sábado, 16 de fevereiro de 2013

Teatro Alheira em Lado a Lado: um núcleo injustiçado pelas críticas

Apesar da baixa audiência, "Lado a Lado" sempre foi uma novela muito elogiada, tanto pelo público quanto pela crítica. A boa atuação do elenco, o capricho do figurino, a produção, trilha sonora, enfim, os elogios costumam ser constantes a todo esse conjunto de acertos. Entretanto, há uma parte da novela que sempre foi alvo de várias críticas: o núcleo do teatro.


Tanto os críticos quanto parte dos telespectadores consideram a trama do teatro Alheira cansativa, chata e com um espaço desnecessário na história. Porém, há muita injustiça nessas avaliações. Abordar o teatro em uma novela é muito raro e os autores foram corajosos quando resolveram inserir esse assunto na trama. Juntar o meio teatral com o meio televisivo é muito válido, principalmente porque ainda há uma rivalidade inútil entre as duas produções. Enquanto o teatro é tratado como cultura para muitos, a telenovela é tratada como inutilidade.

João Ximenes Braga e Cláudia Lage deixaram a cargo desse núcleo a leveza da história. Se por um lado há um clima mais pesado na trama central, há humor de sobra nas confusões vividas por Diva, Quequé, Mário, Neusinha, Frederico e cia. Além dos problemas que envolvem o teatro e da dificuldade em montar
peças que cativem o público, há ainda rivalidades entre os atores, disputa de egos, enfim, situações bem corriqueiras nesse meio e que são retratadas de uma forma cômica.

O elenco que vive todas essas histórias é excelente. Tão bom quanto o dos demais núcleos. Está sendo um prazer ver Maria Padilha de volta às novelas e brilhando na pele da convencida Diva. Já Álamo Facó, após ter participado da série "A Mulher Invisível", tem sido uma grata surpresa. Seu Quequé é hilário. E Maria Clara Gueiros está muito bem vivendo a invejosa Neusinha, conseguindo se livrar das repetições que a acometiam em seus trabalhos anteriores. Paulo Betti e Tuca Andrada também não ficam atrás e se destacam como Mário e Frederico; rivais que se amam e se odeiam com a mesma intensidade.

Como se não bastasse o bom time que faz parte do núcleo, foram surgindo várias participações especiais que apenas engrandeceram ainda mais o teatro Alheira. Maria Eduarda, depois de ter se destacado em "A Vida da Gente", participou na primeira fase e divertiu vivendo Eliete, a então rival de Diva. O tempo passou e mais atores marcaram presença. Maria Fernanda Cândido, presença rara nas novelas, deu o ar da graça interpretando a exuberante Madame Dorleac, mexendo no núcleo e também na vida de Isabel (Camila Pitanga). Mas enquanto alguns atores tinham participações curtas, outros chegavam para ficar. Caso de Alessandra Negrini e André Arteche. Ela praticando maldades como Catarina e ele enfrentando dificuldades em se adaptar à vida da mãe. Dois ótimos profissionais que também não costumam emendar muitas novelas.

No capítulo de ontem (15/02), mais uma ótima atriz chegou para enriquecer o time: Rogéria. Mas dessa vez não foi para viver um homem que se veste de mulher e sim a mãe de Diva. Uma mulher autoritária, temperamental e arrogante que chega para movimentar o teatro Alheira. A personagem mal chegou e já mostrou que protagonizará grandes e divertidos momentos. A vida dos demais não será nada tranquila.

Tendo um ótimo elenco e tramas diferentes sendo apresentadas, o núcleo do Alheira nunca fez por merecer tantas críticas. "Lado a Lado" é uma novela que apresenta muitos acertos e o teatro pode e deve ser considerado um deles. Que as vaias saiam de cena e que os aplausos surjam reconhecendo o bom trabalho apresentado.

54 comentários:

EDER RIBEIRO disse...

