance repetitivo, onde ele se mostrava um mimado irritante e ela uma mulher insegura, incompatível com sua personalidade inicial.


A passividade dos vilões, inclusive, implicou na volta de Dom Pepino (Lima Duarte), que foi alçado à condição de grande vilão do folhetim. Porém, o objetivo dele era exatamente o mesmo de Soraya e Gabo: dominar a empresa de Benjamin e controlar Paraisópolis. Ou seja, não mudou muita coisa no cansativo enredo. A vilania do mafioso apenas deixou todo o conjunto ainda mais irreal, além de tosco, vide o assassinato de Omara (Priscila Marinho), por exemplo, que beijou um peixinho no mar assim que morreu afogada. E as próprias situações protagonizadas pelo poderoso bandido em nada contribuíram para a movimentação da novela.


Outro perfil que parecia promissor e que não foi desenvolvido a contento foi a Ximena, interpretada tão bem por Carol Abras. A personagem parecia ter uma complexidade bem instigante, mas passou uma parte da trama em função do Grego e depois em função do Gabo. Não teve uma condução própria, foi apenas ponto de apoio para dois vilões que também ficaram na promessa. Além dela, de Izabelita, Danda e vários outros mencionados, também vale citar Olga (Paula Barbosa), Sabão (Ricardo Blat) e Deodora (Dani Ornellas) ---- que na penúltima semana acabou se casando com Dom Pepino em uma situação sem o menor sentido ----  como exemplos de tipos que não foram conduzidos com competência.


Além de todas as questões mencionadas, vale observar, também, que todo o universo em cima de uma das favelas mais violentas de São Paulo ficou absurdo se comparado com a realidade. Afinal, na comunidade os bandidos eram bacanas, não havia gente perigosa e nem problemas. Parecia um lugar perfeito. Claro que não teria como expor o drama pesado no horário das sete. E nem o público queria ver isso. Mas se o intuito era fantasiar, seria muito mais plausível inventar uma favela idealizada e batizá-la com um novo nome. O autor Mário Teixeira, aliás, disse em algumas entrevistas que a intenção deles foi exibir uma novela 'realista' com toques leves. Só que se o intuito foi realmente esse, houve uma falha grave.


Apesar dos muitos defeitos, "I love Paraisópolis" teve uns poucos acertos que merecem menção. O mordomo Júnior foi uma figura e Frank Menezes virou um dos destaques com mérito ---- suas cenas com Letícia Spiller e Olívia Araújo (a irônica Melodia) eram ótimas e o bordão "Favelaaaaada" divertiu. A condução da elegante Patrícia foi interessante e Lucy Ramos brilhou vivendo uma psicóloga que se orgulhava de ser negra, não levando desaforo para casa. Maria Casadevall convenceu com sua Margot e Letícia Spiller acertou com o tom propositalmente exagerado de sua Soraya. Caio Castro defendeu bem seu Grego e Ilana Kaplan protagonizou uns bons momentos com sua arrogante Silvéria, fazendo uma boa dupla com Luana Martau (Mirela). Alguns pontos positivos em meio a tantos negativos.


A reta final do folhetim acabou sendo condizente com tudo o que foi sendo apresentado ao longo dos meses. Isso porque os capítulos foram arrastados e com algumas cenas grotescas. A ausência de conflitos e tramas estruturadas ficou ainda mais exposta nos últimos momentos da história, que se sustentou por muito tempo exclusivamente através de esquetes, deixando de lado o desenvolvimento de conflitos que poderiam ser atraentes, caso fossem elaborados. O resultado foi uma repetição de situações e estagnação do já esgotado contexto ---- houve até uma longa e esdrúxula cena de sonho da Mari, onde a menina imaginava estar com Benjamin em outra vida, com único objetivo de preencher o tempo do capítulo.