Sérgio, sempre gostei de novela de época, é uma pena q eu não posso asistir. Suas crônicas sobre Lado a Lado são impecáveis. Parabéns. Abçs.

Anônimo disse...

Ai, sempre os mesmos posts: Lado a Lado, Salve Jorge, bbb, malhação, Lado a Lado, Salve Jorge... voce gosta mesmo de TV hein!!!!

Kellen Bittencourt disse...

Oii amigo, eu adoro Lado a Lado, não perco um capitulo mas confesso que esse núcleo do teatro é o que menos me interessa na novela, normalmente é a hora que saio p beber alguma coisa, comer etc rsrs não sei explicar por quê mas apesar de grandes atores não me prende atenção! Abraçosss

BIA disse...

As novelas de época são tão bonitas... pena que esta está sendo injustiçada... os figurinos são realmente lindos!!!
Verdade Sérgio, o Brasil é um dos poucos países que comemora a data dos namorados diferente dos outros... é só pra contrariar mesmo...
Bjs :)

Diogo S. disse...

Amo a novela, Sérgio e acho o núcleo do teatro bom! Principalmente ultimamente porque estou MEGA cansado dessas histórias de Albertinho/Isabel/Elias/Constância e Laura/Edgar q roda, roda, roda e não saí do lugar e está me enjoando fortemente! Agilidade na trama principal, por favor autores!!!

Thallys Bruno Almeida disse...

Bota injustiçado nisso, Sérgio.

Abordar os bastidores do teatro é inclusive uma coisa arriscada, porque pode envolver situações que até hoje se vêem com frequência até nos bastidores da televisão, os devaneios de diretores, egos inflados de atores/atrizes, influências superiores em escalações de papéis, tudo isso é muito complicado de abordar, é algo que existe muito.

Dá muito bem pra ver que a Maria Clara Gueiros conseguiu se livrar do estigma-Zorra-Total e dá um tom totalmente diferente pra Neusinha. O Quequé do Álamo, então, é pérola atrás de pérola. Paulo Betti, Tuca, Alessandra, Arteche, Maria Fernanda Cândido, Maria Padilha, Maria Eduarda, é muita gente boa nesse núcleo que não merece ser reduzido às confusões da Neusinha.

E acho muito bom que os autores invistem nesse núcleo porque, sejamos francos: tanto a Isabel como também a Laura estão muito chatas. A primeira, só dando patada em cima do Albertinho e impedindo que ele se aproxime do filho (algumas ele até merece, mas não é justificável aquele ódio todo); a segunda só vive discutindo toda hora com o Edgar. Esse é outro que já tá irritando com aquele ciúme por ele mesmo. Zé Maria nem merece ser comentado. Pra mim, o que era o melhor casal da trama foi reduzido a uma total chatice sem precedentes, tá duro aturar Laura-Edgar por enquanto. Aliás, em algumas personagens recentes da Marjorie eu tenho notado isso, mais precisamente Maria Paula, Manu e Laura: gosto delas no começo, mas depois de um certo tempo (não por culpa da atriz, claro, mas mais pelos rumos dados pelos autores), elas começam a me irritar intensamente.

E a chegada da Rogéria só melhorou ainda mais. Adorei a definição dela de "adereço de cena"... rsrsrs.

Adoro o núcleo do teatro e acredito que ele não pode ter seu espaço reduzido. Afinal, ao contrário do que queiram alguns, LaL não se resume a Laura-Edgar/Zé-Isabel.

Grande abç!

Milene Lima disse...

Eu gostava menos,no início, agora acho uma resenha. O Quequé é um barato. A Neusinha é a própria Maria Clara Gueiros,né? A impressão é que está sempre interpretando ela mesma. Mas no geral eu me divirto.

Beijo, Sérgio.

Anônimo disse...

Olá Sérgio, sabia quehora dessa vc iria escrever sobre o teatro, mas gosto é gosto....

apesar de ter grandes nomes, atores fantásticos, o que concordo, o teatro não me agradou no início, achava um pé no saco e cada vez que passava eu deixava a TV no mudo...da mesma forma que agora não to gostando tbm da trama da Laura e Edgar, já enchi com esse ciume bobo deles...que desculpa mais esfarapada pra manter um casal separado por tanto tempo, esperava algo de maior criatividade, mas enfim.....
e a trama da Isabel tbm já não suporto mais ela ficar dando coice em todo mundo e tentando fazer o Elias odiar o Albertinho, pq é isso sim que ela, Zé e seu Afonso estão tentando fazer...alienação parental em pleno 1910, um cúmulo...enfim, essas tramas já renderam, tá na hora de mudar, acho que pra mim, esse é um dos grandes erros de lado a lado, as vezes um assunto tão importnate, como o divórcio da Laura e o quase estupro eles resolvem em 3 capitulos e não se fala mais, agora, quando é um assunto chato, superficial eles enrolam, enrolam, como foi o caso da Catarina publicar o divórcio no jornal, demorou 12 cap, se não me engano...enfim...eu me canso disso, mas não desisto da novela, pq no geral, entre mortos e feridos, ela se salva...
agora tenho curtido mais a trama do Guerra e Celinha, adoro os dois, a Isabela tá ótima como Celinha e a a parceria com o Guerra tá rendendo... e tbm a trama da familia Praxedes que melhorou muito na segunda fase..

agora o teatro, me desculpe, mas o capitulo da mae da Diva, foi o primeiro que me arrancou risos sem o Quequé (sim, porque ele é o melhor da turma toda, adoro ele, não perco uma cena, fantástico), pois vamos combinar, toda a primeira fase era Mario e Frederico disputando a Diva, sempre as mesmas brigas, rodando, rodando e não chegando a lugar nenhum...cansava..ainda mais que pra mim, Tuca não me agrada, e neusinha bem....essa se sumisse do mapa e nunca mais voltasse era um favor que me faria, pra mim é o personagem mais insuportável da novela toda, não suporto ouvir a voz da MCG e nem ver suas caras e bocas...e infelizmente, não acho que ela se livrou de Zorra, olho pra ela e só vejo o mesmo personagem de sempre....mas respeito tua opinião, afinal, nem todo mundo gosta da mesma coisa não é mesmo...
Mas, nos últimos capítulos não vou mentir que o teatro melhorou sim, gostei da entrada do André e tbm da Rogéria, ri demais com ela, espero que continue assim e não volte a mesmice de antes...
(adorei a passagem da Dorleac, e gostava muito mais da disputa entre Diva e Eliete, do que entre Diva e Neusinha...essa me cansa demais, já Catarina, pra mim, não sei porque a chamam de vilã...ela só é uma pessoa surtada que faz caras e bocas e de vez em qdo apronta algo, que nunca dá certo, de mais...nada, nada...esperava muito mais do personagem da Negrini..
aliás, pela sinopse inicial da novela, a trama da ala nobre foi bem superficial pelo que se falava, Constancia seria chantageada pelo caso com o Humberto, e pelos resumos, só se for na última semana, imagina qtas cenas vai render...Catarina maltratar a filha...até hoje só vi que ela é uma pessoa que não serve pra ser mãe, não tem jeito nem paciencia, mas maltratar, nunca vi, a dúvida da paternidade da Melissa, pelo jeito, vai ser filha mesmo do Edvagar, que nunca sabe de nada (pior que marido traído), Laura escritora, só a vi escrevendo dois textos pro jornal e deu...virada do Assunção..sério, será que so´vem no último capítulo tbm??? Enfim, acho que eles deram muito destaque a algumas tramas e não sobrou tempo pra desenvolver outras que tbm seriama muito interessantes...

ai Sérgio, desculpe o desabafo..é que adoro a novelinha sabe, mas vai chegar ao final com aquele gosto de que poderia ter sido tão melhor...e olha que vi muita gente mandando sugestãoes para os autores, pena que eles não souberam aproveitar essa interação com o público, talvez inexperiencia, ou talvez arrogancia de que são os bons e sabem tudo, vai entender...
abraço

Cat

Rafael Barbosa dos Santos disse...