O penúltimo capítulo contou com mais um sequestro, desta vez dos filhos de Soraya. Os autores utilizaram apenas esse recurso como ponto de apoio para uma aparente 'movimentação' na trama ----- afinal, vale recordar que Danda havia sido sequestrada duas vezes e a filha de Margot três vezes. Além da cansativa situação, ainda houve uma sequência completamente tosca, envolvendo o 'fantasma' de Omara, que voltou do mundo dos mortos com pedaços de escama de peixe no rosto. Para culminar o festival de momentos surreais, Gabo caiu da janela da empresa em cima de um andaime, não morreu, e apareceu do nada para matar Dom Pepino, que havia sido picado por uma cobra. Cenas que merecem ser esquecidas.


Já o último capítulo começou com uma sequência mal dirigida, que exibiu um confronto entre Gabo, Benjamin e Dom Pepino. O ex de Soraya confessou que matou o pai do mocinho e a situação poderia ter rendido bons desdobramentos ao longo da trama, mas só foi exposta no final e rapidamente. Os dois brigaram e a chegada do mafioso implicou em outra discussão entre ele e Gabo, que caíram da janela e morreram. As situações foram esdrúxulas. Mas os bons momentos ficaram por conta de Grego. A cena do personagem indo preso e depois, após uma passagem de tempo, indo abraçar Margot e o filho foi bem bonita, assim como o momento em que ele conversa com a tia Paulucha. Outras situações merecedoras de elogios foram o belo depoimento de Ximena, o show de Luan Santana no final, com todos os casais se beijando, e parto de Danda, que divertiu.


"I love Paraisópolis" se mostrou uma grande decepção e pode ser considerada a pior novela de 2015, empatada com "Babilônia". A média geral foi de 24 pontos, um resultado bem interessante. Mas, nesse caso, audiência não implicou em qualidade ---- aliás, o fato da trama das sete ter ganhado algumas vezes do folhetim das nove apenas comprovou que o conteúdo da obra do horário nobre era fraco demais, enquanto o da faixa anterior não tinha nada de excelente. Alcides Nogueira e Mário Teixeira são autores competentes, mas, lamentavelmente, se perderam nesta novela, que teve um começo promissor e um final nada dignificante. Não deixará saudades.

57 comentários:

Anônimo disse...

Novela pavorosa! JÁ FOI TARDE! Que venha Totalmente Demais!

Samara disse...

Uma das piores novelas das sete que eu já vi. E aquele final do Gabo e da Omara? Ridículo.

Gabriella disse...

Assino em baixo. Começou bem mas se perdeu completamente. E por favor chega de novela com favela, não é? Já deu!

Pedro Bertoldi disse...

Sem contar na Alceste que foi a grande vilã durante uma semana e foi teoricamente assassinada com uma pilha de lixo. Como essa situação foi resolvida afinal?

Anônimo disse...

Eu gostei da novela,mais apenas por ser uma diverção,pelos seus personagens carismaticos,impossivel nao rir assistindo ela.Mais trama mesmo ela não tinha,a historia acabou logo nos primeiros meses,e o foco ficou no humor.Mas como foi dito mesmo no ultimo capitulo pela personagem Ximena,que o que sobrava em Paraisopolis era imaginação,então pra gente poder entender a trama,tinha que "viajar",fantasiar kkkk pra se adequar ao humor esculachado dela,acho que essa foi a proposta dos autores.Foi uma novela divertida,com destaque pra alguns atores.E emendando o assunto,não é por nada não,mas acompanhando a Regra do Jogo,vejo que a trama segue o mesmo caminho,mesmo tendo um interessante nucleo central,os paralelos são horriveis,sem historia,com um humor chato,e os personagens vivem as mesmas cenas quase todos os capitulos,e são sem a menor conexão com a trama central,ta seguindo para o mesmo caminho em kkk ate quando a trama central se sustentara ? sera que virara mais uma I love paraisopolis ?? kkk

Talison disse...

Parabéns, preciso como sempre e detalhista também. Embasou muito bem as suas críticas e eu concordo, tendo apenas uma discordância: não achei a trama promissora, achei ruim desde sempre. Lembro até que falei com vc sobre isso no Twitter e vc havia discordado, dizendo que parecia mt boa. Todos os pontos apontados no texto são coerentes e não vejo ninguém elogiando essa novela.