Bom, algumas coisas me incomodam em Lado a lado, mas este incomodo nada tem haver com o núcleo do teatro. Não vejo o núcleo como um problema, até acho uma trama paralela interessante, mas que só está mostrando sua força nos ultimas dias. Acho que poderia ser bem mais desenvolvida no inicio, teria rendido bem mais, mas não foi, aí fica aquela sensação de que o núcleo é a pausa para o xixi, como já disseram a cima. Aliás, essa calmaria toda de Lado a Lado é o que incomoda bastante, a mim pelo menos. Após aquela semana fodástica, da Izabel desmascarando suas rivais, que foi quando a trama disse a que veio e mostrou todo seu potencial de novelão, a novela voltou a calmaria, entrou naquela fase chata de novo. tenho visto bem pouco, mas pelo que ando ouvindo e lendo, a novela ta na fase barriguda, pena. Lado a Lado é uma boa novela, isso é inegável, mas poderia ser beeem melhor. Penso assim, tenta entender Sérgio rsrs!

Abraços.

Vanessa Barbosa. disse...

É um tipo verdadeiramente de peso e fez toda diferença na novela.
Mas vou confessar, eu gosto mesmo é do Quequé, rsrsrs. Não tem como não rir com ele.
É uma pena que uma novela tão boa como foi esta, esteja chegando ao fim. Quem sabe um dia ela volta no Vale a pena ver de novo... Daqui a muuuito tempo.
Beijos!

Felisberto Junior disse...

Olá!Bom dia
Sérgio
penso que no meio de tanta mesmice,na televisão, pelo menos esse núcleo de teatro dentro da novela , é diferente.Boa abordagem da novela, sem entrar no mérito do núcleo e trama principal.
Bom domingo
Abraços

Rita disse...

Serginho bom domingo pra vc

Olha sou suspeita de falar dessa novela que adoro, e la no teatro então todos são maravilhosos, a Neusinha é a maior cara de pau que já vi, e como faz bem o papel todos estão de parabéns e o Quequé é fantástico enfim só tenho elogios para essa novela e atores
Um dia feliz e boa semana
Bjuss
Rita!!!

Vanessa disse...

Sérgio, querido,
Cá está seu prometido post do Teatro Alheira! rs.

Bom, vc sabe que eu sou a presidenta do fã-clube dos que detestam este núcleo, né? Já cheguei a compará-lo com o do Cadinho, em "Avenida Brasil". Achei até que o teatro fosse ficar mais interessante com as entradas da Alessandra Negrini, atriz que eu adoro, e da Camila Pitanga. Mas nem assim...

Isso porque gosto dos trabalhos da Maria Padilha, André Arteche e Paulo Betti. Já a Maria Clara Gueiros, pra mim, é sempre caricata. Sua Neusinha é a personagem feminina mais insuportável de "Lado a Lado", concorre forte com Zé Maria pelo posto de "O MAIS CHATO".

E a minha ojeriza em relação a esse núcleo é por ene fatores. Sempre achei que ocupavam um espaço imenso na trama, muitas vezes mais que as protagonistas, com lenga-lenga sem fim. Ficamos semanas vendo o triângulo sem graça entre Diva, Frederico e Mário, além das tentativas da Neusinha se dar bem. Chatoooo, cansativo, um porre. As histórias demoraram a andar. Depois, ficou nesse "suspense" sobre a relação da Diva com o Luciano. Quem se importa com isso, por favor? Não bastasse, as histórias não sustentam o interesse. Se eu ri uma vez com o teatro, olha, foi muito. Nem no Quequè vejo graça. O alívio cômico, pelo menos pra mim, vem nas cenas da Eulália e da Celinha.

Eu até tive a impressão que deram uma segurada no teatro, ele passou a aparecer menos nos dois últimos meses. O melhor período, no entanto, foi quando eles inventaram uma turnê pra Niterói. Foi uma delícia ver "Lado a Lado" livre deles.

Olha, acho louvável sim trazer histórias pouco contadas na TV, como os bastidores do teatro, mas que se saiba fazê-lo. A Glória Perez está aí como um exemplo de que levar temas novos nem sempre conquistam. E a Globo já trouxe uma série ótima sobre os bastidores do teatro, com o Felipe Camargo na condição de protagonista. Aquilo sim prendia, havia história para contar, não essa baboseira de "Lado a Lado", que só serve pra irritar e tirar espaço de outros núcleos.

Bom, era isso, Sérgio.

Beijão

Vanessa disse...

Esqueci de comentar das participações especiais.. Gostei muito da Maria Fernanda Cândido como a Dorleac. Levou frescor e tornou o núcleo do teatro menos enfadonho.

Já a Maria Eduarda, apesar de gostar da atriz, achei que não conseguiu se livrar da Nanda de "A Vida da Gente". Talvez, pelo fato das duas personagens serem irônicas. Abrindo um parêntese.. Essa é a mesma crítica que faço ao trabalho do Rafael Cardoso, que até agora não conseguiu diferenciar o Albertinho do Rodrigo. Impressionante como todos os trejeitos, o ritmo da voz, o olhar, etc, são iguais.

Mas voltando.. A Rogéria eu nem vi, pq, graças a Deus, ultimamente só tenho assistido "Lado a Lado" via site oficial. Assim, posso escolher só os vídeos que me interessam, no caso os da ala nobre! :)

Era isso.

Beijão!

Elvira Akchourin do Nascimento disse...

Sérgio, sempre gostei do núcleo do teatro e das ótimas atuações. Ele serve para trazer comicidade e contrabalançar com os dramas da trama central.

Bia Hain disse...

Eu sou suspeita em falar porque adoro a trama...ótimas considerações, Sérgio. Um abraço, ótima semana!

Thairys Moreno disse...

Concordo em partes, o talento dos atores escalados pro núcleo não se contesta, eu gosto muito da novela, como vc falou é de uma qualidade impecável. Mas ás vezes esse núcleo do teatro se torna mesmo um pouco cansativo, cheio de altos e baixos. Me parece que agora vai dar uma boa movimentada com a presença de Rogéria na trama, com certeza o seu carisma e seu lado cômico vão contribuir para o núcleo sair dessa estagnação.
Beijos e boa semana!

Carolina Lima disse...

Sérgio,
concordo com a postagem. O núcleo do teatro é cansativo.

beijinhos :*
Carol
Um blog simples
Sorteio de coisinhas ♥

MARILENE disse...

Já disse antes e reafirmo, a novela é ótima. Confesso que, inicialmente, considerei chato o núcleo do teatro. Mas me acostumei a ele e me divirto com as situações apresentadas, eis que nos mostram uma realidade nem sempre conhecida. Bjs.

Clau disse...

Oi Sérgio!
Que pena uma novela tão boa ter baixa audiência.
O núcleo do teatro,não é o meu preferido,mas o elenco é brilhante.
Paulo Betti é o meu preferido!
Bjs \o/

Bruno Marques disse...

Sérgio,também curto o núcleo do teatro!!!
Gosto da Diva,da Neuzinha e principalmente do Quequé!
Fora a participação inesquecível da Maria Fernanda Cândido na primeira fase ,agora esse núcleo nos brinda com a brilhante Rogéria!!!
Enfim,gosto bastante do núcleo!!!

Sérgio Santos disse...

Oi Eder, muito obrigado. Abraços.

Sérgio Santos disse...