Anônimo disse...

Perfeitas e precisas colocações!

Anônimo disse...

Você, hein! Nem se recuperou do trauma e já está aqui com opinião formada! kkk Mas é bom com a brasa ainda acesa! Achei essa novela ridícula e sem nexo, se as pessoas assistiam é porque não tinham mais nada para fazer! Quando começou já não tinha ido muito com a cara porque substituiu Alto Astral que eu amava. Tive que engolir esse lixo todos esses meses e estou aliviada que finalmente acabou! Eles tiveram seis meses pra mudar minha opinião, mas só deixaram ela mais forte de que passou como uma gripe que finalmente foi curada. Espero que Totalmente Demais possa refazer esse caminho onde vilões são vilões, mocinhos ralam pra conseguir o que querem e aqueles personagens cômicos não fiquem tão dominantes na história. Só acho... kkk

Heitor disse...

Nunca vi uma novela que tenha se perdido tanto como essa. Virou um samba do criolo doido e vc usou muito bem a palavra para defini-la: esdrúxula. Um amontoados de atores como se fosse um ônibus lotado e personagens rasos. Uma trama idiota e não vi graça em nada. Tanto que larguei na terceira semana e não me arrependi.Que venha essa próxima que parece ser boa.

Mai disse...

Não tenho nada a acrescentar, péssima novela. Começou interessante, mas desandou e terminou sem nenhum sentido. Que venha Totalmente Demais, tô com boas expectativas!

Anônimo disse...

Em outro texto vc a comparou com Fina Estampa e eu concordei. Mas agora já mudo de opinião. Fina Estampa foi horrorosa, mas comparada a essa até que fica razoável.

Fernanda disse...

Concordo em gênero, número e grau. Que bom que vc não se fez de rogado e tocou em todos os defeitos da novela que foram muitos, incluindo os tais núcleos cômicos que alguns elogiaram. Essa novela entrou para a galeria de péssimas novelas da faixa das sete e pode ter dado a audiência que for, continuará sendo ruim e esquecível. É daquelas novelas que ninguém mais vai lembrar.E o final foi ridículo.Quanta cena tosca.

Yasmin disse...

Graças a Deus acabou e essa nova promete! Você disse tudo no texto. Traduziu em palavras e parágrafos tudo o que eu queria dizer sobre isso.

Vera Lúcia disse...


Não deixará saudades mesmo, Sérgio.
Achei o último capítulo ridículo e despropositado. Claro que algumas cenas se salvaram e foram bonitas, conforme você destacou, mas o resto... Para que tanto neném no final da trama? rsrs. Ô exagero!!! Izabelita, no final, mesmo com o seu Mal de Alzheimer, ainda passou a cuidar da filha (pode???). E o Grego nunca teve perfil de vilão de favela.
Lamentei por Lima Duarte, tão brilhante, desperdiçar seu tempo com uma trama tão 'esdrúxula', conforme denominada por você.
Suas considerações foram excelentes e focaram tudo o que eu teria a dizer a respeito.

Ótimo final de semana.

Abraço.

Brunno disse...

Sérgio, por favor, Babilônia foi bem pior né? I Love Paraisópolis era divertida, engraçada, exatamente o que o horário das 7 pede, já Babilônia, não tinha graça, era chata...
I Love Paraisópolis teve defeitos como todas tem, mas grave, foi a não resolução do "assassinato" da Alceste. Quem matou? Quem era aquela mulher que a Ximena viu na praia, que a princípio era para ser ela? Enfim, pra mim vai deixar saudades, e espero que Totalmente Demais seja boa também...

Elvira Akchourin do Nascimento disse...