"Anônimo", pelo visto vc é um visitante frequente. E se eu não gostasse de tv não teria o trabalho de fazer um blog sobre tv.

Sérgio Santos disse...

Oi Kellen! Entendo sua opinião, aliás, muitos telespectadores de Lado a Lado fazem o mesmo. Bjão

Sérgio Santos disse...

Oi Bia. O figurino é impecável, assim como quase toda a novela. bjs

Sérgio Santos disse...

Oi Diogo. Então vc faz parte do time que gosta do núcleo teatral. É raro. rs Abraços!

Sérgio Santos disse...

Thallys, sem dúvida é uma atitude arriscada e infelizmente dificilmente será repetida tão cedo. A rejeição ao núcleo assustará quem tiver essa pretensão futura.

Todos os atores estão ótimos e o destaque é o Quequé. Mas é até injusto falar isso porque todos estão muito bem.

Isabel e Zé Maria me irritam muito e já cansaram faz tempo, mas continuo amando Laura e o par com o Edgar ainda é um dos pontos fortes da novela. Discordo dessa parte do seu comentário, mas respeito. Abração!

Sérgio Santos disse...

Oi Milene. Eu sempre gostei do núcleo, mas agora está melhor mesmo. Olha, a Maria Clara sempre interpretava o msm tipo de papel, mas agora vejo boas diferenças na Neusinha. Beijão.

Barbie Californiana disse...

Que tudo, um núcleo de teatro dentro de uma novela de época, melhor que isso, só dois disso... rs Eu não estou assistindo... uma pena, mas gostei de suas considerações, Sérgio! beijos

Sérgio Santos disse...

Oi Cat. Pois é, estava adiando esse post até a chegada da Rogéria e finalmente escrevi. Não tem nada do que se desculpar, seu desabafo foi ótimo.

Entendo todos os seus pontos de vista. Eu acho que Wernner Schunemann não está tendo o destaque que merece e penso até em escrever sobre isso. Mas também acho que poderiam ter dado mais destaque para as situações da Constância, Catarina e cia. Ficaram perdendo mt tempo com situações que se esgotaram. Mas mesmo assim não vejo barriga na novela.

Zé e Isabel me cansaram há tempos, mas Laura e Edgar não. Porém, concordo que deveriam ter dado bem mais enfase ao estupro. A cena em si foi excelente, mas o desenvolvimento ficou devendo.

O teatro sempre foi mt criticado, mas eu nunca concordei com a rejeição. E é uma pena que Rogéria só fique na novela até essa sexta. Merecia ficar até o fim... Beijos!

Sérgio Santos disse...

Rafael, claro que eu entendo. Chamaram esse núcleo de 'Cadinho' em referência à Av. Brasil, mas eu também gostei do núcleo do Cadinho, portanto, isso nem me soa crítico.

Acho que a baixa audiência nada tem a ver com o ritmo mais lento, caso contrário nenhuma novela do Benedito Ruy Barbosa faria sucesso.

Mas as participações foram um dos pontos altos do núcleo do teatro. Agora com Rogéria está excelente. Abraço.

Sérgio Santos disse...

Oi Vanessa. O quequé é ótimo mesmo e Álamo Facó está incrível. Pena que a novela está acabando. Hj já começou a ir ao ar a chamada de Flor do Caribe. Beijos.

Sérgio Santos disse...

Felisberto, exatamente. É válido ver uma coisa diferente e tão bem representada no ar. Abraços.

Sérgio Santos disse...

Oi Rita. Eu também sou suspeito, né? rs Neusinha e Quequé formam um ótimo par. Combinam em tudo. rsrs Beijos.

Sérgio Santos disse...

Pois é, Vanessa, adiei até a entrada da Rogéria pra poder escrever. Chegou o dia. rs

Sim, eu sei o quanto que vc despreza o núcleo. Acho bacana que um núcleo secundário tinha tido um bom destaque na trama, isso é tão raro. E nesse ponto é bom escalar menos gente, como fizeram em Lado a Lado.

Sim & Furia foi uma série elogiadíssima pelo público e pela crítica e concordo que abordou perfeitamente o meio teatral. Mas infelizmente não fez sucesso. Ou seja, com essa rejeição ao núcleo do teatro em LaL é provável que ignorem essa temática pelos próximos longos anos.

Na minha concepção a trama das seis tá mostrando perfeitamente a situação teatral, ainda mais da época, com a comédia sendo ridicularizada e o drama endeusado.

Dorleac foi uma participação de luxo e deu gosto de ver. Gostei da Maria Eduarda e até me surpreendi quando soube que ela só ficaria na primeira fase. Agora Rogéria está perfeita. Gosto da Neusinha, assim como de todo o resto, em especial Diva e Quequé.

Tente ver um trechinho na internet das cenas da Rogéria. Aconselho! Beijão!

Sérgio Santos disse...

Oi Elvira. Concordo plenamente com você. Beijos.

Sérgio Santos disse...

Oi Bia, obrigado. Beijos.

Sérgio Santos disse...

Oi Thairys, obrigado pelo comentário. Que o núcleo teve altos e baixos eu sou obrigado a concordar com vc. Mas eu sempre gostei. Bjssss

Sérgio Santos disse...

Carolina, pelo visto vc não leu nem o título do texto, hein? bj

Sérgio Santos disse...

Oi Marilene. A novela é ótima mesmo. E as situações mostradas no teatro são pouco conhecidas mesmo e o núcleo foge do previsível. Beijos.

Sérgio Santos disse...

Oi Clau. Sim, é uma pena. Ah, também gosto muito do Paulo Betti. Bjs

Sérgio Santos disse...

Oi Bruno! Então estamos no mesmo time. rs O elenco do núcleo e as participações são muito bons. Abraços.

Sérgio Santos disse...

Oi Barbie. Pois eu tenho certeza que vc iria gostar. Beijos!!!

Vera Lúcia disse...


Olá Sérgio,

Não assisto esta novela, mas li suas considerações a respeito.

Ótima noite.

Beijo.

Sérgio Santos disse...

Oi Vera, obrigado pelo comentário! Beijos!!!!!

Marcos Mariano disse...

Nossa, não sabia que a Rogeria estava nessa novela, eu acho ela cômica, alem de uma boa atriz, não acompanho a novela mas o capitulo em que a Rogeria entrou vou dar uma olhada, derre pente eu me anime a acompanhar pela net, pq o horário na tv, não da pra mim.

Abraços

Sérgio Santos disse...

Oi Marcos. Entrou apenas para uma participação especial. Mas sei que o horário é difícil pra vc. abraços.

Tainá disse...

Não acho o núcleo do teatro totalmente deslocado da trama principal. No começo até achava, mas depois que a Isabel começou a trabalhar lá, o teatro ficou mais integrado com o resto, inclusive se tornou um espaço por onde vários personagens já passaram (Margarida, Bonifácio, Fernando, Umberto, Afonso, Jurema, Laura, Edgar, Berenice, Caniço).
Além do que, mostrar numa novela os bastidores do teatro está sendo realmente muito interessante! E estou adorando o Quequé e o Frederico, o Tuca Andrada me surpreendeu fazendo personagem cômico bobão!
Ah, e depois da chegada da Catarina então! Ficou ainda melhor, porque ela interagia com quase todo mundo, até mesmo com o Quequé (a cena dele mandando ela empurrar o piano foi demais).
Bom, já que mencionei a Catarina, gostaria de comentar que apesar de ela não ser propriamente uma vilã (Constância é a única Vilã da novela), acho ela uma personagem ótima! Divertidíssima com seus planos que sempre falham e com suas patadas na Neusinha. Aliás, as personagens que mais me fazem rir são a Catarina e Berenice! Só com o jeito de andar da Berenice já rio horrores, fora que as cenas dela com a baronesa são hilárias! (Sheron é uma que subiu no meu conceito depois dessa novela)
Ah, Sérgio, descobri seu blog recentemente e adorei! Parabéns por suas análises!
Permita-me dar uma sugestão de post. Adoraria ver você escrever sobre um dos casais mais chatos da televisão brasileira: Zé Maria e Isabel.
O que seria de Lado a Lado se não fossem Laura e Edgar...