"I Love Paraisópolis" começou bem, mas foi ficando cada vez mais fraca. Tentou ser divertida em algumas ocasiões. Acho Maurício Destri muito fraco como ator, ainda mais sendo o protagonista. Bruna Marquezine e Carol Abras foram bem. Gostei também da atuação de Maria Casadevall. Letícia Spiller nunca esteve tão linda como nesta novela. Henri Castelli teve algumas boas cenas. Caio Castro, surpreendentemente, convenceu como o Grego. Foi ótimo ver Nicette Bruno, Lima Duarte e Francisco Cuoco contracenando e dando força ao elenco jovem. A abertura também foi sem-graça. Essa novela não deixará saudades.

MARILENE disse...

Sergio, você abordou todos os aspectos e nada tenho a acrescentar. Está corretíssimo em sua avaliação. A novela não deixará saudades. Bjs.

Thamires disse...

Realmente essa porcaria e Babilônia foram as piores do ano de longe. Duas produções que envergonharam a faixa de cada um. Essa foi uma das mais toscas que eu já vi e me espanta encontrar alguém que tenha achado graça dessa bobagem. Perfeito o seu texto.

Tamires Marins disse...

Oi,Sérgio, tudo bem?

Ótimo texto, você fez comentários bem relevantes e mostrou todas as fraquezas do roteiro!
Como eu disse em um outro post, eu quase não vejo novela, mas lembro que assisti alguns capítulos do começo da novela e achei legalzinha, mas eu tenho certa implicância com a Bruna Marquezine, sabe? Não acho ela uma boa atriz...aquela Tata Werneck só faz o mesmo papel, né? Muito cansativo...
E realmente esse monte de sequestro...que coisa mais sem noção! Total falta de criatividade!

Tomara que a próxima seja melhor, as chamadas estão promissoras. A Marina Ruy Barbosa é fofa e merece que a novela seja um sucesso!

Beijo
- Tamires
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Anônimo disse...

E O TRAFICANTE QUE CONSEGUIU VISTO PRA IR PROS EUA???? HAHAHAHA ESSA NOVELA FOI UMA PIADA.

Joana Limaverde disse...

A diferença do público da Globo pro público da Record é justamente essa vista nos comentários desse post. Quando uma novela da Globo é ruim, falam a verdade e criticam sem problema. Já os da Record, pode ser a porcaria que for, eles sempre vão arrumar um jeito de elogiar e falar que na Globo é muito pior e etc, etc, etc...

Guilherme disse...

Novela triste de tão vazia, vazia de história, vazia de conteúdo, vazia de qualidade. Uma das piores novelas das sete de todos os tempos. Que venha Totalmente demais.

Ed Taborda Assunção disse...

Não cheguei a ver nenhum capítulo completo dessa novela por que desde sempre achei que ela seria uma bela porcaria. Teria sido mais justo falar desde o início que era uma trama de realismo fantástico, mas pelo visto ela tentava se passar por realista. Não assisti quase nada então nem posso falar muito, mas do pouco que vi achei péssima. Ansioso por Totalmente Demais.

Karina disse...

Uma das piores novelas das sete que já passaram pela Globo e com um dos casais protagonistas mais insuportáveis também.Seu texto está impecável como sempre.

Maria disse...

Pois é, finalmente acabou I Love Paraisópolis, a novela que amamos odiar. E só as cenas do Grego e da Margot e o final da Soraya se salvaram no último capítulo, porque o resto foi de doer! O que foram aquelas cenas do Gabo louco no escritório da Pilartex? E acredita que eu nem me lembrava mais que ele tinha matado o pai do Benjamim? E a queda dele e de Don Pepino da janela do prédio deu vergonha, de tão mal feita! O chroma-key ficou explícito na tela! Outra coisa: pra que um último capítulo de mais de um hora de duração? A história já estava praticamente finalizada(há muito tempo) e não havia muito o que mostrar. Ou seja, o desfecho acabou sendo coerente com o que foi a novela toda: uma bobagem do início ao fim! Apesar disso registrou a maior audiência do horário em 2 anos, e ainda superou várias vezes os números do Jornal Nacional e da novela das 9(primeiro Babilônia e agora A Regra do Jogo). Nesse contexto, pode-se dizer que I Love Paraisópolis foi um sucesso. Mas um sucesso bastante questionável!

Lulu on the sky disse...

Oi Sérgio. Achei essa novela péssima. Dá pena do elenco.
Big Beijos
Lulu on the Sky

Anônimo disse...

Novela péssima e mais uma vez essa Marquezine fez um trabalho triste.Ela só se destaca na mídia por sua exposição e não por sua atuação.

Vinícius disse...

Uma das piores e mais toscas novelas das sete. Essa nova só na estreia já acabou com todo o enredo dessa porcaria.

Sérgio Santos disse...

Concordo, anonimo.

Sérgio Santos disse...

Tb tá na minha lista de piores, Samara.

Sérgio Santos disse...

Tem que dar um tempo msmo, Gabriella.

Sérgio Santos disse...

Não foi resolvida, Pedro. Ignoraram e ligaram o dane-se.

Sérgio Santos disse...

Aí eu discordo, anonimo, pq a trma central de Paraisópolis tb era péssima, assim como as paralelas. No caso de ARDJ a central é ótima e as paralelas ruins.

Sérgio Santos disse...

Mt obrigado, Talison!

Sérgio Santos disse...

Anonimo, é bom com a chama acesa msm. E já foi tarde. A atual começou mt bem e tem td pra ser ótima.

Sérgio Santos disse...

Verdade, Heitor.

Sérgio Santos disse...

E a nova já começou bem, Mai!

Sérgio Santos disse...

Acho as duas ruins empatadas, anonimo.

Sérgio Santos disse...

Obrigado, Fernanda. Foram inúmeros os equívocos mesmo. E mt cena tosca.

Sérgio Santos disse...

Obrigado, Yasmin.

Sérgio Santos disse...

Pois é, Vera, como pode a Izabelita cuidar da filha? E foi uma overdose de criança mesmo. Não deixará saudades.

Sérgio Santos disse...

Eu achei tão ruim quanto, Brunno. E essa falha da Alceste foi simplesmente pq inventaram essa vilã do nada pq os 'originais' nada fazia. Devem até ter se esquecido disso diante de tanto personagem avulso que a trama teve. Mas respeito que vc tenha gostado.

Sérgio Santos disse...

Boas colocações, Elvira. Não deixará mesmo.

Sérgio Santos disse...

Obrigado, Marilene!

Sérgio Santos disse...

Fico feliz que tenha gostado do texto, Thamires.

Sérgio Santos disse...

Te entendo perfeitamente, Tamires, acredite. rs E a nova começou mt bem. Tá valendo a pena ver.bjs

Sérgio Santos disse...

Isso foi ridículo, anonimo.

Sérgio Santos disse...

Perfeito, Joana. Concordo. Tem isso mesmo, criticam sem problema. Imagine se fosse uma novela da Record... Seria apedrejado aqui.

Sérgio Santos disse...

Já veio e veio bem, Guilherme!

Sérgio Santos disse...

Teria sido bem mais honesto mesmo, Ed. E vc não perdeu nada. Até pq eu deixei de ver vários capítulos tb. Não dava. E a nova tá uma delícia. abçs

Sérgio Santos disse...

Obrigado, Karina!

Sérgio Santos disse...

Maria, eu não amei odiar não, odiei odiando msm. rs E ótimas as suas colocações. Mas a novela foi sucesso em números, pq em repercussão foi nula. E a trama toda era mt ruim. Triste. A cena da queda da janela ficou tosca demais msm. Amadora.

Sérgio Santos disse...

Deu pena msm, Lulu!

Sérgio Santos disse...

Achei a Bruna apenas regular, anonimo. Nada demais.

Sérgio Santos disse...

Perfeito, Vinicius.

Vanessa Volpato disse...

Realmente as duas primeiras semanas foram boas, mas depois os autores se perderam completamente.

Sérgio Santos disse...

Exato, Vanessa.