Sérgio Santos disse...

Oi Tainá! Também não acho o núcleo do teatro deslocado, muito pelo contrário! E os atores estão ótimos. Pena que a participação da Rogéria acabou hoje.

Catarina é uma ótima personagem mas senti falta de mais vilanias.

Fico feliz que tenha gostado do blog. Olha, a novela já está no fim mas vou pensar se escrevo sobre o casal. rs Beijão.

Sérgio Santos disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
BUYMAZON disse...

Não acompanhei nem noventa por cento desta novela, mas gostei do figurino, dos atores, da história, e da trama. Uma pena que já vai acabar, logo agora que me interessei.

Sérgio Santos disse...

Puxa, Ana, demorou tempo demais pra começar a ver... rs Beijos.

NPR disse...

A novela estreou por cá (Portugal) faz coisa de 50 episódios. Ainda bem que leio alguém a elogiar o núcleo da Alheira! Concordo com tudo o que diz.

É sublime e sem ele a novela seria muito pesadona. Só teriamos a Celinha e suas trapalhadas como alívio cómico. O nucleo do teatro é comédia mas também é drama, pois de um jeito cómico cada personagem vive intensas vivências, paixões, tanto carnais quanto pela função. Estão todos excelentes nos papéis. E também concordo quando diz que é raro novela saber meter teatro e falar dele. É o que mais admiro no caso. Porque geralmente quando metem teatro em novelas é só para esticar a trama. Todo o elenco vai assistir a uma peça, acontece alguma coisa importante entre essas personagens que estão na plateia e depois só se vê o «teatro» a ser representado para intervalar a trama central.E a quantidade de "elogios" que querem meter sobre a peça, sobre o autor, sobre a arte soa a forçado e descontextualizado. Isso é tedioso e irritante. Na alheira isso não acontece. E acaba que conseguem passar mais curiosidade sobre as grandes peças de teatro ao falar menos e ao mostrar menos do que os poucos que tentaram subitamente transformar uma personagem numa enciclopédia teatral.

É como quando introduzem circo nas novelas. Vira palhaçada. Todo mundo a rir exageradamente, a se divertir em demasia, muita cor, muito barulho e só serve para encher chouriços.

O nucleo do Alheira não é assim. Ele cumpre uma função e nem sequer está de fora da trama da novela. Gostei em particular de um momento em que eles "brincam" com a forma dos atores representarem shakespeare por volta daquele tempo. Aquela forma de representar muito pouco natural, cheia de gestos exagerados, travados. E eram considerados optimos por isso. Os atores que encarnam este nucleo têm de ser "canastrões" a representar suas personagens a representar. Têm de ser passionais no amor à arte e aos amados, têm de ser colegas e rivais. É excelente. Tem muita emoção ali e ainda não vi nenhum ator a sair da personagem ou a entregar menos do que podia. Em suma, estão todos brilhantes!! Adoro o quequé, o Mário, o Frederico, a Neuzinha, a Diva e demais que possam aparecer. Teatro alheira.... Vou assistir.

Miguel.M disse...

Pena que a trama em volta do Teatro Alheira apresente imensos erros de caraterização... começando no erro grosseiro de o nome "Alheira" ser associado, na trama, ao embutido português com o mesmo nome e... recorde-se que a novela começa em 1903 - no cenário do Restaurante/Teatro Alheira existir uma réplica em azulejo, do quadro "O Fado" do pintor português José Malhoa, cujo original foi pintado em 1910!!!